UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 13 Mar 2026 23:19:44 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/03/02/husm-ufsm-consolida-atendimento-regional-a-pessoas-com-doencas-raras-pelo-sus Mon, 02 Mar 2026 18:25:41 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=72083

Para quem convive com sintomas persistentes sem explicação clara, o acesso ao diagnóstico pode mudar trajetórias de vida. No Hospital Universitário de Santa Maria da Universidade Federal de Santa Maria (HUSM-UFSM), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), esse caminho vem sendo construído por meio do Ambulatório de Doenças Raras, que completa cerca de um ano e meio de funcionamento e consolida a instituição como referência regional no atendimento a pessoas com condições genéticas raras pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A atuação do serviço ganha destaque no dia 28 de fevereiro, quando é celebrado o Dia Mundial e Nacional das Doenças Raras. No HUSM, o cuidado é realizado por meio de atendimentos ambulatoriais e consultorias hospitalares, com foco na investigação diagnóstica e na construção de um plano de cuidado personalizado às necessidades dos pacientes com doenças raras.

Segundo a médica geneticista do HUSM, Isabela Pasa, o Ambulatório atende, em média, 50 pacientes por mês e já realizou cerca de mil consultas desde sua implantação. Desse total, aproximadamente 70% são crianças, principalmente em processo de investigação diagnóstica. “A consulta em genética no nosso serviço é uma consulta de investigação. Nosso papel é avaliar clinicamente, levantar hipóteses, solicitar exames e, a partir do diagnóstico, construir um plano de cuidado e encaminhar o paciente para as especialidades que vão acompanhar esse caso”, explicou a especialista.

O Laboratório de Análises Clínicas do HUSM possui um contrato de prestação de serviço para alguns exames de genética, com laboratórios fora do Estado. O LAC coleta a amostra, providencia a documentação necessária e envia as amostras. Em 2025, foram coletadas e enviadas 200 amostras para exame.Os resultados são disponibilizados para a médica geneticista. Também enviam amostras para laboratórios que possuem termo de cooperação científica com o hospital.

A taxa de diagnóstico comprovadamente genéticos varia entre 40% e 50%, percentual compatível com a literatura internacional. Para a geneticista, mesmo quando não há cura ou tratamento medicamentoso específico, o diagnóstico tem papel central no cuidado. “O diagnóstico orienta o acompanhamento, organiza o cuidado e também é fundamental para que as famílias consigam acessar direitos, terapias e suporte na rede de saúde”, afirmou Isabela.

O acesso ao Ambulatório de Doenças Raras do HUSM é realizado por meio de encaminhamento da Atenção Básica, após avaliação inicial nas Unidades Básicas de Saúde, que identificam sinais ou sintomas sugestivos de condições genéticas raras. Também podem ser encaminhados pacientes por solicitação de outras especialidades do próprio Hospital Universitário, tanto no contexto ambulatorial quanto durante a internação, reforçando a integração entre os diferentes níveis de atenção e especialidades do SUS.

[caption id="attachment_72084" align="aligncenter" width="804"]Fotografia horizontal colorida com três pessoas enquadradas, uma ao lado da outra, sendo duas mulheres e e um homem. Na imagem, a mulher ao centro segura o braço da outra e, ao mesmo tempo, entrega um tubo com sangue coletado A médica geneticista Isabela Pasa (à esquerda) acompanhou a coleta de sangue de um paciente, realizada pela técnica em Análises Clínicas Candice Kemmerich. A amostra foi entregue ao assistente administrativo da Unidade de Análises Clínicas e Anatomia Patológica do HUSM-UFSM, Luciano Marzari Giaomini, para envio a análise laboratorial. O procedimento integra o fluxo de investigação diagnóstica do Ambulatório de Doenças Raras, fortalecendo o cuidado integral e o acesso ao diagnóstico pelo SUS.[/caption]

Doença de Machado-Joseph e a realidade da região

Entre as condições acompanhadas pelo Ambulatório, chama atenção a recorrência da Ataxia de Machado-Joseph, também conhecida como Ataxia Espinocerebelar tipo 3. Trata-se de uma doença genética rara, progressiva e neurodegenerativa, que afeta áreas do sistema nervoso responsáveis pelo equilíbrio, coordenação motora e fala, sem comprometer a capacidade cognitiva.

Na área de abrangência do HUSM, a doença apresenta maior frequência, relacionada à história de colonização da região, especialmente de origem açoriana. “É uma condição que costuma se manifestar na vida adulta, geralmente a partir dos 40 ou 50 anos, com dificuldade de marcha, desequilíbrio e alterações na coordenação dos movimentos”, explicou Isabela.

Cada filho de uma pessoa com a mutação genética tem 50% de chance de herdar a condição. Apesar disso, a médica destacou que não há indicação de testagem genética em crianças assintomáticas, por questões éticas e pela ausência de tratamento preventivo. “O foco, nesses casos, é o aconselhamento genético e o cuidado quando os sintomas surgem, sempre respeitando a autonomia e o direito à informação do paciente adulto”, pontuou.

Embora não exista cura nem tratamento medicamentoso específico para a Doença de Machado-Joseph, o cuidado multiprofissional é fundamental para a qualidade de vida. “Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional e acompanhamento psicológico ajudam a manter a autonomia, prevenir complicações e apoiar o paciente e a família ao longo do tempo”, explicou a geneticista.

Diagnóstico precoce e cuidado integral

Segundo a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras, instituída pelo Ministério da Saúde, o objetivo do cuidado é reduzir a mortalidade, contribuir para a redução da morbimortalidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas, por meio de ações de promoção, prevenção, detecção precoce, tratamento oportuno e redução de incapacidades.

No Ambulatório do HUSM, essa diretriz se traduz na articulação com diferentes especialidades e serviços. “Mesmo quando não há um tratamento específico, o acesso à informação, ao acompanhamento e às terapias adequadas faz diferença no desfecho e na vida das pessoas”, destacou Isabela. A orientação é que pessoas que percebam sinais persistentes, como dificuldade progressiva de equilíbrio, coordenação ou fala, procurem a Unidade Básica de Saúde para avaliação inicial e encaminhamento, quando indicado, para o atendimento especializado.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh
Foto: Mariangela Recchia

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/02/09/ver-sus-recebe-inscricoes-ate-dia-quarta-feira-11-para-a-regiao-centro-oeste-do-rs Mon, 09 Feb 2026 12:20:19 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71968 O Programa VER-SUS Vivências e Estágios no Sistema Único de Saúde (SUS) está com inscrições abertas até quarta-feira (11). Nesta edição, que será realizada de 22 de fevereiro a 1º de março, o VER-SUS oferece 40 vagas para viventes e 4 para facilitadores em Santa Maria, Silveira Martins e Júlio de Castilhos. 

O VER-SUS é um programa promovido em âmbio nacional pela Associação da Rede Unida, pelo Ministério da Saúde e pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Regionalmente, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a Secretaria Municipal de Saúde de Santa Maria e a 4ª Coordenadoria Regional de Saúde (4ª CRS) são os parceiros da realização. 

A vivência em diferentes espaços do SUS integra as áreas de ensino, serviço, comunidade e participação popular, e se volta para o trabalho em equipe, a equidade e as mudanças nos modelos de atenção e gestão. O VER-SUS integra estudantes, residentes, docentes, trabalhadores, gestores da saúde e movimentos sociais em prol do fortalecimento da formação de profissionais de saúde.

Viventes e facilitadores

Durante o VER-SUS os interessados participam de imersão de sete dias corridos em lugares como unidades de saúde da família, centro de atenção psicossocial (Caps), hospitais, centros de especialidades, comunidades indígenas, quilombolas, assentamentos, territórios urbanos de resistência e espaços de gestão. 

As oportunidades são como viventes ou facilitadores. As 40 vagas para viventes são abertas para estudantes de qualquer curso de graduação, residentes na área da saúde e estudantes de ensino técnico na área da saúde com vínculo institucional ativo e comprovado. 

Já as 4 vagas para  facilitadores são para quem já atuou no VER-SUS e/ou Vivências no SUS como viventes; participou e/ou compôs organização de movimento estudantil e/ou social; participou em projeto de extensão no SUS; participação em projeto de pesquisa com articulação com o SUS, relativo à formação em saúde; e/ou que teve participação em iniciação científica ou em algum outro estágio de vivência com vínculo institucional ativo e comprovado.

Atividades na Região Centro-Oeste do RS

Nesta temporada, viventes e facilitadores na região participam de atividades de formação técnica, rodas de conversa e vivências em comunidades e serviços de saúde.

A estudante Kaísa Velloso Cassol, do cuso de Medicina na UFSM e integrante da Equipe de Trabalho Local do VER-SUS, informa que entre os locais das vivências estão as Unidades Básicas de Saúde, o Presídio Regional de Santa Maria, os  Hospitais Universitário (Husm) e Regional de Santa Maria (Husm), os assentamentos do Movivento Sem Terra e a Estratégia de Saúde da Família Quilombola.  

Durante toda a imersão, os participantes da região ficam alojados no Espaço Multidisciplinar de Silveira Martins da UFSM. Não há bolsa e nem auxílio transporte.

Resumo

O quê? Inscrições para a quarta edição do Programa VER-SUS Região Centro-Oeste do RS 2026, que será realizada de 22 de fevereiro a 1º de março

Quando? Até quarta (11) pelo formulário online

Vagas? 40 para viventes (estudantes de graduação, residentes em saúde, alunos de cursos técnicos em saúde) e 4 para facilitadores (quem já tenha atuado como vivente em edição anterior). 

Informações? Edital, Caderno para Viventes e Caderno para Facilitadores

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/12/04/professoras-da-ufsm-sao-vencedoras-do-17o-premio-de-incentivo-em-ciencia-tecnologia-e-inovacao-para-o-sus Thu, 04 Dec 2025 16:47:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71561 [caption id="attachment_71562" align="alignright" width="451"]Foto vertical e colorida de duas mulheres e um homem em frente a um painel de apresentação Marli Matiko Anraku de Campos (à dir.) e Vanessa Ramos Kirsten (à esq.) na cerimônia de entrega dos troféus em Brasília[/caption]

Duas professoras da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foram vencedoras do 17º Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o Sistema Único de Saúde (SUS). As indicações haviam sido divulgadas em julho deste ano pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e a cerimônia de entrega dos troféus ocorreu na última terça-feira (2), no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília. Entre as universidades indicadas, a UFSM foi a única instituição gaúcha premiada.

Marli Matiko Anraku de Campos, docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas e do Mestrado Profissional em Ciências da Saúde, conquistou o primeiro lugar na categoria Produtos e Inovação em Saúde com o “Teste Molecular Rápido para Tuberculose”. Já a professora Vanessa Ramos Kirsten, dos Programas de Pós-Graduação em Saúde e Ruralidade e em Gerontologia, recebeu o terceiro lugar na categoria Experiências Exitosas do Programa Pesquisa para o SUS, com o trabalho “Qualificação da Vigilância Alimentar e Nutricional: uma proposta de educação permanente em saúde para melhoria da qualidade da atenção à saúde nos municípios do Rio Grande do Sul”.

O Teste Rápido para Tuberculose

O Teste Rápido para Tuberculose é uma iniciativa do Laboratório de Micobacteriologia da UFSM, coordenado por Marli, e busca otimizar o diagnóstico e facilitar o tratamento da doença. Para a docente, a conquista do primeiro lugar representa o reconhecimento de um trabalho desenvolvido ao longo de sua carreira. “Esse teste pode contribuir para a saúde pública no Brasil. É muito positivo para a UFSM também, já que nós representamos a universidade em diferentes locais e eventos relacionados à saúde”, reforça. A pesquisadora acrescenta que “está aprimorando a tecnologia para facilitar a manutenção da metodologia utilizada”.

Apesar de o tratamento para tuberculose ser ofertado gratuitamente pelo SUS, a lentidão no diagnóstico ainda é um desafio. Em média, o tempo total entre o início dos sintomas e o início do tratamento é de 11 semanas, isso é causado por dois fatores: o atraso do paciente em reconhecer os sintomas e o atraso do próprio sistema de diagnósticos e consultas. Esses dados foram publicados em levantamento realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pela Johns Hopkins University.

Marli destaca que a principal estratégia para o combate à doença é o início precoce do tratamento e, para ela, o Teste tem grande potencial. “Hoje em diaa, quando se suspeita de tuberculose, o protocolo é pedir um raio-X e a cultura do escarro. Esse segundo procedimento consiste em pegar a amostra e aplicar em um ambiente propício para o crescimento do bacilo, caso haja bactéria. Porém, esse crescimento demora em torno de 20 a 60 dias, o que é incompatível com as necessidades do paciente. O Teste surge como uma alternativa a esses métodos tradicionais”, explica.

A pesquisa sobre Qualificação da Vigilância Alimentar e Nutricional

A pesquisa conduzida por Vanessa iniciou em 2021, quando foi aprovada em edital de fomento do SUS. Conforme a docente, o recebimento do prêmio representa a valorização de uma temática que, muitas vezes, não recebe destaque entre as pesquisas. “Muitos trabalhos são voltados para tratamento e diagnóstico de doenças, o que é importante, mas a nossa pesquisa trata do processo de trabalho e do monitoramento da situação alimentar e nutricional da população brasileira”, explica.

A professora reforça que o trabalho premiado contribui para a instrumentalização no combate às problemáticas relacionadas à saúde nutricional. “As pessoas precisam registrar esses dados para identificarmos quais problemas existem nesse âmbito”, afirma. Sobre o desenvolvimento da pesquisa, Vanessa conta que os envolvidos realizaram chamadas públicas para que profissionais da saúde que atuam na vigilância alimentar compartilhassem suas experiências, além de desenvolver um chatbot para auxiliar esses trabalhadores “Recolhemos essas experiências, produzimos e-books e montamos um chatbot que tira dúvidas sobre os processos de trabalho de qualificação da vigilância alimentar e nutricional”, pontua.

Em relação às expectativas para o futuro da pesquisa, Vanessa revela que está sendo realizado um levantamento de dados sobre a vigilância alimentar dos municípios gaúchos, a fim de identificar quais têm interesse em aprofundar conhecimentos relacionados à temática nutricional. “Com esses levantamentos, estamos marcando capacitações. Queremos fazer isso em nível estadual, nas coordenadorias de saúde. Nossa expectativa para 2026 é essa: fortalecer a extensão e a capacitação”, reforça.

Sobre o Prêmio

O Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS é uma parceria do CNPq com o Ministério da Saúde com o objetivo de reconhecer o mérito de pesquisadores, professores e profissionais de todas as áreas do conhecimento cujos trabalhos tenham contribuído de forma relevante para o SUS, em consonância com a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde.

O Prêmio é dividido em cinco categorias:

  • Tese de Doutorado

  • Dissertação de Mestrado

  • Produtos e Inovação em Saúde

  • Experiências Exitosas do Programa Pesquisa para o SUS

  • Trabalho Publicado em Revista Indexada

Informações sobre próximas edições podem ser acompanhadas no site do Governo Federal.

Texto: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias
Fotos: arquivo pessoal de Marli Anraku
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Tosse constante, febre e cansaço estão entre os sintomas da tuberculose, doença transmitida pelo ar e que afeta, principalmente, os pulmões. Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, essa infecção se enquadra como uma das mais contagiosas. A cargo de exemplo, em 2022, durante a pandemia de Covid-19, a tuberculose foi a segunda maior causadora de mortes por agentes infecciosos no país, segundo dados do Ministério da Saúde, disponíveis clicando aqui.

Além disso, as estimativas de combate à doença também não são favoráveis. Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Fiocruz Bahia ressaltou que as atuais políticas públicas para reduzir a incidência da doença ainda são insuficientes. A pesquisa ainda exemplificou em números: em 2023, foram registrados, no Brasil, 39,8 casos por 100 mil indivíduos, taxa acima da meta estabelecida pela Organização Mundial da Saúde, que é de 6,7 casos por 100 mil pessoas. 

De maneira mais expressiva, esses números não evidenciam apenas uma doença que se espalha, mas também um problema social e estrutural. Ainda conforme dados do Ministério da Saúde, em média 48% das famílias afetadas pela tuberculose no Brasil gastam mais de 20% da renda familiar para tratar a doença. Além disso, apontou-se que dos casos recorrentes da doença no país, 63,3% acometem pessoas pretas. 

Apesar do tratamento para tuberculose ser ofertado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a lentidão no diagnóstico é um empecilho. Em média, o tempo total de início de sintomas até o tratamento da doença é de 11 semanas, isso é causado por dois fatores, o atraso do paciente em reconhecer os sintomas e o atraso do próprio sistema de diagnósticos e consultas. Essas estimativas foram publicadas em um levantamento realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Johns Hopkins University. Confira a pesquisa completa clicando aqui.

Tendo esse contexto em mente, uma iniciativa do Laboratório de Micobacteriologia da UFSM, coordenado pela professora Marli Matiko Anraku de Campos, desenvolveu o Teste Molecular Rápido para Tuberculose, uma ferramenta capaz de otimizar o diagnóstico da doença. 

A potencialidade dessa ferramenta foi reconhecida. O teste esteve entre os finalistas da categoria Produtos e Inovação em Saúde no 17º Prêmio Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS. A premiação reconhece o mérito de pesquisadores, professores e profissionais de todas as áreas do conhecimento, os quais seus trabalhos tenham contribuído de forma relevante para o SUS.

Até o momento, não há data definida para a cerimônia de entrega do prêmio. Porém, sabe-se que o evento será realizado presencialmente em Brasília, conforme divulgado em edital, que pode ser acessado clicando aqui.

Como o teste funciona?

Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas e do Mestrado Profissional em Ciências da Saúde da UFSM, Marli explica, de maneira didática, o funcionamento do teste: inicialmente, uma amostra de escarro, a secreção produzida nas vias respiratórias, é coletada do paciente. Na sequência, certos reagentes são adicionados à amostra em tubos de ensaio que serão aquecidos em um termobloco, ou conhecido como banho seco, um equipamento que aquece pequenos recipientes. Após cerca de uma hora, segundo Marli, será possível identificar se a amostra está contaminada com a bactéria da tuberculose.

A pesquisadora conta que essa identificação ocorre por meio de cores. “Essa reação que acontece é a chamada Colorimétrica, ou seja, quando há o aquecimento das amostras e não há o bacilo da tuberculose, a substância vai ficar rosa. Se ela estiver contaminada, o resultado fica amarelo ou alaranjado”, descreve.

[caption id="attachment_70037" align="alignright" width="476"] Amostras após o aquecimento[/caption]

Marli ainda esclarece que “o resultado é dado pela multiplicação, causado pelo aquecimento, de cópias do DNA das bactérias”, ou seja, se quanto mais cópias houver, mais amarelada será a cor da amostra ao fim do teste.

Além de otimizar o tempo de diagnóstico, Marli reforça outra característica positiva do teste: o baixo custo. Conforme ela, o SUS utiliza, atualmente, testes baseados em reação de cadeia da polimerase (PCR), modalidade que busca amplificar o DNA ou RNA de bactérias ou vírus, criando muitas cópias de uma sequência específica com o uso de reagentes importados. “Os  cartuchos dessa reação possuem alto custo de importação, principalmente dos Estados Unidos. Esse Teste que desenvolvi, foi criado inteiramente com tecnologia e reativos brasileiros. É mais acessível financeiramente e não exige um laboratório específico. Pode ser feito por pessoas capacitadas para fazer a reação”, elucida.

O desenvolvimento do Teste Rápido iniciou em 2023, após Marli ter sido contemplada com uma verba do Programa Pesquisa Para SUS, iniciativa de fomento à pesquisa em saúde nas Unidades Federativas. “Depois daquela época, nós patenteamos o nosso Teste pois ele é diferente de alguns que estão no mercado. O nosso foi elaborado inteiramente com recursos já existentes no Brasil. Desde então estamos lutando para avançar cada vez mais nessa autonomia”, frisa a docente.

[caption id="attachment_70038" align="alignleft" width="476"] Termobloco utilizado para aquecer as amostras[/caption]

Marli ainda destaca que a principal estratégia para o combate da doença é o início precoce do tratamento e, para ela, o Teste tem grande potencial nesse processo. “Hoje em dia, quando se suspeita de tuberculose, o protocolo é pedir um raio-x e a cultura do escarro. Esse segundo procedimento consiste em pegar essa amostra e aplicar em um ambiente propício para o crescimento do bacilo, caso haja bactéria. Porém, esse crescimento demora em torno de 20 a 60 dias, o que é incompatível com as necessidades do paciente. O Teste surge como uma alternativa a esses métodos tradicionais”, explica. 

Esse contexto evidencia ainda mais a importância de ferramentas mais rápidas, como o Teste desenvolvido por Marli. “Essa é a ideia, fazer um diagnóstico rápido porque o tratamento já é demorado. Em média, para a tuberculose, são 6 meses de cuidados e os medicamentos podem ser tóxicos se ingeridos em grande escala. Então, quanto antes descobrir, melhor é o resultado”, alerta.

Ademais, caso o projeto seja contemplado com a verba do prêmio, Marli revela que o Laboratório irá tentar simplificar o sistema do Teste a fim de expandir o seu alcance. “Queremos deixar mais fácil de manusear e fazer com que essa ferramenta chegue em lugares mais distantes, até mesmo além de Unidades Básicas de Saúde. Tentaremos deixar esse produto qualificável para ser replicado a nível de indústria”, prevê a pesquisadora.

Prevenção, sintomas e tratamento

Enquanto essa tecnologia não se torna pública, a prevenção é um dos caminhos para evitar a disseminação da doença em solo nacional. A vacina BCG, que é oferecida gratuitamente pelo SUS, é uma das principais formas de profilaxia da tuberculose e deve ser administrada em crianças ao nascer. Entre as medidas mais cotidianas, estão: cobrir a boca ao tossir ou espirrar, evitar aglomerações, ainda mais durante as estações de baixa temperatura, além de manter os ambientes ventilados. 

Pessoas com sistema imunológico fragilizado, seja por doenças como HIV ou Diabetes, ou que estão em tratamento com imunossupressores, devem ter atenção redobrada, tendo em vista o aumento do risco de contágio e possível agravamento dos sintomas. 

Dentre os principais sinais de início da infecção, estão: tosse persistente por mais de três semanas, febre vespertina, sudorese noturna e perda de peso. Em casos mais graves, dor no peito e sangue ao tossir podem estar entre os sintomas. 

No local, a equipe médica irá aplicar os primeiros protocolos de atendimentos, buscar o diagnóstico e confirmação do quadro e, caso seja necessário, seguir para o tratamento. Conforme o SUS, o tratamento da tuberculose dura no mínimo seis meses e são utilizados medicamentos antibióticos principais como: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. Assim, ao suspeitar dos sintomas mencionados, procure a unidade de saúde mais próxima. 

Texto e arte gráfica: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias
Fotos: arquivo pessoal
Edição: Ricardo Bonfanti

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou nesta quinta (31), em seu site, os finalistas do 17º Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o Sistema Único de Saúde (SUS). Na listagem de indicados, duas professoras da Univerisade Federal de Santa Maria (UFSM).

O prêmio é uma parceria do CNPq com o Ministério da Saúde com a finalidade de reconhecer o mérito de pesquisadores, professores e profissionais de todas as áreas do conhecimento, cujos trabalhos tenham contribuído de forma relevante para o SUS, em consonância com a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PNCTIS). O Prêmio tem cinco categorias: Tese de Doutorado; Dissertação de Mestrado; Experiências Exitosas do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS); Trabalho Publicado em Revista Indexada e Produtos e Inovação em Saúde. O anúncio dos vencedores será realizado em cerimônia de premiação, a ser realizada em Brasília, em data e local ainda não divulgados. 

A professora Marli Matiko Anraku de Campos, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas e do Mestrado Profissional em Ciências da Saúde, foi indicada na categoria Produtos e Inovação em Saúde com o Teste Molecular Rápido Para Tuberculose. 

Já a professora Vanessa Ramos Kirsten, dos Programas de Pós-Graduação em Saúde e Ruralidade e em Gerontologia, recebeu indicação na categoria Experiências Exitosas do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS) com o trabalho "Qualificação da Vigilância Alimentar e Nutricional:  uma proposta de educação permanente em saúde  para melhoria da qualidade da atenção à saúde nos   municípios do Rio Grande do Sul".

 

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Um estudo desenvolvido no Hospital Universitário de Santa Maria da Universidade Federal de Santa Maria (HUSM-UFSM), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), foi reconhecido no Congresso Brasileiro de Fisioterapia em Oncologia, realizado no Rio de Janeiro, em maio deste ano. A pesquisa avalia o uso de uma fita terapêutica (Bandagem elástica funcional ou Kinesio Tape) aplicada em mulheres após a avaliação da área necrótica. O atendimento foi realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com média de 17,8 dias entre a cirurgia e a primeira sessão de fisioterapia.

A técnica é parte de um protocolo fisioterapêutico que também envolve sessões de fotobiomodulação com LED vermelho e infravermelho. O objetivo é evitar que pacientes com feridas complicadas, como necroses, precisem passar por novas cirurgias. A pesquisa faz parte de um ensaio clínico mais amplo, aprovado pelo Comitê de Ética da UFSM.

Além da fita terapêutica, a pesquisa também avaliou o uso da fotobiomodulação no tratamento de áreas adjacentes a necroses em feridas operatórias. Essa técnica usa luz com LED vermelho e infravermelho para ajudar o tecido a se recuperar, acelerando a cicatrização, aliviando a dor e trazendo outros benefícios para a saúde. O protocolo envolveu 15 sessões, aplicadas em pacientes com feridas em processo de necrose. A proposta era evitar intervenções invasivas, como desbridamento ou novo procedimento cirúrgico.

“Trabalhamos com 12 casos que evoluíram para a necrose da ferida operatória mamária e conseguimos reepitelizar (regenerar a pele) as feridas sem a necessidade de retorno ao Bloco Cirúrgico. O trabalho realizado teve o apoio da equipe de Mastologia do HUSM que acompanhou o processo de recuperação das feridas das pacientes, bem como a colaboração da equipe de Enfermagem do Ambulatório de Mastologia/Ginecologia e Obstetrícia”, explicou a professora, fisioterapeuta e pesquisadora, Hedioneia Maria Foletto Pivetta.

A docente acrescentou: “Esse tipo de abordagem pode beneficiar pacientes com medo de novas intervenções cirúrgicas ou que possuam comorbidades que dificultam o retorno ao Bloco, tornando-se uma nova possibilidade no manejo de feridas complicadas”. Após a aplicação, a paciente recebe orientações sobre os cuidados com a fita e com a ferida para garantir os melhores resultados. O tempo de uso varia conforme a recomendação fisioterapêutica, a cicatrização e a resposta individual de cada paciente.

A técnica de Kinesio Taping, desenvolvida originalmente por Kenzo Kase no Japão em 1973, ganhou espaço na área da saúde nos últimos anos. O uso se expandiu da fisioterapia esportiva para o cuidado em diversas áreas, incluindo a saúde da mulher. Hoje, é utilizada no manejo de condições como prolapsos pélvicos, incontinência urinária, dismenorreia, no pós-operatório de cirurgias estéticas e mamárias e, mais recentemente, na área da oncologia.

Reconhecimento no Congresso e produção científica

O estudo premiado consiste na pesquisa de mestrado da fisioterapeuta Jhulie Anne Pinheiro Kemerich, orientada pela professora Hedioneia, e faz parte de um projeto guarda-chuva que avalia intervenções fisioterapêuticas no cuidado oncológico. Durante o Congresso Brasileiro de Fisioterapia em Oncologia, seis estudos foram apresentados e ganharam destaque, incluindo os resultados da pesquisa conduzida no HUSM.

“Essa proposta foi bem recebida porque oferece uma alternativa viável, menos invasiva e mais confortável para pacientes em processo de recuperação”, ressaltou a professora. O trabalho apresentado abordou tanto o uso da bandagem elástica funcional para redução da tensão da pele e aproximação das bordas da ferida, quanto a aplicação da fotobiomodulação em feridas complicadas, fortalecendo a contribuição da fisioterapia hospitalar no SUS.

A mestranda Jhulie também destacou que foi utilizada a combinação de bandagem elástica (Kinesiotape) e fotobiomodulação. “A bandagem foi aplicada ao redor da ferida com uma técnica que promovia a sustentação dos tecidos, e, associada a isso, utilizávamos a fotobiomodulação, no caso, o LED, para estimular a cicatrização”. Segundo ela, os resultados foram surpreendentes: “A cada sessão que passava, a gente ficava admirada com a resposta de cicatrização que as pacientes tinham”.

Mais do que os indicadores clínicos, ganhou destaque o relato das pacientes atendidas. “Elas mesmas percebiam a melhora. Chegavam felizes, mostrando que a ferida estava cicatrizando. E, com isso, muitas não precisariam passar por uma nova intervenção cirúrgica. Isso foi a parte mais gratificante da pesquisa”, disse a mestranda.

Jhulie também celebrou o reconhecimento no Congresso Brasileiro de Fisioterapia em Oncologia: “Foi muito gratificante. É um Congresso de referência, que reúne grandes nomes da fisioterapia

oncológica, e ser mencionada ali, ter o trabalho reconhecido, é uma honra”. Também ressaltou a importância da pesquisa clínica no contexto oncológico: “Trabalhar com mulheres que já estão em um momento tão sensível, sendo o tratamento do câncer de mama, exige muita responsabilidade. Por isso, esse reconhecimento também serve como incentivo para continuar a pesquisa clínica, especialmente porque, na Oncologia, a Fisioterapia está avançando gradualmente”.

Pesquisa como pilar institucional no HUSM

Para a chefe da Unidade de Gestão da Pesquisa (UGPESQ), Dioneia Antunes da Silva, “a pesquisa sempre foi um dos pilares fundamentais do HUSM-UFSM desde sua fundação em 1970. Como hospital universitário, temos o compromisso de aliar assistência, ensino e pesquisa, desenvolvendo soluções inovadoras que beneficiem diretamente nossos pacientes e o SUS”.

Com cerca de 100 novos projetos registrados por ano, envolvendo cursos de graduação, pós-graduação e diversos grupos de pesquisa, o HUSM mantém intensa atividade científica. “Essa robusta atividade científica reflete nosso compromisso em transformar conhecimento em melhores práticas clínicas. O reconhecimento nacional desta pesquisa sobre cuidado pós-operatório em mulheres com câncer de mama é um exemplo concreto de como a investigação científica pode resultar em protocolos menos invasivos e mais eficazes para nossos pacientes”, destacou.

A UGPESQ apoia os pesquisadores com foco na consolidação de uma cultura científica voltada à melhoria do cuidado. “Pesquisas como esta, que combinam inovação tecnológica com aplicação prática no SUS, demonstram como a ciência pode ser uma ferramenta de transformação social e melhoria da qualidade de vida dos nossos pacientes. Este estudo representa não apenas um avanço científico, mas também a materialização da nossa missão de produzir conhecimento que tenha impacto real na assistência prestada à população”, completou Dioneia.

Ela também celebrou o reconhecimento da pesquisa no Congresso Brasileiro de Fisioterapia em Oncologia: “Sentimos imenso orgulho e felicidade pelo reconhecimento desta pesquisa no Congresso Brasileiro de Fisioterapia em Oncologia. Esta premiação representa o resultado do trabalho dedicado da professora Hedioneia e reafirma a excelência científica que caracteriza o HUSM-UFSM. Ver nossos pesquisadores sendo reconhecidos nacionalmente nos enche de satisfação e nos motiva a continuar investindo em investigações que façam a diferença na vida dos pacientes”.

Texto: Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/06/13/contraceptivo-subcutaneo Fri, 13 Jun 2025 16:53:06 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69499 [caption id="attachment_69500" align="alignleft" width="423"] Contraceptivo consiste em implante colocado debaixo da pele do braço não dominante[/caption]

O Departamento de Saúde Coletiva, do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a Política de Saúde da Mulher da Secretaria de Município de Saúde de Santa Maria, estruturou um protocolo clínico para oferta de um novo método contraceptivo chamado Implante Subdérmico Liberador de Etonogestrel - popularmente conhecido como Implanon NXT. O protocolo tem como objetivo ofertar o implante contraceptivo de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Implanon NXT é um pequeno tubo de plástico, de cerca de 4 centímetros de comprimento por 2 milímetros de largura, colocado debaixo da pele do braço não dominante. O implante contém um hormônio progestagênio, chamado etonogestrel. A colocação é feita por um médico treinado e habilitado.

Conforme o Médico de Família e Comunidade Renato Holkem Bonafé, supervisor do Programa de Residência Médica em Medicina da Família e Comunidade R3 - Procedimentos em APS da UFSM, a ação do implante é contínua por 3 anos e acontece com a liberação do hormônio etonogestrel para o sangue da pessoa. Isto impede a ovulação e espessa o muco do colo do útero, o que dificulta a passagem dos espermatozóides para o útero. O implante tem eficácia superior a 99%, igual ou superior a da laqueadura tubária.

 

A quem se destina o implante

Na rede municipal de saúde, o dispositivo está disponível de forma gratuita para mulheres cis e homens trans em idade reprodutiva (10 a 49 anos) que se encaixem nos seguintes públicos:

- Mulheres em risco social em idade reprodutiva (10 a 49 anos)

  • Dependentes de substâncias psicoativas;

  • Situação de rua;

  • Vítimas de violência doméstica;

  • Tratamento para HIV/AIDS;

  • Privadas de liberdade;

  • Profissionais do sexo;

- Adolescentes de 10 a 19 anos, 11 meses e 29 dias;

- Mulheres com transtornos mentais graves e severos, que fazem seguimento na saúde mental;

- Mulheres soropositivas para o HIV;

- Mulheres que realizaram a inserção e necessitarão da troca em qualquer faixa etária e mantém o desejo pelo método e sem contraindicação;

- Contraindicação absoluta a outros métodos contraceptivos;

- Não adesão a outros métodos contraceptivos (caso avaliado pela equipe de saúde);

 

Onde buscar 

O dispositivo é ofertado em centros de referência especializados do município, compo a Policlínica Central e Setor Especializado em Saúde da Mulher, no Centro Diagnóstico Nossa Senhora do Rosário.

 

Como ter acesso

Para ter acesso, basta procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência da pessoa interessada para encaminhamento a partir de consulta médica e/ou de enfermagem. A equipe de saúde realiza o acolhimento, aplica o protocolo clínico municipal e, se preenchidos critérios, referência para colocação.

Pessoa interessada não contemplada nos critérios atuais para recebimento do dispositivo de forma gratuita e que deseje o uso do método, caso consiga adquiri-lo por meios próprios, pode ser referenciada ao serviço de igual forma para atendimento e execução do procedimento de colocação.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/19/husm-ufsm-celebra-20-anos-do-servico-de-atencao-domiciliar Mon, 19 May 2025 17:53:16 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69189 [caption id="attachment_69190" align="alignleft" width="743"] Placa comemorativa a duas décadas de assistência no domicílio via SUS[/caption]

Em 19 de maio, o Hospital Universitário de Santa Maria da Universidade Federal de Santa Maria (HUSM-UFSM), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), celebrou os 20 anos do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD). O evento reuniu profissionais que fizeram parte da história do serviço e aqueles que continuam esse trabalho, em um momento marcado por reconhecimento, trocas e afeto.

A programação contou com palestra da médica Andressa Seehaber, homenagens e confraternização. A celebração reforçou o papel do SAD no cuidado humanizado, oferecendo atendimento médico e multiprofissional no próprio lar do paciente, sempre dentro do que prevê o Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a chefe da Unidade de Atenção Domiciliar e dos Cuidados Paliativos, Anna Aracy Barcelos Ourique, “O SAD oferece um cuidado individualizado e humanizado no domicílio, com benefícios para o paciente e para a família, além de auxiliar a reduzir a sobrecarga hospitalar. Redução de complicações clínicas e reinternações desnecessárias bem como otimização do tempo de recuperação do paciente”.

Criado em 23 de maio de 2005, o Serviço era composto por uma médica, uma enfermeira, uma assistente social, uma nutricionista e uma fisioterapeuta. Ao longo dos anos, o Serviço se consolidou e ampliou sua atuação, oferecendo uma assistência multiprofissional voltada à promoção da saúde, prevenção de agravos, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos no ambiente domiciliar. Atualmente, a equipe conta com duas médicas geriatras, uma residente médica, duas enfermeiras, duas técnicas de Enfermagem, profissionais de diferentes áreas da saúde e suporte administrativo. Com esse perfil, o foco da assistência está direcionado, especialmente, à população idosa.

Como funciona o atendimento

O fluxo de encaminhamento começa com a solicitação de consultoria da equipe assistente ao SAD, no caso de pacientes internados. Para os pacientes ambulatoriais, a solicitação também é feita pela equipe assistente, por meio da regulação interna do HUSM. Os critérios para admissão são: estabilidade clínica, necessidade de acompanhamento contínuo (que ainda não pode ser feito em ambulatório), presença de cuidador principal e residência dentro do perímetro urbano de Santa Maria.

Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. A equipe do SAD se reúne semanalmente para discutir os casos e ajustar os planos de cuidado de acordo com as necessidades de cada paciente. Em média, de 8 a 10 pacientes são acompanhados ao mesmo tempo, conforme a complexidade de cada caso.

Uma história de cuidado que continua a florescer

“Lembro como se fosse hoje quando fui convidada a fazer parte da implantação do Serviço de Atenção Domiciliar”, para a médica geriatra Melissa Lampert, que atua no HUSM desde 2002, esse convite mudou tudo. “Como geriatra, sempre fez parte da minha rotina fazer visitas domiciliares, o que tornou esse convite um divisor de águas no rumo que tomou tanto a minha atividade como médica, quanto o foco da atuação prestada aos idosos no HUSM, desde então”, relembrou.

A ideia inicial era simples: permitir que os pacientes voltassem para casa assim que estivessem estáveis, sem abrir mão do cuidado profissional. Com o tempo, o serviço se expandiu, deu origem ao atendimento ambulatorial em Geriatria e ajudou a construir uma nova cultura de cuidado, incluindo o planejamento das altas hospitalares e a introdução dos cuidados paliativos.

“Esses 20 anos, com certeza, dão muito o que falar…”, compartilhou Melissa, lembrando que o Serviço não parou de evoluir. “Em 2021 e 2022, veio a expansão com a Unidade de Atenção Domiciliar e Cuidados Paliativos, o Serviço de Geriatria (GERIHUSM) e o início do Programa de Residência Médica em Geriatria do HUSM”.

Hoje, a Unidade reúne uma equipe de profissionais dedicados ao cuidado: assistentes sociais, educadores físicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, geriatras, médicos paliativistas, nutricionistas, psicólogos e terapeutas ocupacionais. “Temos como foco, e temos conseguido, manter a equipe com profissionais de diversas áreas”, explicou Melissa.

Essa evolução permitiu que o Programa de Residência Médica em Geriatria oferecesse um aprendizado completo. O médico residente acompanha o paciente desde a internação, passando pelo tratamento no hospital, até o cuidado em casa ou no ambulatório. Assim, ele vivencia a realidade da profissão em todas as suas etapas, assim como toda a equipe multidisciplinar.

Para Melissa, “Essa trajetória mostra algumas, entre tantas nuances, dessas duas décadas, demonstrando o papel desempenhado por esse Serviço e o percurso percorrido por toda a equipe — que nos enche de orgulho”. E finaliza com um agradecimento e uma mensagem: “Aos profissionais que já passaram, estão agora, ou estão por vir para esse Serviço, saibam que sempre foi, e espero que sempre seja, esse berço de grandes histórias. Histórias que fazem a diferença, tanto pela assistência qualificada prestada, quanto pela formação e encantamento dos estudantes e profissionais que por aqui passam”.

Um legado de inovação e cuidado humanizado

A criação do Serviço de Atenção Domiciliar do HUSM foi resultado de uma construção coletiva iniciada no início dos anos 2000. Soeli Guerra, hoje aposentada, foi uma das protagonistas dessa trajetória. Além de gerente de Atenção à Saúde por vários anos, ela representou a Universidade em um Convênio Tripartite formado por União, Estado e Município, para a reabertura da Casa de Saúde. Nesse contexto, participou da criação e acompanhou de perto os primeiros passos da internação domiciliar em Santa Maria.

“A experiência mostrou que muitas pessoas seguiam internadas apenas para concluir tratamentos que poderiam ser finalizados em casa”, relembrou Soeli. A partir dessa constatação e da experiência com o Serviço de Pós-Alta criado na Casa de Saúde em 2001, foi possível pensar em uma proposta mais estruturada de atenção domiciliar.

Com base em um diagnóstico realizado no HUSM entre 2004 e 2005, que evidenciou o uso prolongado dos leitos por pacientes com doenças crônicas e em cuidados paliativos, surgiu a proposta de criação do Serviço de Internação Domiciliar. Em 2005, a primeira equipe foi formada por Soeli e pela médica Melissa, com o apoio da gestão do Hospital. A iniciativa surgiu em um momento estratégico: o HUSM iniciava a contratualização com o SUS, e a desospitalização precoce passou a ser essencial para a qualificação do atendimento e redução da média de permanência hospitalar.

O serviço cresceu, incorporando ações de reabilitação e cuidados paliativos, e priorizou o foco na capacitação para cuidadores e equipes de saúde. “A atenção domiciliar melhorou a resolutividade do Hospital e levou o cuidado até a casa das pessoas, com segurança e dignidade”, destacou Soeli. Para ela, o SAD é também um espaço privilegiado de formação. “Por ser um hospital-escola, ele conecta teoria e prática no território onde a vida acontece”, afirmou.

Soeli também deixou uma mensagem: “Perseverem. Inovem. Ampliem. Novas necessidades surgirão. A população está envelhecendo e exigirá respostas cada vez mais qualificadas. Acredito que o Serviço deve ser sempre renovado, com novas tecnologias e saberes. Manter o Serviço forte é manter o SUS vivo dentro das casas das pessoas. Vida longa ao SAD do HUSM. Que continue sendo um serviço necessário, reconhecido, e que forme profissionais conscientes, humanos e preparados para cuidar de gente com dignidade”.

Com informações da Coordenadoria de Comunicação Social/Ebserh

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/08/05/programa-oferece-atendimento-de-praticas-integrativas-e-complementares-a-comunidade Mon, 05 Aug 2024 15:45:50 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66461 [caption id="attachment_66467" align="alignright" width="376"] Prática de auriculoterapia é oferecida pelo projeto[/caption]

Dia 5 de agosto é o Dia Mundial da Saúde, e um projeto da Universidade, focado em aproximar os profissionais da saúde da comunidade, é o Programa “Ambulatório de Práticas Integrativas e Complementares no SUS”. As práticas (também chamadas de PICS) oferecidas através da iniciativa são: auriculoterapia, massagem e reiki. Além dessas, outras práticas também são trazidas de acordo com a demanda do público, como a Yoga para dor crônica e fibromialgia, e a Ventosaterapia.

Importância das Práticas Integrativas e Complementares 

De acordo com o Ministério da Saúde, as Práticas Integrativas e Complementares são recursos terapêuticos denominados como Medicinas Tradicionais, Complementares e Integrativas (MTCI) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e sua Política Nacional foi oficializada no Brasil em 2006. Elas não substituem o tratamento tradicional, mas funcionam como um complemento que promove o autocuidado e a construção de laços terapêuticos. Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece 29 procedimentos de PICS.

Na UFSM, em atividade desde 2021, um projeto coordenado pela professora do curso de Fisioterapia, Ângela Kemel Zanella, atua nesta área. A iniciativa tem duas vertentes: a capacitação de profissionais e acadêmicos da área da saúde, e o atendimento à população.

Cursos de capacitações

[caption id="attachment_66468" align="alignleft" width="374"] Massagem e ventosaterapia[/caption]

Com relação à capacitação, a coordenadora explica que os cursos são abertos para pessoas da área da Saúde, e que além de difundir a profissionalização vão auxiliar na quantidade de atendimentos realizados pelo Programa. “A nossa ideia com a capacitação é que essas pessoas vão ficar vinculadas ao projeto, e isso aumenta exponencialmente o número de atendimentos. Serão 50 vagas de auriculoterapia, então vão ser 500 atendimentos”, explica. A ideia central do Programa é que, no futuro, esses cursos gerem mão de obra qualificada para a implantação de ambulatórios de PICS nas unidades SUS.

Em abril, o Programa recebeu um recurso de R$ 13.982,78, por meio de um edital da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) voltado para ações que fazem parte do projeto Território Imembuy. Esse recurso será aplicado para o transporte à Silveira Martins, e também para a aquisição de materiais de consumo como álcool, algodão e luvas. O Território Imembuy é um projeto focado no desenvolvimento da região central do estado, por isso o vínculo surge por conta da demanda que o Programa recebe dos municípios da Quarta Colônia. “Nos indicadores de saúde da Secretaria Estadual, é preciso ter 25% das unidades de saúde do município ofertando as Práticas Integrativas e Complementares. Porém muitos municípios não têm essa capacitação, então o Programa oferece esse suporte”, comenta Ângela.

Atendimentos à comunidade

As PICS são abordagens terapêuticas que promovem o envelhecimento ativo e o autocuidado, mas que muitas vezes não estão disponíveis para a população por conta da dificuldade de adquirir capacitação em algumas cidades. “As evidência científicas que se tem em relação a isso são a redução do número de medicamentos (polifarmácia), tratamento para pacientes que são poliqueixosos (pacientes que têm sintomas sem doença) e que são muito frequentes nas unidades, melhora da qualidade de vida, do bem-estar, melhora do sono, redução da ansiedade e da depressão. São técnicas de baixíssimo custo e que acabam estimulando as pessoas a cuidar da saúde”, afirma Ângela.

A professora explica que a faixa etária mais comum de pacientes atendidos é de 30 a 50 anos, mas que esse público pode ser bem diverso, abrangendo pessoas com dores mais simples até transtornos mais complexos. “Os dois públicos principais são de doenças de saúde mental ou com dor músculoesquelética. Já tivemos casos de diabéticos, pessoas com depressão, ansiedade, insônia, e também crianças com autismo, que o tratamento ajuda a melhorar os sintomas”, comenta. Com relação às práticas ofertadas, pessoas com dores músculoesqueléticas são o maior público da massagem, enquanto o reike e a auriculoterapia tendem a ter mais pacientes com questões associadas à saúde mental.

Os atendimentos são gratuitos e realizados na Antiga Reitoria, na Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor (CQVS), e no município de Silveira Martins. 

Na CQVS, o atendimento é voltado para servidores e pessoas atingidas pelas enchentes, e o agendamento é feito diretamente no local. Em Silveira Martins e na Antiga Reitoria, são abertos para toda a comunidade, e o agendamento pode ser feito via Instagram (perfil @prosaudefibromialgia). 

No momento, os atendimentos estão sendo realizados na segunda-feira em Silveira Martins, quarta e sexta-feira na Antiga Reitoria, e terça-feira na CQVS. Os atendimentos são feitos por turno, e em média são realizados 60 por semana.

Texto: Giulia Maffi, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Divulgação
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/07/26/congresso-internacional-da-rede-unida-inicia-na-proxima-quarta-feira-31 Fri, 26 Jul 2024 11:48:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66391

Inicia na próxima quarta-feira (31) o 16° Congresso Internacional da Rede Unida. Esta edição será realizada no 55BET Pro Sede da UFSM e contará com rodas de conversa, fóruns, távolas e seminários. 

O 16° Congresso Internacional da Rede Unida terá como tema principal “As mil e uma saúde dos territórios”, sendo aberto à participação dos mais variados segmentos comprometidos com a construção e o fortalecimento do SUS. 

De acordo com Maria Denise Schimith, presidenta desta edição do evento e diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSM, até o momento já são mais de 2 mil inscritos, contando participantes da Itália, Colômbia, Nicarágua, Argentina e Uruguai. Parte desses inscritos participará presencial e parte de forma remota. “Temos uma expectativa altíssima de que possamos fazer deste Congresso um momento de trocas, um momento de construção coletiva, de diálogo sobre várias questões que a gente defende no Sistema Único de Saúde e na formação dos profissionais da saúde.” afirma Maria Denise.

A abertura do evento será no dia 31, às 18 horas, no auditório do Centro de Tecnologia.  A programação completa pode ser encontrada no site do evento.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/mpcs/2024/05/13/aula-aberta-debate-sus-em-tempos-de-emergencias-de-saude-publica Mon, 13 May 2024 13:48:17 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/mpcs/?p=734

O Departamento de Saúde Coletiva/CCS/UFSM convida a todos para uma aula aberta com o tema "SUS em Tempos de Emergências de Saúde Pública: atenção em abrigos".

O evento acontece(u) no dia 13/05/2024, às 19h, e terá como convidado Álvaro Palha, psicólogo de Médicos sem Fronteiras (MSF), que trará sua experiência e expertise para discutir os desafios e as possibilidades do SUS em cenários de emergência.

A aula foi transmitida ao vivo pelo Google Meet.

Participe! É uma oportunidade única de ampliar seus conhecimentos sobre a atuação do SUS em situações de crise e a importância da atenção à saúde em abrigos.

Organização:

  • Monalisa Dias de Siqueira (UFSM)
  • Camila Gonçalves (Unipampa)
  • Liane Righi (UFSM)

Nos vemos na aula!

Assista a gravação:

[embed]http://youtu.be/oM15ZfITzP8[/embed]

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/03/16/ufsm-sedia-conferencias-para-discutir-atuacao-e-propostas-na-area-da-saude Thu, 16 Mar 2023 11:40:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=61488

Durante os dias 22 e 23 de março o Centro de Ciências da Saúde (CCS) sedia a Pré-Conferência de Saúde da UFSM e a 1ª Conferência Democrática do CCS. Os eventos objetivam discutir a educação na saúde, formação profissional, debater propostas para o Sistema Único de Saúde e prioridades para a gestão do Centro.

Pré-Conferência de Saúde

No dia 22, no auditório Gulerpe, no CCS, acontecerá a Pré-Conferência de Saúde da UFSM/HUSM. Esta é uma das etapas preparatórias da 12ª Conferência Municipal de Saúde de Santa Maria, e das conferências estadual e nacional. 

O objetivo do encontro é discutir e apresentar proposta da comunidade acadêmica para o Sistema Único de Saúde (SUS). As proposições formuladas pelos docentes, técnicos administrativos e estudantes de todos os cursos e setores da UFSM, poderão compor as deliberações que serão incorporadas aos planos de saúde do país. 

As pré-conferências de saúde estão sendo realizadas em todo o município, inclusive nas demais universidades. As propostas levantadas nesses encontros, serão levadas para a conferência do município, que acontecerá entre 31 de março e 1º de abril.A Conferência Municipal delibera sobre as propostas que serão encaminhadas para a Conferência Estadual e elege delegados que irão representar Santa Maria. O mesmo ocorre da conferência estadual para a Conferência Nacional de Saúde.
Maria Denise Schimith, diretora do CCS, explica a importância do evento que pode ter impacto na atuação do SUS em esfera nacional: “As proposições da comunidade acadêmica para a saúde só serão consideradas se partirem da Pré-Conferência de Saúde da UFSM/HUSM. Então é a partir desta pré-conferência que podemos contribuir para a elaboração das diretrizes do SUS que são incorporadas nos planos de governo das três instâncias da federação, na medida em que essas conferências são legalmente deliberativas. Por esse motivo, ressaltamos a importância da participação de toda a comunidade acadêmica e trabalhadores do HUSM.”

1ª Conferência Democrática do CCS

Com foco na gestão participativa, no dia 23, são discutidas as dez prioridades da Gestão do CCS 2022/2026 com delegados representantes de todas as áreas do Centro. No segundo semestre de 2022 foram realizadas 12 pré-conferências, que elegeram os representantes. Esse movimento envolveu 258 docentes, técnicos administrativos e estudantes, com o objetivo de identificar problemas, necessidades e formular propostas que serão debatidas na plenária final da 1ª Conferência Democrática do CCS. Esta atividade é exclusiva para os 96 delegados escolhidos nas pré-conferências. 

Programação:

22/03 - Auditório Gulerpe/HUSM

13h30min: Abertura da Pré-Conferência de Saúde da UFSM/HUSM e 1ª Conferência Democrática do CCS

14h30min - Palestra “Educação na Saúde e Formação Profissional: quando o cuidado encontra o SUS, com o Prof. Dr. Alcindo Ferla

15:45: Grupos de trabalho

18:00 - Apresentação teatral e Coffee Break

23/08

08h - Plenária da 1ª Conferência democrática do CCS

As atividades do dia 22 são abertas para toda a comunidade acadêmica interessada no tema. Para participar é necessário realizar inscrições através do site. A Plenária que acontece no dia 23 é exclusiva para delegados.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/08/31/equipe-de-saude-da-ceu-atuara-como-servico-de-atencao-primaria Tue, 31 Aug 2021 20:17:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=56664

Nesta terça-feira (31) a Equipe Saúde da Casa do Estudante Universitário foi inserida no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e caracterizada como uma equipe de atenção básica dentro de parâmetros estabelecidos pela última portaria nacional para a Atenção Primária. Com o cadastramento, agora os cerca de 2.400 moradores da CEU serão incluídos pelo município de Santa Maria como população coberta por equipe de atenção básica. Isto significa que o atendimento em Atenção Primária em Saúde para a população residente da CEU passa a ser realizado dentro do campus, com uma equipe articulada com o Sistema Único de Saúde na cidade.

O CNES é um documento público e sistema de informação oficial onde são cadastradas as informações de todos os estabelecimentos de saúde do país, independentemente da natureza jurídica ou integração ao SUS. É necessário que os estabelecimentos informem todos os dados acerca da equipe de profissionais, serviços oferecidos, capacidade instalada (estrutura física) e dados específicos sobre os profissionais que atuam no local. Com o cadastramento, a equipe estará integrada à rede de atenção básica do município, trabalhará com os protocolos e procedimentos do SUS, com encaminhamento e registro de atendimentos através do sistema de informação da Secretaria Municipal de Santa Maria.

Mantida pela UFSM desde 2018, a Equipe Saúde da CEU é resultado da reestruturação do Serviço de Emergência Universitário (SEU), com a transferência da ambulância e parte da equipe para reforçar a emergência do HUSM e parte para o Departamento de Saúde Coletiva (CCS). A equipe de saúde da CEU atua em espaço do prédio da PRAE, próximo as equipes de saúde vinculadas a essa pró-reitoria, e é formada por dois enfermeiros, uma técnica em enfermagem, médico e médica-psiquiatra.

De acordo com a professora Liane Righi, chefe do Departamento de Saúde Coletiva do CCS, o projeto tem o objetivo de fortalecer a rede de atenção básica, em especial nas regiões centro-leste e leste de Santa Maria. Por este motivo, parte da equipe atua também na Unidade Wilson Paulo Noal. Já no campus, trata-se de uma equipe de Atenção Primária, que é referência para a população residente no território 55BET Pro UFSM.

Segundo a professora, a Atenção Primária é fundamental, pois orienta a organização da atenção à saúde em todos os países com sistema de saúde de acesso universal. Trata-se da principal porta de entrada e o ponto de acompanhamento. “Lutamos muito para defender e garantir um serviço com estas características. Para nós, do Departamento de Saúde Coletiva, é a possibilidade de demonstrar a qualidade e importância da Atenção Primária em Saúde”, afirma Liane, que também lembra da participação da formação em diversos cursos de graduação, residência multiprofissional, além da coordenação da residência médica em Medicina de Família e Comunidade.

Para a professora, “ter um serviço que se conecta com outros serviços da UFSM e, ao mesmo tempo, se conecta com os serviços da rede do SUS é uma conquista. É hora de registrar agradecimentos: à Reitoria, especialmente ao professor Burmann que acolheu a proposta e apostou na sua viabilidade, à pró-reitoria de Assuntos Estudantis, pelo trabalho conjunto e à direção do CCS, pelo espaço para discussão”.

O trabalho agora será o cadastro dos residentes da CEU, a identificação de situações para acompanhamento e a formação de um conselho de saúde para garantir a participação da população da CEU na organização das ações.

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A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), promove na próxima terça-feira (9) a Marcha Virtual pela Vida, dando continuidade às ações da Frente pela Vida, que também organizou a Marcha Virtual pela Ciência, em maio.


Na UFSM, o dia será marcado por webconferências transmitidas via http://farol.55bet-pro.com/ 

Programação do dia 9 de junho:

8h30 às 10h45 Utilização de informações em saúde para enfrentamento da Covid-19
- O Observatório de Informações em Saúde da UFSM no enfrentamento da epidemia da Covid-19 com Prof. Jessye Melgarejo do Amaral Giordani
- O desenvolvimento do site como painel de informações com Profª. Beatriz Unfer
- A cartografia e georreferenciamento de dados em saúde com Prof. Rivaldo Mauro Faria
- Uso da modelagem estatística para projeções da epidemia da Covid-19 com Prof. Luis Felipe Dias Lopes, Prof. Carlos Heitor Cunha Moreira e Profª. Angela Isabel dos Santos Dullius

Link de acesso no Google Meeting: meet.google.com/vji-qifu-yxj

11h às 12h Abordagens clínica e laboratorial no diagnóstico da COVID19
Prof. Alexandre Vargas Schwarzbold
Profª. Priscila De Arruda Trindade

Link de acesso no Google Meeting: meet.google.com/nuy-oidj-eig

14h às 15h45 Roda de debate: Desafios e enfrentamentos de atuação e pesquisa no SUS

Profª. Liane Beatriz Righ
Profª. Lisiane Bôer Possa
Profª. Luisa Nascimento Torres
Prof. Marinel Mór Dall'Agnol
Prof. Marcos Antônio de Oliveira Lobato
Profª. Maria Denise Schimith

Link de acesso no Google Meeting: meet.google.com/wnh-daqh-pjj

16h às 17h Ciências e Fake News: a guerra pela verdade
Prof. Francis Moraes de Almeida
Profª. Monalisa Dias de Siqueira

Link de acesso no Google Meeting: meet.google.com/qio-kjov-kwh


Além disso, é possível participar tuitaço de projetos com a hashtag  #MarchaPelaVida, das 12h às 13h. Os participantes da Marcha Virtual pela Vida também poderão mostrar na internet onde estão se manifestando em tempo real, com avatares, através do aplicativo Manif.app. Basta acessar o site, encontrar sua localização no mapa, escrever o texto da sua manifestação: Pela ciência, saúde e vida, #SouUFSM e marcar o pin no mapa.Acompanhe a programação da SBPC e outras instituições de ensino e pesquisa http://portal.sbpcnet.org.br/

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HUSM retoma contrato com a Secretaria de Saúde do Estado após 3 anos

O Hospital Universitário (HUSM) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) assinaram nesta quarta-feira (23) um contrato com a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul para aumento de repasses à entidade e ampliação de atendimentos. A solenidade de assinatura do acordo aconteceu no Auditório Gulerpe, com a presença do reitor Paulo Burmann, do vice-reitor Luciano Schuch, da superintendente do HUSM, Elaine Resener, da secretária estadual de Saúde, Arita Bergmann, presidente da EBSERH, Oswaldo de Jesus Ferreira e do  prefeito de Santa Maria, Jorge Possebon.

O Hospital Universitário estava há três anos funcionando sem contrato oficial com a SES. De acordo com a pasta , o último contrato feito entre HUSM e Estado vigorou de 2014 a 2016, com um repasse anual de R$ 69 milhões. A nova contratualização prevê um aumento de R$ 5,3 milhões por ano nos valores recebidos e mais R$ 5,3 milhões referentes à rede de urgência e emergência, somando um valor anual de R$ 79,6 milhões. Entre os serviços que serão prestados estão mais de 26 mil atendimentos de urgência e emergência, além de 12 especialidades cirúrgicas e 30 leitos de UTI adulta, pediátrica e neonatal. 

Segundo Burmann, a Universidade tem total participação no contrato. “O Hospital Universitário é lugar de formação dos nossos estudantes, é um hospital da Universidade. Chegar a esse ponto do contrato é o reconhecimento dos órgãos de saúde da importância do hospital, da importância dos ajustes necessários que precisavam ser feitos, o reconhecimento do trabalho que faz o hospital”. O reitor ainda afirmou que a parceria representa uma consolidação do HUSM como hospital público. “Hospital escola, de assistência do Rio Grande do Sul, integrado totalmente ao Sistema Único de Saúde, de forma a conseguir atender a demanda da população local e regional".

O presidente da EBSERH, Oswaldo Ferreira, explicou que a contratualização formaliza o relacionamento entre as partes, estabelece metas e responsabilidades: “Responsabilidade de contratualização em termos de fazer o devido pagamento para ter o custeio do hospital viabilizado. É importante para todos que trabalham na área, tanto o gestor do SUS, quanto a parte do hospital em si. Conseguimos formatar um contrato que fica muito bom para todos e quem vai lucrar com isso é a população, que vai ter um bom atendimento formalizado de uma maneira mais direta”, argumenta.

Espaço para ressonância magnética

Espaço de ressonância magnética é o primeiro em hospital cem por cento SUS da região

Além do novo acordo, foi inaugurado espaço de Ressonância Magnética do HUSM. Conforme Burmann, o lugar vem sendo trabalhado desde 2011, mas alguns transtornos impediram a sua utilização: “ Nós tivemos a questão da constituição da equipe e o reconhecimento do serviço pelo Sistema Único de Saúde, então são diversas etapas até chegarmos a data de hoje. De fato, não imaginávamos e não gostaríamos de ter protelado tanto esse processo. Vários fatores contribuíram negativamente para isso, mas vários outros fatores contribuíram positivamente para que chegássemos a esse momento”, ressalta.

Segundo Elaine Resener, a inauguração do espaço é muito importante, pois trata-se de um método de diagnóstico muito importante, principalmente para pacientes com problemas de traumatologia e tumores. “Esse método vem complementar a nossa necessidade tanto de atender o aluno e aos residentes da área de radiologia, quando de oferecer o exame aos pacientes, pois antes nós tínhamos que fazer fora. É um avanço significativo tanto do ponto de vista acadêmico como do ponto de vista assistencial”, comenta.

A meta, de acordo com o HUSM, é atender cerca de 20 pacientes por dia. Será o primeiro aparelho de ressonância a realizar exames em hospital 100% SUS na região.

Reportagem: Eloíze de Moraes, bolsista da Agência de Notícias da UFSM
Edição: Davi Pereira
Fotos: Gabinete do Reitor E Eloíze Moraes

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Experiência no ESF Westphalen em Palmeira das Missões foi reconhecida nacionalmente

O Núcleo de Saúde Coletiva do Curso de Enfermagem da UFSM-Palmeira das Missões e Secretaria Municipal de Saúde foram premiados no 35º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde e na 16ª Mostra "Brasil, Aqui tem SUS", realizados de 2 a 5 de julho em Brasília.

O evento contou com a apresentação de 500 experiências exitosas de todo o país. Dessas, 88 foram premiadas, sendo uma delas do município de Palmeira das Missões. A experiência “A atuação do Conselho Local de Saúde na gestão da Estratégia de Saúde da Família”, foi apresentada pela enfermeira da ESF Westphalen, Michele Hubner, com autoria das professoras Darielli Gindri Resta Fontana, Isabel Cristina Colomé e Marta Cocco da Costa.

O trabalho vem sendo desenvolvido pela Equipe da Estratégia de Saúde da Família Westphalen e pela comunidade local, em parceria com a disciplina de Saúde Coletiva do Curso de Enfermagem, desde novembro de 2016. O propósito dos encontros é garantir a participação da comunidade nas decisões, dando voz aos usuários para exporem os problemas existentes na comunidade e, a partir deles, chegar a um acordo que beneficie a todos. Funciona como um instrumento propulsor de mudanças e transformações na qualidade de vida e saúde da população, permitindo o fortalecimento do Sistema Único de Saúde – SUS.

Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM-PM

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O Departamento de Saúde Coletiva, a Liga de Saúde Coletiva e o Colégio Politécnico da UFSM realizam nesta sexta-feira (29) a Pré-Conferência de Saúde da UFSM, com o tema "Democracia e Saúde". Será no Auditório do Politécnico, às 17h e é aberto à comunidade acadêmica e externa.

O evento é uma preparação para a Conferência Municipal, que acontece nos dias 5 e 6 de abril, em Santa Maria, e para a Conferência Nacional de Saúde, de 4 a 7 de agosto.As pré-conferências locais estão sendo realizadas para levantar demandas de saúde das comunidades para serem discutidas na conferência municipal.

As Conferências de Saúde acontecem de quatro em quatro anos e são um dos mecanismos de controle social do Sistema Único de Saúde (SUS), juntamente com os Conselhos de Saúde, estes de caráter permanente. O objetivo das conferências em 2019 é discutir os problemas da situação estrutural do SUS em todo o Brasil .

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/03/19/conversa-sobre-saude-publica-e-sus-em-tempos-de-instabilidade-politica-sera-no-dia-29 Tue, 19 Mar 2019 12:58:48 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=46961 Arte com as mesmas informações constantes no textoO Grupo de Estudos em Filosofia e Interculturalidade (Gefi) promove uma conversa no dia 29 de março, às 14h, intitulada "A saúde pública e o SUS em tempos de instabilidade política". O evento será no prédio 74A, na sala 2323. Ministrada pela professora Liane Beatriz Righi, do Departamento de Saúde Coletiva, a conversa será aberta ao público, não necessita de inscrição prévia e emitirá certificado de ACG. Fonte: Núcleo de Comunicação Institucional do CCSH]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/11/27/ufsm-pm-cria-pet-saude-interprofissionalidade Tue, 27 Nov 2018 11:59:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45739

A Universidade Federal de Santa Maria 55BET Pro Palmeira das Missões foi contemplada com o Edital nº 10 para implementação do Programa de Educação Tutorial (PET) Saúde Interprofissionalidade 2018/2020. Mais de 200 instituições submeteram projetos e 120 forma selecionados.

O PET Saúde/Interprofissionalidade tem como objetivo potencializar atividades de integração entre ensino, serviço e comunidade ao utilizar os pressupostos teóricos e metodológicos da Educação Interprofissional em Saúde (EIP) com foco no desenvolvimento do SUS. Participarão do programa docentes e estudantes de graduação dos Cursos de Ciências Biológicas, Enfermagem e Nutrição e, profissionais de saúde locais (preceptores), que desenvolverão atividades na rede de serviços de saúde. No total, haverá mais de 60 bolsas.

Para a primeira edição, o tema EIP foi destacado. A abordagem é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com comprovada capacidade para melhorar a qualidade dos sistemas de saúde e torná-los mais resolutivos a partir do desenvolvimento de práticas profissionais mais colaborativas. O PET-Saúde/Interprofissionalidade faz parte do conjunto de atividades previstas no plano de ação do Brasil para implementação da EIP, conforme chamado feito pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no ano de 2016.

A seleção de tutores e preceptores ocorreu mediante aproximação teórica e prática com os eixos submetidos para a proposta o que esteve atrelado a demandas do território de saúde. Neste momento, estão envolvidas Estratégias de Saúde da Família (ESFs), Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), Associação Hospital de Caridade de Palmeira das Missões, Secretaria Municipal de Saúde de Palmeira das Missões, 15ª Coordenadoria Regional de Saúde, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Palmeira das Missões e UFSM Palmeira das Missões.

O Programa seleciona bolsistas acadêmicos e torna público a necessidade de voluntários, entre docentes, profissionais de saúde ou ainda acadêmicos. 

 Com informações da UFSM Palmeira da Missões 

 

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