UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 20 Apr 2026 12:51:06 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/04/14/caminhada-internacional-da-natureza-ocorre-em-sao-francisco-de-assis-no-dia-26-de-abril Tue, 14 Apr 2026 18:30:21 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=72469 Cartaz de divulgação do evento.Conhecido como a “Querência do Bugio”, o município de São Francisco de Assis recebe no dia 26 de abril a primeira Caminhada Internacional da Natureza de 2026. A Eco-Trilha Cerro da Vigia terá um trajeto de aproximadamente 12,3 km, com saída às 7h no Centro Social 14 de Outubro, localizado na comunidade de Picada do Padre, e chega prevista para o meio-dia, no mesmo local. Os interessados em participar podem se inscrever no site Ecobooking.

Ao custo de R$ 20,00, será disponibilizado café da manhã para os participantes na saída do trajeto. Na chegada, haverá também almoço, ao preço de R$ 30,00. A caminhada no interior de São Francisco de Assis – município que integra o Projeto Geoparque Raízes de Pedra – será uma experiência que vai combinar “turismo rural, agricultura familiar, cultura local e sustentabilidade em um mesmo percurso”, de acordo com a organização do evento.

As Caminhadas Internacionais da Natureza são realizadas pelo Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (Progeater), ação de extensão da UFSM, em parceria com a Emater/RS e as prefeituras e comunidades locais. Outras informações constam no perfil do projeto no Instagram.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/02/10/municipios-da-regiao-central-do-rs-podem-receber-a-caminhada-internacional-na-natureza-em-2026 Tue, 10 Feb 2026 18:48:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71980 edital Nº 01/2026, para inscrições de municípios interessados em sediar a Caminhada Internacional na Natureza na região central do Rio Grande do Sul no ano de 2026. As inscrições estarão abertas desta terça-feira (10) até o dia 10 de março e devem ser realizadas exclusivamente pelas prefeituras municipais da região central do estado, no âmbito da área administrativa da Emater/RS-Ascar (regional Santa Maria) e geoparques da região central, por meio de formulário oficial disponibilizado pela coordenação regional. A lista dos municípios de abrangência está disponível aqui. Fortalecimento do turismo rural e da extensão O edital tem como objetivo organizar, fortalecer e garantir a boa condução da Caminhada Internacional na Natureza na região central do RS, definindo normas, critérios de seleção e responsabilidades das entidades envolvidas. A iniciativa integra o Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (Progeater), no eixo 6 (de fomento ao turismo rural), consolidando-se como uma ação estratégica de desenvolvimento territorial sustentável, valorização da agricultura familiar e dinamização econômica das comunidades rurais. Nos últimos anos, a caminhada tem mobilizado milhares de participantes, fortalecendo circuitos curtos de comercialização, promovendo feiras locais e gerando renda para agricultores familiares, agroindústrias, artesãos e comunidades quilombolas da região. Critérios e prioridades Conforme o edital, terão prioridade na escolha das datas os municípios que nunca realizaram a caminhada, seguidos daqueles que não conseguiram realizar o evento por adversidades, e posteriormente, dos que já participaram em edições anteriores. Cada município poderá sediar apenas uma caminhada oficial por ano, e será permitida somente uma caminhada por mês dentro da área regional, no período de abril a novembro. As datas disponíveis para 2026 contemplam os meses de abril a novembro, com opções específicas de sábados e domingos previamente estabelecidos no calendário oficial. A inclusão definitiva no calendário dependerá do cumprimento integral das regras do edital e da contemplação no edital de extensão, da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, no respectivo ano. Responsabilidades compartilhadas O modelo de governança da caminhada envolve responsabilidades específicas para cada parceiro: • Municípios: garantir ambulância e equipe de saúde, transporte quando necessário, profissional de educação física, carros de apoio, sinalização, credenciamento e infraestrutura básica do evento. • Emater-RS/Ascar: definir o trajeto oficial, organizar a feira local, realizar pré-teste técnico do percurso e apoiar o cadastro no sistema Ecobooking. • UFSM: coordenar a comunicação oficial, produzir materiais institucionais, organizar inscrições e apoiar o transporte da comunidade universitária conforme disponibilidade. • Comunidade local: organizar café, almoço e feira de produtos regionais, fortalecendo a economia local. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail caminhadas.ufsm@55bet-pro.com. Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto (@caminhadasufsm) ou a comunidade de avisos do WhatsApp. Texto: projeto Caminhadas Internacionais na Natureza]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2025/12/23/caminhada-internacional-na-natureza-consolida-expansao-historica-em-2025-e-se-destaca-como-referencia-na-regiao-central-do-rs-em-turismo-rural-sustentavel Tue, 23 Dec 2025 14:30:18 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=14638 Crescimento consistente coloca a Região Central do RS entre as principais referências em turismo rural comunitário

A Região Central do Rio Grande do Sul registrou, entre 2023 e 2025, um crescimento contínuo e expressivo na Caminhada Internacional na Natureza, iniciativa que integra Extensão Rural, turismo sustentável e desenvolvimento comunitário. O ano de 2025 marcou o maior salto da série histórica, com recordes de participação, envolvimento comunitário e movimentação econômica, alavancando o protagonismo do território no cenário brasileiro de ações integradas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

De 2023 a 2025, o projeto acumulou 3.428 pré-inscritos, 2.694 participantes efetivos, 1.195 cafés, 2.310 almoços, 376 pessoas na organização, 541 integrantes das comunidades e 155 expositores locais, consolidando-se como uma das iniciativas mais robustas de integração entre agricultura familiar, turismo, educação e desenvolvimento territorial no estado. Esses números refletem a capacidade de mobilização e o fortalecimento das redes de cooperação entre municípios, agricultores familiares, empreendimentos locais e instituições públicas.

2025: o grande salto da consolidação regional

O ano de 2025 apresentou o avanço mais expressivo desde o início da série, tornando-se um marco para o fortalecimento do turismo rural na região. Com 1.819 pré-inscritos e 1.470 participantes, distribuídos em nove municípios, o projeto atingiu níveis inéditos de engajamento comunitário e visibilidade institucional.

As caminhadas mobilizaram 201 organizadores, 352 membros das comunidades e 42 expositores, movimentando mais de R$ 69 mil em vendas de produtos locais — como agroindústrias familiares, artesanatos, hortaliças, panificados e itens típicos da cultura regional. Além disso, foram servidos 623 cafés e 1.054 almoços, reforçando o papel das comunidades na oferta gastronômica e na geração de renda.

O aumento expressivo desses indicadores demonstra não apenas a ampliação das atividades, mas o fortalecimento de processos formativos, culturais, econômicos e sociais que envolvem agricultores, estudantes, técnicos, gestores e famílias rurais.

 

Extensão Rural, ODS e universidade: um tripé de transformação territorial

A iniciativa do Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER) —- ação Caminhada Internacional na Natureza — se alinha de forma direta a diversos ODS, como o ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável), ODS 3 (Saúde e Bem-Estar), ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 5 (Igualdade de Gênero), ODS 8 (Trabalho Decente), ODS 10 (Redução das Desigualdades), ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ODS 12 (Consumo Responsável), ODS 13 (Ação Climática) e ODS 15 (Vida Terrestre).

Cada caminhada é um espaço de educação ambiental e patrimonial, de fortalecimento de redes sociais locais, estímulo econômico e valorização de práticas sustentáveis no meio rural. Tais aspectos são centrais nos princípios de Extensão Universitária definidos pelo Fórum de Pró-Reitores de Extensão.

A UFSM, por meio do Programa de Extensão Rural PROGEATER, desempenha papel estruturante no planejamento, execução e avaliação das ações, unindo ensino, pesquisa e extensão para promover o desenvolvimento territorial sustentável. Além de fomentar metodologias participativas com agricultores e comunidades, a universidade fortalece a formação de estudantes e professores, integra saberes tradicionais e científicos e amplia a visibilidade do turismo rural no estado.

Ao mesmo tempo, a ação reforça o papel da Extensão Rural pública, conduzida pela Emater/RS-Ascar, que atua na mobilização das comunidades, na valorização dos saberes locais, no apoio à produção agroindustrial e na organização dos roteiros.

Colaboração institucional que se torna referência nacional

O sucesso crescente da Caminhada Internacional na Natureza resulta da articulação entre prefeituras municipais, Emater/RS-Ascar e UFSM, constituindo um modelo de governança colaborativa raro no Brasil.

Nos territórios do Geoparque Quarta Colônia, do Projeto Geoparque Raízes de Pedra e em regiões vizinhas, essa cooperação cria uma rota estruturada de turismo de base comunitária, envolvendo escolas, empreendedores, comunidades e setores públicos em um processo que coloca o desenvolvimento local no centro da agenda.

O conjunto das ações faz do projeto um caso exemplar de como a Extensão Rural, quando articulada à Extensão Universitária e aos ODS, pode gerar impactos concretos, mensuráveis e sustentáveis. Com o avanço significativo de 2025, a Região Central do Rio Grande do Sul consolida-se como referência nacional na integração entre turismo rural, políticas públicas e desenvolvimento comunitário.

Um projeto que transforma e projeta o futuro dos territórios

Com o expressivo avanço de 2025 e os resultados acumulados entre 2023 e 2025, a Caminhada Internacional na Natureza reafirma seu papel como uma das iniciativas mais relevantes em Extensão Rural e turismo sustentável no Brasil. Além de integrar comunidades, qualificar territórios e gerar oportunidades, o projeto demonstra que políticas públicas articuladas com universidades e serviços de extensão podem produzir impactos reais e duradouros.

A expansão consolidada na Região Central do RS aponta para a continuidade do trabalho e para novas possibilidades de inovação, pesquisa e articulação regional, fortalecendo ainda mais a presença da UFSM, da Emater/RS-Ascar e das prefeituras na construção de territórios mais sustentáveis, educadores e resilientes.

A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e do Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), registrado no Colégio Politécnico e na Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, apoia e participa desta iniciativa, em conjunto com a Emater-RS/Ascar, a gestão pública municipal, agricultores e demais representantes das comunidades rurais.

Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto (@caminhadasufsm) ou a comunidade de avisos no WhatsApp

Texto: Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER) e Gabriele Mendes, bolsista de Jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

Revisão: Valéria Luzardo, bolsista de Revisão Textual da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/2025/12/08/ufsm-impulsiona-turismo-rural-em-palmeira-das-missoes Tue, 09 Dec 2025 00:59:15 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/?p=394  

A produção de erva-mate começa a ganhar novos desdobramentos na região de Palmeira das Missões – município do noroeste do Rio Grande do Sul reconhecido como “berço da erva-mate” por uma lei estadual. O que antes era visto principalmente como atividade agrícola passou a ser entendido como oportunidade de desenvolvimento regional.

“A nossa região tem muita capacidade para o turismo”, afirma a professora Rosani Marisa Spanevello, do Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas da UFSM-PM. O projeto de extensão que ela coordena, chamado “Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável”, tem a proposta de transformar o ciclo da erva-mate (plantio, colheita, beneficiamento e usos culturais) em experiência para os visitantes. A iniciativa envolve uma rede formada pela Universidade, Secretaria de Cultura e Turismo de Palmeira das Missões, Emater e pela recém-criada Associação dos Ervateiros.

Diagnóstico no campo revela potencial

Equipe da UFSM percorre as propriedades junto aos produtores de erva-mate

Durante o segundo semestre de 2025, professores e estudantes da UFSM percorreram as propriedades das seis famílias de produtores de erva-mate que aceitaram participar do projeto para conversar com os agricultores, observar áreas de cultivo e identificar vocações para o turismo de cada lugar.
Os relatórios desenvolvidos após as visitas apontaram potencial para caminhadas entre ervais, demonstrações de colheita, degustação de chimarrão e atividades relacionadas à memória da produção da erva-mate. Pretende-se valorizar a história local e abrir novas alternativas de renda.
Para alguns produtores, o processo já provocou mudanças na percepção sobre a própria terra. “Mudou o modo de enxergar nossa propriedade”, relata Vera Lucia Friderich da Cruz, da Ervateira Gurizinho. “Para nós, que trabalhamos aqui diariamente, é só o nosso trabalho. A UFSM e a Emater nos fizeram ver que existem muitas possibilidades.”
Ao longo do ano, a UFSM e a Emater ofereceram capacitações sobre temas como hospitalidade rural, turismo de natureza e organização da propriedade. A conversa com especialistas ajudou a romper a ideia de que o turismo dependeria de grandes investimentos e obras complexas. Para muitas propriedades, ajustes simples, como manejo do lixo, roçada das trilhas e placas de identificação, possibilitam a criação de atividades turísticas de baixo custo e alto valor cultural.
De acordo com a professora Rosani, a lógica é semelhante a qualquer outra atividade econômica: produzir morangos, ovos ou laranjas também exige investimento. No turismo, a diferença está em aproveitar o que a propriedade já oferece: o ambiente natural, as histórias da família e a relação com a erva-mate.

Primeiros roteiros começam a tomar forma 

Com base nos diagnósticos, a equipe da UFSM está ajudando os produtores a imaginar diferentes usos turísticos para cada propriedade. Para isso, utiliza ferramentas de design e imagens criadas com apoio de inteligência artificial, simulando trilhas, mirantes, casas na árvore, balanços e outros elementos. Há propriedades com ervais sombreados por árvores centenárias e outras com vocação para gastronomia, que produzem bolos e sagus com erva-mate.

“O mais interessante é o ar puro, o sossego, a sombra boa e a paisagem linda”, descreve Vera, da ervateira Gurizinho. A expectativa é oferecer aos visitantes um ambiente de simplicidade, descanso e acolhimento. “A gente espera mostrar que existe um lugar de refúgio, onde tudo é simples, mas muito bonito — e, claro, espera ter retorno financeiro”, afirma.

A produtora rural Vera da Cruz junto a bolos e sagu feitos com erva-mate
 
"Trilha do erval" é uma das propostas de turismo rural. Imagem criada por Inteligência Artificial. 

Indicação geográfica: reconhecimento que pode fortalecer o setor

Outra frente do projeto é a discussão sobre a indicação geográfica (IG) da erva-mate produzida em Palmeira das Missões. Concedida pelo INPI, a IG funciona como um selo de origem que certifica características únicas do produto — sabor, cor, qualidade e história associadas ao território.
Para apresentar a ideia aos agricultores, foi realizada uma visita a Machadinho, cidade que já possui registro de IG de erva-mate. A comparação permitiu que os produtores visualizassem a potência local. “Eles perceberam, ao ver de perto, que Palmeira também têm muito potencial”, conta Rosani.
A professora recorre a um exemplo conhecido do público gaúcho para explicar o conceito: “O vinho pode ser produzido em vários lugares. Mas o vinho do Vale dos Vinhedos tem um sabor, uma cor, uma qualidade e uma história que são daquele território.”
Segundo ela, a erva-mate de Palmeira pode trilhar caminho semelhante, conquistando reconhecimento por atributos próprios. O processo, porém, exige articulação coletiva — por isso a Universidade tem apoiado os produtores na compreensão e preparação para uma futura candidatura. 

Próximos passos 

Com os diagnósticos concluídos e as primeiras capacitações realizadas, o próximo semestre será dedicado ao planejamento das atividades experimentais. A proposta é que, durante o Festival do Carijo, que vai ser realizado em maio de 2026, a Secretaria de Cultura e Turismo promova visitas-piloto às propriedades participantes. Será uma oportunidade para testar fluxos, observar a recepção dos primeiros grupos e ajustar a estrutura para roteiros futuros.
Até lá, as propriedades devem realizar os pequenos ajustes sugeridos nas devolutivas elaboradas pela UFSM. A expectativa é construir um circuito inicial que permita aos visitantes vivenciar o cultivo da erva-mate e compreender a importância desse patrimônio para o território.

Repórter: Luciane Treulieb

Imagens cedidas pelo projeto

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/12/08/ufsm-impulsiona-turismo-rural-em-palmeira-das-missoes Tue, 09 Dec 2025 00:43:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71601 A produção de erva-mate começa a ganhar novos desdobramentos na região de Palmeira das Missões - município do noroeste do Rio Grande do Sul reconhecido como “berço da erva-mate” por uma lei estadual. O que antes era visto principalmente como atividade agrícola passou a ser entendido como oportunidade de desenvolvimento regional.
“A nossa região tem muita capacidade para o turismo”, afirma a professora Rosani Marisa Spanevello, do Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas da UFSM-PM. O projeto de extensão que ela coordena, chamado “Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável”, tem a proposta de transformar o ciclo da erva-mate (plantio, colheita, beneficiamento e usos culturais) em experiência para os visitantes. A iniciativa envolve uma rede formada pela Universidade, Secretaria de Cultura e Turismo de Palmeira das Missões, Emater e pela recém-criada Associação dos Ervateiros.

Diagnóstico no campo revela potencial

[caption id="attachment_71606" align="alignleft" width="400"] Equipe da UFSM percorre as propriedades junto aos produtores de erva-mate[/caption]

Durante o segundo semestre de 2025, professores e estudantes da UFSM percorreram as propriedades das seis famílias de produtores de erva-mate que aceitaram participar do projeto para conversar com os agricultores, observar áreas de cultivo e identificar vocações para o turismo de cada lugar.
Os relatórios desenvolvidos após as visitas apontaram potencial para caminhadas entre ervais, demonstrações de colheita, degustação de chimarrão e atividades relacionadas à memória da produção da erva-mate. Pretende-se valorizar a história local e abrir novas alternativas de renda.
Para alguns produtores, o processo já provocou mudanças na percepção sobre a própria terra. “Mudou o modo de enxergar nossa propriedade”, relata Vera Lucia Friderich da Cruz, da Ervateira Gurizinho. “Para nós, que trabalhamos aqui diariamente, é só o nosso trabalho. A UFSM e a Emater nos fizeram ver que existem muitas possibilidades.”
Ao longo do ano, a UFSM e a Emater ofereceram capacitações sobre temas como hospitalidade rural, turismo de natureza e organização da propriedade. A conversa com especialistas ajudou a romper a ideia de que o turismo dependeria de grandes investimentos e obras complexas. Para muitas propriedades, ajustes simples, como manejo do lixo, roçada das trilhas e placas de identificação, possibilitam a criação de atividades turísticas de baixo custo e alto valor cultural.
De acordo com a professora Rosani, a lógica é semelhante a qualquer outra atividade econômica: produzir morangos, ovos ou laranjas também exige investimento. No turismo, a diferença está em aproveitar o que a propriedade já oferece: o ambiente natural, as histórias da família e a relação com a erva-mate.

Primeiros roteiros começam a tomar forma

Com base nos diagnósticos, a equipe da UFSM está ajudando os produtores a imaginar diferentes usos turísticos para cada propriedade. Para isso, utiliza ferramentas de design e imagens criadas com apoio de inteligência artificial, simulando trilhas, mirantes, casas na árvore, balanços e outros elementos. Há propriedades com ervais sombreados por árvores centenárias e outras com vocação para gastronomia, que produzem bolos e sagus com erva-mate.

 

“O mais interessante é o ar puro, o sossego, a sombra boa e a paisagem linda”, descreve Vera, da ervateira Gurizinho. A expectativa é oferecer aos visitantes um ambiente de simplicidade, descanso e acolhimento. “A gente espera mostrar que existe um lugar de refúgio, onde tudo é simples, mas muito bonito — e, claro, espera ter retorno financeiro”, afirma.

A produtora rural Vera da Cruz junto a bolos e sagu feitos com erva-mate
"Trilha do erval" é uma das propostas de turismo rural. Imagem criada por Inteligência Artificial.

Indicação geográfica: reconhecimento que pode fortalecer o setor

Outra frente do projeto é a discussão sobre a indicação geográfica (IG) da erva-mate produzida em Palmeira das Missões. Concedida pelo INPI, a IG funciona como um selo de origem que certifica características únicas do produto — sabor, cor, qualidade e história associadas ao território.
Para apresentar a ideia aos agricultores, foi realizada uma visita a Machadinho, cidade que já possui registro de IG de erva-mate. A comparação permitiu que os produtores visualizassem a potência local. “Eles perceberam, ao ver de perto, que Palmeira também têm muito potencial”, conta Rosani.
A professora recorre a um exemplo conhecido do público gaúcho para explicar o conceito: “O vinho pode ser produzido em vários lugares. Mas o vinho do Vale dos Vinhedos tem um sabor, uma cor, uma qualidade e uma história que são daquele território.”
Segundo ela, a erva-mate de Palmeira pode trilhar caminho semelhante, conquistando reconhecimento por atributos próprios. O processo, porém, exige articulação coletiva — por isso a Universidade tem apoiado os produtores na compreensão e preparação para uma futura candidatura.

Próximos passos

Com os diagnósticos concluídos e as primeiras capacitações realizadas, o próximo semestre será dedicado ao planejamento das atividades experimentais. A proposta é que, durante o Festival do Carijo, que vai ser realizado em maio de 2026, a Secretaria de Cultura e Turismo promova visitas-piloto às propriedades participantes. Será uma oportunidade para testar fluxos, observar a recepção dos primeiros grupos e ajustar a estrutura para roteiros futuros.
Até lá, as propriedades devem realizar os pequenos ajustes sugeridos nas devolutivas elaboradas pela UFSM. A expectativa é construir um circuito inicial que permita aos visitantes vivenciar o cultivo da erva-mate e compreender a importância desse patrimônio para o território.

 

Repórter: Luciane Treulieb

Imagens cedidas pelo projeto

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/12/01/ufsm-e-ministerio-da-igualdade-racial-lancam-edital-para-premiar-iniciativas-de-afroturismo Mon, 01 Dec 2025 18:24:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71527 O prêmio foi lançado oficialmente na última quinta-feira (27), durante o Seminário Rotas Negras 2025, realizado em Brasília O prêmio foi lançado oficialmente na última quinta-feira (27), durante o Seminário Rotas Negras 2025, realizado em Brasília[/caption] A UFSM, por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), e o Ministério da Igualdade Racial (MIR) anunciaram o lançamento do 1º Prêmio Rotas Negras, iniciativa que pretende impulsionar o afroturismo no Brasil e fortalecer o desenvolvimento sustentável de comunidades negras. O concurso busca também ampliar a visibilidade da cultura afro-brasileira dentro e fora do país e potencializar as tradições, ritmos musicais, gastronomia, celebrações, religiosidades e outras formas de manifestação, materiais e imateriais, que evidenciem esse legado africano, afro-diaspórico e afro-brasileiro. O edital prevê a seleção de 50 iniciativas de afroturismo, distribuídas entre 20 propostas da sociedade civil; 24 de municípios; 2 de consórcios intermunicipais e 4 de governos estaduais. O montante total destinado às premiações é de R$ 1,62 milhão. As inscrições estão abertas até o dia 18 de janeiro de 2026, exclusivamente pela internet, por meio deste link. O lançamento oficial ocorreu na quinta-feira (27), durante o Seminário Rotas Negras 2025, realizado em Brasília. O evento reuniu representantes de diversos órgãos federais, entre eles os ministérios da Igualdade Racial, do Turismo (MTur), do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), da Cultura (MinC), do Trabalho e Emprego (MTE), da Educação (MEC) e dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC). Também participaram a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom/PR), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e a Fundação Cultural Palmares (FCP). Durante o evento, a secretária-executiva do MIR, Rachel Barros, e o coordenador do Projeto Rotas Negras pela UFSM, Victor De Carli Lopes, assinaram o edital e manifestaram o pioneirismo da proposta. “Esse edital irá reconhecer e fortalecer as iniciativas de afroturismo que já são realizadas há tanto tempo em nosso país, destacando o protagonismo e geração de renda dessas comunidades negras”, destaca Victor Lopes. Segundo Rachel Barros, o seminário e o edital mostram “como valorizar o que a população negra já faz organicamente e ancestralmente e como trazemos isso para o centro”. O prêmio integra as ações previstas no decreto Nº 12.277/2024, que instituiu o Programa Rotas Negras, e dialoga diretamente com o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), criado pela Lei Nº 12.288/2010 (Estatuto da Igualdade Racial) e regulamentado pelo decreto Nº 8.136/2013. Texto: ODH]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/04/jardim-botanico-da-ufsm-sera-integrado-a-rota-de-ecoturismo-de-santa-maria Tue, 04 Nov 2025 21:01:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71251 Foto horizontal. Na foto, aparecem dois homens. Um veste uma camisa azul e outro, um casaco cinza. Eles estão rodeados por plantas de espécies variadas. O prefeito de Santa Maria, Rodrigo Decimo (à dir), percorre as instalações do Jardim Botânico da UFSM. (foto: Samuel Marques)[/caption] Na última sexta-feira (31), o Jardim Botânico realizou um encontro com representantes da Prefeitura Municipal de Santa Maria e da Reitoria da UFSM para articular a inclusão do espaço no circuito turístico do município e da região central do Rio Grande do Sul, ampliando também as ações de educação ambiental junto à comunidade. Durante a atividade, a equipe do Jardim Botânico apresentou aos gestores municipais a infraestrutura e os atrativos do espaço, como trilhas, jardim sensorial, plantas carnívoras, telhado verde e horta mandala. A visita destacou o potencial do local para se consolidar como um ponto de visitação e aprendizado, aliando ciência, lazer e ecoturismo. O prefeito Rodrigo Decimo ressaltou a importância da parceria entre o Executivo Municipal e a universidade para o desenvolvimento sustentável da cidade. “O Jardim Botânico é um patrimônio de Santa Maria e um tesouro da UFSM, com um potencial imenso para o ecoturismo e a educação ambiental. Nossa presença aqui, junto da Reitoria, sela o compromisso de trabalhar em conjunto para potencializar e integrar este espaço à nossa rota turística. Queremos que o Jardim Botânico seja não só um ponto de pesquisa, mas também um local de visitação e orgulho para todos os santa-marienses”, destacou. O secretário municipal de Turismo, Ewerton Falk, pontuou que o projeto contribui para ampliar a diversidade de atrações turísticas de Santa Maria. “A integração do Jardim Botânico à nossa oferta turística representa um salto de qualidade, pois complementa a variedade de atrações da cidade, dos distritos rurais ao turismo cultural. Identificamos, na visita, pontos em que a Setur pode apoiar em termos de divulgação e infraestrutura de acolhimento ao visitante. É um projeto que une ciência, natureza e lazer, e que tem tudo para atrair um novo fluxo de turistas”, afirmou. Para a diretora do Jardim Botânico, professora Simone da Rosa Messina, a aproximação entre a UFSM e o Município marca um novo momento na relação com a comunidade. “Queremos unir as ações do município e da universidade para explorar o enorme potencial turístico do local. A meta é popularizar o acesso para que a comunidade santa-mariense possa visitar, passear, tomar um chimarrão e conhecer atrativos como trilhas, o jardim sensorial e as plantas carnívoras. Unidos, faremos deste um parque aberto e acolhedor para todos”, destacou. A parceria entre a UFSM e a Prefeitura de Santa Maria representa um passo significativo na valorização do patrimônio científico e natural do município. Por meio da integração do Jardim Botânico à rota de ecoturismo local, a iniciativa busca fortalecer o vínculo entre universidade e comunidade, promovendo o turismo sustentável, a educação ambiental e o sentimento de pertencimento dos santa-marienses. Com ações conjuntas, UFSM e Executivo Municipal reafirmam o compromisso de transformar conhecimento e conservação em oportunidades de desenvolvimento para toda a região. Com informações da Prefeitura de Santa Maria]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/09/29/evento-na-vila-belga-vai-abordar-o-poder-do-turismo-criativo-na-experiencia-do-visitante Mon, 29 Sep 2025 20:26:01 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70815 O curso superior de Tecnologia em Gestão de Turismo da UFSM realiza no dia 7 de outubro a 2ª edição do evento Conecta Turismo, que ocorre a partir das 13h30min no Mercado da Vila Belga. Tendo como tema central “Cultura, experiência e pertencimento no Distrito Criativo Centro-Gare”, o evento tem como propósito fortalecer o turismo em Santa Maria, visando à mobilização da comunidade, empreendedores, poder público e instituições em torno de temas como economia criativa, pertencimento, identidade e turismo de experiência. O grande destaque desta edição será a palestra “O poder do turismo criativo na experiência do visitante”, que será ministrada pela guia turística, produtora cultural e advogada Elis Almeida. Oriunda do sertão pernambucano, ela desenvolve experiências participativas que unem poesia, cordel e práticas culturais, aproximando turistas da essência dos territórios. Prevista para as 15h, a palestra será precedida por uma apresentação a ser realizada pelo professor Thiago Reis Xavier, do Departamento de Turismo da UFSM. O 2º Conecta Turismo é promovido em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM (por meio da Coordenadoria de Desenvolvimento Regional e Cidadania), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RS), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/RS), Prefeitura de Santa Maria e Inova Centro RS. A inscrição pode ser feita gratuitamente na plataforma Sympla, onde também se encontram outras informações sobre o evento.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/06/30/professor-da-ufsm-desenvolve-ferramenta-de-consulta-de-revistas-academicas Mon, 30 Jun 2025 14:39:40 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69643

Você já parou para pensar como encontrar a melhor revista para publicar seus artigos acadêmicos? Foi justamente para resolver essa dificuldade que o professor Juliano Nunes Alves, do Departamento de Ciências Administrativas da UFSM, desenvolveu o site Journal Scope, uma ferramenta gratuita para consulta de periódicos acadêmicos.

Após a descontinuação do Qualis Periódicos, ferramenta da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) utilizada para qualificar revistas científicas, o processo de escolha dos periódicos para a publicação de artigos científicos ficou mais complicado. Com essa situação em mente, o professor Juliano desenvolveu o site “Journal Scope”, um sistema de consulta de journals acadêmicos.

O projeto começou como uma alternativa para integrar as diferentes bases e conseguir conectar os periódicos da Wiley, uma editora global com foco em publicações acadêmicas e materiais educacionais, do convênio CAPES/Universidades. O desenvolvimento do site levou cerca de uma semana e foi focado na praticidade para quem precisa encontrar um journal que tenha valor na avaliação do CAPES.

O sistema do site permite buscar por parte do título do periódico ou por classificação. Os resultados mostram as classificações ABCD, ABS e disponibilidade Wiley, o que permite que pesquisadores identifiquem periódicos que podem ter boa avaliação no próximo triênio da CAPES. 

A classificação ABCD é baseada na última qualificação do Qualis CAPES. Já a ABS (Academic Journal Guide) avalia os periódicos em áreas de negócios e administração, em níveis de 1 a 4*, sendo 4* a classificação mais alta, reservada aos periódicos considerados de elite e mais influentes no mundo. 

Por enquanto, a ferramenta abrange a área 27 da CAPES: Administração, Ciências Contábeis e Turismo, porém, existe o interesse em expandir o projeto para outras áreas, dependendo da disponibilidade de bases de dados confiáveis.

Para o professor Juliano, a ferramenta é essencial após o fim do Qualis Periódicos, já que o sistema oferece acesso a classificações internacionais que podem servir como referência para pesquisadores avaliarem a qualidade dos periódicos onde pretendem publicar. Você pode encontrar o site aqui.  

 

Texto: Subdivisão de Comunicação CCSH/UFSM

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/27/projeto-da-ufsm-pm-leva-propostas-de-turismo-rural-sustentavel-ao-38o-carijo Tue, 27 May 2025 13:51:32 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69276

No último sábado (24), o projeto de extensão ‘Estratégias e alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável’, da Universidade Federal de Santa Maria – campus Palmeira das Missões (UFSM-PM), marcou presença no 38º Festival Carijo da Canção Gaúcha.

A ação levou ao público uma apresentação das iniciativas  desenvolvidas pelo projeto, com destaque para a elaboração e implementação de planos municipais de turismo voltados à região de abrangência do campus. Entre os principais eixos de trabalho estão a valorização do polo regional de produção de erva-mate e o fortalecimento das agroindústrias rurais familiares.

Para a professora Rosani Spanevello, coordenadora do projeto, a importância de espaços como o Festival está na oportunidade de diálogo com a comunidade: “É o momento de mostrar o que uma universidade pública pode fazer pelo desenvolvimento regional do espaço onde está inserida”, afirma.

[caption id="" align="aligncenter" width="1016"] Integrantes do projeto ‘Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável’[/caption]

Segundo a professora Rosani Spanevello, o objetivo do projeto é fomentar o turismo rural na região, oferecendo suporte a agentes públicos, gestores, extensionistas e às próprias famílias na busca por alternativas de geração de renda no campo. “Apresentar este projeto no Carijo significa evidenciar o comprometimento da Universidade com o o desenvolvimento regional e com a melhoria da qualidade de vida no meio rural. É também uma forma de permitir que os visitantes do festival conheçam de perto as ações realizadas pela UFSM”, destaca a coordenadora.

[caption id="" align="aligncenter" width="1022"] Coordenadora Rosani Spanevello apresenta o projeto[/caption]

 

A ação aconteceu dentro da 23ª Mostra da Indústria, Agroindústria e Artesanato de Palmeira das Missões (MIP), no estande interinstitucional da UFSM-PM com outras entidades, como a Emater, o Colégio Polivalente  e a Escola Estadual Técnica Celeste Gobbato. Para o coordenador do PPGAGR, Nelson Guilherme Machado Pinto, ter um espaço da Universidade no Carijo é sinônimo de vitrine regional, que reflete as mudanças de paradigmas nas formas de pensar a pós-graduação, com maior foco para a extensão e o impacto social.

Além do projeto do turismo, outras iniciativas foram apresentadas. Um deles trata-se de uma análise da governança ambiental do estado a partir do cenário de desastres climáticos, que faz parte do Plano Rio Grande, de reconstrução do estado. É liderado por Nelson: “Vamos trabalhar a governança ambiental por meio das regiões de desenvolvimento aqui do estado, pensar no que nos fez chegar nas enchentes do ano passado e o que podemos planejar, em termos de gestão, principalmente de maneira regionalizada”, explica.

Além do projeto voltado ao turismo rural, outras iniciativas também foram apresentadas durante o Festival. Uma delas é voltada à análise da governança ambiental no Rio Grande do Sul, a partir do contexto dos desastres climáticos recentes. A ação integra o Plano Rio Grande, voltado à reconstrução do estado, e é coordenada pelo professor Nelson Viegas. “Vamos trabalhar a governança ambiental com base nas regiões de desenvolvimento do estado, refletindo sobre os fatores que nos levaram às enchentes do ano passado e planejando estratégias de gestão mais eficazes, especialmente de forma regionalizada”, explica o professor.

O festival

O 38º Carijo da Canção Gaúcha foi realizado de 18 a 25 de maio no Parque Municipal de Exposições Tealmo José Schardong, em Palmeira das Missões. O Festival contou com uma vasta programação artística, que incluiu apresentações de artistas locais e regionais, além de shows variados todas as noites. As informações sobre os vencedores das categorias do evento estão disponíveis no instagram do evento.

Carijo é uma palavra de origem caingangue, que nomeia uma técnica indígena de secagem da erva-mate. Os galhos da árvore são dispostos sobre uma estrutura composta por bambus, que fica acima de um fogo de chão. Embora a técnica não seja mais utilizada na produção comercial, o Festival preserva esse saber como patrimônio cultural. O processo exige atenção constante, já que o calor precisa ser controlado para evitar que a erva queime — o que requer vigília e cuidado.

[caption id="" align="alignnone" width="1024"] Método carijo de secagem da erva-mate[/caption]

A Cidade de Lona, atração presente no evento, também remonta a essa tradição: ao longo do parque de exposições, famílias, comerciantes e grupos instalam barracas de madeira com cobertura em lona, em que acampam durante a semana. As refeições são feitas em churrasqueiras ou no próprio fogo de chão.

[caption id="" align="aligncenter" width="1024"] Cidade de Lona no 38º Carijo da Canção Gaúcha[/caption]

Sobre o projeto

Contemplado pelo último edital do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG), o projeto ‘Estratégias e alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável’ é desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR), em Palmeira das Missões (UFSM-PM). São parceiros do projeto os programas de pós-graduação em Patrimônio Cultural, em Gestão de Organizações Públicas, em Zootecnia e em Engenharia de Produção.

Expediente:

Notícia e fotografias: Samara Wobeto, jornalista.

Edição: Luciane Treulieb, jornalista.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/12/13a-edicao-do-citurdes-movimentou-a-ufsm-com-debates-sobre-os-desafios-do-turismo-rural-no-brasil-e-no-mundo Mon, 12 May 2025 11:04:38 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69061 [caption id="attachment_69062" align="alignright" width="600"] Evento aconteceu entre os dias 7 a 9 de maio, na UFSM[/caption]

De 7 e 9 de maio, aconteceu na UFSM o XIII Congresso Internacional sobre Turismo Rural e Desenvolvimento Sustentável (CITURDES). Criado pelo professor Joaquim Almeida, do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, em 1998, o evento retornou à Universidade neste ano para promover discussões sobre o tema “Desafios e propostas para o turismo rural em tempos de incertezas”.

Ao longo dos dois primeiros dias, diferentes professores - tanto da UFSM como de outras instituições, autoridades de órgãos municipais da região e empreendedores rurais tiveram um momento de fala e de tirar dúvidas do público presente. Entre pesquisadores, estudantes, extensionistas da Emater, pequenos empreendedores rurais e interessados na temática, o XIII CITURDES contou com 180 inscritos.

No terceiro dia, foram realizadas visitas técnicas ao Geoparque Quarta Colônia e ao Geoparque Caçapava. A Universidade organizou o evento em parceria com o Instituto Federal Farroupilha e com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Itinerante, o congresso, embora iniciado no 55BET Pro Sede, já rodou o mundo, tendo sido sediado em países como México, Portugal, Costa Rica, Panamá e Espanha.

A coordenação geral do CITURDES ficou por conta dos professores Ivo Elesbão e Mônica Pons, do Departamento de Turismo. Para a docente, é uma honra a UFSM ter a oportunidade de ter a iniciativa “voltando para casa”. “Os desafios hoje para o turismo rural são muitos, mas o que nós procuramos aqui é termos um momento acadêmico e também de relatos de experiência para justamente reunirmos a academia e as pessoas que têm empreendimentos rurais”, declarou. Uma das ideias foi discutir as possibilidades dos caminhos prático e teórico serem trabalhados juntos, com a Universidade contribuindo com a capacitação e a qualificação de profissionais.

UFSM como braço do turismo

Um dos convidados a participar do evento foi o diretor adjunto da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul, Rodrigo Santos. Na visão do dirigente, a troca de ideias entre o poder público, a iniciativa privada e o ensino superior precisa acontecer: “a UFSM é um grande exemplo disso, com o congresso movimentando e trazendo os assuntos à tona, para o debate, e colocando em um patamar de relevância. O turismo tem esse poder de transformar a vida das pessoas, transformar uma região, tanto de forma social como econômica”.

De acordo com a organização do XIII CITURDES, o turismo rural é uma ferramenta de valorização da produção e de saberes locais. Com o passar do tempo, a demanda por destinos rurais tem aumentado, na mesma medida que as mudanças climáticas vem ampliando os desafios e a complexidade de promover atividades ao ar livre. Para Santos, a conservação dos costumes das regiões é necessária para o desenvolvimento da área.

[caption id="attachment_69064" align="alignleft" width="600"] Carla Barbieri é professora da North Carolina State University, dos Estados Unidos, e foi uma das palestrantes[/caption]

“A memória das pessoas está muito ligada às experiências. Acho que é algo que a academia também está trazendo cada vez mais: utilizar a memória também como uma fonte de informação, como um dado científico para poder basear estudos. As comunidades, através do turismo rural, estão podendo agora buscar meios de preservar a sua cultura, preservar a sua identidade, através até mesmo de experiências simples. Para nós, pode até parecer algo comum, mas para quem está na ‘cidade grande’, é importante buscar se desconectar um pouco do dia a dia”, afirmou o diretor adjunto da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul.

Quem também marcou presença no congresso foi o secretário de Turismo de Santa Maria, Ewerton Falk, que destacou o quanto a realização do CITURDES ajuda o desenvolvimento da cidade. “Santa Maria é uma cidade que busca ser referência em eventos. A contribuição da Universidade é imensurável. Isso mexe com a economia local. Este evento, como nós estamos presenciando, chama as regiões próximas, vem pessoas de lugares distantes. Do ponto de vista econômico, o evento por si só já fomenta a economia. Do ponto de vista acadêmico, então, nem se fala”, garantiu.

Oportunidades de aprendizado

Para os alunos, é primordial a chance de conviver com pesquisadores de renome nacional e internacional, na visão da professora Mônica Pons. O acadêmico do curso-técnico de Gestão de Turismo, Rômulo Klusener, que também auxiliou na organização do evento, corrobora com a fala: “entender realmente como o turismo é um tema muito amplo é importante para o meu desenvolvimento. Participar do congresso é uma oportunidade muito legal porque a gente tem essa possibilidade de conversa com os palestrantes. É muito rico, a gente entende que há diversas formas de atuação no turismo”.

Carla Barbieri, professora da North Carolina State University, dos Estados Unidos, é peruana e veio à UFSM pela primeira vez para ministrar uma discussão no CITURDES. Ela já conhecia a iniciativa de uma edição anterior, mas afirma que fica muito alegre vendo que mais edições seguem acontecendo e concorda com a necessidade da troca de ideias com os alunos. “Isso é importante por diferentes razões: para que vejam que o que estão vendo aqui (no Brasil) também acontece em outras partes do mundo, para terem esperanças que está funcionando; também, para que vejam que é possível (crescer na área)”.

Mônica afirma que, além do que é visto em sala de aula, atividades como o evento precisam fazer parte da vivência dos estudantes, “É fundamental proporcionar aos nossos alunos, e aos alunos de outras universidades que estão aqui conosco, sair da sala de aula e compreender melhor a realidade quando a gente está falando sobre turismo rural. Não somente o que significa em termos de uma visita técnica, mas principalmente pensar sobre as metodologias que são utilizadas para receber os visitantes turistas no âmbito do campo”, assegurou a docente.

Texto: Pedro Pereira, jornalista

Fotos: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/11/28/turismo-como-motor-do-desenvolvimento-regional Thu, 28 Nov 2024 16:23:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67781

O turismo, quando bem planejado, tem o potencial de gerar empregos, promover intercâmbio cultural, conservar as belezas naturais e impulsionar mudanças sociais e estruturais positivas. Alinhado a esse propósito, o programa de extensão “Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável” foi selecionado pelo edital Proext-PG UFSM Além do Arco e tem como foco o desenvolvimento regional com ênfase no turismo, promovendo a articulação entre atores públicos e privados.

Nesta entrevista, o professor Tiago Patias, do Departamento de Administração do campus de Palmeira das Missões da UFSM, apresenta os detalhes do projeto e ressalta a importância de integrar diferentes áreas do conhecimento para impulsionar um turismo sustentável e transformador.

Como o projeto visa impactar a sociedade?

Este programa de extensão visa impactar a sociedade por meio da articulação com os atores públicos e privados para o desenvolvimento de políticas públicas de desenvolvimento regional. O foco, neste momento, é o turismo, que tem diferentes potencialidades regionais e que, por falta de articulação e política pública formalizada, não consegue ou tem dificuldades de se desenvolver. Importante destacar que, pelo fato de este projeto estar vinculado a diferentes Programas de Pós-Graduação e o fazer extensionista ser dinâmico, há demandas que vêm da sociedade e que este Programa de Extensão tem condições de auxiliar para uma efetiva transformação social.

Por que isso é importante? 

Os recursos governamentais, em sua maioria, são distribuídos por meio de políticas públicas que têm uma legislação e normativas próprias. Por exemplo, em relação ao turismo, há a Lei Geral do Turismo, que indica que estados e municípios precisam constituir instâncias e legislações próprias para que o recurso possa ser destinado de forma correta e tenha maior efetividade. Os municípios precisam ter Conselho Municipal de Turismo, Plano Municipal de Turismo e projetos de ação, portanto, de forma articulada, este programa de extensão visa auxiliar para que todas estas questões sejam atendidas e com isso, todo o trade turístico possa se beneficiar.

Como participar de projetos de extensão influenciou a tua carreira?

Fazer extensão permite ver de perto a realidade da sociedade, suas dores, angústias, potencialidades e dificuldades. Articular a extensão com a pesquisa e o ensino não é uma tarefa simples, mas depois que você percebe que são coisas indissociáveis, os horizontes se ampliam, podendo ver na prática a transformação social, que é o fundamento principal do fazer extensionista.

Qual é a importância de um edital como o Proext-PG para estimular a extensão na pós-graduação? 

A pós-graduação sempre foi associada à pesquisa, publicação… tanto que somos cobrados pela sociedade em relação aos impactos da pesquisa. Penso que trabalhar pesquisa e extensão de forma indissociável é imprescindível. O fomento através de um edital como o Proext-PG acelera esse processo e qualifica o fazer extensionista, que tradicionalmente esteve mais vinculado à graduação. Os impactos com certeza serão mais duradouros, pois ao termos estudantes de mestrado e doutorado no grupo extensionista, cria-se a possibilidade de gerar transformações sociais efetivas.

Por que graduandos e pós-graduandos deveriam participar de projetos de extensão? Como já destaquei anteriormente, a extensão permite ver na prática a realidade da sociedade. O velho chavão "na teoria é uma coisa, na prática é outra" é o que a extensão proporciona, usando a teoria para produzir transformações sociais de qualidade, trazendo para a sala de aula essas experiências, relacionando com as teorias, produzindo novos conhecimentos. Portanto, participar de projetos de extensão é fundamental para a formação do estudante, pois amplia seu campo de visão, abrindo inúmeras outras possibilidades que, por vezes, a sala de aula ou o laboratório não proporciona.

Em 2026, quando finalizam os meses previstos para a execução do projeto, que mudanças você imagina que terão ocorrido nas comunidades apontadas como os principais público-alvo do projeto? 

De forma objetiva, vejo as políticas públicas do turismo bem definidas e claras, com respectivos planos de ação e projetos em execução em pelo menos os municípios de Palmeira das Missões, Chapada, Nova Boa Vista e Novo Barreiro. Da mesma forma, a reorganização da Instância de Governança da região turística Cultura e Tradição, ação esta em conjunto com a Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul. A meta é ampliar para todos os 44 municípios da região da Associação dos Municípios da Zona de Produção (AMZOP), o que vai exigir bastante trabalho dos estudantes e docentes envolvidos no projeto. Destaco ainda que o fazer extensionista abre novas frentes de trabalho e possibilidades de transformação da sociedade, a qual vê na Universidade uma grande aliada para a solução de problemas, portanto, são novas demandas que precisam ter continuidade. Além disso, considero importante que tenhamos continuidade nas ações, pois fazer extensão exige dedicação, esforço, comprometimento e reconhecer isso por meio de fomento para docentes e discentes é fundamental.

 

Texto: Luciane Treulieb, jornalista

Ilustração: Evandro Bertol, designer 

Aluata Comunicação e Ciência

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/2024/11/28/turismo-como-motor-do-desenvolvimento-regional Thu, 28 Nov 2024 16:17:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/?p=269

O turismo, quando bem planejado, tem o potencial de gerar empregos, promover intercâmbio cultural, conservar as belezas naturais e impulsionar mudanças sociais e estruturais positivas. Alinhado a esse propósito, o programa de extensão “Estratégias e Alternativas para o Desenvolvimento Regional Sustentável” foi selecionado pelo edital Proext-PG UFSM Além do Arco e tem como foco o desenvolvimento regional com ênfase no turismo, promovendo a articulação entre atores públicos e privados.

Nesta entrevista, o professor Tiago Patias, do Departamento de Administração do campus de Palmeira das Missões da UFSM, apresenta os detalhes do projeto e ressalta a importância de integrar diferentes áreas do conhecimento para impulsionar um turismo sustentável e transformador.

Como o projeto visa impactar a sociedade?

Este programa de extensão visa impactar a sociedade por meio da articulação com os atores públicos e privados para o desenvolvimento de políticas públicas de desenvolvimento regional. O foco, neste momento, é o turismo, que tem diferentes potencialidades regionais e que, por falta de articulação e política pública formalizada, não consegue ou tem dificuldades de se desenvolver. Importante destacar que, pelo fato de este projeto estar vinculado a diferentes Programas de Pós-Graduação e o fazer extensionista ser dinâmico, há demandas que vêm da sociedade e que este Programa de Extensão tem condições de auxiliar para uma efetiva transformação social.

Por que isso é importante? 

Os recursos governamentais, em sua maioria, são distribuídos por meio de políticas públicas que têm uma legislação e normativas próprias. Por exemplo, em relação ao turismo, há a Lei Geral do Turismo, que indica que estados e municípios precisam constituir instâncias e legislações próprias para que o recurso possa ser destinado de forma correta e tenha maior efetividade. Os municípios precisam ter Conselho Municipal de Turismo, Plano Municipal de Turismo e projetos de ação, portanto, de forma articulada, este programa de extensão visa auxiliar para que todas estas questões sejam atendidas e com isso, todo o trade turístico possa se beneficiar.

Como participar de projetos de extensão influenciou a tua carreira?

Fazer extensão permite ver de perto a realidade da sociedade, suas dores, angústias, potencialidades e dificuldades. Articular a extensão com a pesquisa e o ensino não é uma tarefa simples, mas depois que você percebe que são coisas indissociáveis, os horizontes se ampliam, podendo ver na prática a transformação social, que é o fundamento principal do fazer extensionista.

Qual é a importância de um edital como o Proext-PG para estimular a extensão na pós-graduação? 

A pós-graduação sempre foi associada à pesquisa, publicação… tanto que somos cobrados pela sociedade em relação aos impactos da pesquisa. Penso que trabalhar pesquisa e extensão de forma indissociável é imprescindível. O fomento através de um edital como o Proext-PG acelera esse processo e qualifica o fazer extensionista, que tradicionalmente esteve mais vinculado à graduação. Os impactos com certeza serão mais duradouros, pois ao termos estudantes de mestrado e doutorado no grupo extensionista, cria-se a possibilidade de gerar transformações sociais efetivas.

Por que graduandos e pós-graduandos deveriam participar de projetos de extensão? Como já destaquei anteriormente, a extensão permite ver na prática a realidade da sociedade. O velho chavão "na teoria é uma coisa, na prática é outra" é o que a extensão proporciona, usando a teoria para produzir transformações sociais de qualidade, trazendo para a sala de aula essas experiências, relacionando com as teorias, produzindo novos conhecimentos. Portanto, participar de projetos de extensão é fundamental para a formação do estudante, pois amplia seu campo de visão, abrindo inúmeras outras possibilidades que, por vezes, a sala de aula ou o laboratório não proporciona.

Em 2026, quando finalizam os meses previstos para a execução do projeto, que mudanças você imagina que terão ocorrido nas comunidades apontadas como os principais público-alvo do projeto? 

De forma objetiva, vejo as políticas públicas do turismo bem definidas e claras, com respectivos planos de ação e projetos em execução em pelo menos os municípios de Palmeira das Missões, Chapada, Nova Boa Vista e Novo Barreiro. Da mesma forma, a reorganização da Instância de Governança da região turística Cultura e Tradição, ação esta em conjunto com a Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul. A meta é ampliar para todos os 44 municípios da região da Associação dos Municípios da Zona de Produção (AMZOP), o que vai exigir bastante trabalho dos estudantes e docentes envolvidos no projeto. Destaco ainda que o fazer extensionista abre novas frentes de trabalho e possibilidades de transformação da sociedade, a qual vê na Universidade uma grande aliada para a solução de problemas, portanto, são novas demandas que precisam ter continuidade. Além disso, considero importante que tenhamos continuidade nas ações, pois fazer extensão exige dedicação, esforço, comprometimento e reconhecer isso por meio de fomento para docentes e discentes é fundamental.

 

Texto: Luciane Treulieb, jornalista

Ilustração: Evandro Bertol, designer 

Aluata Comunicação e Ciência

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Na última sexta-feira (25), o Projeto de Desenvolvimento Regional Sustentável participou de uma mesa-redonda promovida pelo Conselho Municipal de Turismo de Constantina (RS) para discutir a criação de uma nova rota de turismo regional. O evento ocorreu no Salão de Eventos Villa Faé, em Constantina, e contou com a presença de representantes da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul, Emater, Sebrae, Sicredi e da Secretaria de Cultura de Palmeira das Missões.

Durante o encontro, os participantes apresentaram ao Governo do Estado os principais desafios que os municípios enfrentam para desenvolver o turismo rural na região. A proposta foi promover um espaço de troca de experiências e dialogar sobre os pontos críticos com o Governo do Estado para viabilizar o turismo na região.

O professor Tiago Zardin Patias, coordenador do projeto, destacou a importância de uma abordagem colaborativa e regionalizada para fortalecer o turismo, explicando que “a intenção é despertar o potencial turístico da região e conectar os municípios e as entidades locais para um trabalho coletivo de desenvolvimento”.

Já Cláudia Mara Borges, Diretora de Planejamento e Competitividade da Secretaria de Turismo do Estado, reforçou que “o fortalecimento regional exige uma articulação entre as entidades locais, o poder público e a comunidade, pois só com esse apoio mútuo é possível consolidar a rota turística e promover uma comunicação eficiente que atraia e engaje para a região”.

O Projeto de Desenvolvimento Regional Sustentável, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Agronegócios da Universidade Federal de Santa Maria – campus Palmeira das Missões (UFSM-PM), ao Departamento de Administração e aos programas PROEXT-PG Além do Arco e FIEX, tem como objetivo auxiliar na construção dos Planos Municipais de Turismo e fomentar o desenvolvimento de roteiros turísticos com foco no turismo rural.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2024/10/31/reconstrucao-rs-acao-de-extensao-da-ufsm-promove-o-cultivo-de-flores-na-regiao-central-do-estado Thu, 31 Oct 2024 18:22:36 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=10696

O começo de tudo

[caption id="attachment_10686" align="alignright" width="300"] Desde seu início, o ”Flores para Todos” já atendeu 71 escolas do campo e beneficiou mais de 400 famílias que trabalham com a agricultura.[/caption]

A iniciativa “Flores para Todos na região da depressão central do Rio Grande do Sul” tem como objetivos principais agregar   renda aos agricultores familiares, diversificar a produção de flores e levar a jardinagem para o ambiente escolar. A   coordenadora do projeto,  professora Lilian Osmari Uhlmann, conta que a ideia surgiu em 2018, em uma reunião entre a Equipe Phenoglad da UFSM e a  Emater/RS, quando foi sugerida a possibilidade de levar até os produtores de flores o bulbo de gladíolo, para ensiná-los as práticas de  manejo. Assim, a ação teve início em cinco municípios da região de Santa Maria e passou a atuar também em escolas rurais, ensinando  alunos a cultivar flores como uma alternativa pedagógica para diversas   disciplinas.

“Nós vamos até as escolas, apresentamos o projeto e então fazemos a parte prática, de ensinar os alunos sobre o plantio de flores. Como esse trabalho é feito exclusivamente em escolas rurais, resgatamos esta memória de identidade rural que às vezes acaba sendo perdida”, explica a professora.

Espécies cultivadas

Após algum tempo auxiliando agricultores do Rio Grande do Sul, o projeto se expandiu para outros estados, despertando o interesse dos produtores em diversificar a produção. Assim, Lilian explica que, primeiramente, são realizadas pesquisas na universidade para verificar se determinada espécie de flor atende aos critérios necessários para integrar a pesquisa, como:

  • Cultivo a céu aberto;
  • Fácil manejo;
  • Baixo custo de produção;
  • Aceitação pelos consumidores;
  • Boa durabilidade.

De acordo com Lilian, existem “níveis” de produção, iniciando com o cultivo do gladíolo. Quando essa espécie já está bem aceita pelos agricultores,  eles podem escolher outros tipos de flores para cultivar, como  statice, girassol, dália e ornithogalum.

“Primeiramente, fazemos todo um trabalho de pesquisa, cultivando as flores em diferentes épocas para ver a adaptação; depois, levamos para os produtores e também para as escolas onde atuamos,” comenta Lilian.

Confira imagens de algumas espécies de flores que são cultivadas:

[caption id="attachment_10689" align="alignnone" width="240"] Statices colhidas em Vacaria-RS[/caption] [caption id="attachment_10690" align="alignnone" width="300"] Girassóis[/caption] [caption id="attachment_10688" align="alignnone" width="300"] Bulbos de ornithogalum[/caption]

Mesmo com empecilhos, a iniciativa continua

Durante a pandemia da Covid-19, a ação adaptou-se ao ambiente virtual, com vídeos para continuar oferecendo suporte aos participantes. Foram realizados dias de campo de forma online, uma vez que havia restrições para visitas presenciais.

Recentemente, o Rio Grande do Sul sofreu com enchentes em praticamente todo o estado, e, mais uma vez, o projeto se manteve ativo.

Os alagamentos ocorreram justamente na época de produção para o Dia das Mães, uma data na qual as vendas de flores são intensificadas.

Grande parte das flores que abasteceram o mercado nesse Dia das Mães veio do projeto, já que as fortes chuvas impediram a chegada da remessa tradicional de flores vindas de São Paulo.

Phenoglad Mobile

Através do aplicativo “Phenoglad Mobile”, os produtores rurais recebem auxílio para planejar a data de plantio e colheita do gladíolo. O app foi desenvolvido com base na pesquisa de mestrado de Lilian, já que uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos agricultores é ajustar a data  de plantio para que as flores estejam prontas nos períodos de maior demanda (festas de final de ano, Dia dos Namorados, formaturas, etc.).

O aplicativo está disponível para todos os municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e possibilita que o cultivador selecione se deseja saber qual a melhor época para plantio, ou se quer produzir visando a colheita em períodos específicos.

[caption id="attachment_10695" align="alignnone" width="428"] O público-alvo do projeto inclui principalmente mulheres que desejam obter independência financeira por meio da venda de flores.[/caption]

Presença em eventos

O projeto participa de diversos eventos, inclusive da Expointer, uma das maiores feiras agropecuárias da América Latina. Além disso, realiza dias de campo nas cidades onde está presente, com o objetivo de divulgar as produções e oferecer oficinas profissionalizantes. Confiras as datas dos próximos encontros:

[caption id="attachment_10692" align="alignnone" width="917"] 06/11- Dia de campo em Vacaria[/caption] [caption id="attachment_10694" align="alignnone" width="918"] 13//11- Dia de campo em Novo Cabrais[/caption]

Acompanhe o trabalho realizado pelo projeto nas redes sociais: 

Instagram: @phenoglad

Facebook: Equipe PhenoGlad

Email: phenoglad@gmail.com

Youtube: PhenoGlad


Texto: Myreya Antunes, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE.

Revisão: Valéria Luzardo, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE.

Imagens: Acervo do projeto Flores para Todos

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No domingo, 20 de outubro, Itaara promoveu um evento único com a emocionante Caminhada Internacional na Natureza. O encontro, iniciado na Capela São Geraldo, localizada no km 23, começou às 8h com uma apresentação da comunidade sobre São Geraldo, pároco da comunidade, marcando a importância da fé e da religiosidade no rural Itaarense. 

Após, os trabalhos de orientação foram conduzidos pelo extensionista rural Aliel Corrêa, do escritório municipal da Emater/RS-Ascar de Itaara, dando as boas-vindas aos participantes e informando-os sobre as orientações da caminhada. Monique Chaves, supervisora do escritório regional da Emater/RS-Ascar Santa Maria, apresentou a proposta e também explicou o funcionamento da organização local através dos carimbos e do passaporte ao final da caminhada. 

O evento rural reuniu 161 entusiastas da natureza e de caminhadas que percorreram cerca de 12Km de nível moderado, sem muitos obstáculos. Eliane Amoretti, moradora de Itaara, que realizou o trajeto acompanhada de sua filha, destacou que foi uma experiência tranquila e enriquecedora, porque, além das belas paisagens, a caminhada também proporcionou que ambas conhecessem um pouco mais sobre a história do município.  

[caption id="attachment_10677" align="alignright" width="300"] Primeiro cemitério de Judeus Israelitas do Brasil em Itaara, RS.[/caption]

Participaram da organização da caminhada 16 pessoas, envolvendo a colaboração de instituições (ODS 16), servidores públicos, famílias rurais, a Emater/RS e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Teve o apoio do Grupo Escoteiros Boca do Monte, do Grupo Andantes, da Associação dos Amigos do Caminho de Santiago de Santa Maria, do Grupo Bandeirantes da Serra, do Caminho do Corredor Ecológico da Quarta Colônia e da Rede Brasileira de Trilhas. Alunos e servidores da UFSM lotaram um ônibus saindo do planetário da universidade para participar da caminhada. 

Para Kleber Ferretti, natural de Rio Verde – GO, e doutorando da UFSM, o ponto alto foi conhecer o cemitério dos primeiros imigrantes de judeus israelitas no Brasil, que fica localizado no trajeto pelo qual passa a caminhada. Outro ponto de destaque foi o almoço oferecido pela comunidade aos caminhantes e, também, a atenção das pessoas responsáveis pela recepção. 

Ao final da caminhada, foram servidos 180 almoços, com um cardápio que incluía risoto, churrasco, galeto, maionese, pão e saladas diversas. À tarde, foi realizada na comunidade a festa de São Geraldo, com uma apresentação da invernada artística do CTG Querência do Pinhal, um torneio de pênaltis e uma domingueira que ficou a cargo da banda CIA do Bailão. Além disso, o evento contou com feira de artesanatos e agroindústrias. 

A Caminhada na Natureza em Itaara reforçou o compromisso com a sustentabilidade, o fortalecimento da agricultura familiar e o turismo rural, mostrando que é possível aliar desenvolvimento econômico (ODS 8), preservação ambiental (ODS 11) e bem-estar social (ODS 3), em uma só caminhada. Na UFSM, a ação integra o Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), que objetiva investir esforços em prol do desenvolvimento com foco no turismo rural e sustentável da Região Central do Estado do Rio Grande do Sul. 

 

Confira algumas fotos da caminhada: 


Texto: Ezequiel Redin, Maria Francisca de Mello e Michele Hennig Vestena. 

Fotos: Ezequiel Redin; Michele Vestena. 

Revisão: Catharina Viegas de Carvalho, da Subdivisão de Divulgação e Editoração da PRE.

Projeto UFSM: Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER) – Eixo: Fomento ao turismo rural – Caminhada Internacional na Natureza.

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O II Fórum Municipal de Turismo de Santa Maria tem como objetivo discutir, trocar e compartilhar informações e experiências vivenciadas na área com a comunidade em geral e com as entidades e associações relacionadas, buscando a ampliação e fortalecimento do segmento no município.

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Na última quarta-feira (3), foi oficializada a doação de um acervo fílmico com mais de dois mil volumes, feita pelo festival Santa Maria Vídeo e Cinema (SMVC), ao Acervo Artístico da Universidade, para a coleção da Filmoteca UFSM. A assinatura do termo de doação ocorreu durante um evento no auditório do prédio 67, que marcou a retomada das atividades do Cineclube da Boca, bem como o lançamento das novas identidades visuais do Cineclube e da Filmoteca (ver imagem abaixo), desenvolvidas pelo designer gráfico Luciano do Monte Ribas. 

Também estiveram presentes o diretor do SMVC, Luiz Alberto Cassol, a vice-reitora, Martha Adaime, o idealizador do projeto, Gilvan Veiga Dockhorn, e a coordenadora de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), Vera Lucia Portinho Vianna.

O trabalho para tornar a Filmoteca UFSM uma realidade vem desde o ano passado, quando os 2.278 exemplares físicos, com os audiovisuais que concorreram ao festival entre 2002 e 2012, além de documentos históricos e gráficos, que registram a memória dessas edições, foram levados ao espaço do Acervo Artístico. Desde então, alunos e professores do curso de Arquivologia se juntaram ao projeto, idealizado pelo programa de extensão do Cineclube da Boca, em parceria com a Coordenadoria de Cultura e Arte da PRE, e se dedicam a organizar e catalogar os materiais recebidos. O objetivo é disponibilizá-los à comunidade no futuro.

Primeiros passos

Das várias atividades desenvolvidas pelo programa do Cineclube da Boca, com destaque para as sessões (que ocorrem toda quarta-feira, às 19h, no auditório do prédio 67), a Filmoteca da UFSM surge como mais uma forma de dispor ao público os conteúdos audiovisuais locais e regionais. Ao todo, o acervo deve somar mais de três mil obras, pois além das doações físicas, o diretor do SMVC, Luiz Alberto Cassol, também ofertou os arquivos digitais dos concorrentes das edições de 2018 a 2023 do festival. Produtores locais, como o especialista em cinema Luiz Carlos Grassi, também cederam sua filmografia para integrar a coleção.  

A Filmoteca já está na primeira fase de atividade, que consiste na organização de todo o material doado. O trabalho começou no ano passado, com o transporte do acervo, até então armazenado no subsolo da Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (Cesma), para a UFSM, realizado pela equipe do Acervo Artístico. Depois, foi a vez de mais de 20 estudantes e professores do curso de Arquivologia começarem a separar fitas VHS, CDs, DVDs e mini DVDs, e criar uma listagem com o registro de cada item. A tarefa foi uma parceria entre as disciplinas de “Arquivo, Memória e Patrimônio” e “Ações Patrimoniais em Acervos”, ministradas pelos professores Sônia Constante, Jorge Cruz e Fernanda Pedrazzi.

Planos para o futuro  

Por enquanto, os filmes estão sendo exibidos somente nas sessões semanais do Cineclube, ainda que a ideia do criador e coordenador do programa, Gilvan Veiga Dockhorn, seja disponibilizá-los para a comunidade em geral, independente do vínculo com a Universidade. Porém, ele estima que o processo de catalogação e digitalização dos itens será longo, mas valerá a pena, pois dará início a uma série de novos projetos. Gilvan conta que pretende exibir os filmes em eventos, escolas e começar uma distribuidora de conteúdos. 

Outro projeto de expansão é a conquista de um espaço exclusivo para a Filmoteca, que atualmente está alocada dentro do Acervo Artístico da UFSM, no prédio da Biblioteca Central. O professor também quer buscar bolsistas e colaboradores para montar uma estrutura com computadores e fones de ouvido, que permitam ao usuário escolher o que assistir a partir de um sumário, organizado por temáticas, como questões de gênero, meio ambiente, dentre outras. Realizar amostras para circular também os documentos históricos e gráficos recebidos do SMVC é outra ideia.

História do Cineclube 

O Cineclube da Boca, ao qual a Filmoteca é vinculada, iniciou como um projeto de extensão em 2016 e se tornou um programa extensionista a partir de 2020. Vinculado ao Departamento de Turismo da UFSM, retoma uma tradição de longa data em Santa Maria: os cineclubes. Segundo Gilvan, esse histórico da cidade começa nos anos 50, com o Clube de Cinema, fundado em 1951 pelo jornalista, escrivão, cronista, ator e diretor de teatro Edmundo Cardoso. 

A história continua no final dos anos 70, com o surgimento do cineclube Lanterninha Aurélio, fundado pela Cesma. Depois, nos anos 90, com o Otelo Cineclube, criado pelo Sindicato dos Bancários de Santa Maria e Região. Também se perpetua no novo milênio com o Cineclube Unifra, da Universidade Franciscana, criado em 2003 e extinto em 2011. Hoje, a instituição continua o legado através do Cineclube Odysseia. 

Seguindo a tradição de todas essas atividades do passado, o Cineclube da Boca busca se reunir semanalmente, não apenas para assistir, mas também se apropriar das produções audiovisuais locais e regionais. “Nós temos uma produção grande de cinema que não chega ao público e a função do cineclube é primeiro fazer chegar essa produção ao público e segundo criar um espaço onde as pessoas possam fruir dessa produção cultural”, destaca Gilvan. 

Texto: Julia Weber, acadêmica de Jornalismo, estagiária da Agência de Notícias
Fotos: Fernanda Pedrazzi/Arquivo pessoal
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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Os 9 volumes cumprem a necessidade de estruturação do sistema de turismo na Quarta Colônia

 

Em busca de contribuir com o desenvolvimento do território do Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO, principalmente, com o desenvolvimento turístico, a UFSM, ainda em 2022, assinou o Acordo de Cooperação Técnica entre a UFSM, o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (CONDESUS) e os representantes das prefeituras dos nove municípios para elaboração dos Planos Regional de Turismo (PRT) do território. O evento, na época, contou com a participação do Secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub.

Para a consolidação do PRT no Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO, inicialmente, foram elaborados os Planos Municipais de Turismo (PMT) de cada um dos nove municípios (Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma, Pinhal Grande, Restinga Sêca, São João do Polêsine e Silveira Martins), resultantes de um processo de pesquisa dos atrativos turísticos e de serviços disponíveis no território. No contexto turístico regional, a elaboração do PMT cumpre a necessidade de estruturação do sistema de turismo para sua efetiva realização.

Nesse processo, essa aliança permitiu que o planejamento turístico regional caminhasse de forma articulada e com estratégias para o desenvolvimento do turismo de acordo com a realidade de cada município junto às administrações municipais. 

[caption id="attachment_9978" align="alignright" width="696"] Coube à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) o papel de reunir lideranças públicas do setor de turismo[/caption]

Coube à Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) o papel de reunir lideranças públicas do setor de turismo para construir, de modo participativo, os PMT juntamente ao seu alicerce regional, o PRT. A equipe foi composta por docentes e estudantes da UFSM ligados aos cursos de Turismo e Geografia, liderada pelos professores Caroline Ciliane Ceretta e Adriano Severo Figueiró, com apoio da Técnica em Turismo Bibiana Schiavini Gonçalves Toniazzo, que atua na Subdivisão de Geoparques da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM (PRE/UFSM), do CONDESUS e dos dirigentes/coordenadores de Turismo representantes dos nove municípios da região. Ainda, a finalização dos nove volumes ficou a cargo das alunas de Pós-Graduação da UFSM, Camila Steinhorst e Paola Goulart, custeada por recursos próprios da PRE/UFSM.

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