UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 13 Mar 2026 23:19:44 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/02/04/departamento-de-engenharia-e-tecnologia-ambiental-da-ufsm-fw-recebe-pesquisadores-da-ufrj Wed, 04 Feb 2026 13:00:17 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71950

[caption id="attachment_71951" align="alignright" width="506"] Pesquisadores conheceram laboratório da UFSM/FW[/caption]

Na última terça-feira (3), o Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental do 55BET Pro da UFSM Frederico Westphalen recebeu a visita de docentes e pesquisadores vinculados à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O encontro teve como objetivo fortalecer parcerias nas áreas de ensino, pesquisa e extensão.

A visita foi articulada a partir de contato prévio entre os docentes das duas instituições, motivado pelo interesse dos visitantes em conhecer os cursos e as pesquisas desenvolvidas na área das engenharias, com ênfase na Engenharia Ambiental e Sanitária da UFSM/FW. Durante agenda no Rio Grande do Sul, o grupo aproveitou a oportunidade para conhecer o 55BET Pro e dialogar sobre possibilidades de cooperação acadêmica.

Na ocasião, docentes da UFSM/FW apresentaram as atividades desenvolvidas nos cursos de graduação e pós-graduação, bem como os projetos em andamento nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. O encontro também possibilitou a troca de experiências e a aproximação entre as equipes das duas universidades.

Participaram da visita a professora Raquel Massad Cavalcante, coordenadora do curso de Engenharia Química Noturno da UFRJ e professora do PPG em Engenharia Ambiental e em Engenharia de Processos Químicos e Bioquímicos; Henrique Plaudio Gonçalves Rangel, engenheiro químico da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia; e Rinaldo Farias da Luz, pesquisador de pós-doutorado do Programa de Engenharia Ambiental da UFRJ. Todos fazem parte do Grupo de Integração de Processos Químicos (GIPQ).

Entre os encaminhamentos discutidos estão a realização de projetos conjuntos, a participação em bancas acadêmicas, a oferta de cursos e atividades formativas, além do intercâmbio de conhecimento entre docentes e estudantes. A proposta é estabelecer um fluxo de contato entre a UFRJ e a UFSM/FW, fortalecendo a integração institucional e ampliando as oportunidades de cooperação científica.

Texto: Sabrina Santana Lins, bolsista da Assessoria de Comunicação da UFSM/FW
Revisão: Gracieli Fernandes, Divisão de Divulgação Institucional da UFSM/FW
Foto: Divulgação

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/11/17/seminario-de-pesquisa-de-enfermagem-e-saude-do-trabalhador-acontece-em-dezembro Thu, 17 Nov 2022 13:10:14 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60499

O Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde do Trabalhador, Trabalho e Bem-estar da UFSM divulga o I Seminário de Pesquisa de Enfermagem e Saúde do Trabalhador, com a  temática “Tema emergentes em saúde do trabalhador".  O evento ocorrerá em parceria com o Grupo de Pesquisa Enfermagem e Saúde do Trabalhador da Escola de Enfermagem Anna Nery, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, nos dias 5 e 6 de dezembro, no formato online, sem necessidade de inscrição prévia. 

As submissões de resumos científicos estão abertas até o dia 18 de novembro de 2022. Serão aceitos projetos de pesquisa de trabalho de conclusão de curso e especialização, mestrado, doutorado e projetos isolados, concluídos ou em andamento. As submissões podem ser feitas através do formulário.

Informações sobre a programação e normas de submissão de resumos podem ser encontradas no site.

Mais informações podem ser obtidas no instagram @gest.ufsm.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/05/03/um-novo-reptil-de-225-milhoes-de-anos-do-brasil Tue, 03 May 2022 17:13:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=58441

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, do Museu Nacional da UFRJ, da Universidade Regional do Cariri, da Universidade Federal do Pampa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da COPPE/UFRJ apresentaram um estudo de revisão sobre um pequeno réptil denominado Faxinalipterus minimus, proveniente de rochas do Triássico (cerca de 225 milhões de anos atrás) do Rio Grande do Sul.

Faxinalipterus foi descrito há mais de uma década (2010), sendo atribuído ao grupo Pterosauria, que reúne os primeiros vertebrados a desenvolverem o voo ativo. Originalmente, o fóssil de Faxinalipterus era composto por ossos do esqueleto pós-cranial e por uma parte do crânio (uma maxila com dentes), encontrados separadamente em duas expedições de campo, ocorridas em 2002 e 2005, no sítio fossilífero Linha São Luiz, localizado no município de Faxinal do Soturno. Assim, não era possível afirmar com certeza se todas as partes pertenceriam a um mesmo tipo de animal. Apesar disso, assumiu-se na época que todos os ossos pertenciam a uma única espécie, denominada Faxinalipterus minimus

A nova análise de Faxinalipterus, permitiu estabelecer de fato que existiam ali duas espécies distintas. Ou seja, a maxila pertenceria a outro animal. Isso foi possível com base na comparação com um novo fóssil encontrado recentemente no mesmo sítio Linha São Luiz. O novo fóssil é composto por um crânio incompleto, cuja maxila exibe as mesmas feições da maxila atribuída a Faxinalipterus, além de partes da mandíbula, partes de uma escápula e de vértebras. A maxila de Faxinalipterus, pode, então, ser incorporada à descrição do novo fóssil que recebeu o nome Maehary bonapartei. O estudo foi publicado em destaque pela revista PeerJ.

“Sempre houve uma grande dúvida se os dois exemplares atribuídos ao Faxinalipterus representavam uma mesma espécie, e se esta se tratava de um réptil alado” comentou Alexander Kellner, especialista em pterossauros que atualmente dirige o Museu Nacional/UFRJ. Tendo examinado o exemplar logo após a publicação em 2010, ele viu que diversos ossos poderiam estar mal identificados e a falta de características diagnósticas dos pterossauros, entre elas a ausência de feições específicas no úmero (osso do braço), como uma projetada crista deltopeitoral, que é típica dos pterossauros. Borja Holgado do Institut Català de Paleontologia Miquel Crusafont (Barcelona, Espanha) também especialista em pterossauros e atualmente pesquisador da Universidade Regional do Cariri (Ceará), analisou o material e concordou com as conclusões iniciais. "Estava claro para mim que se trata de um réptil primitivo que não pertencia aos pterossauros, pois não apresentava nenhuma feição inequívoca dessa linhagem" esclarece Holgado, para logo apontar: "Mas também o conhecimento presente das faunas de finais do Triássico indica que a disparidade de animais da época na qual datam os primeiros pterossauros era tão grande que encontram-se animais que à primeira vista poderiam lembrar pterossauros, mas realmente não são. Isso foi o que aconteceu com Faxinalipterus e Maehary ".

[caption id="attachment_58443" align="alignleft" width="661"] Crânio do Maehary[/caption]

“O material no qual o Faxinalipterus é baseado, é muito frágil e muito incompleto. Além disso, partes dos ossos estavam encobertas por rocha, necessitando uma preparação mais detalhada” comentou Cesar Schultz, da UFRGS, e um dos autores do trabalho de 2010 e da nova pesquisa que acaba de ser publicada. 

A preparação do material original requereu muita experiência, e foi realizada no Museu Nacional. “Felizmente tivemos a possibilidade de fotografar em detalhe todo o exemplar”, salientou Orlando Grillo, que teve o cuidado de reproduzir em forma de desenhos cada detalhe anatômico dos ossos de Faxinalipterus.

Foi com ajuda de um tomógrafo que o enigma foi sendo revelado. “A tomografia computadorizada tem sido uma ferramenta cada vez mais utilizada nos estudos paleontológicos” destaca Ricardo Lopes da COPPE/UFRJ. “É uma análise não-destrutiva que permite a visualização de detalhes anatômicos ainda recobertos pela rocha sedimentar onde o fóssil está preservado” complementa Olga Araújo, também da COPPE.

“No trabalho original de 2010, verificamos que os dentes presentes na maxila de Faxinalipterus eram muito espaçados entre si, o que é uma característica de pterossauros primitivos do Triássico. Porém, a tomografia da maxila demonstrou que os dentes não eram separados, pois muitos dentes haviam sido perdidos na fossilização. Com isso, o padrão da dentição e o próximo espaçamento entre os alvéolos (cavidades onde os dentes se inserem) não eram condizentes com pterossauros,” destaca Marina Soares. 

Após estes estudos, ainda pairava a dúvida sobre quem era, afinal, Faxinalipterus. A solução veio a partir do achado de um novo exemplar que havia sido coletado na mesma região de onde vieram os exemplares de Faxinalipterus. “Coletas sistemáticas têm sido realizadas pelo Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa) da UFSM, revelando uma série de novas espécies fósseis para o Triássico do Rio Grande do Sul” comentou Flávio Pretto. No sítio fossilífero Linha de São Luiz, no município de Faxinal do Soturno, já foram encontrados diversos fósseis, como parentes próximos dos mamíferos, dinossauros e outros répteis. A região onde foram realizadas as escavações fica localizada no território do Geoparque Quarta Colônia Aspirante UNESCO.

“Quando tivemos acesso ao estudo que estava sendo desenvolvido pela equipe do Museu Nacional, ficou claro que a maxila, até então referida à Faxinalipterus, era muito similar ao material que a gente estava estudando,” complementou Leonardo Kerber. “Definitivamente não se tratavam de exemplares de um pterossauro,” reforçou Felipe Pinheiro, da UNIPAMPA, pesquisador também especialista em répteis alados.

Usando uma base de dados anatômicos, a equipe estabeleceu que Faxinalipterus estaria proximamente relacionado aos lagerpetídeos, um ramo considerado como grupo-irmão de Pterosauria em estudos mais recentes. Juntos, lagerpetídeos e pterossauros formam um grupo mais abrangente denominado Pterosauromorpha. Neste contexto, a nova espécie Maehary bonapartei foi posicionada como o membro mais primitivo dentro de Pterosauromorpha. "Isto é, Faxinalipterus e Maehary não são pterossauros, porém são aparentados a eles. Especialmente Maehary se configura como um elemento-chave na elucidação de como as características anatômicas foram evoluindo ao longo da linhagem dos pterossauromorfos até os pterossauros propriamente ditos, totalmente adaptados ao voo", pontua Rodrigo Müller. "Essas espécies, com um comprimento estimado em 30 cm para Faxinalipterus e 40 cm para Maehary, demonstram a importância de prosseguir as coletas de fósseis nessa região".

O nome do gênero da nova espécie vem de Ma'ehary, uma expressão do povo originário Guarani-Kaiowa, que significa “quem olha para o céu” em alusão à sua posição na linha evolutiva dos répteis, sendo o mais primitivo dos Pterosauromorpha, grupo que inclui os tão fascinantes pterossauros. O nome específico é uma homenagem ao principal pesquisador de vertebrados fósseis da Argentina, José Fernando Bonaparte (1928-2020), falecido recentemente, e que atuou ativamente junto com paleontólogos brasileiros em afloramentos do Rio Grande do Sul, na coleta e descrição de muitos vertebrados extintos que viveram durante o período Triássico, incluindo Faxinalipterus.

Agora os pesquisadores seguem em busca de novos achados que ajudem a entender como sugiram as primeiras formas desse tão fascinante grupo, os pterossauros.

 

Texto: Alexander W.A. Kellner, Borja Holgado, Orlando Grillo, Flávio Augusto Pretto, Leonardo Kerber, Felipe Lima Pinheiro, Marina Bento Soares, Cesar Leandro Schultz, Ricardo Tadeu Lopes, Olga Araújo e Rodrigo Temp Müller
Ilustração: Marcio L. Castro

Foto: Rodrigo Temp Müller

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/06/06/edicao-do-universidade-em-quadrinhos-na-ufsm-segue-ate-esta-quinta-6 Thu, 06 Jun 2019 11:05:40 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=48021 [caption id="attachment_48022" align="alignright" width="473"]Foto colorida horizontal mostra três pessoas falando ao público em um auditório Abertura do evento, na quarta (5), reuniu os organizadores[/caption]

A segunda parte do Universidade em Quadrinhos (UeQ) começou nesta quarta (5) e segue até o final da tarde desta quinta-feira (6), no auditório do Colégio Politécnico. O evento é uma ação conjunta do Departamento de Difusão Cultural da UFRGS e do Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM, com apoio da Avec Editora e da Terra X Comics. A primeira parte do evento ocorreu no início do mês passado, na UFRGS, em Porto Alegre.

Pesquisadores, ilustradores, roteiristas e editores se reúnem nestes dois dias para debater a produção, a pesquisa em quadrinhos no Brasil e a forma como as HQs se inserem nos meios. O evento tem organização de Maria Clara Carneiro e Enéias Tavares, professores do curso de Letras da UFSM, e de Lielson Zeni (UFRJ).

De acordo com Enéias, o UeQ nasceu a partir do contato com os outros dois organizadores. “Além de estudarmos a história em quadrinhos, somos também leitores e criadores de HQs. Por isso, achamos interessante promover esse espaço para entendermos ainda mais sobre esse universo”, ressalta o professor.

O evento tem como objetivo discutir o que é feito na Universidade enquanto pesquisa da produção de quadrinhos, que envolve tanto a produção independente quanto a comercial, abordando essas questões de maneira aberta, lúdica e instrutiva, tanto para alunos quanto para a comunidade em geral.

O evento oferece certificado de 12 horas para os participantes que tiverem 75% de presença nas atividades.

Programação desta quinta-feira:

14h – Mesa 1 – “Escrever Quadrinhos”, com Lobo e Enéias Tavares. Mediação: Marcus Fontana;

15h30 – Mesa 2 – “Autopublicação de quadrinhos”, com Andrio Santos, Jéssica Lang, Byrata e Brasiliano. Mediação: Marília Barcelos;

17h – Coffee Break;

17h30 – Mesa 3 – “Dissecando ‘Copacabana'”, com Lobo. Mediação: Enéias Tavares e Bianca Zasso.

Texto e foto: Pablo Iglesias, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias

Edição: Ricardo Bonfanti

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Arte com as mesmas informações constantes no textoO Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais terá sua aula inaugural, intitulada “Os desafios da ciência e tecnologia nacional e as mudanças no sistema de avaliação da Capes”, ministrada pelo professor Luis Manuel Fernandes, na quarta-feira (8), às 9h, no auditório do CCSH, localizado no prédio 74C do campus sede da UFSM. As inscrições são gratuitas e serão feitas no evento, com a participação valendo três horas de ACG.

Luís Manuel Fernandes é coordenador da Área de Ciência Política e Relações Internacionais, membro do Conselho Técnico-Científico e Conselho Superior da Capes. Atualmente é professor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e professor adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Além disso, já atuou como presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), de 2007 a 2011, secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, de 2004 a 2007, e diretor científico da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), de 1999 a 2002.

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