UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sat, 07 Mar 2026 23:42:58 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/06/26/nova-acao-de-vacinacao-contra-a-gripe-sera-realizada-nesta-sexta-27-no-campus-sede-da-ufsm Thu, 26 Jun 2025 12:07:49 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69621

Após o sucesso da campanha realizada no dia 6 de maio, que resultou na imunização de 2.451 pessoas, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promove uma nova ação de vacinação contra a gripe. A atividade ocorre nesta sexta-feira, 27 de junho, a partir das 8h30min, no Centro de Convenções, no campus sede da UFSM.

A campanha tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal da comunidade universitária e da população em geral, especialmente diante do aumento dos casos de doenças respiratórias com a chegada do inverno.

Podem se vacinar todas as pessoas com 12 anos ou mais. É necessário apresentar documento de identificação com foto.

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No dia 10 de abril, quarta-feira, das 10h às 12h, o ambulatório da fisioterapia no Hospital Veterinário Universitário da UFSM será o local de aplicação da vacina contra Influenza. As doses estarão disponíveis apenas para aqueles que se inscreveram e constam na lista prévia.

Para receber a vacina, é necessário apresentar a carteira de vacinação e um documento de identidade. Além disso, alguns requisitos devem ser atendidos:

  • Não ter contraído dengue ou covid nos últimos 30 dias.
  • Não estar com febre no momento da vacinação.
  • Gestantes e puérperas são consideradas grupo prioritário e devem se vacinar.

A vacinação contra Influenza é uma medida importante para a proteção contra essa doença viral respiratória, especialmente em períodos sazonais de maior circulação do vírus.

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A vacina contra a Influenza estará disponível para os professores, profissionais de saúde, residentes, bolsistas e estagiários que executam atividades no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Santa Maria (HVU).

Para os interessados que estão vinculados ao HVU, é necessário deixar seus dados com a colega Leila na recepção do hospital, até hoje, quarta-feira, 27 de março de 2024. A vacinação está prevista para ocorrer na primeira quinzena de abril.

Os requisitos para receber a vacina são:

  • Não ter tido dengue ou covid nos últimos 30 dias;
  • Não estar febril;
  • Gestantes e puérperas devem se vacinar, pois são consideradas grupo prioritário.

A data específica da vacinação será informada através do mesmo veículo de comunicação utilizado para divulgação inicial. Essa iniciativa visa proteger a saúde dos profissionais que atuam no HVU, contribuindo para a prevenção de doenças, especialmente durante períodos sazonais de risco como o da Influenza.

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A vacina contra a Influenza estará disponível para os professores, profissionais de saúde, residentes, bolsistas e estagiários que executam atividades no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Santa Maria (HVU).

Para os interessados que estão vinculados ao HVU, é necessário deixar seus dados com a colega Leila na recepção do hospital, no turno da manhã, até quarta-feira, 27 de março de 2024, às 12h. A vacinação está prevista para ocorrer na primeira quinzena de abril.

Os requisitos para receber a vacina são:

  • Não ter tido dengue ou covid nos últimos 30 dias;
  • Não estar febril;
  • Gestantes e puérperas devem se vacinar, pois são consideradas grupo prioritário.

A data específica da vacinação será informada através do mesmo veículo de comunicação utilizado para divulgação inicial. Essa iniciativa visa proteger a saúde dos profissionais que atuam no HVU, contribuindo para a prevenção de doenças, especialmente durante períodos sazonais de risco como o da Influenza.

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Na próxima segunda-feira (12) a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) e Centro de Ciências da Saúde (CCS) promovem uma ação de vacinação contra a Covid-19 no campus sede da UFSM.

A vacinação será no Hall do Centro de Convenções, das 8h às 12h, apenas para pedestres. 

Serão disponibilizadas doses Pfizer para os seguintes grupos:

- Pessoas de 18 anos ou mais (1ª dose);
- Pessoas de 18 anos ou mais que receberam a 1ª dose até 17/10 (2ª dose);
- Pessoas de 18 anos ou mais que receberam a 2ª dose até 17/08 (3ª dose);
- Pessoas de 40 anos ou mais que receberam a 3ª dose até 17/08 (4ª dose);
- Trabalhadores da saúde que receberam a 3ª dose até 17/08 (4ª dose);
- Pessoas de 18 a 39 anos com comorbidade que fizeram a 3ª dose até 17/08 (4ª dose)

Cuidados para evitar agravamento do quadro epidemiológico da Covid-19

Para assegurar a boa saúde de todos e evitar o agravamento do quadro epidemiológico, a UFSM recomenda para a comunidade acadêmica:

  1. Manutenção da vacinação contra a Covid-19 em dia;
  2. Automonitoramento de sintomas;
  3. Uso obrigatório de máscara de proteção facial bem ajustada ao rosto (com nariz e boca cobertos) por pessoas com sintomas respiratórios; 
  4. Uso de máscara de proteção facial bem ajustada ao rosto (com nariz e boca cobertos) em locais com baixa ventilação e/ou riscos de aglomeração;
  5. Ventilação constante de ambientes sempre que possível;
  6. Higienização constante das mãos e etiqueta respiratória.

Foto de capa: Rafael Happke

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A estudante do curso de jornalismo da UFSM, Samara Wobeto, foi a vencedora do Prêmio InfoVacina Trainee na categoria Reportagem Individual. A matéria Cobertura vacinal de gestantes no RS está abaixo da meta – e não é de hoje, de autoria de Samara, feita sob mentoria de Luís Felipe dos Santos (Aos Fatos) e publicada no Matinal, ficou em 1º lugar no programa de trainee da Agência Bori. 

O anúncio foi feito em cerimônia online na noite de ontem (5), marcando o encerramento do programa de mentoria jornalística InfoVacina Trainee 2022, para jovens repórteres, da Agência Bori, com apoio do Sabin Vaccine Institute e do Instituto Serrapilheira. Ao todo, foram inscritas 24 matérias produzidas por 15 participantes.

O júri foi composto por Yael Berman, repórter de fact-checking da Agence France-Presse (AFP); Fabiana Cambricoli, repórter especial do Estadão e Luís Fernando Correia, médico e colunista na CBN. Originalidade do conteúdo, extensão e complexidade da apuração e impacto social da informação foram levados em consideração na escolha das matérias ganhadoras.

Sobre o Infovacina Trainee

O InfoVacina Trainee 2022 é a segunda edição do programa de treinamento que foi criado em 2021 por conta da demanda de cobertura qualificada sobre vacinas na pandemia. O programa trata-se de uma mentoria online em jornalismo científico para estudantes de jornalismo e jovens repórteres com até 3 anos de experiência.

Ao todo, 15 jovens jornalistas de todas as regiões do Brasil tiveram a oportunidade de serem treinados por cinco jornalistas experientes e de produzir, com o aprendizado desta mentoria, reportagens sobre vacinas e imunização.

A primeira edição foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como exemplo de iniciativa inovadora em comunicação. 

Confira os ganhadores do prêmio InfoVacina Trainee:

Categoria Reportagem Individual
1º LUGAR - Samara Wobeto, mentorada por Luís Felipe dos Santos – com o texto Cobertura vacinal de gestantes no RS está abaixo da meta – e não é de hoje, publicado no Matinal
2º LUGAR - Bernardo Yoneshigue (O Globo), mentorado por Luiza Caires - com o texto Pouco conhecidos, centros vacinam vulneráveis, publicado no O Globo.
3º LUGAR - Yuri Eusébio, mentorado por Maria Carolina Santos – com o texto Itapissuma dá exemplo ao Brasil e vacina 100% das crianças contra a poliomielite, publicado no Marco Zero Conteúdo.

Categoria Reportagem Coletiva
1º LUGAR - Bernardo Yoneshigue (O Globo), Júnior Moreira Bordalo (TV Globo) e Milena Hildete (BandNews FM), mentorados por Luiza Caires. A matéria vencedora foi Da concepção ao envase: o Brasil pode desenvolver as próprias vacinas?, publicada no Jornal da USP.

 

Com informações da Agência Bori

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/08/19/turma-de-medicina-veterinaria-realiza-nova-acao-de-vacinacao-contra-raiva-no-proximo-final-de-semana-20-e-21 Fri, 19 Aug 2022 11:42:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59437

No próximo final de semana, nos dias 20 e 21 de agosto, estudantes de Medicina Veterinária da UFSM estarão realizando nova campanha de vacinação contra a raiva. Além de Santa Maria, nesta ação também serão atendidas as localidades de Itaara, Restinga Seca, Júlio de Castilhos, São Pedro do Sul, São João do Polêsine e Vale Vêneto.  

O valor da vacina é de R$15 por animal e R$18 se for em domicílio, conforme disponibilidade em cada município.

Mais informações e dúvidas sobre a vacinação podem ser conferidas no Instagram da campanha. 

Locais de Vacinação:

20 de agosto - sábado

Itaara - das 10h às 18h
Posto 1:Feirita (BR 392)
Posto 2: AgroPet (Av. Guilherme Kurtz)

Restinga Seca - das 10h às 18h
Posto 1: Praça do Triângulo
Posto 2: Antiga Prefeitura

Júlio de Castilhos - das 10h às 18h
Posto 1: Praça Manoel Alvarenga

São Pedro do Sul - das 10h às 18h
Posto 1: Praça Crescêncio Pereira

São João do Polêsine - das 9h às 17h
Posto 1: Praça Matriz

Vale Vêneto - das 9h às 12h
Posto 1 - Praça da Igreja Corpus Christi

21 de agosto - domingo

Santa Maria - das 10h às 18h
Posto 1: Bombeiros Camobi (Faixa Nova)
Posto 2: CRAS (Nova Santa Marta)
Posto 3: Bombeiros Centro (Rua Cel. Niederauer)

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O Centro de Eventos no 55BET Pro Sede da UFSM será ponto de vacinação contra a Covid-19 neste sábado (23), das 8h às 12h. As doses a serem aplicadas são da Astrazeneca.

Quem pode se vacinar:

  • 18 anos ou mais - regularização da situação vacinal (primeira, segunda ou doses de reforço);
  • 40 anos ou mais e profissional ou trabalhador da saúde mediante comprovação (quarta dose).
As pessoas devem comparecer com a carteira de vacinação e um documento com CPF e foto.
 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/quais-os-proximos-passos-da-vacinacao-contra-o-coronavirus Wed, 06 Jul 2022 12:17:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=9375 Das quatro ondas de infecções às quatro doses de vacina, foram muitos os acontecimentos ocorridos em mais de dois anos de pandemia do coronavírus. Segundo o consórcio de imprensa que reúne dados das secretarias estaduais de saúde, mais de 179 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose da vacina; mais de 167 milhões fizeram a segunda ou vacinas de dose única e mais de 100 milhões realizaram a terceira dose - o que, segundo o Plano Nacional de Imunização (PNI), corresponde atualmente ao ciclo básico de imunização contra o coronavírus.

As últimas mudanças do Ministério da Saúde em relação ao PNI incluíram a ampliação da terceira dose para adolescentes e da quarta dose para pessoas com idade a partir de 50 anos e uma dose adicional (quinta) para imunodeprimidos. A queda natural da imunidade seis meses após a vacina traz o questionamento sobre qual será o futuro da campanha de imunização.

Descrição da imagem: ilustração horizontal e colorida, em tons de azul e verde, de uma pessoa em uma estrada de terra no meio de uma paisagem. A estrada corta um gramado verde e desemboca no meio de duas montanhas. No meio das montanhas, ilustração de um frasco de vacina e uma seringa sobre uma estrela de doze pontas amarelo pastel. Na frente das montanhas, fileira de árvores do tipo pinheiros em tons de azul marinho e azul acinzentado. Sobre o gramado e ao lado da estrada, há uma placa de madeira em formato de flecha. O fundo é cinza.

Professor do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e um dos cientistas brasileiros que participaram no desenvolvimento da vacina de Oxford, Alexandre Schwarzbold apresenta duas hipóteses: a primeira seria realizar uma campanha de vacinação sazonal antes da chegada do inverno - período com maior incidência de vírus respiratórios, como a gripe (influenza A, B e C). A segunda é que, com a diminuição da circulação do vírus, a vacinação seja direcionada para perfis de risco como pessoas idosas e imunodeprimidas.

 

Ana Paula Seerig, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UFSM e Secretária Adjunta de Saúde de Santa Maria, acredita que a campanha de vacinação contra o coronavírus passe a ser realizada no mesmo formato da vacina para gripe. 

Apesar de ainda não haver um posicionamento do Ministério da Saúde para a criação de uma campanha anual, mudanças futuras são uma certeza para a secretária. Ela relata que, com tantas alterações no decorrer da campanha, até mesmo os profissionais da saúde ficaram perdidos. “A gente brinca que hoje [a campanha] está assim, mas até de noite ou amanhã pode mudar. Com tantas mudanças, nós que somos profissionais da saúde, que lemos todas as notas e informações, às vezes temos que parar e pensar no que está acontecendo”, destaca.

Pandemia e Endemia

A diminuição do número de óbitos e de novos infectados por meio da vacinação fez com que o termo pós-pandemia se tornasse corriqueiro. Essa nomenclatura gera um debate sobre se o momento vivido atualmente seria uma epidemia, endemia e até se a pandemia realmente ficou no passado.

 

Como Schwarzbold explica, pandemia é uma epidemia - quando uma doença atinge diferentes localidades em nível municipal, estadual e nacional - em escala global. Já a endemia é quando a doença está dentro do seu nível histórico, controlada e sem risco de sobrecarregar o sistema de saúde.

 

O que torna difícil “bater o martelo” sobre a atual situação da Covid-19 é o fato de que o estágio de combate ao vírus muda de forma significativa ao redor do globo. O professor contextualiza que, ao mesmo tempo em que a China apresenta baixos índices epidêmicos por manter sua política de “covid zero”, alguns países africanos seguem com baixa cobertura vacinal e um número elevado de novos casos.

 

O pesquisador analisa que o Brasil, assim como Portugal, Espanha, Itália e outros países europeus, vive uma fase de transição entre pandemia e endemia por conta da sua ampla cobertura vacinal. Schwarzbold explica que, apesar da taxa de transmissão ser baixa em comparação com os momentos mais severos da pandemia, ela continua alta em comparação com outras doenças. “Antes da epidemia, não havia um vírus que se transmitisse tanto entre as pessoas. É preciso um organismo internacional, como a OMS, para dizer que o mundo inteiro está em nível endêmico. Existem alguns indicadores que apontam para uma endemia, mas eles precisam se manter estáveis por muito tempo”, ressalta. 

Um exemplo de local com nível endêmico, segundo o pesquisador, seria o município de Santa Maria, onde a Covid-19 não gera sobrecarga no sistema de saúde e também não apresenta taxa de transmissão muito maior do que outros vírus causadores de doenças respiratórias. No entanto, o professor ressalta que a grande circulação viral que se mantém em determinados locais do mundo pode gerar novas variantes capazes de trazer de volta o cenário epidêmico à cidade.

Desigualdade e impactos na saúde pública

Independentemente da nomenclatura - pandemia, epidemia, endemia - o caminho para que o coronavírus fique definitivamente para trás é mais distante do que deveria para algumas pessoas por conta da desigualdade. Segundo dados do site Our World In Data, ligado à Universidade de Oxford, aproximadamente 80% da população de países considerados de alta renda receberam pelo menos uma dose da vacina. Em países classificados como baixa renda, menos de 18% da população já recebeu a primeira dose do esquema vacinal.

 

No entanto, não é preciso cruzar fronteiras internacionais para perceber essa desigualdade. De acordo com o Mapa da Vacinação, no estado de São Paulo, quase 90% da população acima de 18 anos já fez a dose de reforço, enquanto em Roraima essa taxa é inferior a 22%.

 

Em sua atuação na linha de frente contra o coronavírus, Ana Paula Seerig relata contrastes dentro do município de Santa Maria. “Quando a gente vai nas comunidades mais distantes ou que tem um acesso reduzido ao serviço de saúde, ainda vê pessoas que não fizeram nenhuma dose de vacina”, conta a secretária adjunta de saúde. 

 

Segundo ela, a falta de infraestrutura como transporte urbano e a vulnerabilidade socioeconômica são os principais fatores que dificultam o acesso à vacinação por pessoas de regiões periféricas do município, que possui baixa cobertura de atenção primária (ações do sistema de saúde que visam prevenir doenças).

Além da dificuldade de acesso, a população mais pobre sofre os efeitos da doença de forma mais severa. “Quanto maior a desigualdade social, maior o risco à saúde. Uma pessoa com covid em um ambiente familiar que permita o isolamento, acesso a uma máscara de qualidade, à alimentação e à hidratação adequada é diferente de um paciente com covid em uma casa de dois cômodos, em que não é possível fazer o isolamento”, destaca Ana Paula.

A secretária adjunta de saúde ressalta o maior custo gerado no tratamento de casos graves da doença e até mesmo casos de covid longa, cujas consequências ainda não são totalmente conhecidas. Como gestora da equipe de saúde de Santa Maria, ela cita atendimentos a pessoas que contraíram a doença no ano passado e ainda apresentam dificuldades respiratórias, perda de memória e de olfato e que ainda precisam ser atendidas pelo sistema de saúde.

Atualizações e novas ferramentas para enfrentar o vírus

Outra novidade a caminho é o processo de atualizações nas vacinas para abranger variantes que não existiam no início do seu desenvolvimento. O professor destaca que, com uma cobertura mais ampla das variantes e menor circulação viral, a imunidade coletiva se torna possível por meio da vacinação.

 

A ômicron é a variante para qual os pesquisadores têm focado seus esforços, pelo fato de atualmente ser a que mais escapa do controle vacinal - apesar de a vacinação prevenir casos graves, ela não possui a mesma eficiência para diminuir a transmissibilidade. Além disso, a variante tem pelo menos quatro subvariantes. Segundo Schwarzbold, todas apresentam nível de gravidade semelhante à ômicron. “A atualização da plataforma serve para a vacina chegar na frente do vírus, para que ele não tenha tempo para mutar e que não se replique em quantidade suficiente para criar variantes de risco”, afirma o docente.

 

Alguns imunizantes ainda aguardam a aprovação da Anvisa para ingressarem no Plano Nacional de Imunização, como a vacina da Clover Biopharmaceuticals, que contou com a participação da UFSM em seus testes. O professor aponta que há possibilidade de o plano de vacinação contar com oito a dez fornecedores de imunizantes distintos, o que amplia as ferramentas de combate ao vírus. A parceria da UFSM com a Clover será retomada para os testes de uma vacina destinada para crianças com menos de cinco anos - que não são contempladas atualmente pelo PNI.

Além das vacinas, a UFSM irá realizar teste de medicamentos para o tratamento do coronavírus ainda neste ano. Segundo o professor, os medicamentos em si ainda são segredos industriais de três empresas distintas. Um dos remédios será aplicado em pacientes com comorbidades logo no início da doença, com o objetivo de evitar que ela evolua para casos graves. Os outros dois serão utilizados para combater a doença em estágio grave.

Inovações criadas durante a pandemia

Se, por um lado, a pandemia foi um período de muitas adaptações, por outro, também trouxe muitos avanços no campo científico, que serão úteis para combater outras doenças. O primeiro a ser destacado por Schwarzbold são as vacinas genéticas, lançadas pela primeira vez no mercado após 20 anos de desenvolvimento em laboratórios.

 

De acordo com o pesquisador, a tecnologia inédita no desenvolvimento de vacinas apresentou grande eficácia e segurança e tende a se tornar cada vez mais comum. "A utilização dessas vacinas irá avançar muito. A Modena já está estudando aplicar a vacina genética para vários vírus. Nós vamos ver um avanço muito grande no controle das doenças virais nas próximas décadas”, destaca. A vacina contra a chikungunya é outra desenvolvida em plataforma genética e que já está disponível.

 

Uma das vacinas em desenvolvimento é para o vírus sincicial respiratório, que causa pneumonia em idosos e em bebês, além de ser um dos responsáveis pelo desenvolvimento de bronquiolite em recém-nascidos. Há também a vacina para a dengue, que a UFSM irá desenvolver juntamente com o Butantan. Outra imunizante que está em fase de desenvolvimento é para a prevenção de uma forma grave de herpes que pode causar meningite.

Outra mudança foi a consolidação da aplicação heteróloga (com diferentes imunizantes), como por exemplo, receber a vacina da Coronavac na primeira e segunda dose e a da Pfizer na terceira. Apesar de conhecido, o conceito ainda não havia sido posto em prática de forma sistemática. Schwarzbold conta que, antes das pesquisas, a própria comunidade científica tinha dúvida sobre as consequências dessa aplicação, como queda na eficácia ou até mesmo efeitos colaterais graves. No entanto, os resultados dos estudos descartaram essas hipóteses. “As aplicações heterólogas - imunização com diferentes imunizantes - são as mais eficientes. Para o coronavírus, essa aplicação já é recomendada por muitos programas de imunização, inclusive do Brasil”, destaca.

Expediente: Reportagem: Bernardo Salcedo, acadêmico de Jornalismo e voluntário; Design gráfico: Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista; Mídia social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário; Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Edição geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.]]>
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Nesta quinta-feira (2), a partir das 13h30, acontecerá uma ação de vacinação contra a gripe no 55BET Pro Sede da UFSM, no prédio 26F, de Odontologia.

A ação é voltada para os profissionais da educação (docentes e técnico-administrativos). No entanto, os demais grupos prioritários também podem se vacinar.

É necessário apresentar um documento de identificação que comprove o vínculo como profissional de educação.

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Candidatos(as) do SiSU que tiverem sua confirmação de vaga deferida precisarão prestar atenção em outros passos, antes do início do semestre letivo, que está programado para o dia 11 de abril, em conformidade com a Resolução UFSM N. 079/2022. Os(as) novos(as) acadêmicos(as) deverão seguir as orientações do e-mail de deferimento, para primeiro acesso ao Portal do Aluno com seu número de matrícula e para escolha de nova senha.


1) Comprovante de Vacinação contra Covid-19

No começo de abril, os(as) alunos(as) também deverão acessar o Portal e inserir foto ou cópia digitalizada do Comprovante de Vacinação contra Covid-19, ou print de tela gerado no aplicativo ConecteSUS, comprovando seu ciclo vacinal completo. A UFSM divulgará, em suas redes sociais e via e-mail, quando a funcionalidade estiver disponível no Portal do Aluno.

2) Acesso presencial à UFSM

Será cobrado dos(as) acadêmicos(as), ao ingressarem nas áreas físicas da UFSM, que usem máscara, mantenham o distanciamento social adequado e façam a higiene recomendada das mãos, de acordo com as normas de biossegurança em vigor.

3) Matrícula em Disciplinas

Tradicionalmente, a matrícula dos(as) calouros(as) é realizada de forma automática em todas as disciplinas do primeiro semestre do curso. Cabe aos(às) alunos(as) entrar em contato com a Coordenação ou Secretaria de Curso para obter informações sobre como realizar ajustes desejados, seguindo os prazos do Calendário Acadêmico.

Neste semestre de retorno às atividades acadêmicas presenciais, os(as) alunos(as) poderão encontrar em sua grade curricular disciplinas ofertadas de forma presencial, virtual ou híbrida (adotando um percentual de aulas a distância). Cabe aos(às) acadêmicos(as) informarem-se no site de seu curso a respeito de como cada disciplina será ministrada:

  • quais ambientes virtuais de ensino e aprendizagem serão utilizados (Moodle, Google Classroom e outros);
  • qual percentual de carga horária a distância será ministrado na disciplina, se for o caso;
  • quais formas de interação e interatividade entre docentes e estudantes serão utilizadas;
  • que outros recursos educacionais serão empregados (softwares, aplicativos, métodos, sites);
  • a previsão de aulas síncronas e/ou assíncronas;
  • os critérios de avaliação da disciplina;
  • a atuação de tutor(a) como mediador(a) do processo de ensino e aprendizagem na disciplina, se for o caso.

Os(as) estudantes também encontrarão, no site do curso, informações sobre o Projeto Pedagógico do Curso (PPC), sobre a sequência aconselhada de disciplinas a ser seguida e sobre quais os prazos para finalização do curso.


4) Solicitação de Benefício Socioeconômico (BSE) e acesso a Moradia Estudantil e Restaurante Universitário (RU)

Os(as) acadêmicos(as) deverão acompanhar, no site da Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), orientações sobre como solicitar o Benefício Socioeconômico (BSE) e acessar vários direitos do(a) estudante, como moradia estudantil, Restaurante Universitário, bolsa-transporte e auxílio inclusão digital.

Os editais da PRAE informam a respeito das análises, auditorias, entrevistas e/ou verificações adotadas pela Pró-reitoria para concessão do BSE. Outras informações sobre os benefícios podem ser obtidas através dos emails prae@55bet-pro.com e  secretariaprae@55bet-pro.com, do site 55bet-pro.com/prae ou por meio da página facebook.com/prae.ufsm

Informações: PROGRAD

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Nesta quinta-feira (17), das 8h ao meio dia, haverá vacinação no campus da UFSM Santa Maria para pessoas com atraso vacinal (2ª dose), dose de reforço e pessoas com 12 anos ou mais (1ª dose).

Quem pode ser vacinado:

– Pessoas que estão com a 2ª dose da vacina em atraso e receberam a 1ª dose até 21/12 (exceto Janssen)
– Dose de reforço para quem fez 2ª dose até 21/10 (para pessoas com 18 anos ou mais)
– Dose de reforço para imunossuprimidos vacinados até 21/10 (para pessoas com 18 anos ou mais)
– Pessoas de 12 anos ou mais (1ª dose)

A vacinação será no Centro de Eventos da UFSM (para pessoas com veículos). É preciso  levar carteirinha de vacinação, documento com foto e CPF.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/tive-contato-com-alguem-que-testou-positivo-para-o-coronavirus-e-agora Wed, 09 Feb 2022 12:23:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=8976 A circulação da variante ômicron causou uma explosão de novos casos de Covid-19 no Brasil. Mais transmissível e menos letal - também por conta  do avanço da vacinação - ela tem um período de transmissão menor do que outras variantes, como a delta. Somado a isso, o país sofre uma escassez de testes e, consequentemente, nem todos os casos suspeitos passam pelo diagnóstico laboratorial. A falta de testes e de orientações sobre o isolamento geram dúvidas nas pessoas que suspeitam da infecção, seja por identificar sintomas ou por ter tido contato com alguém que testou positivo para a doença.

 

O médico infectologista e docente na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Alexandre Vargas Schwarzbold, afirma que o primeiro passo após a exposição ao vírus é o isolamento imediato e a testagem, se for possível.

Descrição da imagem: Ilustração horizontal e colorida de um homem de pele parda, em retrato, pensativo. Ele tem olhos escuros, cabelos ondulados e na cor preta, veste camiseta bordô. Ao lado, na direita da imagem, balão de pensamento na cor branca. Dentro do balão, está o homem, de perfil, ao lado de uma mulher de pele parda, cabelos escuros em corte channel, que veste blusa lilás; da boca dela saem microorganismos na cor verde. Abaixo do balão, três pontos de interrogação na cor marrom claro. O fundo é azul claro,

O que é considerado ter contato com um caso positivo para a Covid-19?

A Secretária Estadual de Saúde considera que uma pessoa teve contato próximo se atender aos seguintes critérios:

• Presença no mesmo ambiente fechado (sala, dormitório, veículo de trabalho, entre outros);

• Período de convivência superior a 15 minutos;

• Sem o distanciamento interpessoal de no mínimo 1,5 metro;

• Sem o uso de máscara ou uso incorreto.

Quanto tempo devo permanecer em isolamento?

O tempo mínimo de isolamento de pacientes confirmados com Covid-19 e que estejam com o esquema vacinal completo é de sete dias no Rio Grande do Sul, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. O período deve ser contado a partir do início dos sintomas ou da data de realização do teste, para casos assintomáticos. Para pessoas com o status vacinal incompleto ou que não tomaram nenhuma dose do imunizante, a recomendação é que façam dez dias de isolamento.

 

Se a pessoa teve contato com alguém que testou positivo, a recomendação é se isolar, mesmo que não apresente sintomas. No caso de quem desenvolve sintomas, deverá permanecer em isolamento por sete dias, desde que, no final deste prazo, não tenha dificuldades respiratórias, febre e uso de antitérmicos há pelo menos 24 horas. Se os sintomas permanecerem no sétimo dia ou o teste continuar com resultado positivo, o prazo deve ser estendido para dez dias.

 

Para os assintomáticos, caso não seja possível realizar o exame por conta da escassez de testes na rede pública de saúde, a recomendação é cumprir a quarentena de pelo menos uma semana. Nos dias seguintes, é importante reforçar as medidas de prevenção como o uso de máscara PFF2 em período integral e evitar qualquer tipo de aglomeração e contato com pessoas de risco, como idosos, pessoas com comorbidades e pessoas imunossuprimidas.

Infográfico vertical e nos tons preto, cinza, branco e detalhes em lilás e verde marinho. No centro superior da imagem, em preto e caixa alta, o título "Tive contato e agora?". Abaixo, dois boxes verticais com fundo preto e texto em branco. Acima do box da esquerda, desenho de homem de pele branca, cabelos pretos, usa máscara e está com a mão por cima da boca, e veste camiseta lilás. O da direita também tem pele branca, cabelos pretos e curtos, usa máscara e veste camiseta verde água. No box da esquerda, os textos: "Sintomáticos", "Realizar teste entre o 3º e o 5º dia de sintoma"; "Sete dias de isolamento, desde o início dos sintomas +24 horas sem sintomas" e "10 dias de isolamento se persistirem os sintomas". No box da direita, os textos "Assintomáticos"; "Sete dias de isolamento, sem necessidade de teste". Abaixo do box da direita, outro box com fundo branco e texto em preto: "Pessoas com o esquema vacinal incompleto: 10 dias de isolamento +24 horas sem sintomas". O fundo é cinza com textura de desenhos da molécula de coronavírus.

Quanto tempo devo esperar para realizar o teste?

O infectologista Alexandre Schwarzbold destaca que a testagem é uma ferramenta essencial para detectar e controlar a circulação do vírus, mas reforça a importância de realizar o exame no momento adequado para evitar o resultado “falso negativo”, comum nos testes rápidos de antígenos (feitos em farmácia) quando feitos precocemente. Dessa forma, o período ideal para coleta do exame laboratorial é entre o 3° e 5° dia de sintomas devido à maior atividade viral no organismo. O tempo para a manifestação dos sintomas pode variar de um a cinco dias a partir do contato.

Estou com sintomas de Covid, posso me vacinar?

Pessoas que apresentam sintomas da Covid-19 ou que testaram positivo devem adiar a vacinação em quatro semanas. É preciso garantir que ocorra a recuperação completa do sistema imunológico.

 

Os quadros de infecção - como os de gripe ou Covid-19 - estimulam a produção de anticorpos que têm a função de proteger o organismo e essas substâncias podem interferir nas respostas do corpo às vacinas, além de causar uma sobrecarga no sistema imune. A orientação vale para todas as doses do esquema vacinal.

Atenção para casos de influenza

Além da Covid-19, outro vírus que tem gerado preocupação nesse momento é o H3N2, um subtipo do vírus da gripe. O novo surto de influenza pode dificultar a identificação de casos, por apresentar sintomas semelhantes aos do coronavírus. 

 

Portanto, se o resultado do teste para Covid for negativo e os sintomas gripais como dor de garganta, tosse e coriza permanecerem, deve-se fazer o isolamento de sete dias, já que pode se tratar de um caso de Influenza H3N2. Não é recomendada a testagem do vírus da gripe para casos leves que não estão hospitalizados. 

 

“Por questões de saúde pública, a gente não está conseguindo recomendar que todo mundo faça o teste para a influenza. Então, se a pessoa suspeitar que está com gripe, ela deve fazer o isolamento de sete dias e, se continuar com sintomas, prolongar por dez dias”, explica o infectologista.

Como se proteger da variante ômicron?

O uso de máscara, a higienização das mãos e evitar aglomerações seguem sendo medidas fundamentais para evitar o contágio pela variante ômicron. A recomendação geral dos médicos e especialistas é o uso das máscaras, preferencialmente do tipo PFF2, que trazem maior proteção. Segundo um estudo desenvolvido por pesquisadores do Instituto Max Planck, da Alemanha, com esse modelo de máscara o risco de contágio é de apenas 0,1%.

Expediente:

Reportagem: Caroline de Souza e Luis Gustavo Santos, acadêmicos de Jornalismo e voluntários;

Design Gráfico: Luiz Figueiró e Cristielle Rodrigues, acadêmicos de Desenho Industrial e bolsistas;

Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Gustavo Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;

Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;

Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/02/08/ufsm-realiza-vacinacao-para-covid-19-nesta-quinta-10 Tue, 08 Feb 2022 22:04:53 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57740

Nesta quinta-feira (10), das 8h ao meio dia, haverá vacinação no campus da UFSM Santa Maria para pessoas com atraso vacinal (2ª dose), dose de reforço e pessoas com 12 anos ou mais (1ª dose). Serão Mil doses da Pfizer a serem distribuídas.

Quem pode ser vacinado:

- Pessoas que estão com a 2ª dose da vacina em atraso e receberam a 1ª dose até 12/12 (exceto Janssen)
- Dose de reforço para quem fez 2ª dose até 12/10 (para pessoas com 18 anos ou mais)
- Dose de reforço para imunossuprimidos vacinados até 12/10 (para pessoas com 18 anos ou mais)
- Pessoas de 12 anos ou mais (1ª dose)

A vacinação será no Centro de Eventos da UFSM (para pessoas com veículos). É preciso  levar carteirinha de vacinação, documento com foto e CPF.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/02/03/ufsm-esta-fazendo-levantamento-de-vacinados-na-instituicao Thu, 03 Feb 2022 11:22:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57715

Na manhã de hoje (03), a UFSM iniciou o levantamento de vacinados e a busca ativa por não vacinados na Instituição. 

O link de acesso ao formulário será apresentado assim que qualquer pessoa que tiver vínculo ativo com a Universidade fizer login no Portal do Aluno, do Professor, de Documentos e do Ponto Eletrônico. São apresentadas três perguntas: Se a pessoa já se vacinou contra a Covid-19, quantas doses, e em caso negativo, o que o levou a não vacinação. 

Devido à Lei Geral de Proteção de Dados, a pessoa só poderá responder o formulário se concordar com os termos de consentimento. Caso ela não aceite, não será obrigada a responder, e o formulário não irá aparecer novamente no portal. 

Este levantamento será muito importante para que a UFSM possa planejar o retorno presencial seguro de servidores e alunos. Com uma estimativa do atual cenário de vacinação de sua comunidade, é possível buscar mais ações de vacinação junto às Prefeituras das cidades em que a UFSM possui campi e incentivar a vacinação na Universidade.

 

Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/vacinacao-gestantes-covid-e-segura Wed, 02 Feb 2022 12:19:15 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=8932  

Circulam nas redes sociais alegações de que as vacinas contra a Covid-19 não são seguras, podem causar sérios problemas, inclusive a morte da mãe e/ou do feto. A professora Rossana Pulcineli, chefe do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de São Paulo (USP) e integrante do Observatório Obstétrico Brasileiro (OOBr), garante que essas narrativas são criadas sem nenhum respaldo científico.

Descrição da imagem: Ilustração horizontal e colorida de uma mulher gestante sendo vacinada. Ela tem pele negra, cabelos azuis e cacheados. Está sentada e veste blusa rosa, calça verde e calçado rosa. Ao lado direito,. uma enfermeira com jaleco branco, máscara azul, cabelos castanho escuros e ondulados. Ela te uma seringa nas mãos e pressiona contra o braço da gestante. O fundo da imagem é texturizado, em bege, e tem desenhos de uma escrivaninha, janelas e cartazes na parede.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) foi criado em 1973 e é reconhecido internacionalmente, além de integrar o plano da Organização Mundial de Saúde (OMS). Ainda na década de 1970, um calendário vacinal da gestante foi elaborado para contemplar vacinas essenciais que prevenissem problemas graves para a saúde da mãe e do bebê. Conhecida como imunidade passiva, as doses de proteção aplicadas na mãe durante a gravidez estarão presentes ao longo da amamentação e dos primeiros meses de vida do bebê. Isso garante a proteção da criança até que ela tenha idade para receber sua própria dose das vacinas recomendadas no calendário vacinal do recém-nascido. 

 

A vacinação contra qualquer doença faz parte da medicina preventiva, que se tornou ainda mais importante com a pandemia de Covid-19. Em abril de 2021, o Ministério da Saúde autorizou a vacinação para o grupo de gestantes. Em maio do mesmo ano, o órgão suspendeu a aplicação de doses e, com isso, surgiram muitas dúvidas sobre a seguridade do imunizante mesmo após o ministério autorizar novamente a aplicação nos meses seguintes.

Qual a importância da vacinação em gestantes?

Segundo a OMS, nem toda vacina pode ser aplicada durante a gestação, mas todas aquelas recomendadas pelo órgão são comprovadamente seguras e, por isso, existe um calendário a ser seguido. As gestantes são consideradas integrantes do grupo prioritário em campanhas de vacinação, uma vez que o ato beneficia a mãe e o bebê, particularmente os menores de seis meses de idade. Segundo o mesmo órgão, fazem parte da carteira de vacinação das gestantes três tipos de vacinas:

  • as que integram o calendário nacional de vacinação: hepatite B, dupla adulto (dT), tríplice bacteriana (dTpa);

  • as indicadas em situações especiais; 

  • as pertencentes às campanhas de imunização, como é o caso da influenza.

Essas vacinas integram o calendário de recomendações básicas, elaborado pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Além dessas, campanhas especiais em casos de epidemias e pandemias – como a da Covid-19 - devem ser incluídas. 

 

Integrantes do grupo de risco para doenças respiratórias, as gestantes foram incluídas pelo Ministério da Saúde no PNI contra Covid-19 em abril de 2021. Porém, em maio, o mesmo órgão aconselhou a suspensão temporária da vacinação de gestantes sem comorbidades. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, explicou, em nota, que a liberação ocorreu após análises técnicas, debates com pesquisadores e avaliação dos dados epidemiológicos. Estimativas apresentadas naquele mês mostravam que, no Brasil, a letalidade da Covid-19 em grávidas era de cerca de 10%, enquanto a da população em geral era em 2%. 

 

Em agosto de 2021, o American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG),  o Centers for Disease Control and Prevention e a Society for Maternal-Fetal Medicine – três institutos reconhecidos internacionalmente - recomendaram que todas as gestantes passassem pela vacinação contra Covid-19. A partir de então, novas descobertas que envolviam o funcionamento dos antígenos forneceram evidências tranquilizadoras sobre a segurança das vacinas contra a Covid-19, em especial aquelas fabricadas a partir  de mRNA.

 

Rossana Pulcineli afirma que, no Brasil, não há registro de caso clínico de aborto, má formação do feto ou parto prematuro relacionado à vacinação contra o coronavírus. Pelo contrário, a vacina é capaz de trazer benefícios ao bebê ainda dentro da barriga da mãe, como a transmissão de anticorpos. 

 

Segundo dados do Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 Vacinação (OOBr Vacinação), que realiza análises dos casos de vacinação contra Covid-19 em gestantes e puérperas, em 2021, cerca de 15% das gestantes que precisaram de internação e não eram vacinadas vieram a óbito. O número de mortes cai para 5% entre as vacinadas com a primeira dose, e 3% entre aquelas com a vacinação completa. O OOBr não registrou nenhum caso de morte da mãe ou do feto relacionado à vacinação.

Infográfico quadrado e com fundo branco e detalhes em bordô. No centro superior, o título, em caixa alta: "Proporção de mortes por covid entre gestantes". Abaixo, em fonte menor, o texto "Fonte: Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 Vacinação (OOBr Vacinação). Abaixo, o gráfico, dividido em três linhas. Há uma texto seguido de números em formato de gráfico circular vazado. Na primeira linha, o texto "Gestantes não vacinadas", e o número "15%". Na segunda linha, o texto "Gestantes com a primeira dose" e o número "5%". E na terceira linha, o texto "Gestantes com o quadro vacinal completo" e o número "3%". Abaixo, na parte inferior, a frase "O OOBr não regisytrou nenhum caso de morte da mãe ou do feto relacionado à vacinação". O gráfico tem moldura fina bordô e fundo branco.

Conforme informa Rossana, não existe tempo gestacional correto para a imunização. “Se a mulher descobre que está grávida e ainda não se vacinou, deve tomar a vacina hoje mesmo, ou amanhã - se hoje não der tempo”. Caso a gestante não tenha se vacinado no início da gestação, ela poderá procurar a vacina mesmo que já esteja próximo à data do parto. A estatística de complicações no parto e a possível prematuridade do bebê aumentam caso a mãe contraia Covid-19 e evolua para um quadro grave, situação  que pode ser evitada a partir da vacinação.

 

Quanto à marca da vacina, Letícia Bellusci, ginecologista obstetra, explica que há dois tipos de vacinas que são recomendadas para gestantes: a Coronavac e a Pfizer. Para ambas, devem ser respeitados os mesmos prazos de aplicação entre primeira e segunda dose recomendados para o restante da  população. Da mesma forma, após a aplicação é possível sentir alguns efeitos colaterais, como febre, indisposição e dor no corpo e no braço que recebeu a vacina, mas nenhum deles afeta a saúde da mãe ou do feto. Os efeitos não devem causar preocupação e geralmente desaparecem em dois ou três dias, segundo Letícia.  Para ela, “a única forma para reduzir a mortalidade materna, sem dúvidas, é vacinando o maior número de gestantes possíveis.”

Como agem as vacinas autorizadas para gestantes

A Pfizer e a Coronavac são, atualmente, as vacinas autorizadas para aplicação em gestantes no Brasil. A especialista Rossana Pulcineli ajuda a explicar como cada uma age no organismo humano.

 

O imunizante do Laboratório Pfizer/BioNTech teve sua segurança, qualidade e eficácia aferidas e atestadas pela equipe técnica de servidores da Anvisa ainda em 2020. Produzido a partir do RNA mensageiro (RNAm), ele age  nas seguintes etapas:

 

  • Utilizando uma fita de RNA mensageiro - molécula que leva instruções para a síntese de proteínas e para outras funções biológicas, a vacina codifica um antígeno específico da doença, neste caso, o coronavírus.

  • Quando o RNAm é inserido no organismo, as células usam a informação genética para produzir o antígeno, ou seja, o vírus é desativado.

  • O antígeno se espalha pela superfície das células e é reconhecido pelo sistema imunológico, que entende que a proteína não faz parte do organismo, e passa a produzir anticorpos para combater a doença. 

  • A vacina de RNA mensageiro, portanto, educa o organismo a responder ao vírus, quando esse for infectado. Rossana Pulcineli  baseia suas falas em pesquisas do OOBr e declara que a vacinação com a Pfizer é segura e não oferece riscos à gestante, assim como a vacina da Coronavac.

  • A tecnologia empregada na Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan, é a do vírus inativado, que também é utilizada na vacina contra a poliomielite. Para produção do imunizante, o vírus é inativado - ou seja, morto - com o uso de substâncias químicas, irradiação ou calor, e torna-se incapaz de causar infecção ou efeitos patológicos nas pessoas.

Anticorpos de mãe para filho

Rossana Pulcineli explica que, após tomar as duas doses da vacina, o sistema imunológico produz anticorpos do tipo IgG, ou imunoglobulina G, classificados como de memória, uma vez que protegem o organismo de invasões futuras. Esse tipo de defesa pode passar pela placenta e chegar até o bebê. Com isso, há grandes chances de o feto adquirir anticorpos. Rossana ressalta que ainda não se sabe por quanto tempo e qual o nível de eficácia desses anticorpos no sistema imunológico da criança. Além disso, anticorpos do tipo IgA, ou Imunoglobulina A, também são gerados e podem ser transportados até o  recém-nascido por meio do  leite materno. 

 

Quase metade das crianças e adolescentes brasileiros mortos por Covid-19 em 2020 tinham até dois anos de idade; um terço dos óbitos até 18 anos ocorreram entre os menores de um ano, e 9% entre bebês com menos de 28 dias de vida. As informações são de um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que analisa dados do  Sistema de Informação sobre Mortalidade Infantil (SIM), do Ministério da Saúde. 

 

De acordo com a pesquisadora, ainda que tenha curta duração, tal proteção é fundamental no início da vida, enquanto o sistema imunológico do bebê ainda “aprende” a lidar com as ameaças externas.

Veredito final: Comprovado 

 

A vacinação contra Covid-19 é segura e necessária. Não há comprovação científica de que as vacinas apresentam riscos à saúde da gestante ou do feto.

Ilustração vertical e colorida de uma escala em formato ondulado, com ilustrações circulares nas extremidades inferior e superior. Na ilustração superior, roxa, mulher com cabelos brancos, lisos e compridos usa capuz roxo escuro; ela tem pele parda e um olhar sério. Abaixo da ilustração, há uma nuvem de fumaça roxa. Na escala, os elos coloridos se intercalam com os elos transparentes. Há quatro elos coloridos, de cima para baixo: roxo, bordô, marrom forte e marrom fraco. Abaixo do último elo, ilustração circular de uma cientista de dele branca, cabelos curtos e ondulados, que usa óculos redondos e segura nas mãos um frasco transparente com fumaça verde saindo. Ao lado esquerdo inferior, há uma etiqueta com a frase "Comprovado".

Expediente:

Reportagem: Tayline Alves Manganeli, acadêmica de Jornalismo e voluntária.

Ilustração: Cristielle Luise, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista.

Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária

Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista

Edição geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas

Referências de dados utilizados: 

Ministério da Saúde. Calendário de Nacional de Vacinação: adolescente [Internet]. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2020. Disponível em: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao#adolescente

[1] Francisco, Rossana Pulcineli Vieira, Lucas Lacerda, and Agatha S. Rodrigues. 'Obstetric Observatory BRAZIL-COVID-19: 1031 maternal deaths because of COVID-19 and the unequal access to health care services.' (2021). Disponível em: http://observatorioobstetrico.shinyapps.io/vacinacao-covid19/

 

Instituto Butantan. Vacina Coronavac: tecnologia. São Paulo (SP): 2021. Disponível em: http://butantan.gov.br/covid/butantan-tira-duvida/tira-duvida-noticias/vacina-coronavac-tecnologia

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/08/27/segunda-dose-da-vacina-contra-covid-19-para-servidores-da-ufsm-sera-na-proxima-terca-feira-31 Fri, 27 Aug 2021 14:23:56 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=56648

A UFSM aplicará a segunda dose da vacina contra a Covid-19 na próxima terça-feira (31), no Centro de Eventos, das 8h às 16h, sem interrupções. Poderão tomar a segunda dose os servidores e os bolsistas que receberam a primeira dose na Universidade no dia 08 de junho.

Recomenda-se que aqueles que tomaram a primeira dose e foram de carro, compareçam novamente de carro, e aqueles que foram como pedestres, que compareçam para a segunda dose desta forma também. Assim, facilita a organização da equipe de imunização.

É necessário apresentar a carteirinha de vacinação e um documento com foto no momento da vacina.

 

Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

 

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O Gabinete do Reitor informa que haverá vacinação para 18 (dezoito) bolsistas do CAL (ver planilha anexa) pertencentes ao grupo 2: Estagiários/bolsistas em atividade presencial, no dia de amanhã (15/07/2021), das 8h às 10h30min, em frente ao RU Central do 55BET Pro da UFSM. Os bolsistas listados devem levar documento com foto e CPF, além de declaração de bolsista devidamente preenchida.
Estes 18 (dezoito) bolsistas do CAL estão vinculados aos cursos de Artes Visuais, Desenho Industrial, Licenciatura em Letras Espanhol e Licenciatura em Teatro. Eles devem entrar em contato com sua respectiva Coordenação de Curso para qualquer dúvida.

Planilha dos bolsistas por curso.PDF

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Nesta quinta-feira (15), a UFSM, através da Prefeitura Municipal de Santa Maria, iniciará a vacinação de estudantes bolsistas em atividades presenciais. A ação será em frente ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE, prédio 13), das 8h às 10h30min.

Foram disponibilizadas 300 doses para estudantes bolsistas em atividade presencial, neste primeiro momento, para as seguintes unidades: 

  • Casa do Estudante Universitário (CEU) – 70 doses;
  • Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE);
  • Centro de Educação (CE);
  • Colégio Politécnico;
  • Centro de Educação Física e Desportos (CEFD);
  • Centro de Artes e Letras (CAL).

Todos deverão apresentar comprovante de vínculo com a CEU e com as unidades referidas, confirmando a condição de bolsista em atividade presencial. A direção de cada unidade ficou encarregada de notificar os estudantes aptos a receberem a vacina, e somente estes poderão participar da ação.

A ordem de prioridade dos estudantes foi definida de forma conjunta entre a UFSM e Prefeitura Municipal, seguindo os critérios que orientam o plano de imunização. 

Outras ações de vacinação serão realizadas para atender aos demais estudantes em atividade presencial. Todas serão divulgadas no site da UFSM, conforme a liberação das doses por parte da Secretaria de Saúde. Esta define o cronograma de vacinação da Universidade, de acordo com a liberação de doses de vacina e seguindo o Plano Nacional de Imunização. Servidores e servidoras que não tomaram a primeira dose no dia determinado, serão vacinados em outro momento, conforme orientação das autoridades sanitárias.

 

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As atividades planejadas fazem parte da ação “Nos embalos da vacinação”, contemplada na Chamada Chamada Pública para Enfrentamento à covid-19 da Pró-Reitoria de Extensão, e pelo Programa de Extensão de Educação em Saúde, ambos sob coordenação da Professora Teresinha. Dentre as atividades propostas, destacam-se o acompanhamento das atividades desenvolvidas pelo NEPES e a contribuição na campanha de vacinação contra a Covid-19 no Município de Santa Maria (RS).

Participam dessa ação alunos da graduação voluntários do Programa de Iniciação Científica, bolsistas do Fundo de Incentivo à Extensão e da Chamada Pública de Enfrentamento à covid-19; e também alunas de Pós Graduação e integrantes do Grupo de Ensino Pesquisa e Extensão em Saúde Coletiva.

Agenda 2030 na UFSM

A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.

ODS 3
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/06/09/vacinacao-de-servidores-e-terceirizados-contra-a-covid-19-mobiliza-a-comunidade-da-ufsm Wed, 09 Jun 2021 18:11:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=55999
Servidores e terceirizados motorizados ou a pé foram vacinados no Parque Tecnológico (Foto: Rafael Happke)

Na última terça-feira (8),  foi dado início à vacinação dos profissionais do ensino superior, conforme o calendário semanal da Campanha de Vacinação contra a COVID -19, da Prefeitura de Santa Maria. A aplicação da vacina para os servidores da UFSM e terceirizados começou na manhã de terça-feira se estendendo até o final do dia. A vacinação ocorreu no campus sede, no pavilhão do Parque Tecnológico para ocupantes carros e pedestres.

De acordo com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP), a estimativa é que 2.355 servidores e 645 funcionários terceirizados receberam a primeira dose da vacina. Os servidores de outros campi também foram convidados a serem vacinados no campus sede. A data prevista para a aplicação da segunda dose da vacina é no dia 2 de setembro. Para aqueles que não conseguiram se vacinar com a primeira dose, devido a sintomas da gripe ou de Covid-19, será estipulada uma nova data para a vacinação. “Ainda iremos definir uma nova data para as pessoas que não conseguiram se vacinar com a primeira dose. Provavelmente também vamos incluir nesta data, a vacinação para os estagiários, bolsistas e o pessoal da docência orientada. Então outros grupos vinculados à universidade e que não foram vacinados na terça-feira possivelmente serão incluídos na próxima vacinação”, explica a pró-reitora de Gestão de Pessoas, Márcia Lorentz.

O reitor da UFSM, professor Paulo Afonso Burmann, esteve presente no Parque Tecnológico durante a vacinação. “A vacinação dos nossos servidores é de suma importância. Precisamos celebrar. Momento em que a ciência aparece na prática – a vacina é a ciência operando. Poderemos comemorar quando estudantes também estiverem imunizados e quando todas as pessoas também estiverem. Estamos em um momento muito delicado da pandemia. Uma terceira onda de contágio pode ocorrer e o que precisamos é de vacina para todos e todas. Nossa luta continua. E segue nosso apelo para que as pessoas, independente de estarem imunizadas ou não, fiquem em casa e continuem seguindo os protocolos de higiene, distanciamento social e ventilação de ambientes. Além da nossa saúde, estamos buscando cuidar da saúde da população”, comentou sobre a importância da vacinação.

Para realizar a aplicação das doses da vacina, a UFSM convocou profissionais de diversos cursos que participam da equipe de imunização: Enfermagem e Técnico em Enfermagem, Medicina, Odontologia, Fonoaudiologia, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Fonoaudiologia e Residência Multiprofissional da Saúde.

Com a vacinação geral dos servidores na última terça-feira, somada à dos servidores de grupo de risco e da área da saúde que já estão vacinados, o reitor ponderou sobre a expectativa para uma retomada gradual das atividades administrativas presenciais: “A UFSM nunca parou suas atividades. Ainda que de forma remota, seguimos atuando fortemente ao longo desse período de pandemia. E, desde o ano passado, a UFSM vem planejando e construindo planos de retorno para as atividades presenciais. Muitos setores se organizaram e até já desenvolvem atividades presenciais. Evidentemente que iremos intensificar esse retorno à medida que toda nossa comunidade acadêmica estiver imunizada com as duas doses da vacina. Mas isso não significa um retorno total às atividades presenciais de forma súbita. Temos muita cautela nessa questão. Sabemos dos riscos que ainda existem e estamos atentos a toda a situação sanitária do RS, do Brasil e do mundo. E quando se trata de um retorno das aulas presenciais, somos ainda mais cuidadosos, pois estamos tratando de uma comunidade de mais de 30 mil alunos, de todo o país, que retornam de suas cidades e, muitos deles, retornam para a Casa do Estudante. A grande maioria deles ainda não está imunizada e, antes que isso aconteça, não podemos falar em retorno total das aulas presenciais. Todavia, o retorno de atividades práticas também vem acontecendo aos poucos, especialmente para cursos da área da saúde, últimos semestres e que elaboraram um plano de contingência aprovado pelo Centro de Operações de Emergências da Saúde (COE) da Instituição. Certamente o retorno às aulas será gradual e no formato híbrido”.

Campanha do Agasalho

[caption id="attachment_56001" align="aligncenter" width="852"] Vacinados puderam contribuir com produtos da PoliFeira para a campanha do Banco de Alimentos (Foto: Rafael Happke)[/caption]

 No dia 15 de maio, a Prefeitura de Santa Maria iniciou a Campanha do Agasalho 2021, que segue até o dia 31 de julho. A campanha visa à arrecadação de roupas de inverno e cobertores em bom estado de conservação que serão encaminhados para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

Neste ano a Campanha está em parceria com a UFSM, por meio da PoliFeira do Agricultor. Segundo Aline Saldanha, da Pró-Reitoria de Extensão, a parceria entre a campanha e a PoliFeira visa despertar a consciência para a compra local e contribuir na temática da segurança alimentar. “O ato de compra dos itens da Polifeira contribui não só com os agricultores, mas com aqueles que recebem as doações.”

Além de ser ponto de coleta de doações na Avenida Roraima, a Polifeira também marcou presença durante a vacinação dos servidores no campus, comercializando alguns produtos na fila para que as pessoas pudessem adquirir alimentos na hora e fazer a doação. A doação de alimentos e agasalhos puderam ser levados diretamente à Polifeira ou entregues ao Banco de Alimentos na entrada do Pavilhão Tecnológico da UFSM.

Aline enfatiza a importância da participação de voluntários para a continuidade das ações da campanha. “A ideia é que a UFSM Solidária seja uma campanha permanente de doação de agasalhos, alimentos, materiais escolares e afins, que irá se modificando para atender às demandas mais urgentes da população em cada época do ano. No entanto, para a continuidade das ações, a campanha precisa de voluntários", explica. Interessados em participar em alguma terça-feira dos próximos meses devem enviar um e-mail para comunicacao.pre@55bet-pro.com com seu nome e número de WhatsApp.

Reportagem: Ana Júlia Müller Fernandes, bolsista de Jornalismo da Agência de Notícias da UFSM

Edição: Davi Pereira

Fotografias: Rafael Happke

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/politecnico/2021/05/26/vacinacao-contra-covid-19-em-santa-maria-conta-com-apoio-de-professores-e-alunos-do-colegio-politecnico-da-ufsm Wed, 26 May 2021 13:17:21 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/politecnico/?p=4490 Estudantes do Colégio Politécnico da UFSM iniciaram, na última semana, a atuar na vacinação contra a Covid-19 na cidade de Santa Maria, junto aos professores, auxiliando a Secretaria Municipal de Saúde nas etapas da imunização. A partir de uma parceria estabelecida entre coordenações dos cursos Técnicos em Enfermagem e Cuidado de Idosos com o NEP (Núcleo de Educação Permanente) da Secretaria de Saúde do Município, alunos dos dois cursos técnicos realizarão Estágio em Saúde Pública como parte da finalização do currículo. As atividades ocorrerão de maio a julho deste ano e terão supervisão direta dos docentes. O trabalho dos alunos se dará no Drive-Thru de vacinação da UFSM e no Drive-Thru do Clube Dores, mas pode se modificar conforme a necessidade do município. 

Aplicação de vacina no Drive-thru (Arquivo pessoal Caren Jacobi)
Aplicação de vacina no Drive-thru (Arquivo pessoal Caren Jacobi)

Os cursos do Colégio, em face da situação gerada pela pandemia, implementaram uma reorganização dos estágios para encaminhar os formandos para as ações práticas curriculares, ao mesmo tempo em que atendiam às necessidades do município e das UBS (Unidades Básicas de Saúde). De fevereiro a abril, alunos do curso Técnico em Enfermagem já estavam atuando de forma voluntária em diversas unidades de saúde e em comunidades no interior da cidade, como Santo Antão e Pains. Também foram realizadas vacinações domiciliares de idosos, quando o Colégio Politécnico contribuiu então com um veículo utilizado pelos servidores da UFSM e estudantes para o deslocamento. Nesse momento, não havia uma parceria firmada e os alunos atuavam ainda sem a formalização do processo. Como explica o coordenador do Curso Técnico em Cuidado de Idosos, prof. Guilherme Weiss Pinheiro, a instituição passou por um grande desafio no processo de ensino-aprendizagem dos cursos na área da saúde com a suspensão das atividades presenciais devido à pandemia, e desde então buscaram-se formas de adaptação e de atendimento aos alunos e à comunidade. A primeira ação foi importante para o estabelecimento da parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e permitiu uma experiência única de aprendizado aos alunos. “Estamos muito orgulhosos como docentes e servidores públicos de participar da linha de frente da vacinação. As atividades do Colégio Politécnico, em esforço conjunto com os demais colegas da Universidade, têm sido um trabalho muito intenso, mas sabemos que nós, estudantes e professores, estamos satisfeitos de fazer história”, ressalta o prof. Guilherme. Conforme destaca a profa. Caren Jacobi, o Colégio Politécnico também participou da força-tarefa para a recomposição da equipe do Hospital Universitário, que estava com atendimento prejudicado devido à falta de funcionários e afastamentos. Três professores do Colégio atuaram de forma voluntária, no período de março a abril, para atender à necessidade do Hospital e da comunidade. 

Equipe Politécnico preparada para ações de vacinação (Arquivo pessoal Guilherme Weiss Pinheiro)
Equipe Politécnico preparada para ações de vacinação (Arquivo pessoal Guilherme Weiss Pinheiro)
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/04/19/suas-duvidas-sobre-vacinacao-e-a-nova-fase-da-pandemia-respondidas Mon, 19 Apr 2021 16:54:21 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=55549

Na última quinta-feira (15), foi transmitida a Live tira-dúvidas: Vacinação e nova fase da Pandemia, no canal do Youtube da UFSM. 

Os especialistas doutor Alexandre Schwarzbold, professor do Departamento de Clínica Médica, a doutora Maria Denise Schimith, professora do Departamento de Enfermagem e Ana Paula Seerig, secretária adjunta de saúde de Santa Maria, responderam dúvidas da comunidade sobre a vacinação e a segunda fase da pandemia.

Acompanhe aqui as respostas para as perguntas enviadas ao vivo através da Live e pelas redes sociais da Universidade.

  • Como está o andamento da vacinação em Santa Maria? E nos demais campi da Instituição? 

Em Santa Maria, até o dia 15 de abril, foram recebidas 87.215 doses, entre 1ª e 2ª dose. Desse total, foram aplicadas 83% das vacinas. A dificuldade maior na cidade é o quantitativo de vacinas recebidas, que é menor do que a população que precisa receber o imunizante. 

De acordo com a Vigilância Epidemiológica de Palmeira das Missões, no município, 82,7% das vacinas que receberam foram aplicadas. 22,9%  da população está coberta com a primeira dose e 3.6% com a segunda dose.

Em Cachoeira do Sul, a média é semelhante e em Frederico Westphalen, o número beira 85,1% de doses aplicadas. 

*Informações de 15/04/2021

  • Qual a perspectiva de vacinação de toda a população no RS? E no Brasil?

Temos a limitação de fabricação e importação da matéria prima básica. É muito difícil falar em datas e tempos reais, já tivemos várias quebras na rotina e de expectativas. A cada semana, o Estado informa qual vacina e qual dose vem e para que público alvo deve ser disponibilizada, então não temos perspectiva de quando isso será possível.  

  • Qual o maior problema enfrentado pelas equipes de vacinação? 

É a disponibilidade de vacinas. Outro problema enfrentado são as dúvidas existentes na hora da vacinação: funcionamento do imunizante, reações, tempos entre as doses, além da descrença de muitos sobre a importância da vacinação. Um dos fatores que mais prejudica nesse momento é um movimento nacional de dúvida e descrença com a ciência. As vacinas que são aplicadas são seguras, aprovadas  pela Anvisa, testadas. O intervalo entre as doses é definido de forma científica. 

  • Por ser um momento tão esperado por todos, nós vemos seguidamente muitas demonstrações de carinho da população na hora da vacinação. Como é para vocês esse momento?

É muito emocionante. Recebemos pessoas com cartazes, mensagens de “viva a ciência”, “defenda o trabalhador de saúde”, recebemos muito carinho! 

  • O que vocês diriam para pessoas que não acreditam na vacinação e na importância dessa forma de combate a pandemia?

Até a metade do século passado a principal causa de mortes na humanidade eram doenças infecciosas. A mudança só aconteceu por conta da vacinação. As vacinas são produtos de desenvolvimento científico de mais de um século. As pessoas precisam conhecer história, conhecer os indicadores brasileiros das doenças imunopreveníveis. Zeramos sarampo, varíola, poliomielite. Diminuímos as mortes por H1N1, também com vacinação. As pessoas têm anticorpos e reagem diariamente a patógenos a que são expostas, devido a vacinas que receberam quando criança. O imunizante ter sido rapidamente desenvolvido é um benefício, um trunfo da ciência, conseguimos avançar em função da emergência. As vacinas possuem muito mais benefícios do que riscos!

  • Entre a Coronavac e a vacina de Oxford, por exemplo, por que a primeira tem uma diferença na aplicação de um mês entre a primeira e a segunda dose, e na segunda essa diferença é de três meses?

Os intervalos entre as doses do esquema completo de vacinação são definidos por pesquisa. São definidos conforme a melhor resposta imunológica encontrada nos estudos clínicos. Por isso, cada imunobiológico tem intervalos diferentes para completar o esquema vacinal, buscando a melhor resposta imunológica.

  • Como as vacinas existentes se comportam com as novas variantes do Covid-19? Já existem estudos sobre isso?

Como as novas variantes são recentes, as pesquisas ainda não são conclusivas. O que se pode dizer é que entre uma pessoa vacinada e uma não vacinada, as novas variantes afetam mais a não vacinada.

Além disso, já há estudos mostrando que tanto a variante britânica quanto a circulando no Brasil com mais prevalência (P1) ambas vacinas mantém um bom nível de eficácia. Apenas na variante sul-africana a vacina de Oxford perde um pouco da eficácia. Mas essa variante não circula nesse momento de modo prevalente no Brasil. 

  • O que pode acontecer se uma pessoa deixar de tomar a segunda dose da vacina, como tem se noticiado nas últimas semanas?

Nenhuma das vacinas do Brasil, nem de qualquer lugar do mundo, que seja feita para ser aplicada em duas doses, protege apenas na primeira aplicação. Elas começam a estimular o sistema imune na primeira dose. Sobre a vacina de Oxford, por exemplo, a  partir de 22 dias da primeira dose, a eficácia é de 70%, mas, depois de quatro meses sem a aplicação da segunda dose, esse valor passa a ser muito próximo do zero. A segunda dose é fundamental para a pessoa estar, de fato, imunizada. 

  • Na perspectiva coletiva, se somente uma porcentagem da população for vacinada e a outra não, o que isso significa? É possível prever consequências maiores que as que já temos?

O impacto de uma imunização parcial é a redução da imunidade coletiva. Mas, além disso, o grande problema é a emergência de novas variantes do vírus. E essa nova variante vai encontrar novos hospedeiros que não foram expostos a ela em momentos anteriores, prolongando a pandemia.

  • É possível escolher a vacina que será aplicada? A segunda dose precisa ser da mesma vacina? Ou é possível trocar?

O laboratório da vacina, doses (1a ou 2a), grupos prioritários são definidos por Resolução da Comissão Intergestores Bipartite do RS (CIB-RS) e as doses já vêm com destino certo. Portanto, é muito difícil individualizar a possibilidade de escolha do fabricante da vacina, até porque não seria universal, não daria para dar essa opção para todos e todas. Todas são aprovadas pela ANVISA, qualquer uma, cujo esquema vacinal for completado, vai proteger contra casos graves. A orientação é terminar o esquema vacinal com a mesma vacina. 

  • O local de vacinação da segunda dose precisa ser o mesmo? Ou a pessoa pode receber a vacina em outro município?

Dentro de Santa Maria, as planilhas (com nome, CPF, data de nascimento, nome da mãe) que foram coletadas na aplicação da primeira dose são enviadas para o local onde ela ocorreu para se colher a assinatura da segunda dose. Portanto, aqui em Santa Maria, a segunda dose deve ser feita no mesmo local da primeira. No entanto, a vacina é para todo o território nacional, outro município deve aplicar a segunda dose, sim.

  • A vacina é a melhor solução para sairmos dessa crise? Se sim, o que falta para vacinar em massa a população brasileira? 

Não há dúvida de que a solução final de uma crise sanitária e uma epidemia de transmissão respiratória tão prolongada é através da vacinação. Toda epidemia viral e de transmissão respiratória é extinta quando não temos mais indivíduos suscetíveis. 

Os modelos matemáticos e de previsão levam em conta uma modelagem que pode ser descrita como SIR: Suscetíveis, Infectados e Recuperados. Se o processo de vacinação é lento, são cada vez menos pessoas recuperadas, com chance de reinfecção e com tempo de imunidade mais curto. A vacinação, no entanto, não é a única solução nem estratégia: as medidas restritivas são fundamentais nesse período, não apenas para reduzir o número de pessoas suscetíveis, mas, também, para que a produção de vacinas ganhe fôlego e chegue a todos. 

Não há dúvidas de que nos próximos meses teremos redução da transmissão de acordo com a resposta das vacinas. Já temos exemplos pelo Brasil e mundo, com uma diminuição importante de hospitalização em idosos. Em Israel, a vacinação em massa teve um impacto brutal na redução de hospitalizações em qualquer faixa etária. 

Hoje o grande problema para a vacinação em massa da população é o baixo número de vacinas produzidas e disponibilizadas. Em momento de crise, apenas o Butantã e a Fiocruz não dão conta da necessidade que temos na produção de imunizantes. É uma fragilidade do sistema. É preciso pensar em estratégias preventivas nas estruturas fabris no Brasil, descentralizando e ampliando a produção local de vacinas.

  • A vacina testada aqui na UFSM, a de Oxford/AstraZeneca, também está sendo aplicada? Como está sendo participar dessa pesquisa? E qual a importância disso para a Universidade? 

Sim, a vacina de Oxford foi, junto com a vacina da Pfizer, a primeira produzida no mundo. Foi, também, a primeira vacina publicada nos meios científicos. É, hoje, a que mais foi aplicada. Essa foi uma experiência fantástica e que nos permitiu sermos, no país, um local de aplicação e testes, mas não só. Essa experiência nos permitiu, também, vislumbrar a possibilidade de produzir vacinas dentro da Instituição. 

  • Ainda existe um grupo de risco específico com as novas variantes de Covid?

Todas as pessoas suscetíveis estão em risco para as atuais e novas variantes do coronavírus, pessoas que não foram vacinadas. O aumento de internações e mortes entre pessoas mais jovens nos informa que essa faixa etária está mais suscetível agora. Os jovens devem redobrar os cuidados, pois casos graves estão acontecendo entre eles.

  • Ainda é necessário desinfetar compras e superfícies?

Houve alguns estudos dizendo que as superfícies não mantêm o vírus em uma capacidade de infecção. Mas há que se pensar nas mãos, quando tocam estas superfícies e depois tocam o rosto. Estas sim podem ser um veículo de transmissão. 

Então, a higienização é fundamental, tanto das compras quanto dos objetos de uso do dia a dia.  

  • É possível que tenhamos uma 3ª onda da pandemia no Brasil?

É possível termos uma 3ª onda a partir de setembro ou outubro, mas isso está absolutamente na dependência da imunidade coletiva e na vacinação. Se demorar mais meses para vacinar um percentual importante da população, seguramente, pelo esgotamento das medidas restritivas, as pessoas voltarão a se exporem e teremos novos picos. Em epidemias prolongadas, em que não se achou a cura e não se obteve uma imunização mais rápida, é  esperado  termos vários picos, que se sobrepõem e se intercalam. 

  • Com essa nova fase, que traz aumento tanto de números de casos quanto de números de internações e de mortes, deve-se aumentar os cuidados? Se sim, quais seriam esses maiores cuidados que essa fase exige? 

Sim, estamos no pior momento epidemiológico da pandemia! Cuidados como distanciamento físico de pessoas que não são do seu convívio, uso correto de máscaras (cobrindo boca e nariz, sem folgas), higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel 70 % (principalmente sempre antes e depois de  tocar no rosto) são imprescindíveis nesse momento. Importante é, quem está nos grupos prioritários, fazer a vacina, com esquema completo, 1a e 2a doses.

  • Qual  máscara é mais apropriada para este momento da pandemia? As máscaras PFF2 são mais eficazes que as outras? (Caso a PFF2 seja a mais indicada, qual é a recomendação para quem não tem acesso?)

As máscaras mais apropriadas são as com bom ajuste no rosto, que não fiquem caindo, pois acabamos colocando a mão e a contaminando. Recomenda-se, para uso no dia a dia, máscaras cirúrgicas com tripla camada ou de pano com tripla camada. A PFF2 deve ser usada por quem está exposto a aerossóis, trabalhadores da saúde em atuação, trabalhadores da limpeza de estabelecimentos de saúde, por exemplo.

  • Pode explicar por que a idade média das internações e mortes está baixando? Os jovens devem redobrar o cuidado agora? O quão perigoso é para os jovens? 

Todas as pessoas suscetíveis e não vacinadas estão em risco para as atuais e novas variantes do coronavírus. O aumento de internações e mortes entre pessoas mais jovens nos informa que essa faixa etária está mais suscetível agora. Os jovens devem redobrar os cuidados, pois casos graves estão acontecendo entre eles por se exporem mais, e possivelmente pela maior transmissibilidade ou virulência das novas cepas.

  • É possível que países como o Brasil sejam autossuficientes na produção de vacinas, sem depender de insumos de outras nações? 

Não há dúvidas de que é possível atingir esta autossuficiência, porém, para isso é necessário um esforço nacional maior e uma descentralização de parques fabris. 

O Brasil é um dos poucos países que possui capacidade de produção local. No exemplo da Vacina de Oxford, houve um acordo de transferência de tecnologia, e para isso é necessário produzir o insumo principal, chamado de IFA, um ingrediente farmacêutico ativo. Assim, é provável que a partir do segundo semestre deste ano seja possível fazer uma produção maior de vacinas no país. 

  • Como o Projeto de Lei Federal PL5595/20, que torna a educação básica e superior um serviço essencial, pode impactar no retorno às aulas presenciais? Isto poderia acontecer no pior momento da pandemia?

A área educacional é sem dúvidas um ponto crítico nesta discussão sobre as vacinas. Por mais que enquadrar as instituições de ensino como um serviço essencial tenha benefícios, por enquadrar os profissionais da área entre o grupo prioritário de vacinação, há que levar em consideração a escassez de vacinas. 

É um grande perigo trazer os alunos de volta às aulas presenciais sem a imunização, tendo em vista que o estado do Rio Grande do Sul segue em um momento crítico da pandemia.  

  • Qual a opinião de vocês sobre a liberação da compra de vacinas por empresas privadas? Há um risco de redução na oferta feita pelo SUS?

A vacinação precisa ser pensada de forma coletiva, já que apenas uma pessoa vacinada não recebe salvo-conduto para seguir sua vida normalmente. Para que a pandemia seja controlada, é necessário que a vacina chegue para todos de maneira equânime. Além disso, as fabricantes das vacinas estão vendendo apenas para os governos. Portanto, não é possível a população comprar vacinas.

  • Baseado em que a Anvisa aprova as vacinas? Em que tipo de experimentos?

Os experimentos são clínicos, em etapas, dividindo os participantes em grupos, um grupo recebe a vacina e o outro placebo, acompanham-se esses participantes e se observa como a doença acontece nos dos grupos. A eficácia da vacina é definida pelo comparativo de adoecimentos entre os dois grupos, o que recebeu a vacina e o que não recebeu. A Anvisa considera registrar vacinas que apresentem 50% ou mais de eficácia, ou seja, que o grupo não vacinado apresentou 50% ou mais de adoecimento, comparado ao vacinado. Além disso, a ANVISA inspeciona as plantas de produção das vacinas e avalia os dados de segurança dos estudos clínicos.

  • Qual o critério que a UFSM está adotando para vacinar a comunidade acadêmica (docentes, TAES e acadêmicos)?

Não é a UFSM que define os critérios de vacinação e escolhe quem será vacinado. Primeiramente é seguido o que foi definido pela campanha nacional de vacinação contra o coronavírus e seus grupos prioritários. Em relação a vacinação de estudantes ou profissionais da área de saúde, esse é um critério Estadual. A Secretaria Municipal de Saúde recebe uma resolução da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) com os profissionais que vão entrar na vacinação. Alguns alunos da área da saúde que estão trabalhando em campo já foram imunizados e outros devem receber a vacinação nos próximos dias. Há um controle muito rígido sobre esta questão, e quem define isso não são as instituições. 

  • Qual é o alerta sobre o uso indiscriminado de medicamentos do "tratamento precoce" que não tem comprovação científica?

Só no Brasil existe essa discussão, sobre poder fazer um tratamento preventivo. Só existe um medicamento que comprovado cientificamente que diminui os sintomas do vírus, porém ele ainda não está disponível em nosso país e tem um acesso muito restrito e caro. Esse kit de medicamentos para tratamento precoce é um grande perigo para a saúde, já que existe uma grande população que tem risco cardíaco contra um desses medicamentos, e isso sem falar nos efeitos dos dois combinados. 

  • A vacina de Oxford realmente tem baixa eficácia contra a variante sul-africana? A variante encontrada em Sorocaba-SP, semelhante à africana, representaria uma ameaça aos planos da Fiocruz?

A vacina de Oxford realmente tem menor eficácia contra a variante sul-africana. No entanto, essa variante é muito pouco prevalente aqui, então não seria um problema. A vacina da Oxford tem boa cobertura nas outras variantes, inclusive na  brasileira, P1 e P2, e na britânica. Quanto à ameaça aos planos da Fiocruz, depende da prevalência dela, em caso isolado não, porque existe a imunidade celular que protege contra as variantes.

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A UFSM convida toda a comunidade para a Live tira-dúvidas: vacinação e nova fase da pandemia”. A Live acontecerá  no canal do Youtube da UFSM nesta quinta-feira (15), às 15:30h. 

O propósito do evento é responder às dúvidas do público com relação à vacinação e a nova fase da pandemia, portanto, perguntas poderão ser enviadas ao vivo através dos comentários do Youtube, ou a partir das redes sociais do Gabinete do Reitor no Facebook e no Instagram, além das redes oficiais da UFSM, Facebook e Instagram

Os especialistas que estarão respondendo às perguntas serão a Doutora Maria Denise Schimith, professora do Departamento de Enfermagem e o Doutor Alexandre Schwarzbold, professor do Departamento de Clínica Médica. E a mediação da Live será realizada pelo Reitor da Universidade, Prof. Paulo Burmann.

Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

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Vacinação Santa Maria
Servidora aplicando vacina em idoso por sistema Drive-thru. Créditos: Equipe de Vacinação Colégio Politécnico.

Cada instituição possui no mínimo um professor responsável pela convocação dos voluntários. Na UFSM, ficaram responsáveis pela convocação Laís Caetano e Caren Jacobi. Dessa forma, os voluntários preencheram um formulário que exigia, no mínimo, ser enfermeiro, técnico administrativo em educação, docente ou estudantes do curso de graduação ou técnico em enfermagem, a partir do quarto semestre. O resultado da seleção foi mais de 100 pessoas na Universidade e do Colégio Politécnico, tivemos oito alunos voluntários trabalhando direto na vacinação, sendo eles os estudantes Marcos Machado, Roger Flores, Thais Silva, Vanessa Stiehl, Ysadora dos Santos, Roberta Waholtz, Maria Paula Binotto e Mariana Saccol. Entre os servidores,  a Profª. Caren Jacobi, a Profª. Laura Cortes, a Profª. Cristiane Arnemann, a Profª. Rosylaine Moura, a Profª. Danize Rizzetti, a Profª. Nadianna Marques, a Enfª. Fabiane Possatti, a Profª. Rhea Soares e o Prof. Guilherme Pinheiro.

Vacinação
Voluntárias se preparam para aplicar vacinas em idosos em um sistema Drive-thru. Créditos: Equipe de Vacinação Colégio Politécnico.

A primeira ação aconteceu no dia 11 de fevereiro na UBS (Unidade Básica de Saúde) de São Francisco, e atualmente já foram mais de 14 ações em que os voluntários do Colégio Politécnico auxiliaram nas aplicações das vacinas nos bairros e em outros pontos (centro comunitário, Itararé, na praça e nos domicílios de pessoas acamadas). O Colégio contribuiu com um carro utilizado pelos servidores e estudantes em algumas ações para auxiliar a vacinação nos domicílios. Os alunos são escolhidos por rodízio ou pela grande demanda de doses distribuídas. Todas as ações acontecem com a supervisão de um professor.

A vacinação ocorre, de acordo com a quantidade de doses, nos grupos prioritários como idosos (sua faixa etária depende da quantidade de doses), os profissionais da saúde e os indígenas. Os locais são dispostos também pelo número de doses, como já citado, ocorrendo em formatos de Drive-thru como nos espaços da Medianeira e no Centro de Processamento de Dados (CPD), no campus da UFSM. Caso haja um número maior de vacinas disponíveis em determinado dia, os locais são expandidos para atender a demanda.

Segundo o Vacinômetro da Prefeitura Municipal de Santa Maria, atualmente já foram mais de 30.000 mil vacinas aplicadas (primeira e segunda dose). E a ação mais recente aconteceu neste último sábado, 20, no estacionamento do CPD na UFSM. Entretanto, a equipe de voluntários já possui uma nova data de ação para aplicação de novas doses, prevista para amanhã, 24, em frente ao CPD, em formato de Drive-thru, com o objetivo de imunizar 800 idosos na faixa etária de 70 anos ou mais.

Equipe de vacinação
Equipe de Vacinação do Colégio Politécnico da UFSM. Créditos: Equipe de Vacinação Colégio Politécnico.

Texto elaborado por Bruna Lopes.

Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico da UFSM
assessoriadecomunicacao@politecnico.55bet-pro.com

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