UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 09 Mar 2026 23:12:11 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/01/20/linguica-de-peixe-e-erva-mate-grupo-da-ufsm-tem-projeto-aprovado-para-criar-novo-produto Tue, 20 Jan 2026 12:06:20 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71876 [caption id="attachment_71878" align="alignright" width="519"] Jundiá será matéria-prima do novo experimento[/caption]

Um projeto da UFSM que tem avançado nas pesquisas voltadas à área de Tecnologia do Pescado promete inovar ainda mais em 2026, produzindo um item muito apreciado pelos consumidores, mas com ingredientes e sabor diferenciado: linguiça de jundiá com erva-mate.

O Grupo de Pesquisa em Tecnologia do Pescado (GEPTPESCA) aprovou no Programa Pesquisador Gaúcho e Fixação de Jovens Doutores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapergs) a proposta “Enriquecimento de linguiça 'tipo frescal' de jundiá (Rhamdia quelen) com erva-mate micronizada: um sabor típico do pampa". O valor a ser recebido será de até R$ 60 mil, pelo período de vigência até 31 de dezembro de 2028.

A ideia do grupo é desenvolver uma linguiça à base de jundiá usando a erva-mate como um ingrediente antioxidante. A coordenadora, a professora do Colégio Politécnico Fernanda Ferrigolo, destaca que a intenção é valorizar produtos gaúchos. O jundiá, por exemplo, é uma espécie de peixe nativa que vem se destacando como uma alternativa promissora para a piscicultura na região Sul, onde as baixas temperaturas no inverno restringem o cultivo de várias outras espécies. Além de sua adaptabilidade ao clima mais ameno, o jundiá apresenta carne de sabor agradável e filé com ausência de espinhas intramusculares, características que favorecem sua alta aceitação pelo mercado consumidor. 

Porém, apesar do potencial do pescado, a indústria ainda oferece poucas opções além de produtos básicos, explorando poucas tecnologias de processamento que poderiam ampliar a variedade de derivados. Além disso, a carne de peixe é altamente perecível devido a sua composição, o que favorece mudanças indesejadas em suas características sensoriais e acelerada atividade microbiana. 

Erva-mate não só no chimarrão

É aí que entra um item tipicamente gaúcho: a erva-mate. Sob o ponto de vista nutricional, a erva-mate (Ilex paraguariensis) destaca-se como uma fonte particularmente rica em compostos bioativos, que apresentam expressiva atividade antioxidante - isto é, prolongam a vida de prateleira do pescado, que é altamente perecível. Dessa forma, conforme Fernanda, o uso de tecnologias de processamento do pescado, aliado à aplicação de ingredientes naturais ricos em compostos bioativos, como a erva-mate, representa uma estratégia promissora para o desenvolvimento de produtos à base de peixe com maior estabilidade oxidativa, qualidade nutricional aprimorada e maior valor agregado, atendendo às exigências do mercado consumidor por alimentos mais saudáveis e funcionais.

O resultado será outro alimento bastante apreciado no Rio Grande do Sul: a linguiça. "Nossa intenção é desenvolver um produto inovador e que traga uma identidade do nosso estado, combinando jundiá, linguiça e erva-mate, os quais são bastante aceitos pelo povo gaúcho", salienta Fernanda. Após a realização de todas as análises previstas no projeto, pretende-se, em um segundo momento, avaliar as possibilidades comerciais.

Além de disponibilizar uma nova opção para a mesa dos consumidores, o projeto também poderá incrementar a piscicultura no estado e região. De acordo com Fernanda, o Rio Grande do Sul possui a maior área de viveiros do Brasil, em hectares. Apesar disso, a produção local ainda é insuficiente para atender à demanda, levando à obtenção de peixes de outros estados para suprir a demanda do mercado consumidor. "O potencial gaúcho para a piscicultura é significativo, mas seu pleno desenvolvimento depende de políticas públicas e programas de incentivo específicos para o setor", relata a docente. Em média, serão necessários 10kg de filé de jundiá para a realização desse experimento, a serem adquiridos do comércio local. 

A pesquisa será desenvolvida, já a partir de janeiro de 2026, no Colégio Politécnico da UFSM, em parceria com o Laboratório de Piscicultura do Departamento de Zootecnia/Centro de Ciências Rurais (CCR) e com o curso de Engenharia de Aquicultura da Unipampa, onde serão realizados alguns processos e análises laboratoriais dos produtos desenvolvidos. Com o valor a ser recebido, serão adquiridos três equipamentos e material de consumo. 

Peixe já virou biscoito e hambúrguer

O Grupo de Pesquisa em Tecnologia do Pescado (GEPTPESCA) foi criado em 2022, quando a professora Fernanda Ferrigolo ainda atuava na Unipampa. Com a redistribuição para a UFSM, a docente trouxe a marca do grupo e deu continuidade às atividades de ensino, pesquisa e extensão na área. Ela conta que a proposta do grupo nasceu da intenção de avançar nas pesquisas voltadas à Tecnologia do Pescado, uma área ainda pouco explorada no Brasil, e, ao mesmo tempo, desenvolver produtos práticos com inclusão de carne de peixe, pensando naquele consumidor que busca praticidade, mas sem abrir mão de uma alimentação saudável. E com uma atenção especial ao público infantil, incentivando o consumo de peixe desde cedo. 

Para isso, o grupo criou receitas comuns com adição de pescado, como o “biscolápia”, um biscoito amanteigado com adição de filé de tilápia. Segundo Fernanda, é a receita "queridinha" do grupo e faz sucesso entre quem prova. "A proposta dessas receitas é enriquecer nutricionalmente alimentos que são bem aceitos pelas crianças e possibilitar sua inserção na merenda escolar", destaca. Outro estudo do grupo resultou em um fishburguer adicionado de erva-mate - foi quando os pesquisadores atestaram as propriedades antioxidantes deste produto, que agora será utilizado no novo projeto. Também já saiu do forno o bolo de chocolate com adição de filé de tilápia.

As atividades do GEPTPESCA envolvem os cursos técnicos em Zootecnia, Agropecuária, Alimentos e Farmácia do Colégio Politécnico da UFSM, onde são realizadas aulas práticas de desenvolvimento de produtos à base de peixe, com o objetivo de evidenciar o potencial dessa fonte de proteína, incentivar seu consumo e apresentar algumas das diversas formas de preparo e agregação de valor.

Grupo vai levar receitas para escolas

Para o primeiro semestre de 2026, o grupo, simultaneamente aos novos estudos, também sairá das salas de aula e laboratórios do 55BET Pro para levar suas receitas com pescado para escolas de Santa Maria. A primeira será a EMEI Monte Bello, localizada no Bairro Camobi.

"Estamos em busca de parcerias e já contamos com uma instituição interessada, com o início das ações previsto para o primeiro semestre. O objetivo dessas parcerias é divulgar nossas receitas por meio de minicursos, incentivando desde cedo o consumo de peixe entre crianças e jovens. Entendemos que criança pode atuar como um agente multiplicador, influenciando positivamente os hábitos alimentares de sua família", salienta Fernanda.

Texto: Ricardo Bonfanti
Artes: Daniel Michelon De Carli
Fotos: Divulgação

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/12/17/centro-de-triagens-de-animais-silvestres-cetas-e-inaugurado-na-ufsm Wed, 17 Dec 2025 10:41:53 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71671

O novo Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas), localizado na Universidade Federal de Santa Maria, em convênio com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), foi inaugurado na manhã desta terça-feira (16). O espaço fica localizado atrás do Hospital Veterinário Universitário (HVU), no 55BET Pro Sede, e além de realizar o resgate e tratamento de animais silvestres, pretende oportunizar estágios, iniciativas e projetos relacionados à fauna silvestre para a comunidade acadêmica.

[caption id="attachment_71672" align="aligncenter" width="821"] Superintendente do Ibama/RS, Diara Sartori, reitor da UFSM, Luciano Schuch, e o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, na cerimônia de inauguração do novo Cetas, no Salão Imembuí[/caption]

A cerimônia de inauguração se iniciou no Salão Imembuí, na Reitoria, e foi finalizada com uma visita ao local. Contou com a presença do presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho; da superintendente do Ibama/RS, Diara Sartori; do reitor da UFSM, Luciano Schuch; da vice-reitora, Martha Adaime; do secretário municipal do Meio Ambiente, Diego Rigon de Oliveira; de Renata de Baco Hartmann, da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam); Maristela Lovato, representando o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul; Diego Vilibaldo Beckmann, gerente do HVU, além de representantes da Brigada Militar e diretores e pró-reitores da Universidade. A inauguração foi alusiva ao Dia do Bioma Pampa (17 de dezembro). 

Parceria com a UFSM

A criação de um Cetas em Santa Maria, junto à UFSM, é um projeto que estava em planejamento desde 2010. O compromisso foi consolidado em maio de 2025, com a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica nº 25/2025, confirmando a gestão compartilhada da unidade pelas duas instituições. “A ideia da parceria com a Universidade é justamente isso, entendemos que o Cetas é um espaço educativo, de formação, de capacitação, e aqui os alunos da Universidade poderão se beneficiar com isso, podendo aprender como manejar um animal silvestre, como lidar com eles”, comentou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho.

“O Cetas irá resgatar o olhar para o Bioma Pampa, com certeza fará toda a diferença. Não só para os animais, mas também para os nossos estudantes, para a produção de pesquisas. Vamos ter, além da assistência necessária para os animais, também espaço para a formação na nossa Universidade. Essa rede de apoio é fundamenta", destacou o reitor, Luciano Schuch, em sua fala durante a inauguração da unidade.

Além da realização do resgate e tratamento da fauna silvestre, a parceria com a Universidade visa ao oferecimento de oportunidades de estudos, formação acadêmica e projetos voltados à conservação da fauna no espaço, possibilitando o desenvolvimento de diversas iniciativas nas áreas da Biologia, Medicina Veterinária e Zootecnia com a comunidade acadêmica. “É uma parceria há muito tempo esperada. Estamos muito felizes, fiz questão de vir pessoalmente de Brasília para cá, para prestigiar esse momento”, compartilhou o presidente do Ibama.

[caption id="attachment_71673" align="aligncenter" width="822"]Foto no interior de uma sala de paredes brancas. No lado direito, há uma bancada com uma pia. No lado esquerdo, há prateleiras com caixas de papelão, várias caixas transparentes contendo rações e alimentos, e pacotes grandes de alimentos. Sala de armazenamento de alimentos no novo Cetas, que fica atrás do HVU[/caption]

Cetas auxiliam na preservação da fauna silvestre

Atualmente, com o novo centro em Santa Maria, o Ibama conta com 26 Cetas no país. Os espaços têm como objetivo realizar o resgate, a reabilitação e a conservação da fauna silvestre, responsável pelo recebimento de animais resgatados ou apreendidos pela população, e executar a identificação, marcação, triagem, avaliação, tratamento, recuperação e reabilitação desses animais, visando devolvê-los à natureza. Entre 2020 e 2025, os Cetas do Ibama receberam mais de 370 mil animais silvestres no país, dos quais 61% voltaram para a natureza após tratamento e/ou reabilitação. 

A capacidade inicial do centro inaugurado na UFSM é de alojar cerca de 100 animais, mas a previsão é a ampliação da estrutura ao longo dos próximos anos. Segundo Rodrigo, está sendo criado um acordo, também com o governo estadual, para a cooperação técnica no fornecimento de alimentos, medicações, na destinação dos animais, para a redução de atropelamentos e para o combate ao tráfico. “Muitos animais são atropelados nas rodovias da região. Também recebemos no Cetas de Porto Alegre animais que acabam sendo traficados e trazidos para essa região, e que agora vão ter o Cetas aqui, como é o caso do cardeal amarelo e dos caboclinhos. Queremos poder trabalhar melhor a conservação dessas espécies aqui”, ressaltou Agostinho.

Localização estratégica

A criação de um Cetas em Santa Maria responde a uma demanda de vulnerabilidade ao tráfico internacional de animais silvestres, devido à proximidade com as fronteiras com a Argentina e o Uruguai. Além disso, a localização do município na região central do estado permite uma maior rapidez no atendimento, transporte e destinação dos animais, que ocorrerá por meio da rodoviária e do aeroporto da cidade.

Além de atropelamentos e do tráfico, um dos impactos observados em espécies silvestres são incidentes envolvendo redes elétricas. Em 2025, foi registrada a morte de 25 bugios-ruivos e 15 mutilações na região de Porto Alegre e Viamão. Em Santa Maria, um bugio causou a interrupção do fornecimento de energia elétrica ao entrar na rede da Subestação Santa Maria 3, no Distrito Industrial, no dia 14 de novembro, e acabou morrendo no dia 18. Situações como esta demonstram a necessidade de reforço desta atuação na região central.

O Cetas na UFSM é uma unidade estratégica, pensada para ser um local de estadia temporária - e não permanente - dos animais, objetivando sua reabilitação e retorno para a natureza. Ainda, visa preservar a fauna do Pampa, que é um bioma ameaçado. “Os animais chegarão, serão triados, passarão por quarentena, serão reabilitados, e, quando possível, voltarão para a natureza. Hoje, no Brasil inteiro, no Cetas do Ibama chegam 60 mil animais por ano e 40 mil já conseguem voltar para a natureza”, relata o presidente.

Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2025/11/06/enlaces-conversa-com-silvio-lengler Thu, 06 Nov 2025 12:55:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=12374

 

Foto colorida horizontal de homem idoso com camisa preta e boné amarelo. Ele está um local arborizado com um prédio de um andar ao fundo.
Professor aposentado Silvio Lengler colabora até hoje com atividades no apiário

Apaixonado por abelhas, Silvio Lengler defende que estes insetos contribuem para o equilíbrio da natureza e para a sobrevivência humana. O professor aposentado em 2023, referência em apicultura e estudou na primeira turma de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), iniciada em 1971.

Natural de Panambi, Silvio viajou pelo mundo para apresentar suas pesquisas e para se atualizar. O professor foi um dos responsáveis por introduzir a disciplina de Apicultura na grade curricular da instituição e até hoje contribui com as atividades práticas da cadeira. Ele também fundou e atua diariamente na sede da Associação de Apicultores de Santa Maria (Apismar). 

Nossa entrevista foi realizada no apiário da Universidade, um local arborizado, cheio de cor e flores. A pedido de Silvio, ficamos a uma distância segura das abelhas que tanto o encantam. Aquele local visivelmente o deixa cheio de orgulho e demanda cuidado, algo que não lhe falta.  

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Como foi o seu primeiro contato com a UFSM?

SILVIO LENGLER –  Eu fiquei sabendo que abriu o curso de Zootecnia. Eu era técnico agrícola formado na Escola Técnica Agrícola de Viamão, a ETA, e fiz um estágio de apicultura de quatro meses em Pindamonhangaba, São Paulo. Eu queria fazer pesquisa. Poderia ser Biologia, Agronomia ou Zootecnia. E aí eu fiz vestibular de Zootecnia e entrei na primeira turma, em 1971, e terminei o curso em 1974.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Por que optou pela zootecnia? 

SILVIO LENGLER–  Porque sou da área rural, da colônia. Eu sempre tinha galinha, porco e cavalo. Quando era jovem, eu era jockey. Era meu hobby. Quando cheguei aos 65 quilos tive de parar, porque o peso máximo era 60 quilos. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS –  Por que escolheu se especializar em apicultura?

SILVIO –  Essa é uma boa pergunta. Na ETA de Viamão, eu tive que fazer um estágio de no mínimo 4 meses. Junto com um colega, iríamos plantar tomate. E esse meu colega descobriu que existia uma vaga com remuneração de apicultura em Pindamonhangaba. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Por que decidiu ser docente do curso? 

SILVIO –  Porque não tinha apicultura na Universidade. Só no Colégio Agrícola [atual Politécnico]. O professor era o Ony Lacerda, que me convidou para dar aula prática. Ele ficou sabendo que eu era formado na ETA e que fiz estágio em apicultura. O professor Ony foi convidado a lecionar no Departamento de Zootecnia e sobrou para mim.

Eu comecei a lecionar na Agronomia a convite do chefe do departamento, que, na época, era o Paulo Figueiró. Antes, eu era professor apenas do Colégio Agrícola. Como a Ana Primavesi foi para São Paulo, sobrou uma vaga e eu entrei na carreira de professor auxiliar de ensino.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – O senhor sempre sonhou em ser professor? 

SILVIO – Sempre, porque os conhecimentos que adquiri em São Paulo foram muito grandes. Na época, as abelhas africanas, que eram muito agressivas, matavam muita gente e muitas criações de animais domésticos. Eu queria repassar informações de como acalmar essas abelhas.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – O que o atraia na docência?

SILVIO – O que mais gostava era de dar aula prática. Esse foi meu ícone. Eu cheguei a ter 150 colmeias na vida privada. Meus alunos chegaram a fazer fila para se inscrever e ter aula prática comigo para colher mel. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Qual seu maior aprendizado como professor? 

SILVIO – Como professor, quem me ensina muito são as abelhas. Cada vez que eu faço aula prática com meus alunos, eu aprendo alguma coisa. Elas sempre ensinam alguma coisa. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – O senhor pode contar um pouco sobre suas pesquisas com abelhas? 

SILVIO – Na minha tese, eu fiz um estudo com diversas linhagens de abelha:  caucasiana, abelha-carnica, italiana, alemã e seus cruzamentos. Os cruzamentos foram obtidos no Departamento de Genética da Universidade Estadual de São Paulo, Ribeirão Preto.

A gente estudou o comportamento sobre a hora que a abelha sai de manhã e hora que ela volta de noite. Foram seis meses de estudo. A abelha africanizada trabalha mais cedo e volta mais tarde. Consequentemente, produz mais mel do que as outras. A africanizada não fica doente, graças à sua rusticidade.

Foto colorida horizontal do professor Silvio com camisa preta segurando um boné amarelo com uma abelha desenhada. Ao fundo, área verde
Professor mostra o boné da entidade que ajudou a fundar, a Apismar

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS  O senhor tem um carinho pelas abelhas.

SILVIO – Tenho. Também não machuco elas. Sou contra alguém tentar matar essas abelhas. Porque, às vezes, tem um enxame na rua, e eles botam veneno para matar. Eu sou contra isso aí. É crime, inclusive. A abelha é um animal útil. Se não tiver mais abelhas na face da terra, nós, humanos, vamos morrer de fome.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – E qual a importância das abelhas para o senhor? 

SILVIO – Produção de mel, pólen, própolis e geléia real. São esses quatro produtos que eu consumo diariamente. Por isso que eu tenho uma boa saúde e estou chegando aos 80 anos.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – E qual a sua relação com a Apismar? 

SILVIO – Essa pergunta é ótima. Sou sócio-fundador há 40 anos e sou o único que ainda está participando. Há sete anos trabalho todos os sábados de manhã na Associação, que fica debaixo do viaduto da rua Tuiuti, no Parque Itaimbé. Eu e minha esposa damos orientação técnica. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS  Por que o senhor fundou a Apismar?

SILVIO –  A Apismar é fundamental para o grupo de apicultores. Na época, eram só apicultores. Agora temos meliponicultores também. Já existia a Federação Apícola do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Acontece que tínhamos que fundar uma associação para poder nos filhar nessa federação. Por sua vez, a federação está filiada à Confederação Brasileira de Apicultura, e a Confederação Brasileira de Apicultura, em Brasília, está filiada à Apimondia (International Federation of Beekeepers’ Associations). A Apimondia está em mais de 100 países e é a maior potência de associativismo que se conhece na face da terra. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS –  Desde que o senhor começou até agora, o que mudou na atividade de criação de abelhas?

SILVIO – Na época que eu comecei, era chamada abelha africana. E hoje, ela se chama abelha africanizada, porque cruzou com abelhas europeias. Nós temos abelhas mansas no grupo das africanizadas. Nossas abelhas da Universidade são bastante mansas. 

Se compararmos com a abelha africanizada do Nordeste, é outra história. Lá, elas são muito mais agressivas, por causa do calor, principalmente.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS –  O senhor participou do encontro de 50 anos da primeira turma de Zootecnia. Conte como foi? 

SILVIO – Nós programamos desde o início do ano passado. Nós colocamos uma placa no hall do Centro de Ciências Rurais. Essa placa foi muito bem aceita pela comunidade, até a vice-reitora estava presente para a decoração dessa placa.

Então isso foi muito importante para nós. E depois nós fizemos um almoço no restaurante de um colega, que se chama Leitaria. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Como foi rever os antigos colegas do curso? 

SILVIO – Foi muito bom ver os colegas. Cada um falou durante uns 5, 10 minutos sobre o que ele está fazendo e as dificuldades que o zootecnista encontrou na sua profissão. Assim como eu, encontrei muitas dificuldades como zootecnista. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Quais foram as dificuldades? 

SILVIO – Primeiramente, no Departamento de Zootecnia, algumas pessoas não reconheciam o curso. Também queriam extinguir a disciplina de Apicultura e diziam que não era importante. Eu tive que reclamar e trazia abaixo-assinados do Congresso Brasileiro de Apicultura que dizia que as universidades tinham de criar mais disciplinas de apicultura com 60 horas. E, principalmente, o curso de Agronomia devia ter essa disciplina. E os outros cursos também, como Zootecnia, Engenharia Florestal e Veterinária. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – Por que o senhor se aposentou? 

SILVIO – Porque fechei 30 anos e queria me dedicar à apicultura particular. Eu e minha esposa colhíamos muito mel. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – E o senhor sente falta do ensino?

SILVIO – Não, eu não sinto falta. Porque a professora Fernanda me chamou para dar aula prática e palestra sobre os 10 produtos das abelhas, há 12 anos. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – O que mais gosta de fazer nos seus momentos de lazer? 

SILVIO – Eu gosto de assistir filmes. Quando eu era jovem andava a cavalo até 7 quilômetros na chuva para assistir um bom faroeste. Eu sempre gostei muito de filmes faroeste. Até hoje assisto no YouTube.Eu gosto mais do faroeste, assim, de acertar as coisas da conversa, assim, né? De uma conversa boa.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Por que o senhor escolheu o apiário para  conversarmos? 

SILVIO – Porque falar sobre apicultura dentro de um escritório não vale a pena. Tem que ser em um lugar bastante verde.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – O que espera para o futuro? 

SILVIO – Eu espero que a minha família continue unida. Tenho duas filhas e uma neta. A minha filha mais velha é separada e a mais nova tem uma filha que fará quatro anos no ano que vem. Eu espero no futuro continuar com saúde, para a minha esposa, minhas filhas, meu genro e a minha neta.

 

A Série Enlaces entrevista pessoas ligadas à UFSM. É um especial dos 65 anos da instituição produzido pela Agência de Notícias para o site e para o Instagram.

 

Entrevista e texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias 

Fotos e vídeo: Paulo Baraúna, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias 

Edição: Maurício Dias, jornalista 

Supervisão geral: Mariana Henriques, jornalista e chefe da Agência de Notícias

Publicado no Portal da UFSM no dia 06 de novembro de 2025.

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Entre os dias 22 e 24 de setembro de 2025, ocorreu em Punta del Este, Uruguai, a XXVIII Reunión de la Asociación Latinoamericana de Producción Animal (ALPA). O evento reuniu pesquisadores, estudantes e profissionais da área de produção animal de diversos países da América Latina.

Durante o encontro, integrantes do grupo Pastos & Suplementos representaram a UFSM e foram acompanhados pela professora Luciana Pötter e pelo professor Eduardo Bohrer de Azevedo, ambos do Departamento de Zootecnia. Na ocasião, os representantes do grupo apresentaram parte dos resultados de seus trabalhos desenvolvidos a campo, compartilhando experiências e contribuindo para o intercâmbio científico entre instituições latino-americanas.

No dia 25 setembro, o grupo realizou uma visita técnica ao INIA Treinta y Tres, no Uruguai, foi uma experiência marcante e de grande aprendizado, na qual teve a oportunidade de conhecer de perto o trabalho desenvolvido pela instituição, que se destaca pela excelência em pesquisa e inovação no setor agropecuário.

Durante a visita, foi possível observar o funcionamento do GreenFeed, uma tecnologia moderna utilizada para medir a emissão de gases e o consumo alimentar dos animais. A visita proporcionou um momento de troca conhecimento, compreender melhor como a ciência e a tecnologia podem contribuir para uma produção mais eficiente e sustentável. 

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No dia 30 de setembro de 2025, o Grupo de Estudos em Suinocultura (GEASUI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) promoveu a primeira edição do evento Suinocultura em Foco.

O encontro reuniu estudantes, profissionais e interessados na área em uma noite de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento da suinocultura, setor de grande importância para o agronegócio brasileiro.

Entre os convidados, estiveram presentes Benhur da Silva Ries, da Estrela Alimentos, e Meiquel Fernando Goerlach, da Cargill Alimentos, que compartilharam suas trajetórias e conhecimentos, enriquecendo o debate com perspectivas do mercado e da prática profissional.

O GEASUI agradece a todos que contribuíram para o sucesso do evento: público presente, palestrantes, apoiadores e patrocinadores que tornaram possível a realização desta iniciativa.

O êxito da primeira edição do Suinocultura em Foco fortalece o compromisso do grupo em seguir promovendo ações que aproximam a universidade do setor produtivo, o grupo já está motivado para a próxima edição.

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A análise estatística ocupa um papel central no avanço da ciência e no apoio a decisões estratégicas em diferentes setores da sociedade. Mais do que lidar com números, trata-se de transformar dados em conhecimento, capaz de gerar impacto real em pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico.

Com esse propósito, a Universidade Federal de Santa Maria promove a 2ª edição do Workshop on Statistical Tools and Analysis for Scientific Research (WSTAR 2025), consolidando-se como um espaço de integração entre a academia, a indústria e a sociedade. O evento busca capacitar acadêmicos, pesquisadores e profissionais no uso de ferramentas estatísticas e de ciência de dados aplicadas à solução de problemas complexos em múltiplas áreas do conhecimento.

A programação desta edição reúne especialistas renomados do Brasil e do exterior, trazendo palestras que vão desde o data storytelling e o uso do SAS® Studio™ na ciência e tecnologia dos alimentos, até temas de fronteira como a arquitetura moderna da Plataforma Viya™ 4 e a geração de dados biológicos sintéticos por modelos generativos. Trata-se de uma oportunidade única de explorar conceitos, técnicas e ferramentas que estão moldando o presente e o futuro da análise de dados.

Ao oferecer um espaço de troca de experiências, aprendizado prático e diálogo interdisciplinar, o WSTAR 2025 reafirma seu compromisso em formar profissionais mais preparados para enfrentar os desafios contemporâneos, atuando de forma crítica, inovadora e colaborativa.

Contamos com a sua participação e desejamos um bom evento a todos.

Comissão organizadora

Comissão Organizadora:
Alexandre José Cichoski
Alice Veleda Wendt
Cesar Henrique Espírito Candal Poli
Deborah Vasconcellos
Fernando Miranda de Vargas Júnior
Jeriel Dias
José Dilson Francisco da Silva
Paulo Cezar Bastianello Campagnol
Paulo Santana Pacheco
Renius Mello

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A análise estatística ocupa um papel central no avanço da ciência e no apoio a decisões estratégicas em diferentes setores da sociedade. Mais do que lidar com números, trata-se de transformar dados em conhecimento, capaz de gerar impacto real em pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico.

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Renius Mello

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcta/eventos/wstar2024 Mon, 08 Sep 2025 19:15:18 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgcta/?post_type=eventos&p=1529

A análise estatística desempenha um papel fundamental na tomada de decisões informadas e baseadas em dados nas diversas áreas, desde a pesquisa científica até o mundo dos negócios. Todavia, muitos acadêmicos ainda enfrentam lacunas na formação em estatística, podendo limitar seu potencial de crescimento profissional e sua capacidade em contribuir de forma significativa para a sociedade.

Diante disso, foi idealizado o Workshop on Statistical Tools and Analysis for Scientific Research (WSTAR) como um projeto de extensão, com o propósito de oferecer capacitação em análise estatística para acadêmicos e pesquisadores nas diferentes áreas do conhecimento. O evento visa fornecer habilidades essenciais para a análise de dados e a utilização de ferramentas estatísticas na solução de problemas práticos e complexos, conectando teoria e prática.

Com essa iniciativa, esperamos contribuir para a formação de profissionais mais qualificados, preparados para enfrentar os desafios em suas carreiras, além de fomentar uma participação ativa na sociedade, embasada em decisões analíticas e fundamentadas em dados.

Contamos com a sua participação e desejamos um bom evento a todos.

Comissão organizadora

Comissão Organizadora:
Renius Mello
Paulo Santana Pacheco
Jeriel Dias
Bibiana Cristina Butzke
Alice Veleda Wendt
José Dilson Francisco da Silva
Suslin Raatz Thiel
Diúlia Zolin Galvani
Hugo José de Araújo Correia
Marcelle de Oliveira Benites
André Fogaça Nigeliskii

Transmissão ao vivo clique aqui!!!

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A análise estatística desempenha um papel fundamental na tomada de decisões informadas e baseadas em dados nas diversas áreas, desde a pesquisa científica até o mundo dos negócios. Todavia, muitos acadêmicos ainda enfrentam lacunas na formação em estatística, podendo limitar seu potencial de crescimento profissional e sua capacidade em contribuir de forma significativa para a sociedade.

Diante disso, foi idealizado o Workshop on Statistical Tools and Analysis for Scientific Research (WSTAR) como um projeto de extensão, com o propósito de oferecer capacitação em análise estatística para acadêmicos e pesquisadores nas diferentes áreas do conhecimento. O evento visa fornecer habilidades essenciais para a análise de dados e a utilização de ferramentas estatísticas na solução de problemas práticos e complexos, conectando teoria e prática.

Com essa iniciativa, esperamos contribuir para a formação de profissionais mais qualificados, preparados para enfrentar os desafios em suas carreiras, além de fomentar uma participação ativa na sociedade, embasada em decisões analíticas e fundamentadas em dados.

Contamos com a sua participação e desejamos um bom evento a todos.

Comissão organizadora

Comissão Organizadora:
Renius Mello
Paulo Santana Pacheco
Jeriel Dias
Bibiana Cristina Butzke
Alice Veleda Wendt
José Dilson Francisco da Silva
Suslin Raatz Thiel
Diúlia Zolin Galvani
Hugo José de Araújo Correia
Marcelle de Oliveira Benites
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A professora Luciana Potter, do Departamento de Zootecnia da UFSM, foi escolhida pela Comissão Julgadora do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS) para receber o Prêmio Destaque Professor Édison Armando de Franco Nunes 2025, na categoria Destaque Ensino/Pesquisa Zootecnia.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2025/08/25/professora-da-ufsm-e-homenageada-no-ix-seminario-nacional-de-ciencia-e-tecnologia-em-cunicultura Mon, 25 Aug 2025 13:58:26 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=12044

Entre os dias 15 e 17 de agosto de 2025, a Universidade Federal de Sergipe (UFS) sediou o IX Seminário Nacional de Ciência e Tecnologia em Cunicultura, promovido pela Associação Científica Brasileira de Cunicultura (ACBC).

Durante o evento, a professora Geni Salete Pinto de Toledo foi agraciada com o Prêmio Laura de Sanctis, honraria concedida a profissionais que se destacam e contribuem de forma significativa para o desenvolvimento da cunicultura no Brasil.

A trajetória da professora é marcada por importantes conquistas, entre elas o desenvolvimento de pesquisas no Setor de Cunicultura do Departamento de Zootecnia da UFSM, sua atuação por 22 anos na comissão de estágios do curso de Medicina Veterinária e a autoria do livro “Cunicultura: Didática e prática na criação de coelhos”, considerado referência na área.

O seminário também contou com a participação da professora Ana Carolina Kohlrausch Klinger, docente do 55BET Pro Frederico Westphalen e integrante da gestão da ACBC, da professora Paula Montagner, responsável técnica do Setor de Cunicultura do Departamento de Zootecnia, e do acadêmico de pós-graduação Bruno Callai.

Mais informações sobre o Laboratório de Cunicultura da UFSM, clique aqui.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2025/08/12/genepec-participa-do-xvi-simposio-brasileiro-de-melhoramento-animal Tue, 12 Aug 2025 14:02:13 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=11857

O Grupo de Estudos em Genética e Melhoramento Animal - Genepec - da UFSM participou do XVI Simpósio Brasileiro de Melhoramento Animal, promovido pela Sociedade Brasileira de Melhoramento Animal (SBMA).

O evento foi marcado por momentos de aprendizado, apresentações de trabalhos, atualização científica e troca de experiências com profissionais e pesquisadores de destaque na área, fortalecendo o conhecimento e as práticas relacionadas ao melhoramento genético animal.

O Genepec agradece à SBMA pela organização do simpósio, aos docentes, especialmente à professora Thaise Melo, que incentivam e orientam o grupo e a todos que contribuíram para viabilizar a participação.

A experiência reforça o compromisso do CCR em contribuir com a ciência e o desenvolvimento do melhoramento genético animal no Brasil.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2025/08/11/gepel-promove-1o-ciclolac-ciclo-academico-do-leite Mon, 11 Aug 2025 15:17:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=11843

No dia 30 de agosto, das 8h às 16h30, o Auditório do Colégio Politécnico da UFSM sediará o 1º CicloLAC – Ciclo Acadêmico do Leite, evento técnico que busca atualizar e ampliar os conhecimentos sobre produção, manejo e qualidade do leite, com ênfase nos avanços científicos e tecnológicos do setor.

Promovido pelo Grupo de Estudos em Pecuária Leiteira (GEPEL/UFSM) e pelo Departamento de Clínica de Grandes Animais da UFSM, o encontro pretende integrar estudantes, professores, técnicos, pesquisadores e produtores rurais, promovendo troca de experiências, debates e a apresentação de resultados de pesquisa. Além disso, o evento visa estimular o networking entre a academia e o setor produtivo, fortalecendo parcerias e colaborações futuras.

A programação inclui palestras de especialistas como Giovani Noro (DSM-Firmenich), José Rocha, Emmanuel Veiga de Camargo e Mariana Iriarte Gonçalves, abordando temas como período de aleitamento e desmame de terneiras leiteiras, período de transição em bovinos, hipocalcemia subclínica e monitoramento animal com uso de dados para tomada de decisão.

O evento conta com o patrocínio de SICREDI, COTRIJUC, PRIMAZA Identificação Animal e VitallTech do Brasil.

As inscrições custam R$ 25,00 para alunos de graduação e R$ 40,00 para o público geral, e podem ser realizadas clicando aqui. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: ufsm.gepel@gmail.com.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/06/04/projeto-de-extensao-estimula-apicultura-e-meliponicultura-na-regiao-do-alto-medio-uruguai Wed, 04 Jun 2025 21:34:22 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69394 Iniciativa trabalha com diferentes modelos de manejo de abelhas (foto: divulgação/Apisrenda II)[/caption] O “Projeto de inclusão produtiva através da apicultura – Apisrenda II”, iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), trabalha em parceria com produtores rurais e entidades locais para estimular a apicultura e a meliponicultura na região do Alto Médio Uruguai. O projeto é vinculado ao Departamento de Zootecnia e Ciências Biológicas do 55BET Pro da UFSM em Palmeira das Missões. A iniciativa também procura estimular a permanência das famílias e dos jovens no campo, a partir do trabalho com a apicultura como uma segunda ou terceira fonte de renda. Além de Palmeira das Missões, o projeto já realizou ações nos municípios de Seberi, Novo Barreiro, Chapada e Barra Funda. As ações extensionistas relacionadas ao Apisrenda II tiveram início em 2011 e, ao longo dos anos, já alcançaram cerca de 60 produtores rurais da região. Luiz Eduardo Avelar Pucci, coordenador do projeto e professor do curso de Zootecnia, explica que o número é ainda maior, considerando o público de eventos promovidos pela iniciativa. Rosângela Kintschner, 39 anos, é apicultura em Chapada (RS) e conheceu o projeto em 2022, por meio da Associação dos Apicultores e Meliponicultores do Alto Uruguai. Sobre os encontros que participou, comenta: “a credibilidade do conhecimento dos professores desperta o interesse dos apicultores em aprender, em melhorar os manejos, a produção e a rentabilidade na apicultura”. Ela também conta estar aguardando o retorno das atividades em 2025. A importância da apicultura e da meliponicultura Luiz Eduardo explica que a iniciativa também inclui o levantamento das demandas e a produção de um diagnóstico com os produtores. Para isso, o projeto estabelece parcerias com as secretarias municipais e com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS). “Já tiveram casos de produtores já mais experientes – com muitas caixas de abelha – que apresentavam suas experiências e nós complementávamos. É esse o papel da extensão, a troca de ideias, informações e experiências”, descreve o professor. Sobre o Apisrenda II, projeto contemplado no Fundo de Financiamento à Extensão (Fiex), Luiz Eduardo pondera que o desastre socioambiental de abril e maio de 2024, além das greves na instituição, impactaram as ações. Ainda assim, o docente ressalta o papel ecológico da apicultura e da meliponicultura, consideradas atividades com baixo impacto ambiental e que fornecem serviços ecossistêmicos para diferentes espécies de plantas. Elise Battisti, 26 anos, é estudante de Zootecnia e foi bolsista do Apisrenda II. No projeto, ela conta ter tido a oportunidade de visitar diferentes propriedades rurais e apresentar trabalhos feitos a partir de dados dos apicultores. “Melhorou a minha comunicação”, acrescenta, sobre a importância da iniciativa em sua formação. Texto: Subdivisão de Divulgação e Editoração da PRE]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/30/professor-da-ufsm-e-reconhecido-entre-os-melhores-cientistas-do-brasil-em-ciencia-animal-e-veterinaria Fri, 30 May 2025 15:19:19 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69331 [caption id="attachment_69332" align="alignleft" width="500"] Dari atualmente coordena o Laboratório de Bovinocultura de Corte da UFSM[/caption]

O professor Dari Celestino Alves Filho, do Departamento de Zootecnia da UFSM, conquistou destaque nacional ao ser incluído no ranking de 2024 da plataforma Research.com, que lista os principais cientistas brasileiros nas áreas de Ciência Animal e Veterinária. O levantamento é baseado no D-index, uma métrica que considera exclusivamente publicações e citações dentro da disciplina específica, refletindo a relevância e o impacto do trabalho científico de cada pesquisador.

A presença do professor Dari no ranking resulta de uma análise rigorosa que avaliou dados de mais de 166 mil cientistas em todo o mundo, a partir de fontes como OpenAlex e CrossRef. Na área de Ciência Animal e Veterinária, foram examinados mais de 41 mil pesquisadores — apenas os que atingiram um D-index mínimo de 20 foram incluídos. O Brasil figura em sexto lugar no ranking global, com 164 pesquisadores listados. Dari Celestino é o único docente da UFSM a integrar esse grupo.

A inclusão do docente evidencia uma trajetória acadêmica marcada por pesquisas inovadoras e pela formação de novos profissionais na área. Seu trabalho contribui de forma significativa para o avanço da ciência animal e veterinária, com impacto reconhecido nacional e internacionalmente. 

Com informações da Subdivisão de Comunicação do CCR

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2025/05/30/professor-dari-e-reconhecido-entre-os-melhores-cientistas-em-ciencia-animal-e-veterinaria-do-brasil Fri, 30 May 2025 14:50:16 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=11652
[caption id="attachment_11653" align="alignright" width="512"] O professor Dari atualmente coordena o Laboratório de Bovinocultura de Corte da UFSM[/caption] O professor Dari Celestino Alves Filho, do Departamento de Zootecnia e do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da UFSM, conquistou destaque nacional ao ser incluído no prestigiado ranking de 2024 da plataforma Research.com, que lista os principais cientistas brasileiros nas áreas de Ciência Animal e Veterinária. Este reconhecimento é baseado no D-index, uma métrica que avalia exclusivamente publicações e citações dentro da disciplina específica, refletindo a relevância e o impacto do trabalho científico do pesquisador. 
 
A presença do professor Dari no ranking é resultado de uma análise rigorosa que considerou dados de mais de 166 mil cientistas, com base em fontes como OpenAlex e CrossRef. Para a área de Ciência Animal e Veterinária, foram examinados mais de 41 mil pesquisadores, sendo que apenas os que atingiram um D-index mínimo de 20 foram incluídos. O Brasil se destaca globalmente, ocupando a sexta posição com 164 cientistas listados, evidenciando a excelência da pesquisa nacional na área.
 
A inclusão deste professor da UFSM nesse seleto grupo ressalta sua dedicação e contribuição significativa para o avanço da ciência animal e veterinária. Sua trajetória acadêmica é marcada por pesquisas inovadoras e um compromisso contínuo com a excelência científica, refletindo-se no impacto de suas publicações e na formação de novos profissionais na área. 
 
Este reconhecimento não apenas celebra as conquistas individuais do professor Dari, mas também destaca a importância das pesquisas da UFSM perante o cenário internacional, servindo de inspiração para estudantes e profissionais da área. 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/22/laboratorio-da-ufsm-auxilia-na-deteccao-de-foco-inedito-de-gripe-aviaria Thu, 22 May 2025 21:53:35 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69248 software para a investigação de focos de doenças como a gripe aviária no ano passado. Ainda em 2024, a ferramenta, na Plataforma de Defesa Sanitária Animal, também foi utilizada para controlar a doença de Newcastle na cidade de Anta Gorda. Agora o aplicativo está sendo usado por equipes sanitárias em Montenegro para mapear e monitorar a doença. O software foi criado pelo Lumac para a gestão de emergências de eventos sanitários. A ferramenta em si é a mesma de 2024, mas o conjunto de funcionalidades varia de acordo com cada ocorrência. “O que muda é que a cada evento sanitário nós aprendemos mais sobre ele e, a partir disso, a gente está tendo oportunidades de conseguir melhorar a captação da informação e a análise e projeção dela para tomar decisão”, conta o professor Alencar Machado. A equipe do Lumac deslocou-se até Montenegro e o professor explica o porquê. “Por isso que a gente vem para cá. Vai corrigindo, ajustando e fazendo melhorias durante o evento sanitário, de coisas mais objetivas que entregam rapidamente informação trabalhada para eles. Porém, quando acabar esse evento sanitário, nós temos uma lista gigante de melhorias, de coisas mais complexas e mais demoradas de fazer. Para a gente já, no próximo evento sanitário, ter uma ferramenta em uma nova versão melhorada. A gente mergulha junto com o pessoal aqui para ir percebendo essas coisas e fazendo, a cada evento sanitário, uma nova versão da ferramenta mais customizada e melhorada.” [caption id="attachment_69249" align="alignright" width="604"] Inserido na Plataforma de Defesa Sanitária Animal, o software foi criado pelo Lumac para a gestão de eventos emergenciais. (imagem: arquivo pessoal)[/caption] A plataforma é composta por um sistema web e um sistema mobile (o aplicativo). Ela é usada a partir do momento em que existe uma suspeita, ou seja, sinais clínicos nas aves, evidenciados por um médico veterinário, que coleta o material das aves e envia para um laboratório. A partir desta etapa, a ferramenta já começa a ser utilizada para entender onde está localizada a suspeita do foco. Depois, inicia-se a análise de movimentação animal que aconteceu na propriedade determinada, para poder projetar no mapa uma série de setas para onde as aves daquela propriedade tiveram destino. “Por exemplo, esse caso bem particular aqui de Montenegro é uma granja comercial de matrizes, né? As aves colocam ovos, esses ovos são férteis, vão para o incubatório para gerar o pintinho, para o pintinho ser distribuído para as propriedades. Nesse caso em particular, quando essa granja teve uma suspeita, o pessoal foi na ferramenta, colocou ela como foco e já começou a ter a projeção no mapa do grafo de movimentação. Ela movimentou para o incubatório e para onde os pintinhos do incubatório foram enviados, para quais propriedades e para quais lugares no Brasil, em outros estados, esse incubatório também enviou os ovos dessa granja. A gente tem uma rastreabilidade dele”, explica Alencar Machado. E a partir disso, com a pré-confirmação do evento sanitário, é possível analisar o tamanho do trabalho que vai existir a campo. Com a confirmação, começa uma segunda parte da ferramenta: a modelagem dos raios. Serve para determinar zonas onde as equipes vão começar a fazer visitas nas propriedades, para verificar se existem aves com sinais clínicos de mortalidade, para poder determinar se a doença está se espalhando ao redor daquela que foi identificada como foco. O software também gerencia os convocados que devem ir para o foco. Esses convocados são distribuídos em equipes que têm uma série de dinâmicas, como de vigilância, de barreira e de limpeza. Por exemplo, a equipe de vigilância é aquela que visita as propriedades para verificar se a doença está se espalhando, verificando as evidências da doença. O aplicativo serve para as equipes de campo. A ferramenta suporta toda a tomada de decisão para programar o que vai ser executado a partir do momento que as equipes começarem a fazer o seu trabalho no o quartel-general (QG). Quando uma pessoa é colocada em uma equipe que tem obrigação de visitar uma região, ela é vinculada a essa região no mapa. Quando entra no aplicativo, ele traz todas as atividades que a pessoa precisa fazer dentro do evento sanitário: qual é a sua equipe, região de movimentação, as propriedades ali dentro, quem é o produtor que está lá. E é no aplicativo que eles fazem a entrevista com o produtor perguntando se ele tem aves, se as aves estão com sinais clínicos, etc. Caso tenha aves, o grupo adentra a propriedade para poder ter uma visão ocular delas. Eles tiram fotos e fazem um levantamento de evidências pelo aplicativo. A partir disso, coletadas essas informações em tempo real, elas são transmitidas para o QG. Outra parte da ferramenta é de ações no foco – um monitoramento das equipes enquanto elas estão em campo. A partir disso, quem está na parte de gestão do foco consegue tomar decisão em tempo real conforme os grupos vão se locomovendo. No final do dia, quando todos retornam para o quartel-general, o board já dispõe a porcentagem, a quantidade de propriedades visitadas (nesse foco são 540, no total), quantas ainda precisam visitar, qual a estimativa de tempo que, da forma como as equipes estão trabalhando, vai demorar para terminar o foco. Outros projetos – Atualmente, o Lumac tem dois parceiros principais. O primeiro deles é o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa/RS), o qual foi criado para momentos de emergência como o atual, em parceria entre o Mapa e a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação. A segunda parceria é com o Ministério da Pesca e Aquicultura, que deu suporte para o desenvolvimento da Plataforma Nacional da Indústria do Pescado (Pnip). “A Pnip entrou no ar em dezembro do ano passado, para dois processos bem peculiares de exportação, e agora em julho ou agosto a gente entrega mais um processo dentro dela, que é para certificação de embarcações para a exportação para a União Europeia e Reino Unido. Esse é o escopo da primeira fase do projeto no Departamento da Indústria do Pescado. A gente tem um outro projeto com eles, que é na Secretaria de Monitoramento e Pesquisa da Pesca, em que está sendo implementado uma outra ferramenta que controla todas as cotas de pesca do Brasil. “Por exemplo, algo que tem cota todo ano é a safra da tainha. Então, cada embarcação, ela tem a sua cota que pode pescar e, depois que ela atinge a cota, não está mais autorizada a pescar aquele recurso pesqueiro. Tem toda uma legislação que, dependendo da espécie, ela tem sua cota por ano. E isso não é sistematizado, não se sabe se a embarcação está pescando a mais ou a menos, onde ela está no mar e tal. É uma solução tecnológica que a gente está implementando para monitoramento de cotas de recursos pesqueiros no Brasil”, explica o coordenador do Lumac. E informa também que existe uma outra demanda para registro da embarcação, com uma tecnologia de vistoria dela. O Lumac desenvolve também projetos-satélites menores de pesquisa pura em áreas como inteligência artificial, blockchain e sistemas distribuídos. Elas tornam-se artigos que os alunos de mestrado, doutorado e graduação publicam, e quando essa tecnologia está madura, vão se vinculando a parceiros. “Como pesquisador, muitas vezes [sou] questionado o quanto a pesquisa que a gente tem feito realmente tem utilidade e muda ou dá impacto na sociedade, né? E eu acho que a gente tem aqui um exemplo de projeto que nós desenvolvemos dentro do Lumac. Ele tem pesquisa pura na geração tecnológica, porque a gente trabalha com computação. Tem extensão, porque a gente tá aqui, tá no terreno, tá vendo a tecnologia sendo usada. E tem ensino porque o laboratório é composto por alunos. Para a UFSM, a gente tem um case completo. Eu acho que, se a universidade souber explorar isso dessa forma, mostrando que sim, a UFSM tem capacidade de fazer pesquisa que impacta a sociedade, de uma forma de alto nível, até a própria universidade sai ganhando”, conclui Alencar Machado. Texto: Marina Brignol, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias Edição: Lucas Casali]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/19/projeto-caoviver-sera-lancado-nesta-terca-feira-no-campus-de-palmeira-das-missoes Mon, 19 May 2025 18:33:53 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69191 O projeto, coordenado pelas docentes Luciana Fagundes Christofari e Jaqueline Schneider Lemes, teve início em fevereiro deste ano e vem sendo desenvolvido com a participação da educadora canina Suele Bueno – egressa do curso de Zootecnia da UFSM/PM –, servidores, estudantes bolsistas e voluntários. A proposta surgiu como resposta à crescente preocupação com a circulação desordenada dos cães nas áreas comuns do campus, o que vinha gerando episódios de ataques, trânsito em salas de aula e outros transtornos. Além do lançamento no auditório, estão previstas ações pontuais em diferentes locais do campus ao longo do dia. Convivência e cuidado O CãoViver atua com foco na educação e adaptação dos cães já presentes no campus, oferecendo abrigo, água e alimentação em um espaço específico, com estrutura que garante sombra e sol ao longo do dia. Os animais permanecem presos em sistema de vai-e-vem entre 7h e 22h30min, sendo soltos posteriormente. Nos fins de semana e feriados, os horários são reduzidos. O cuidado com os animais conta com apoio de dois bolsistas – um da direção do campus e outro via Pró-Reitoria de Extensão (PRE) – e de voluntários. As bolsas representam o único recurso financeiro institucional no momento. Alimentação, vacinas, atendimento veterinário e demais necessidades estão sendo viabilizados por meio de doações e da renda obtida no Brechó do Projeto. Apoio da comunidade é essencial As coordenadoras do projeto reforçam que o sucesso da iniciativa depende do engajamento da comunidade acadêmica e da população local. Entre as orientações importantes, destacam-se: - Não trazer animais de outras áreas da cidade para o campus; - Denunciar casos de abandono de animais no local; - Evitar alimentar os cães fora de seus espaços destinados, especialmente dentro dos prédios; - Avisar a direção em caso de eventos aos fins de semana, para organização da rotina de cuidados; - Apoiar com doações ou trabalho voluntário. Além disso, está prevista a vacinação antirrábica dos cães. E mesmo diante das ações internas, as docentes destacam a importância de continuar pressionando os órgãos competentes do município para políticas públicas mais efetivas no combate ao abandono de animais. A comunidade está convidada a acompanhar e participar das ações do Projeto CãoViver. A iniciativa também tem como objetivo estimular a adoção responsável dos animais que hoje vivem no campus. Para mais informações, o público pode acessar as redes sociais do projeto: @vivercao e @caoviver.brecho. Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/PM]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/16/34o-encorte-sera-realizado-nos-dias-30-e-31-de-maio-em-santa-maria-e-sao-sepe Fri, 16 May 2025 14:22:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69175

Está aberto o segundo lote de inscrições para o 34º Encorte, evento voltado à pecuária de corte que acontecerá nos dias 30 de maio, em Santa Maria, e 31 de maio, em São Sepé. Na UFSM, o evento terá palestras no Auditório Flávio Miguel Schneider, e em São Sepé, haverá dia de campo na Braford Sereno – BR 392, Km 300.

Serão dois dias de atualização técnica sobre os seguintes temas:

- "Rastreabilidade no cenário global e o novo plano nacional de identificação individual de bovinos", com Aécio Flores (MAPA e ABCAR);
- "Como a rastreabilidade agrega valor da indústria ao consumidor final: o case do Uruguai", com Jean Santos (Minerva Foods);
- "A pecuária que temos hoje e a que queremos para o futuro: rastrear é bom ou ruim?", com Davi Teixeira (SIA Brasil);
- "A importância da gestão na redução de riscos e na sucessão dos negócios rurais", com Eduardo Condorelli (SENAR-RS);
- "A carne no expositor e no prato: qualidade, percepção e valorização", com Douglas Parrillero (Salero Empório e Churrasco).

A organização do evento é do Grupo Encorte, do Centro de Ciências Rurais (CCR).

Mais informações e inscrições no link.

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A produção de peixes requer  atenção a diversos fatores, como a qualidade da água, o conforto térmico, a higienização de tanques e a nutrição adequada por meio do trato de ração. Esses cuidados têm sido destaques de pesquisas já realizadas pelo Programa de Pós-Graduação em Zootecnia da UFSM e serão usados no Projeto de Extensão ProgeAqua - Programa de Geração de Renda e Qualidade do Pescado.

 

A iniciativa, contemplada no último edital do Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (PROEXT-PG), parte de pesquisas já publicadas e validadas, servindo como embasamento técnico e científico para orientar produtores de peixe namelhoria no manejo e produção. Para Rafael Lazzari, coordenador do projeto, a intenção é oferecer conhecimentos que contribuam para a expansão da atividade, com o objetivo de aumentar a renda. “A produção de peixe que estamos falando tem um  objetivo comercial - seja para a venda na Semana Santa, seja para a produção de filé em outros momentos do ano -,  de forma que os produtores familiares da nossa região tenham uma fonte de renda extra, com mais rentabilidade, e possam melhorar suas condições de vida e seus sistemas de produção”, explica Rafael.

Para o pesquisador, a piscicultura desponta como uma atividade com grande potencial de crescimento, especialmente por oferecer uma fonte de proteína saudável. “Um dos focos do projeto não é apenas estimular a produção, mas também incentivar as pessoas a consumir peixe, porque o pescado é uma proteína de boa qualidade, de fácil digestão, rica em vitamina e ácidos graxos que são importantes para a saúde das pessoas”, destaca o coordenador do ProgeAqua. 

Ele também observa que,  no norte do Rio Grande do Sul, os sistemas produtivos de piscicultura já estão mais consolidados. “E agora também queremos fortalecer essa alternativa para os agricultores familiares aqui na região de Santa Maria”. Neste momento, o ProgeAqua está em fase de preparação dos materiais com orientações técnicas para capacitar  as e os produtores. O próximo passo deve acontecer nos próximos meses: o contato com estas famílias por meio de visitas técnicas. “Incorporar as ações de extensão é também cumprir o papel da universidade, que é levar o conhecimento das nossas pesquisas, já gerado na nossa área, para a sociedade”, aponta Rafael.

Segurança alimentar e aumento de produtividade

Dois eixos norteiam o ProgeAqua: a segurança alimentar e o aumento da produtividade. Rafael Lazzari explica que a produção de um pescado de qualidade exige cuidados tanto sanitários (ou seja, boas condições de higiene) quanto sensoriais (relacionados ao sabor do peixe). “Isso passa muito pelos processos de criação. Essas práticas serão abordadas nas capacitações que oferecemos. Isso vai incentivar que os produtores, no dia a dia de manejo, consigam produzir um peixe de qualidade”, ressalta.

Os aspectos produtivos ligados à qualidade do pescado têm impacto direto na segurança alimentar e no aumento da produtividade. O pesquisador reconhece que a segurança alimentar costuma ser um tema complexo, mas destaca que oferecer um peixe de qualidade, criado em condições sanitárias adequadas, contribui para o aumento do consumo por crianças, jovens, adultos e idosos. Além disso, a segurança alimentar envolve a possibilidade de acesso aos produtos. “Nem sempre um peixe ou outro produto alimentar é produzido a um custo acessível. Mas se você produzir de forma mais eficiente, ajuda a diminuir o custo de produção, e consequentemente, vai chegar em uma condição melhor para os consumidores”, evidencia Rafael.

Já o aumento da produtividade está relacionado ao fortalecimento da piscicultura comercial e à possibilidade da expansão da renda de famílias da agricultura familiar. Rafael explica: “O que tratamos no projeto é como fazer piscicultura em condições técnicas de manejo adequadas, de cuidados intensivos”. Entre os temas abordados nas orientações estão desde a construção e manutenção de açudes, passando pelo monitoramento da qualidade da água, até estratégias adequadas de alimentação dos peixes. 

Além dos aspectos relacionados com o ambiente, o projeto também trata de questões gerenciais, que envolvem custo de produção, de manejo e de monitoramento de indicadores de qualidade da água e do próprio peixe. “A piscicultura comercial e intensiva envolve conhecimento técnico-científico para que se garanta índices de produção satisfatórios e o produtor obtenha boa rentabilidade”, frisa Rafael.

Manejo na produção de peixes

As capacitações do ProgeAqua são voltadas para o manejo dos peixes no período de inverno, uma vez que a diminuição da temperatura da água afeta o gasto energético e diminui a alimentação dos animais, o que interfere no ganho de peso. Atividades de manejo e monitoramento são necessárias para minimizar os efeitos decorrentes do frio. São exemplos o conforto térmico dos animais e temperatura da água, qualidade de água (valores de oxigênio e ph) e questões comportamentais dos peixes. 

Algumas das pesquisas que vão embasar os cursos que serão ofertados aos produtores pelo ProgeAqua estão registradas no e-book ‘Manejo de inverno para a piscicultura no sul do Brasil’, que pode ser acessado por meio deste link. Destacamos alguns elementos importantes:

Conforto térmico e temperatura da água: quando a água está com temperaturas muito elevadas ou muito baixas, o peixe tende a se movimentar menos para gastar menos energia, o que leva à diminuição da alimentação e do crescimento e ganho de peso do animal. Em extremos, pode ocorrer mortalidade. As faixas de conforto térmico variam conforme a espécie, o que deve ser considerado na criação. Carpas e tilápias, por exemplo, tem faixas de conforto térmico diferentes. Enquanto a carpa consegue se alimentar em temperaturas de água abaixo dos 15 graus, as tilápias têm mais dificuldades - por serem animais tropicais, com faixas de conforto térmico mais altas, entre 24 e 28 graus.

Infraestrutura e manejo da água: quedas bruscas de temperatura são comuns no território gaúcho - e isso pode provocar a queda da temperatura da água e afetar o conforto térmico dos peixes. Esse fator exige a preparação dos produtores para a chegada do inverno e de frentes frias, e envolve uma boa alimentação dos peixes antes da estação, a fim de melhorar sua imunidade para o estresse do frio e evitar possíveis doenças. Qualidade nutricional e da água são fundamentais para a saúde e sobrevivência dos animais.

Tamanho e posição dos tanques: popularmente chamados de açudes, os tanques de produção de peixes não podem ser muito pequenos, uma vez que volumes de água menores resfriam mais rápido. Também não podem ser muito profundos, para evitar a estratificação térmica da água. Esse é um fenômeno em que a água se divide em pelo menos duas camadas com diferentes temperaturas: no fundo do tanque, a água tende a ser mais fria porque os raios solares não chegam, o que provoca diferentes densidades que não se misturam. De acordo com Rafael, esse fenômeno é comum na época do inverno, mas, no caso de fortes chuvas, quando há estratificação térmica, a água e os materiais que estão no fundo do açude sobem para a superfície, o que traz matérias orgânicas tóxicas que promovem quedas drásticas no nível do oxigênio. O resultado pode ser uma mortalidade grande dos peixes. Esse fenômeno é chamado de inversão térmica.

O tamanho ideal dos tanques pode variar de acordo com a região. Para o Rio Grande do Sul, as recomendações são de açudes maiores do que 1000m² e com profundidade entre um a um metro e meio. A posição dos tanques também é essencial: não podem estar em locais próximos a áreas de morros e árvores - que podem provocar sombras e prejudicar a exposição ao sol - nem em áreas de baixadas - suscetíveis a geadas.

Uso de aeradores: ferramentas que podem ser usadas para homogeneizar a temperatura e densidade da água, o que pode evitar a estratificação e inversão térmicas. Podem ser chafarizes ou ter a forma de pás que se movimentam, e são movidos a energia elétrica, em sua maioria. Tem a função de compensar a diminuição do oxigênio da água em semanas com muito frio e pouco sol.

Captura de tela quadrada e colorida com quatro fotografias de aeradores em formato de chafariz. Elas estão organizadas em dua fileiras com duas fotos cada. As fotos 1, 2 e 3 mostram o aerador em movimento, com o chafariz que joga água para cima, no meio de um açude. Na foto 4, a estrutura do aerador chafariz, que é azul, e tem uma forma circular na base, que se estreita em um formato de cilindro com aberturas laterais. Abaixo das fotos, a legenda: "Figura 4. Aeradores chafariz em funcionamento e imagem de referência para este modelo de aerador. Fonte: (A, B e C) João A. Sampaio (arquivo pessoal), (D) Primato Cooperativa Agroindustrial ([2023])". O fundo é branco.
Aeradores em formato de chafariz. Fonte: Rotta et al, 2023.
Captura de tela de aeradores em formato de pá. São quatro fotografias organizadas em duas fileiras com duas fotos cada. Na parte superior, a primeira fotografia mostra três pontos de água esguichando. Na segunda, um aerador em formato de pá, com corpo azul e pás amarelas. A pá é formada por uma estrutura circular com várias lâminas. Na foto 2, as pás giram e jogam água para cima. Na foto 3, detalhe da água em movimento, para cima. Na foto 4, o aerador em pá parado. Abaixo das fotografias, a legenda: "Figura 3. Aeradores de pás em funcionamento e imagem de referência para este modelo de aerador. Fonte: (A e C) Trevisan Equipamentos Agroindustriais ([2023]), (B e D) Agricotec ([2023])". O fundo é branco.
Aeradores em formato de pá. Fonte: Rotta et al, 2023.

Experiências anteriores

Em 2015, uma primeira edição das capacitações do ProgeAqua foi aplicada na região noroeste do estado. Thamara Schneider é zootecnista e participou desta edição do projeto quando era estudante na UFSM em Palmeira das Missões. Ela conta que o projeto permitiu uma aproximação com a realidade das e dos produtores e favoreceu o diálogo entre o campo e a academia. “O ProgeAqua foi uma oportunidade de ampliar horizontes, conhecer diferentes realidades e dialogar com produtores de distintos perfis, enriquecendo minha formação profissional e pessoal”, relata Thamara.

Além das capacitações técnicas, também foram coletadas amostras de água, para avaliar em laboratório a qualidade físico-química. Os resultados das análises eram levados aos produtores junto com orientações técnicas de melhoria. Os cursos foram ministrados em 40 municípios, com enfoque em Palmeira das Missões, Sarandi, São Pedro das Missões, Jaboticaba, Novo Barreiro, Ronda Alta, Constantina, Sagrada Família, Frederico Westphalen, Seberi, Taquaruçu do Sul, Vicente Dutra, Iraí, Planalto, Nonoai e Trindade do Sul. Foram treinados mais de 800 produtores, que também receberam materiais de divulgação e orientações técnicas. O contato do projeto com os produtores foi feito por intermédio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

Fotografia quadrada e colorida de um açude amplo em ambiente aberto, com gramas nas margens. Ao fundo, é possível ver algumas árvores de pinheiros, e o céu azul com nuvens arroxeadas.
Um dos açudes monitorados pelo ProgeAqua na edição de 2015.
Peixe tilápia em fase de crescimento. Ele é prateado com um leve tom de cobre. O peixe está na mão de alguém. O fundo é o chão com gramas esparsas.
Peixe tilápia em fase de crescimento.
Fotografia quadrada e colorida de cinco pessoas em pé ao lado de um açude. São três homens, uma mulher e uma criança. Elas estão em meio à uma grama fina mais alta. Ao fundo do terreno, algumas árvores. A grama se estende até o fundo da imagem. Na parte superior, o céu azul com algumas nuvens espalhadas.
Integrante do ProgeAqua e uma família de produtores ao lado do açude.

Reportagem: Samara Wobeto, jornalista

Edição: Luciane Treulieb, jornalista

Design: Evandro Bertol, designer

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Nos dias 11, 12 e 13 de abril de 2025, a Universidade Federal de Santa Maria sediou o curso “Responsabilidade Técnica e Controle de Qualidade na Indústria de Produtos de Origem Animal”, promovendo uma rica troca de conhecimentos entre profissionais e estudantes das áreas de Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia de Alimentos.

A programação contou com temas essenciais para a atuação no setor industrial, como microbiologia aplicada, legislação vigente, Programas de Autocontrole (PACs) e atividades práticas, proporcionando aos participantes uma verdadeira imersão na rotina de trabalho e nos desafios enfrentados por responsáveis técnicos em indústrias de produtos de origem animal.

Os certificados estão sendo emitidos pelo Departamento de Medicina Veterinária Preventiva da UFSM, agregando valor à formação acadêmica e profissional dos participantes. O evento reafirma o compromisso da universidade com a qualificação técnica e com a aproximação entre a formação universitária e as demandas do mercado de trabalho.

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O curso de Zootecnia da UFSM celebra com orgulho o reconhecimento nacional de dois de seus integrantes. O professor Gerson Guarez Garcia foi agraciado com o prêmio “Coordenador do Ano 2025”, concedido pela Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ Nacional). A premiação homenageia o mérito institucional de profissionais que se destacam na gestão de cursos de graduação em Zootecnia em todo o país. O professor Gerson recebeu o Prêmio Mário Hamilton Vilela, que destaca sua dedicação, competência e relevantes serviços prestados à formação de futuros zootecnistas. 

A excelência do curso também foi reconhecida por meio da atuação da acadêmica Isabela Maraschin Vieira, que conquistou duas importantes premiações. Pela ABZ, Isabela foi reconhecida como “Estudante 10”, alcançando o 1º lugar nacional. O prêmio reconhece estudantes com participação destacada nas atividades acadêmicas, envolvimento em representações estudantis e alto rendimento acadêmico.

Além disso, Isabela também foi premiada pela ABZ Jovem, sendo nomeada como uma das Acadêmicas em Zootecnia mais influentes do ano, reafirmando seu papel de liderança e impacto positivo entre os estudantes do curso em nível nacional.

Essas conquistas refletem o comprometimento da comunidade acadêmica da Zootecnia UFSM com a excelência na formação profissional, gestão educacional e protagonismo estudantil.

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Na tarde da última sexta-feira (4), o grupo PET Zootecnia da UFSM promoveu a primeira edição do projeto Zoot Kids de 2025. A atividade recebeu os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Caic Luizinho de Grandi, proporcionando uma tarde marcada por curiosidade, aprendizado e muita diversão.

O evento teve como objetivo aproximar as crianças do universo da Zootecnia por meio de atividades interativas e visitas aos laboratórios do Centro de Ciências Rurais (CCR). A iniciativa buscou despertar o interesse dos pequenos pela ciência e pela produção animal, promovendo um contato direto com a rotina acadêmica e prática da área.

[caption id="attachment_68756" align="alignleft" width="366"]foto colorida vertical de crianças alimentando uma vaca Alunos participaram de atividades[/caption]

O PET Zootecnia agradeceu à escola pela disponibilidade e parceria, destacando a importância do envolvimento das instituições de ensino na construção de experiências educativas. O grupo também expressou gratidão aos laboratórios que participaram da ação — Gepeo, Labcuni, Lapimel e Lableite —, que contribuíram com demonstrações e atividades voltadas ao público infantil.

Outro destaque foi a participação dos “petianos por um dia”, estudantes que acompanharam a programação e colaboraram nas atividades, vivenciando de perto o trabalho realizado pelo PET Zootecnia – Jhenifer Medina Munhoz, João Vitor Fernandes e Vitória R. Soares.

Texto e fotos: Núcleo de Divulgação Institucional do CCR

 

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Na tarde da última sexta-feira, 4 de abril, o grupo PET Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria promoveu a primeira edição do projeto Zoot Kids de 2025. A atividade recebeu os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Caic Luizinho de Grandi, proporcionando uma tarde marcada por curiosidade, aprendizado e muita diversão.

O evento teve como objetivo aproximar as crianças do universo da Zootecnia por meio de atividades interativas e visitas aos laboratórios do Centro de Ciências Rurais (CCR). A iniciativa buscou despertar o interesse dos pequenos pela ciência e pela produção animal, promovendo um contato direto com a rotina acadêmica e prática da área.

O PET Zootecnia agradeceu à escola pela disponibilidade e parceria, destacando a importância do envolvimento das instituições de ensino na construção de experiências educativas. O grupo também expressou gratidão aos laboratórios que participaram da ação — GEPEO, LABCUNI, LAPIMEL e LABLEITE —, que contribuíram com demonstrações e atividades voltadas ao público infantil.

Outro destaque foi a participação dos “petianos por um dia”, estudantes que acompanharam a programação e colaboraram nas atividades, vivenciando de perto o trabalho realizado pelo PET Zootecnia - Jhenifer Medina Munhoz, João Vitor Fernandes e Vitória R. Soares.

 

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No próximo dia 14 de abril, às 19 horas, o Sindicato Rural de Santa Maria sediará mais uma edição do Ciência e Chimarrão, um evento voltado para estudantes, técnicos e produtores rurais que desejam se atualizar sobre as inovações no setor pecuário.

O encontro será conduzido pelo especialista Maurício Süssenbach de Abreu, que compartilhará conhecimentos sobre a evolução do mercado e as vantagens do confinamento bovino como estratégia para o futuro da pecuária de corte. A palestra intitulada "Confinamento de gado de corte pelo mundo: caminhos e oportunidades para os novos profissionais" promete trazer aos participantes conhecimentos práticos já testados para aumentar a produção na região.

O Ciência e Chimarrão é promovido pelo Grupo ENCORTE da UFSM em parceria com a Comissão Jovem do Sindicato Rural de Santa Maria, proporcionando um ambiente ideal para troca de ideias e fortalecimento de networking entre os participantes. Acompanhe as novidades do evento pelo perfil do Instagram: ENCORTE UFSM.

Inscrição

Os interessados podem se inscrever clicando aqui.

Valor da Inscrição: R$ 20,00
Para confirmação, é necessário anexar o comprovante de pagamento.

Pagamento via PIX: 55999193286 (Marina Abreu - PICPAY)

Contato

Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: encorteagroufsm@gmail.com.

Localização

Sindicato Rural de Santa Maria
Rua Appel, 475 - Nossa Senhora de Fátima, Santa Maria - RS

Participe e fique por dentro das tendências da pecuária moderna.

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O Grupo de Estudos, Pesquisa e Extensão em Ovinocultura (GEPEO) da UFSM está promovendo a venda de cordeiras da raça Île-de-France, filhas de carneiro P.O.

Os animais são de alto nível genético e fazem parte do rebanho do Laboratório de Ovinocultura da instituição.

A venda será realizada exclusivamente para produtores que possuam talão de produtor rural.

Os interessados podem obter mais informações entrando em contato com o Prof. Dr. Sérgio Carvalho pelo telefone (55) 99635-0762.

Essa é uma excelente oportunidade para produtores que desejam investir em genética de qualidade na criação de ovinos.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/02/04/projeto-da-ufsm-produz-prodcast-sobre-avicultura Tue, 04 Feb 2025 19:24:06 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=68211 Divulgação científica na prática [caption id="attachment_68212" align="alignright" width="255"] A professora Catarina Stefanello e a coordenadora do projeto[/caption] O Brasil é o maior exportador de carne de frango no mundo, e um dos intuitos do programa é informar as pessoas sobre o que acontece durante o processo de criação das aves. Ao disseminar informação de qualidade, inclusive sobre pesquisas feitas dentro da UFSM, a iniciativa consegue atingir um público muito diversificado, desde alunos da instituição até pessoas de fora do Brasil interessadas nos assuntos abordados nos episódios, que são publicados uma vez por semana em plataformas como Spotify, YouTube e Deezer. Catarina faz uma integração do trabalho feito no podcast com aquele que realiza dentro da sala de aula, utilizando os episódios para fomentar debates com seus alunos nas turmas de graduação em que ela leciona. “O podcast é uma ferramenta muito potente de divulgação de conhecimentos. Nós fortalecemos os nossos alunos quando temos a oportunidade de inserir novos elementos no ensino e na extensão.”, comenta a coordenadora. “O Aviário” já conta com mais de cem episódios, nos quais convidados especialistas da área da avicultura discutem temas como perspectivas de mercado e saúde das aves, entre outros. O podcast pode ser acompanhado nas principais plataformas de áudio e vídeo, inclusive no canal do projeto no YouTube. Outras informações constam em sua página no Instagram. Texto: Subdivisão de Editoração e Divulgação da Pró-Reitoria de Extensão]]>