Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Wed, 21 Jan 2026 14:26:13 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/01/21/outorga-provisoria-dos-pocos-e-concedida-ao-campus-sede-da-ufsm Wed, 21 Jan 2026 14:12:29 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71887 No dia 9 de janeiro de 2026, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) obteve a outorga provisória para o uso de água subterrânea dos poços tubulares do campus sede, em Santa Maria (RS). Por ser provisória, a outorga concede o direito de uso de recursos hídricos para 18 poços tubulares localizados na Universidade por um período de 180 dias. Após esse período, outra avaliação será necessária.

Segundo Marcela Bromberger Soquetta, chefe do Setor de Planejamento Ambiental da UFSM, a autorização, concedida por meio da Portaria DRHS nº 001/2026, representa um avanço significativo para a segurança hídrica, a regularidade ambiental e a continuidade das atividades acadêmicas e administrativas da instituição.

A outorga é o instrumento legal que autoriza o uso de recursos hídricos pelo poder público, estabelecendo critérios, limites e finalidades para a captação. No caso da UFSM, a medida reconhece oficialmente a utilização da água subterrânea nos poços do campus sede, assegurando que o uso ocorra de forma controlada, transparente e alinhada à política estadual de gestão das águas.

A autorização está diretamente vinculada à Licença de Operação nº 2529/2025, emitida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM), que regula o funcionamento do campus universitário em suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e prestação de serviços à comunidade. Dessa forma, a outorga integra o conjunto de exigências ambientais que garantem segurança jurídica e responsabilidade socioambiental à instituição.

Regularização e impactos práticos

Com a concessão da outorga provisória, a captação de água subterrânea deixa de estar em uma situação de insegurança jurídica e passa a ser formalmente reconhecida pelo órgão gestor de recursos hídricos do Estado. Na prática, isso reduz riscos de questionamentos administrativos ou judiciais e fortalece o planejamento institucional de médio e longo prazo.

Além disso, a UFSM passa a operar com parâmetros mais definidos de monitoramento, gestão e uso racional da água, em consonância com as condicionantes ambientais da Licença de Operação. O conjunto de medidas contribui para uma gestão mais eficiente e sustentável do sistema de abastecimento do campus.

Poços contemplados e áreas atendidas

A Portaria concede a outorga do direito de uso de recursos hídricos para 18 poços tubulares cadastrados no Sistema de Outorga de Água do Rio Grande do Sul (SIOUT-RS), todos localizados no campus sede da UFSM, na Avenida Roraima, bairro Camobi.

Confira abaixo a lista dos poços outorgados:

  1. Centro de Ciências Sociais e Humanas (Poço 1)
  2. Trevo (Poço 3)
  3. Colégio Politécnico (Poço 4)
  4. Piscicultura (Poço 6)
  5. Jardim Botânico (Poço 8)
  6. Madame (Poço 9)
  7. Centro de Educação Física e Desporto (Poço 10)
  8. Reitoria (Poço 11)
  9. Torrão Paulista (Poço 12)
  10. Hospital Veterinário Universitário (Poço 13)
  11. Tambo (Poço 14)
  12. Torre de Rádio (Poço 16)
  13. Área nova da Zootecnia (Poço 17)
  14. Setor de Transportes (Poço 18)
  15. CEEMA (Poço 19)
  16. Estrada Jardim Botânico 2 (Poço 21)
  17. Equinos (Poço 22)
  18. Central de Resíduos (Poço 25)

Finalidade do uso da água

De acordo com a portaria, a água captada nos poços subterrâneos tem como finalidade o consumo humano em todo o campus sede e a limpeza geral. Sempre que destinada à ingestão, preparo de alimentos ou higiene pessoal, a água deve atender aos padrões de potabilidade estabelecidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, que define critérios de qualidade microbiológica, química e física, além de exigir desinfecção e monitoramento sistemático.

Contexto jurídico e segurança hídrica

A concessão da outorga considera o Processo Administrativo Eletrônico nº 25/1000-0017271-8 e a Ação Civil Pública nº 5009861-33.2025.4.04.7102, em tramitação na 3ª Vara Federal de Santa Maria. Antes da regularização, a UFSM enfrentava o risco de que a utilização dos poços fosse considerada irregular, o que poderia resultar em restrições ou interrupções no abastecimento de água.

Compromisso com a sustentabilidade

Ainda conforme Marcela, o Setor de Planejamento Ambiental da UFSM reforçou o compromisso permanente da universidade com o controle e a vigilância da qualidade da água distribuída por meio do Sistema Alternativo Coletivo de Abastecimento. O monitoramento segue os parâmetros da Portaria GM/MS nº 888/2021 e as recomendações técnicas da Secretaria Municipal de Saúde de Santa Maria, conforme registrado nos relatórios técnicos e sanitários do sistema.

Marcela ainda destacou que em um contexto de mudanças climáticas e crescente preocupação com a gestão responsável dos recursos naturais, a outorga provisória dos poços consolida-se como um passo estratégico para que a UFSM continue cumprindo sua função social com sustentabilidade, planejamento e segurança ambiental.

Texto: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques

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Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/12/02/projeto-de-arquitetura-e-urbanismo-da-ufsm-cs-e-um-dos-vencedores-do-27o-premio-iab-rs Tue, 02 Dec 2025 21:08:06 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71552 O trabalho de conclusão de curso “Fratura ecológica: a criação de uma universidade parque como forma de restauração do ecossistema”, desenvolvido pelo egresso Pedro Henrique Taschetto Marin e orientado pela professora Raquel Weiss, conquistou o 1º lugar na categoria “Urbanismo – Planejamento Urbano e Regional” do 27º Prêmio IAB RS | Turmas 2024, promovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – departamento Rio Grande do Sul. A cerimônia ocorreu na última sexta-feira (28), em Porto Alegre.

Foto horizontal. Uma plateia assiste à cerimônia de premiação, realizado sobre um palco, no qual há uma mulher no canto esquerdo (a qual segura um troféu e fala ao microfone) e, no canto direito, uma mulher que segura papéis e um rapaz que aparentemente faz tradução para Língua Brasileira de Sinais. Ao fundo, é projetado o trabalho premiado.
A cerimônia de premiação ocorreu na última sexta-feira (28), em Porto Alegre

A premiação ressalta a relevância acadêmica e social do projeto, que também havia sido reconhecido recentemente no 9º Prêmio Rosa Kliass – Concurso Nacional de Arquitetura da Paisagem 2025, onde recebeu menção honrosa na Região Sul. A dupla conquista, em âmbito estadual e nacional, evidencia a consistência teórica e metodológica do trabalho, bem como sua contribuição estratégica para a preservação e valorização do bioma Pampa.

Uma proposta para restaurar ecossistemas fraturados

O trabalho parte de um diagnóstico contundente: o avanço do capitalismo predatório e o uso intensivo do território têm provocado fraturas profundas nos ecossistemas, comprometendo sua capacidade de regeneração e funcionamento. No Rio Grande do Sul, esse cenário é ainda mais sensível, dado que o Pampa, que cobre 63% do estado, é atualmente o segundo bioma com maior perda proporcional de vegetação nativa no Brasil – restando apenas 43,2% de cobertura original.

Diante desse contexto, o estudo propõe a criação de uma universidade parque na área do 55BET Pro da UFSM em Cachoeira do Sul (UFSM/CS), concebida com base nos princípios da ecologia da paisagem e da ecogênese. A iniciativa busca restaurar as dinâmicas ecológicas, reconectar fragmentos de vegetação, revalorizar os sistemas hídricos e promover um ambiente capaz de integrar fluxos ecológicos, humanos e não humanos.

O projeto se sustenta em um aprofundamento teórico-metodológico aliado ao uso de Sistemas de Informação Geográfica (SIG), permitindo análises precisas sobre uso do solo, morfologia, conectividade e dinâmicas ecológicas.

A pesquisa desenvolve mapas e estratégias em duas escalas:

Mesoescala

Caracteriza a unidade de paisagem onde o campus está inserido, identificando corredores ecológicos, áreas de preservação, fragmentos frágeis e potenciais zonas de reconexão. A análise gerou um masterplan com diretrizes de preservação sistêmica da paisagem.

Microescala

Propõe um desenho de arquitetura da paisagem para o campus, com arranjos vegetais, reorganização espacial e estratégias de manejo que respeitam e fortalecem o bioma Pampa. A concepção integra corredores verdes, sistemas hídricos, áreas de uso social e espaços de regeneração natural.

Reconhecimento que valoriza a UFSM/CS

Para além do mérito acadêmico, o reconhecimento recebido por Pedro Henrique Taschetto Marin e pela professora Raquel Weiss (atualmente docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul) reforça o papel da UFSM/CS na produção de conhecimento crítico e inovador, alinhado aos desafios socioambientais contemporâneos.

A professora Raquel Weiss destacou ainda que este resultado consolida um momento especialmente significativo para o curso: a UFSM/CS tornou-se bicampeã na categoria “Urbanismo – Planejamento Urbano e Regional” do Prêmio IAB RS. Em 2023, o campus já havia sido vencedor na mesma categoria e também recebido uma menção destaque. O novo prêmio reafirma a excelência das pesquisas e projetos desenvolvidos na área, fortalecendo a presença da UFSM-CS no cenário profissional e acadêmico do estado.

Além das imagens utilizadas nesta matéria, é possível acessar todas as pranchas e representações gráficas do trabalho por meio deste link, permitindo ao público visualizar em detalhes as propostas e análises desenvolvidas.

Texto: Assessoria de Comunicação da UFSM/CS

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Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/12/01/professor-da-ufsm-apresenta-pesquisa-sobre-asfaltos-sustentaveis-na-cop-30 Mon, 01 Dec 2025 15:06:45 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71521

O professor Deividi da Silva Pereira, líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária da UFSM (GEPPASV), palestrou, no dia 20 de novembro, na COP 30, em Belém. A apresentação sobre ligantes asfálticos modificados destacou pontos relacionados à minimização dos Gases de Efeito Estufa (GEE).

A palestra “A tecnologia dos asfaltos e seus impactos econômicos e ambientais sobre a infraestrutura rodoviária brasileira” destacou os benefícios dos ligantes asfálticos modificados (como o AMP 60/85, o Asfalto-Borracha e o HiMA). O professor do Departamento de Transportes do Centro de Tecnologia demonstrou como o melhor desempenho à fadiga do asfalto permite reduzir espessuras de revestimento e emissões de GEE, o que resulta em estruturas mais econômicas e sustentáveis.

O convite surgiu a partir do Setor de Sustentabilidade, do Ministério dos Transportes. Para o professor Deividi, representar o grupo de pesquisa na COP 30 foi gratificante. A apresentação aconteceu no âmbito do Painel de Discussão “Tecnologia, Regulação e Sustentabilidade: O Caminho para a Mitigação de GEE na Nova Infraestrutura Rodoviária Brasileira”, ocorrido na Estação de Desenvolvimento da Confederação Nacional do Transporte, instalada na Zona Verde da COP. Neste espaço, sociedade civil, instituições públicas e privadas e líderes globais puderam se conectar por meio do diálogo, inovação e investimento sustentável.

Segundo o professor, o objetivo da palestra foi mostrar ao público geral como o desenvolvimento das tecnologias asfálticas podem trazer benefícios econômicos e ambientais. “Na medida em que a gente tem rodovias melhores, por agregar mais tecnologia aos ligantes asfálticos, a gente tem melhores desempenhos no pavimento, que propiciam menores custos de consumo de combustível, emissões de gases poluentes por esses veículos”, relata o pesquisador.

Foto colorida horizontal do professor Deivid em pé, com roupa social, com microfone em punho no palco do evento. Atrás dele, um painel escrito COP30. Do lado esquerdo, um púlpito de madeira. À frente, a plateia.
Professor Deividi Pereira, do CT, palestrou na COP 30

O que são os ligantes asfálticos modificados?

Os ligantes asfálticos modificados são tipos de cimento asfáltico de petróleo (CAP) que recebem aditivos para melhorar suas propriedades mecânicas e reológicas (deformação dos materiais), oferecendo desempenho superior em pavimentação, especialmente sob tráfego intenso ou condições climáticas específicas.

O Asfalto Modificado por Polímero (AMP 60/85) recebe, geralmente, com adição de polímeros elastoméricos como SBS (Estireno-Butadieno-Estireno). É recomendado para tráfego pesado a médio.

Já o asfalto-borracha é modificado pela adição de pó de borracha de pneus inservíveis (pneu moído) e oferece maior durabilidade (cerca de 40% mais resistente que o asfalto comum), maior aderência e redução de ruído e spray (neblina de água) em dias de chuva.

Por fim, o HiMA, Highly Modified Asphalt (Asfalto Altamente Modificado), caracteriza-se por uma alta concentração de polímero (geralmente acima de 7,5%, enquanto um AMP comum tem cerca de 3-5%) e é indicado para tráfego extremamente pesado.

A participação do professor na COP 30 dialoga diretamente com as ações da COP Local na UFSM, que promoveu debates sobre sustentabilidade, inovação e redução de emissões no ambiente universitário. A presença de um docente da instituição no evento internacional reforça o compromisso da UFSM com a agenda climática, ampliando para, o cenário global, discussões que já são desenvolvidas localmente.

Texto: Emmanuelly Zini, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM
Foto: Acervo GEPPASV/CT/UFSM

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Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/11/ufsm-e-uma-das-instituicoes-autoras-de-guia-comunicacional-sobre-a-clise-climatica-do-rs Tue, 11 Nov 2025 18:23:41 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71349 A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (Unic Rio) e a Secretaria de Comunicação do Estado do Rio Grande do Sul (Secom/RS) anunciam o lançamento do Guia de Integridade da Informação no Contexto da Crise Climática no Rio Grande do Sul: Protocolos, Boas Práticas e Governança da Informação para Enfrentar a Infodemia Climática, obra que marca um novo marco para a governança da informação em emergências climáticas no país.

O documento, com mais de 200 páginas, é resultado de seis meses de trabalho colaborativo, envolvendo 10 instituições autoras e 55 especialistas de universidades (incluindo a UFSM), órgãos públicos e centros de pesquisa. Estruturado sob a abordagem de “Uma Só Saúde” (One Health), o guia traduz em diretrizes práticas o que a crise climática de 2024 evidenciou: sem integridade informacional, não há coordenação eficaz, confiança pública ou ação solidária duradoura.

“O guia representa a convergência entre ciência, comunicação pública e políticas de resiliência territorial. Ele nasce da dor de uma emergência e se transforma em um legado de prevenção e cooperação. Informação íntegra é infraestrutura crítica – sem ela, nenhuma sociedade é resiliente”, afirma Gustavo Buss, coordenador geral e editorial do guia e assessor regional sênior da Rede Saúde Única (RSU/Fiocruz).

O lançamento oficial será realizado em solenidade de entrega ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul, em novembro de 2025, consolidando o documento como referência técnica e metodológica para gestores públicos, comunicadores e instituições científicas.

Reconhecendo sua relevância internacional, o guia foi selecionado pela Organização das Nações Unidas para integrar o Mutirão Global pela Integridade da Informação sobre a Mudança do Clima, dentro da Agenda de Ação da COP30, e será apresentado no Celeiro de Soluções, em Belém do Pará. A seleção destaca o protagonismo do Brasil e do Rio Grande do Sul na construção de respostas inovadoras à desinformação climática.

O documento consolida experiências práticas e estudos de caso, como a atuação do Gabinete de Crise de Comunicação e do Núcleo de Combate à Desinformação, que se tornaram referências nacionais em governança da informação. Apresenta ainda protocolos de verificação, diretrizes operacionais, fluxos de comunicação e ações de pré-bunking e educação midiática, reafirmando a informação como pilar da saúde pública, da gestão de risco e da democracia.

O projeto é uma das entregas do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Fiocruz e a Embrapa, que instituiu o Programa de Pesquisa e Inovação Sustentável entre as duas instituições, voltado à integração entre ciência, comunicação e políticas de resiliência climática.

Instituições realizadoras: Fiocruz, Embrapa, Unic Rio e Secom/RS.

Instituições autoras: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Universidade Federal do Rio Grande (Furg), UFSM, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade Feevale (Feevale), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e Secom/RS.

Texto: RSU/Fiocruz

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Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/10/ufsm-colabora-na-elaboracao-do-plano-de-arborizacao-urbana-de-cachoeira-do-sul Mon, 10 Nov 2025 18:52:24 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71335 O curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSM (55BET Pro de Cachoeira do Sul) está participando da elaboração do Plano de Arborização Urbana de Cachoeira do Sul, em parceria com a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e da Secretaria de Gestão, Governança, Parcerias e Inovação. Como parte da etapa de diagnóstico técnico, está sendo realizada uma consulta pública com a comunidade, que pode participar respondendo a um questionário on-line sobre sua relação com a arborização da cidade, bairros e ruas. O questionário ficará disponível até 30 de novembro neste link.

De acordo com a equipe técnica do projeto, o Plano de Arborização Urbana é uma ferramenta essencial para o planejamento e a gestão da arborização, buscando enfrentar as mudanças climáticas, aumentar a resiliência urbana e melhorar a qualidade de vida da população. O projeto está estruturado em etapas que incluem levantamentos, inventário arbóreo, mapeamentos, diagnósticos e propostas de ações e diretrizes. Entre os resultados esperados estão o desenvolvimento de um inventário arbóreo, o engajamento da população e a criação de estratégias de manutenção e ampliação da arborização urbana.

A iniciativa conta também com a participação de uma equipe multidisciplinar composta por diversas entidades e instituições convidadas, entre elas: Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana, Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema), Conselho Municipal do Patrimônio Histórico-Cultural (Compahc), Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), Conselho Regional de Biologia da 3ª Região (CRBio 03), Núcleo de Engenharia e Arquitetura (NEA), RGE/CPFL Energia, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) e Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).

Texto: Assessoria de Comunicação do 55BET Pro de Cachoeira do Sul

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Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/10/23/iracema-uma-transa-amazonica-foi-o-filme-exibido-no-cine-cop-30 Thu, 23 Oct 2025 20:24:59 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71098 No último sábado (18), o projeto de extensão Paralelo 33 realizou uma exibição gratuita do filme “Iracema: Uma Transa Amazônica”, no Shopping Praça Nova de Santa Maria. O evento teve como objetivo trazer para debate as lutas sociais e ambientais abordadas no longa, as quais se encaixam com as temáticas abordadas pela Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP) 30, que acontecerá em novembro deste ano em Belém. O Cine COP 30 foi realizado em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e o Diretório Acadêmico de Relações Internacionais.

O evento faz parte da COP UFSM, que tem como objetivo aproximar da realidade acadêmica e regional as pautas discutidas na conferência. A COP da UFSM acontece entre os dias 9 e 19 de novembro de 2025 e conta com uma programação cultural, científica e ambiental que reconhece e valoriza experiências sustentáveis já existentes na universidade, além de incentivar novas ações de extensão.

O filme foi exibido no Cinépolis, contando com 167 espectadores. O reitor Luciano Schuch esteve presente e parabenizou os membros do projeto pela organização da atividade, ressaltando a importância da iniciativa. “É um orgulho muito grande estar aqui, nossa força vem de vocês. Eu espero que a realização da COP 30 aqui no Brasil seja feita enquanto há tempo para mudanças.”

Após a exibição do longa, houve um momento de debate no qual os professores Gilvan Dockhorn, Francielle Tybusch e Nathalie Tissot Boiaski analisaram algumas cenas do filme e comentaram temáticas que englobam a COP 30.

Sobre o filme – “Iracema: Uma Transa Amazônica” é uma produção teuto-brasileiro de 1975, dirigida por Jorge Bodanzky e Orlando Senna, que se tornou um marco do cinema nacional por sua abordagem crua e realista da exploração da Amazônia durante o regime militar. O filme foi censurado pela ditadura militar e só passou a ser reproduzido no Brasil a partir de 1980.

A obra mistura ficção e documentário, abordando o impacto provocado nas populações da selva amazônica pela rodovia Transamazônica. Narra a jornada de degradação de uma jovem indígena (Iracema) acompanhada de um caminhoneiro (Tião Brasil Grande), que viajam pela rodovia recém-construída.

Estudante de Relações Internacionais e coordenador de comunicação do projeto, Cauê Queiroz Santos explica que esse filme foi escolhido porque se encaixa com os temas que serão debatidos na COP 30. E que a realização da COP UFSM foi a oportunidade perfeita. “O filme tem uma consequência ambiental, que é muito pulsante, mas você também tem uma consequência social, que é Iracema, e o próprio Tião, com o pensamento dele, retratando a sociedade e as pessoas que vivem lá”, comenta.

O estudante explica que, para os integrantes do projeto, o longa se destaca por retratar como o desmatamento da Amazônia tem impacto nos moradores da região. “Um dos outros fatores que a gente escolheu para passar esse filme é que ele tem mais de 50 anos e, até hoje, não mudou nada.”

Texto: Ellen Schwade, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

Edição: Lucas Casali

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Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/10/23/projeto-busca-reduzir-emissao-de-co%e2%82%82-em-concretos-usando-cinza-volante-de-termeletrica Thu, 23 Oct 2025 18:51:44 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71097 O projeto “Quantificação da emissão de CO₂ de concretos a partir da substituição parcial do cimento Portland pela cinza volante de termelétrica” está sendo desenvolvido pela UFSM em parceria com a Faurgs, a Pampa Sul Energia e a AT Consultoria. A pesquisa, que possui aporte financeiro de mais de R$ 170 mil, tem como principal objetivo analisar e reduzir a pegada de carbono gerada pela termelétrica da Pampa Sul, localizada no município de Candiota.

Segundo o coordenador do projeto, professor Marcos Alberto Oss Vaghetti, o estudo visa substituir parcialmente o cimento Portland (responsável por altas emissões de CO₂ devido ao processo de fabricação) por cinza volante, testando proporções de 10% a 50% para avaliar a viabilidade técnica e o desempenho dos concretos. “O objetivo é equilibrar desempenho técnico e sustentabilidade ambiental, reduzindo significativamente a emissão de carbono”, explicou o pesquisador.

O projeto envolve pesquisa experimental, relatórios técnicos e a produção de artigos científicos. Nos próximos seis meses, a equipe se concentrará na pesquisa experimental, enquanto que a segunda fase do projeto será dedicada à elaboração dos produtos resultantes, incluindo publicações acadêmicas.

A parceria entre universidade e empresas traz benefícios mútuos, segundo Vaghetti. A universidade recebe financiamento e suporte técnico, além de oferecer oportunidades para bolsistas e alunos de graduação e pós-graduação desenvolverem pesquisas experimentais e teóricas. Para as empresas, o projeto contribui para a melhoria de processos de gestão e otimização das operações internas.

Atualmente, dois bolsistas de graduação em Engenharia Civil e uma aluna de pós-graduação participam diretamente das atividades, sob supervisão de professores do Laboratório de Materiais de Construção Civil. Outros colaboradores auxiliam no projeto, sem vínculo de bolsa.

O coordenador destacou ainda o impacto da pesquisa para a sociedade: “O mais relevante é a redução da pegada de carbono, contribuindo para processos mais sustentáveis e ambientalmente responsáveis”. O projeto também colabora com o desenvolvimento de materiais alternativos para a construção civil, permitindo a criação de concretos mais sustentáveis e o aprimoramento de técnicas construtivas.

Texto: Assessoria de Comunicação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo

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Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/10/10/ufsm-realizara-em-novembro-o-1o-simposio-bioma-pampa-interfaces-entre-ciencia-e-sociedade Fri, 10 Oct 2025 11:08:54 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70934 A UFSM convida para o 1º Simpósio Bioma Pampa: Interfaces entre Ciência e Sociedade, que será realizado nos dias 27 e 28 de novembro, no Auditório Sérgio Pires, anexo ao prédio 17, do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE). 

O evento promoverá debates sobre as múltiplas dimensões do Bioma Pampa, com três eixos principais: biodiversidade e uso sustentável; mudanças climáticas e sustentabilidade; sociobiodiversidade e estratégias de valorização do território.

A programação incluirá palestras, mesas-redondas e apresentações de trabalhos, visando propor o diálogo entre a comunidade acadêmica e a sociedade, integrar saberes e fortalecer a colaboração de diferentes atores na valorização e conservação do Bioma Pampa.

O prazo para submissões de resumos vai até 15 de outubro, e as inscrições estão abertas até 31 de outubro.

Programação, link para inscrição e submissão e mais informações no site do evento

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Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/09/29/professora-da-ufsm-defende-jornalismo-ambiental-menos-antropocentrico-em-encontro-nacional-de-pesquisadores Mon, 29 Sep 2025 14:12:50 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70812 Com o avanço das mudanças climáticas, o papel do jornalismo na preservação do meio ambiente tem sido cada vez mais debatido entre os profissionais da área. Recentemente, o Instituto Potsdam para Pesquisa sobre o Impacto Climático (PIK) divulgou que a Terra já rompeu sete dos nove limites que mantêm o planeta habitável em condições seguras. O instituto está localizado em Potsdam, cidade alemã com população estimada em pouco mais de 200 mil habitantes.

É nesse contexto que a UFSM participou, entre os dias 24 e 26 de setembro, do 6° Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental, realizado remotamente com transmissão no YouTube e no site Even3. No evento, a professora no Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) Claudia Herte de Moraes falou sobre a importância de o jornalismo se reconectar com a natureza.

 “Uma pauta do avanço da soja no pampa, ao invés de focarmos no impacto econômico, a gente tem a oportunidade de investigar o impacto na vida de um ecossistema”, sugeriu. Para ela, a crise ambiental não é um problema técnico, mas de relacionamento, e é preciso pensar no outro não somente como ser humano, mas como natureza também. Claudia propõe três alternativas para o jornalismo ambiental se fortalecer: mudar as fontes, o método e a perspectiva.

É preciso dar espaço para o conhecimento dos povos indígenas, dos agricultores familiares e pescadores tradicionais nas matérias e não se limitar apenas aos cientistas com currículos extensos. Ela se opôs ao “jornalismo de gabinete”, quando o profissional se acomoda em escrever matérias com dados corretos e oficiais, mas produz textos emocionalmente distantes. 

Segundo ela, a apuração em campo, como reportagens em margens de rios, aproximaria mais o público da pauta ambiental. A professora também ressaltou o aspecto não inovador das medidas e que é necessário uma maior aplicação dos jornalistas. “A história vai se tornar maior, mais complexa e mais verdadeira, deixando de ser um obituário da natureza”, explicou. 

Sob o olhar do ambientalista

Por outro lado, o doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos (UFScar) Paulo Brack disse que a pauta ambiental só aparece no jornalismo no momento dos desastres e citou o rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais, como exemplo. Porém, a questão ambiental não envolve só o jornalismo, e, sim, vários fatores em nível nacional. O caso das barragens engloba um dos pilares da exportação brasileira nas últimas décadas: o minério de ferro. 

“O Brasil é um grande exportador de commodities e a nossa pauta econômica leva a cada vez mais flexibilizações ambientais”, lamentou Brack. Essas exportações envolvem produtos primários e menor valor agregado, mas a grande quantidade de vendas compensa para o país. Em muitos casos, o Brasil compra de países que utilizam seus commodities nos componentes de produtos industrializados e que são mais caros. 

Brack, que atualmente é professor de botânica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), também mencionou o petróleo e a soja como os principais responsáveis pelo avanço do desenvolvimento sobre o meio ambiente. E, de fato, a empresa Fazcomex Tecnologia para Comércio Exterior apontou que, até junho de 2025, o minério de ferro era o produto mais exportado no ano, seguido pela soja e petróleo em terceiro. O cinturão da soja, que embarca regiões de intensa produção do commodity, avança na floresta amazônica a partir dos estados de Rondônia e Mato Grosso. Enquanto isso, cresce a pressão por perfurações de petróleo na Foz do Amazonas. 

“A briga é de cachorro grande”

O doutor em Comunicação e especialista em Comunicação Rural pela Universidade de São Paulo (USP), Wilson da Costa Bueno, afirmou que “a briga é de cachorro grande”. Para ele, o jornalismo deve ser politicamente atuante em favor da causa ambiental e abandonar a ideia de imparcialidade na hora de lidar com o interesse de grandes empresas. No programa de crédito rural deste ano, o Plano Safra, o Governo Federal anunciou quase R$ 520 bilhões para o agronegócio, destinado a grandes produtores, em comparação com os R$ 89 bilhões para a agricultura familiar. 

Apesar de ter uma população inferior à dos Estados Unidos e da China, o Brasil utiliza mais agrotóxicos, responsáveis por conservar as plantações, do que os dois somados. Dentro do maior consumidor do mundo, de acordo com relatório de 2021 da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), é amplo o uso do glifosato, substância relacionada ao desenvolvimento de câncer em múltiplas pesquisas.  

O ambientalista Paulo Brack comentou ser necessária a discussão sobre diminuição do consumo de bens de modo geral e a desconcentração de capital em defesa do meio ambiente. Segundo o Global Wealth Report 2024, elaborado pelo banco suíço UBS, o Brasil é o país mais desigual do mundo. “O sistema capitalista é um sistema que não consegue viver com limites e é preciso ter limites”, declarou Brack.

Texto: Jônathas Grunheidt, acadêmico de Jornalismo, estagiário na Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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Meio Ambiente – UFSM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/09/19/o-maior-carro-solar-do-mundo-faz-uma-parada-em-santa-maria Fri, 19 Sep 2025 22:29:35 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70559 Ele chegou com 10 metros de comprimento, mais os seis metros do veículo que o rebocava, 80 m² de painéis solares com partes que abrem como asas e o formato de borboleta que carrega consigo uma mensagem: a necessidade de metamorfose dos combustíveis fósseis para fontes de energias renováveis. O Solar Butterfly, o maior veículo movido a energia solar do mundo, estacionou no Centro de Tecnologia da UFSM na manhã desta sexta-feira (19), onde foi recepcionado por professores e estudantes da Pós-Graduação em Engenharia Elétrica.

Fotografia colorida e horizontal que mostra dois homens fazendo sinal de positivo para a câmera. O homem à esquerda utiliza uma camisa azul e uma calça preta, enquanto o homem à direita utiliza um colete branco sobre uma camisa azul e calça cinza. Ao fundo é possível ver o trailer, que na sua parte frontal conta com olhos desenhados e antenas decorativas representando uma borboleta. A cor predominante da carroceria do trailer é preta e, sobre ela, há detalhes grafitados nas cores vermelha, verde, azul, laranja e branca.
Simon Hoffman e Reto Baumann vão percorrer mais de quatro mil quilômetros para chegar à COP 30 em Belém

O tour pela América do Sul começou em Montevidéu e tem como principal destino Belém, onde entre os dias 10 e 21 de novembro ocorre a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP 30. “Todos os políticos do mundo estarão reunidos. Nós gostaríamos de apresentar a eles o projeto Solar Butterfly, mostrar as iniciativas que encontramos para mostrar que as soluções já estão aqui. É hora de parar de falar e começar a agir”, afirma Simon Hoffman, diretor de marketing do projeto Solar Butterfly.

O Solar Butterfly já percorreu mais de 86 mil quilômetros em 44 países desde que a equipe responsável pelo projeto partiu da Suíça, há quatro anos. Durante as viagens foram encontradas mais de 200 soluções sustentáveis para combater o aquecimento global, como sistemas de geração de energia e aquecimento em regiões frias, soluções em agricultura e outras práticas sustentáveis que não envolvem o consumo de combustíveis fósseis.

Sustentabilidade dentro da UFSM

A visita foi articulada pela docente do curso de Engenharia Elétrica Fernanda Carnielutti, para mostrar para os estudantes e professores algumas das soluções sustentáveis que o projeto tem encontrado em todo o mundo e que também podem ser encontradas na UFSM. “Aqui no Centro de Tecnologia, principalmente nos programas de pós-graduação, nós temos diversas linhas de pesquisa que trabalham com fontes de energia renováveis”, destaca a professora.

O Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (Gepoc), do qual a docente é uma das integrantes, realiza projetos com veículos elétricos e fontes de energia, tanto solar quanto eólica. O Instituto de Energia e Mobilidade (IEM) trabalha na otimização da geração de energia e da eficiência energética.

Foto horizontal que mostra um trailer rebocado por um veículo, ambos de cor predominantemente preta. Um dos integrantes do projeto (vestindo boné verde, calças cinza e um colete branco sobre uma camiseta azul) encontra-se de costas sob um dos painéis laterais do trailer.
O trailer é decorado com antenas e olhos de borboleta, animal símbolo do projeto. Chamam atenção também as suas “asas”, que consistem em painéis solares nas laterais

Outros exemplos são o Grupo de Estudos e Desenvolvimento de Reatores Eletrônicos (Gedre), que trabalha com eficiência energética e desenvolvimento tecnológico em sistemas de iluminação, e o Centro de Excelência em Energia e Sistemas de Potência (Ceesp), com projetos na área de geração, distribuição e transmissão de energia elétrica. A UFSM conta ainda com os projetos Rota Elétrica Mercosul e Eletrovias Inteligentes, que proporcionam rotas rodoviárias com estações de abastecimento para veículos elétricos no Rio Grande do Sul.

Lar móvel e 100% sustentável

O veículo é uma casa sobre rodas, equipada com seis camas, cozinha e banheiro. O veículo foi fabricado principalmente com plástico reciclado retirado do oceano. Foram mais de 800 kg de garrafas PET reutilizadas. A água da chuva é captada e purificada e pode ser utilizada na realização das atividades domésticas e também para consumo.

Suas asas não possuem apenas função conceitual, também são importantes para a alimentação do veículo. Quando abertas, elas aumentam a área de painéis solares em 40 m², o que amplia a área de captação para 80 m². Ao todo, o veículo pode produzir 120 kWh de energia, o suficiente para alimentar a casa, especialmente em áreas frias que exigem um sistema de aquecimento, e fazer com que o veículo que a carrega, um Tesla Model X, percorra até 220 km por dia.

Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias

Edição: Lucas Casali

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