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Arte colaborativa como terreno de tecnodiversidade: DNA Afetivo Kamê e Kanhru e coletivo Jeapó.
Autora: Kalinka Mallmann 

As práticas artísticas colaborativas desenvolvidas com comunidades indígenas do Sul do Brasil, desde 2016, são investigadas, nesse trabalho, a partir de uma pesquisa em poéticas visuais. Entre fazeres artísticos e reflexões teóricas é elaborado um discurso que proporciona pensarmos no conceito de cosmotécnica e de tecnodiversidade, ambos sugeridos pelo filósofo chinês Yuk Hui. Essas produções artísticas coletivas, realizadas com essas comunidades, dialogam com suas demandas e especificidades locais, reforçando as diretrizes dos teóricos da arte colaborativa na contemporaneidade, como Grant’ H Kester e Pablo Helguera. Tanto o projeto DNA Afetivo Kamê e Kanhru, em/com comunidade Kaingáng, quanto as práticas do coletivo Jeapó, em/com comunidade Guarani Mbya, permitiram insigths cosmotécnicos, os quais vão sendo revelados por meio de uma abordagem interpretativa pessoal. Esse estudo problematiza como o âmbito da arte colaborativa poderá contribuir com a efetivação da tecnodiversidade na nossa sociedade contemporânea. Uma vez que a tecnodiversidade, em suas múltiplas cosmotécnicas, se constitui como um dos caminhos possíveis para subverter a crise que nos encontramos, fundamentada numa visão eurocêntrica e hegemônica sobre o mundo e sobre as coisas do mundo. Portanto, que possamos produzir outras tecnologias e não apenas novas tecnologias, diversificando a experiência artística e tecnológica como caminhos alternativos.

As práticas artísticas colaborativas desenvolvidas com comunidades indígenas do Sul do Brasil, desde 2016, são investigadas, nesse trabalho, a partir de uma pesquisa em poéticas visuais. Entre fazeres artísticos e reflexões teóricas é elaborado um discurso que proporciona pensarmos no conceito de cosmotécnica e de tecnodiversidade, ambos sugeridos pelo filósofo chinês Yuk Hui. Essas produções artísticas coletivas, realizadas com essas comunidades, dialogam com suas demandas e especificidades locais, reforçando as diretrizes dos teóricos da arte colaborativa na contemporaneidade, como Grant’ H Kester e Pablo Helguera. Tanto o projeto DNA Afetivo Kamê e Kanhru, em/com comunidade Kaingáng, quanto as práticas do coletivo Jeapó, em/com comunidade Guarani Mbya, permitiram insigths cosmotécnicos, os quais vão sendo revelados por meio de uma abordagem interpretativa pessoal. Esse estudo problematiza como o âmbito da arte colaborativa poderá contribuir com a efetivação da tecnodiversidade na nossa sociedade contemporânea. Uma vez que a tecnodiversidade, em suas múltiplas cosmotécnicas, se constitui como um dos caminhos possíveis para subverter a crise que nos encontramos, fundamentada numa visão eurocêntrica e hegemônica sobre o mundo e sobre as coisas do mundo. Portanto, que possamos produzir outras tecnologias e não apenas novas tecnologias, diversificando a experiência artística e tecnológica como caminhos alternativos.

As práticas artísticas colaborativas desenvolvidas com comunidades indígenas do Sul do Brasil, desde 2016, são investigadas, nesse trabalho, a partir de uma pesquisa em poéticas visuais. Entre fazeres artísticos e reflexões teóricas é elaborado um discurso que proporciona pensarmos no conceito de cosmotécnica e de tecnodiversidade, ambos sugeridos pelo filósofo chinês Yuk Hui. Essas produções artísticas coletivas, realizadas com essas comunidades, dialogam com suas demandas e especificidades locais, reforçando as diretrizes dos teóricos da arte colaborativa na contemporaneidade, como Grant’ H Kester e Pablo Helguera. Tanto o projeto DNA Afetivo Kamê e Kanhru, em/com comunidade Kaingáng, quanto as práticas do coletivo Jeapó, em/com comunidade Guarani Mbya, permitiram insigths cosmotécnicos, os quais vão sendo revelados por meio de uma abordagem interpretativa pessoal. Esse estudo problematiza como o âmbito da arte colaborativa poderá contribuir com a efetivação da tecnodiversidade na nossa sociedade contemporânea. Uma vez que a tecnodiversidade, em suas múltiplas cosmotécnicas, se constitui como um dos caminhos possíveis para subverter a crise que nos encontramos, fundamentada numa visão eurocêntrica e hegemônica sobre o mundo e sobre as coisas do mundo. Portanto, que possamos produzir outras tecnologias e não apenas novas tecnologias, diversificando a experiência artística e tecnológica como caminhos alternativos.