Sem categoria – LADOPAR-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar Laboratório de Doenças Parasitárias Fri, 06 Aug 2021 17:57:32 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Sem categoria – LADOPAR-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar 32 32 Sem categoria – LADOPAR-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar/2021/08/06/laboratorio-de-doencas-parasitarias-da-ufsm-esta-selecionando-bolsistas Fri, 06 Aug 2021 17:57:30 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar/?p=156 O Laboratório de Doenças Parasitárias está selecionando alunos do Ensino Médio bem como alunos dos cursos de graduação dos Centros de Ciências Rurais e da Saúde para atuarem nos projetos desenvolvidos no laboratório. Venha participar! Mais informações nos links abaixo:

http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/editais/002-2021-12/

http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/editais/001-2021-21/

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Sem categoria – LADOPAR-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar/2019/11/25/novo-endereco-do-ladopar Mon, 25 Nov 2019 19:52:17 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar/?p=95

Prezados (as) Clientes!

 

Viemos informar que o LABORATÓRIO DE DOENÇAS PARASITÁRIAS (LADOPAR) estará em novo endereço (junto ao Parque de Exposições da UFSM – Centro de Eventos) a partir do mês de dezembro.

 

       Devido a mudança, comunicamos que NÃO estaremos recebendo amostras de FEZES para os exames de OPG e coprocultura. Amostras para Sorologia de Neospora e teleóginas para biocarrapaticidograma receberemos normalmente, porém notificamos que o prazo para envio dos resultados de sorologia para Neospora será de 30 dias.

 

A partir de dezembro as amostras devem ser entregues no novo endereço: Prédio 63A – Parque de Exposições, Universidade Federal de Santa MariaAvenida Roraima, 1000,  CEP 97105-900, Bairro Camobi, Santa Maria-RS. Salientamos que junto às amostras deve ser encaminhada a ficha de solicitação de exames do LADOPAR. 

 

Avisamos também que o LADOPAR estará fechado devido ao recesso de final de ano dos dias 23 de dezembro de 2019 a 06 de janeiro de 2020.

 

 

 

 

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Sem categoria – LADOPAR-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar/2018/03/08/aplicativo-e-criado-para-ajudar-no-combate-a-leishmaniose Thu, 08 Mar 2018 21:35:32 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar/?p=151 A ideia é uma parceria entre o Laboratório de Doenças Parasitárias (Ladopar) e o Laboratório de Geomática da UFSM

 

 Foto: Charles Guerra (Diário)

A ferramenta que está sendo desenvolvida pelos estudantes da UFSM deve ficar pronta no 1º semestre de 2018.

 

Foi pensando no aumento do número de ocorrências de leishmaniose, com 12 casos já confirmados neste ano, em Santa Maria, que uma tese de doutorado levou estudantes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) a desenvolverem um aplicativo que promete facilitar o trabalho dos profissionais, aliando a tecnologia e prevenindo riscos à saúde. A ferramenta que está sendo desenvolvida na instituição é uma parceria do Laboratório de Doenças Parasitárias (Ladopar), que trabalha com a parte que envolve saúde e comunidade, e o Laboratório de Geomática, desenvolvedor do aplicativo.

 

Atualmente, os focos da doença são identificados por médicos veterinários que trabalham em clínicas particulares e por agentes da Vigilância Ambiental, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, que conta também com o apoio do Ladopar. Os fiscais precisam preencher fichas de papel com informações dos cães com suspeita da doença que serão monitorados. A doutoranda em Medicina Veterinária, Jaíne Soares Vasconcellos, 27 anos, explica que o aplicativo vai facilitar o trabalho e o diagnóstico da doença.

 

– Quando o médico veterinário encontra um caso positivo da doença no cão, ele tem que preencher uma ficha de notificação e encaminhar para a Vigilância Ambiental do município. O aplicativo vai facilitar e agilizar a vida dos profissionais. A ferramenta tem os mesmos dados da ficha de papel e outros que achamos relevantes acrescentar. Outro ponto importante para nós é que vai ser possível saber quais os locais que tem o foco da doença para instalar as armadilhas – salientou Jaíne.

 

No aplicativo, os profissionais poderão registrar fotos dos cães examinados e do ambiente onde vivem, assim como as suas características gerais: endereço, nome do animal e dos proprietários, sexo, idade, raça, tipo e cor da pelagem. Mesmo que se trate de um cão de rua, os fiscais poderão registrar no aplicativo, por meio de GPS, o local onde foi encontrado, incluindo as coordenadas geográficas e referência no Google Maps. Será possível informar também o quadro clínico e se os cães apresentam sintomas como descamação, ulceração, inflamação nos olhos, coriza, apatia, diarreia, hemorragia intestinal e vômito. No banco de dados, serão registrados ainda se foi coletado sangue (ou outros tipos de amostra do animal) para exames e o resultado dos mesmos.

 

O professor de doenças parasitárias Luís Antônio Sangioni, que também é orientador da tese de doutorado, comenta que a finalidade do aplicativo é evitar que ocorra casos em humanos e além disso, diminuir os riscos de falhas durante a notificações

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– É fundamental que os responsáveis tenham esses dados para fazer ações de prevenção. A leismnaniose é uma doença de notificação compulsória, ou seja, é obrigatório avisar a vigilância, mas nem sempre isso ocorre. O problema não é o cão que está doente e morre, mas sim o que está sadio e no qual a doença não foi diagnostica a tempo. Aqui no Rio Grande do Sul, tivemos morte de humanos em Porto Alegre. Mas, no nordeste do país, o número é preocupante. Por isso, queremos evitar que a situação piore, e o aplicativo pode ser utilizado por qualquer pessoa _ explica Sangioni.

 

A previsão é que a plataforma _ que deve funcionar sem internet _ seja disponibilizada de graça para telefones com sistema iOS e Android ainda no primeiro semestre de 2018. A ideia é que a prefeitura e a UFSM façam um convênio institucional para obter o aplicativo e, em contrapartida, paguem bolsas de estudos para que os alunos de graduação continuem na pesquisa.

 

A tecnóloga em geoprocessamento Quelen Gomez, 38 anos, e o coordenador do Laboratório de Geomática, Enio Giolto, estão desenvolvendo as outras fases do aplicativo. Segundo eles, a UFSM está custeando o gasto, que varia de R$ 70 a 150 mil.

 

Conforme o médico veterinário da Vigilância Ambiental, Carlos Flávio Barbosa da Silva, dos 17 casos suspeitos na cidade, 12 foram confirmados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (Lacen – RS). Ainda falta o resultado dos outros exames. Nos últimos dias, foram instaladas cinco armadilhas na região norte da cidade para fazer a análise do local.

 

– Sobre o aplicativo, tenho certeza que vai facilitar e muito o trabalho e a comunicação de todos. Não é mais possível trabalhar com a ausência dessa tecnologia. É fantástico saber que essa ferramenta é pioneira no Brasil e que a iniciativa é de Santa Maria –  ressaltou Carlos Flávio.

 

A DOENÇA

Uma doença que afeta tanto o homem quanto o seu melhor amigo tem sido motivo de preocupação em Santa Maria, principalmente na região norte da cidade. Desde abril do ano passado, já foram identificados no município 17 casos de cães infectados por leishmaniose visceral, doença que é transmitida pelo flebotomíneo (Lutzomyia spp.), inseto que popularmente é conhecido por nomes como birigui ou mosquito-palha _ embora não pertençam à mesma família dos mosquitos. Através da picada, os flebotomíneos transmitem protozoários parasitas do gênero Leishmania, causadores da doença. A forma visceral é a mais grave da leishmaniose, podendo causar a morte tanto de pessoas como de cachorros.

 

Nos seres humanos, ela também se manifesta na forma tegumentar (cutânea ou mucocutânea). Embora os sintomas variem, os sinais mais visíveis nos cães infectados por leishmaniose são o crescimento anormal das unhas, queda de pelo ao redor dos olhos, inchaço nas articulações, emagrecimento e aumento dos linfonodos _ pequenos órgãos que atuam na produção de anticorpos, também conhecidos como gânglios linfáticos.

 

Como a leishmaniose é uma doença que pode se espalhar para municípios vizinhos, o aplicativo poderá ser usado gratuitamente pelas equipes de saúde de outras cidades, que assim têm a possibilidade de compartilhar entre si as informações coletadas. Para obter o aplicativo, as prefeituras interessadas deverão entrar em contato com o Laboratório de Geomática da UFSM.

 

 Fonte: Diário de Santa Maria, 03/02/17, Saúde, Online.

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Sem categoria – LADOPAR-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar/2017/08/01/prefeitura-monitora-dezessete-casos-suspeitos-de-leishmaniose-visceral-canina-em-santa-maria Tue, 01 Aug 2017 21:37:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/ladopar/?p=152 A Prefeitura de Santa Maria está monitorando casos suspeitos de Leishmaniose Visceral Canina registrados no Município em 2017. De acordo com a Superintendência de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde, até o momento, foram realizadas 96 coletas em 43 residências. Destas, 17 foram classificados com resultado positivo e aguardam retorno do Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (Lacen-RS) para sua confirmação.

O superintendente de Vigilância em Saúde, Alexandre Streb, e o médico veterinário do Município, Carlos Flavio Barbosa da Silva, explicam que os casos suspeitos estão sendo acompanhados de perto.

“Os casos caninos estão sendo investigados. Estamos saindo a campo para coletar sangue dos animais, a elaboração de uma Ficha de Investigação Individual e com aplicação de testes rápidos. As amostras que apresentam reagentes são encaminhadas para o Lacen, onde é realizado novo exame sorológico para a confirmação da doença”, afirma Streb.

Além dos exames clínicos, a Vigilância em Saúde também está orientando os proprietários de cães quanto às formas de transmissão da Leishmaniose Visceral Canina, modos de transmissão, medidas preventivas e cuidados com os animais, com a limpeza da residência e dos pátios, entre outras.

Neste mês, os técnicos estarão atuando também com a colocação de armadilhas em alguns pontos da cidade, na tentativa de capturar o mosquito-palha (Flebotomíneo), pequeno inseto de cor amarelada, transmissor da Leishmaniose. A ação se concentrará na Região Norte da cidade, local com maior incidência de casos suspeitos.

Em Santa Maria a situação está sob controle e sendo monitorada, mas requer cuidados. Em Porto Alegre, há registro de quatro casos fatais de Leishmaniose em humanos. Por isso, caso o proprietário de cães observar sintomas característicos como perda de peso, pelagem opaca, falta de apetite, úlceras, anemia, apatia, inchado nos gânglios, diarreias e vômitos persistentes, além do crescimento exagerado das unhas e seborreia, deverá procurar imediatamente um médico veterinário.

Para o monitoramento dos possíveis casos de Leishmaniose Visceral Canina Canina, o Município conta com o apoio da 4ª Coordenadoria Regional de Saúde, do Lacen-RS, da Vigilância Ambiental em Saúde, de doutorandos e residentes do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e de Biomedicina do Centro Universitário Franciscano.

 

Fonte: http://www.santamaria.rs.gov.br/noticias/16253-prefeitura-monitora-dezessete-casos-suspeitos-de-leishmaniose-visceral-canina-em-santa-maria

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