{"id":32,"date":"2019-05-24T15:38:39","date_gmt":"2019-05-24T18:38:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/template-laboratprio\/?page_id=32"},"modified":"2019-07-16T16:22:02","modified_gmt":"2019-07-16T19:22:02","slug":"projetos","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/laboratorios\/lepan\/projetos","title":{"rendered":"Projetos de Pesquisa"},"content":{"rendered":"\t\t
As cadeias produtivas de ruminantes dos estados do RS e SC contribuem com 5,6% do PIB nacional (IBGE, 2009). Esses s\u00e3o os Estados da Federa\u00e7\u00e3o que concentram a maior \u00e1rea de uso pastoril dentro do tipo clim\u00e1tico mesot\u00e9rmico subtipos Cfa e Cfb) e onde a ocupa\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria \u00e9 uma das atividades econ\u00f4micas mais importantes. Essa produ\u00e7\u00e3o se concentra, nesses estados, em dois Biomas representativos do territ\u00f3rio nacional, os Biomas Pampa e Mata Atl\u00e2ntica (IBGE, 2004). Al\u00e9m de ser uma fonte de renda e de ocupa\u00e7\u00e3o de m\u00e3o-de-obra, a atividade pecu\u00e1ria representa uma forma importante de preservar culturas regionais do territ\u00f3rio brasileiro. Destacam-se entre esses atores produtivos, os pecuaristas familiares, sejam de bovinos de corte, leite ou ovinos (Ribeiro, 2003). A pecu\u00e1ria familiar tem sido marginalizada dos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e dos setores voltados \u00e0 extens\u00e3o rural, ao longo de muitas d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX e na primeira d\u00e9cada do s\u00e9culo atual. Esse processo tem sido investigado por alguns pesquisadores (Ribeiro, 2003 Borba, 2002), que tem proposto estrat\u00e9gias de desenvolvimento e apropria\u00e7\u00e3o de alternativas tecnol\u00f3gicas adequadas ao setor. Nesse contexto, v\u00e1rias iniciativas individuais de Institui\u00e7\u00f5es de pesquisa regionais t\u00eam contribu\u00eddo para construir um diagn\u00f3stico de indicadores s\u00f3cio-econ\u00f4mico-ambientais que permitam caracterizar o setor e construir alternativas sustent\u00e1veis para promover melhorias nos mesmos (Borba, 2002; Brum et al., 2007 e Castilhos et al., 2009). Existe, no entanto, a falta de integra\u00e7\u00e3o entre essas iniciativas, apesar da possibilidade de que as mesmas possam reunir-se para criar um banco de dados que, depois de analisado, contribua com o avan\u00e7o do setor. A forma\u00e7\u00e3o de uma rede de pesquisas, que integre os esfor\u00e7os j\u00e1 empreendidos pelas Institui\u00e7\u00f5es parceiras, permitiria ampliar o escopo de informa\u00e7\u00f5es coletadas visando a constru\u00e7\u00e3o de indicadores locais do desenvolvimento t\u00e9cnico-econ\u00f4mico e s\u00f3cio-ambiental dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o.<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t
Thiago Nicola (doutorando)<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t
A produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria em pastagens naturais tem grande import\u00e2ncia econ\u00f4mica no sul do Brasil, com a produ\u00e7\u00e3o principalmente de bovinos e ovinos. Al\u00e9m disso, as pastagens naturais constituem um ecossistema de grande import\u00e2ncia, tanto em biodiversidade (BOLDRINI, 2009), como em beleza c\u00eanica al\u00e9m de possuir uma forte liga\u00e7\u00e3o com a cultura do Rio Grande do Sul. Pillar et al.(2006), relatando a influ\u00eancia das pastagens naturais na cultura do estado evidenciam que o \u201cga\u00facho existe pelo pampa\u201d. Outros benef\u00edcios das pastagens naturais tamb\u00e9m podem ser citados, como fixa\u00e7\u00e3o de carbono e manuten\u00e7\u00e3o do ciclo hidrol\u00f3gico. Pela import\u00e2ncia de tal ecossistema, e pelo conhecimento insuficiente sobre a biologia e a din\u00e2mica da flora e da fauna, sua conserva\u00e7\u00e3o \u00e9 de grande import\u00e2ncia (PILLAR et al., 2006).<\/span><\/p>\n O uso da pecu\u00e1ria com o manejo adequado dos dist\u00farbios (pastejo e fogo) parece ser uma boa alternativa para a manuten\u00e7\u00e3o dos campos, sendo que sem esses h\u00e1 uma tend\u00eancia de aumento da vegeta\u00e7\u00e3o arbustiva, e talvez florestal (PILLAR et al., 2006). Outros autores tamb\u00e9m concordam que a melhor forma de conserva\u00e7\u00e3o desta ambiente \u00e9 seu uso para a produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria (NABINGER et al., 2009; QUADROS et al., 2009).<\/span><\/p>\n As pastagens naturais est\u00e3o sofrendo perdas consider\u00e1veis de \u00e1rea, pelo aumento das \u00e1reas de lavouras (culturas anuais, principalmente a soja), florestamento, substitui\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de pastagem nativa por pastagens cultivadas, al\u00e9m da invas\u00e3o biol\u00f3gica (principalmente capim\u00a0annoni –\u00a0Eragrostis plana<\/i>\u00a0Nees). A regi\u00e3o do Alto Camaqu\u00e3 est\u00e1 situada na regi\u00e3o fision\u00f4mica da Serra do Sudeste. Tal regi\u00e3o por apresentar limita\u00e7\u00f5es edafo-clim\u00e1ticas, entre outros fatores, mant\u00e9m a maior \u00e1rea com vegeta\u00e7\u00e3o natural no Rio Grande do Sul, sendo utilizada para a explora\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria. Essas caracter\u00edsticas tornam necess\u00e1ria a avalia\u00e7\u00e3o de diferentes alternativas de manejo desse ecossistema para uma produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria dur\u00e1vel.<\/span><\/p>\n Santos (2007) questiona a baixa capacidade de interfer\u00eancia da pesquisa cient\u00edfica, nas a\u00e7\u00f5es dos produtores, ou pelo menos na maioria destes. Desta forma, o conhecimento das corretas pr\u00e1ticas de manejo e suas intera\u00e7\u00f5es, bem como o envolvimento direto dos \u201cmanejadores\u201d tem grande import\u00e2ncia para o uso de pr\u00e1ticas adequadas, tanto do ponto de vista produtivo como conservacionista.<\/span> Executor:<\/b><\/span><\/p>\n R\u00e9gis Maximiliano Roos de Carvalho – Zootecnista, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:<\/span>\u00a0regism1@hotmail.com<\/a><\/p>\n Orientador:<\/b><\/span><\/p>\n Fernando Luiz Ferreira de Quadro –\u00a0Eng\u00ba Agr\u00f4nomo, Dr., Professor Associado do Departamento de Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:<\/span>\u00a0flfquadros@yahoo.com.br<\/a><\/p>\n Colaboradores:<\/b><\/span><\/p>\n Jos\u00e9 Pedro Pereira Trindade – Engenheiro Agr\u00f4nomo, Doutor em Zootecnia, Pesquisador\u00a0Embrapa Pecu\u00e1ria Sul \u2013 CPPSUL, Bag\u00e9, RS. E-mail:<\/span>\u00a0jptrindade@cppsul.embrapa.br<\/a><\/p>\n \u00c9merson Mendes Soares – M\u00e9dico veterin\u00e1rio, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:<\/span>\u00a0emersoares@gmail.com<\/a><\/p>\n Alessandro Freire Moterle – Zootecnista, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Agrobiologia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail: alessandro\u00a0<\/span>moterle@hotmail.com<\/a><\/p>\n Cezar Wancura Barbieri – Zootecnista, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0<\/span>cezarbarbieri@yahoo.com.br<\/a><\/p>\n Bruno Castro Kuinchtner – Zootecnista, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0<\/span>brunobck@hotmail.com<\/a><\/p>\n Augusto Miranda Fernandes – Bolsista, aluno de gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:<\/span>augusto_mirandafernandes@hotmail.com<\/a><\/p>\n Pedro Trindade Casanova – Bolsista, aluno de gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:<\/span>\u00a0ptcasanova@bol.com.br<\/a><\/p>\n Jo\u00e3o Bento Pereira – Aluno de gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. Bolsista de apoio t\u00e9cnico n\u00edvel B. E-mail: joa<\/span>\u00a0obentopereira@hotmail.com<\/a><\/p>\n Paula de Oliveira Severo – Bolsista, aluna de gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0<\/span>gringa-35@hotmail.com<\/a><\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t \u00a0O experimento tem como prop\u00f3sito avaliar o efeito de alternativas de manejo da pastagem natural sobre o desenvolvimento de novilhas de corte e suas rela\u00e7\u00f5es com a puberdade destas. No per\u00edodo primavera\/ver\u00e3o, duas alternativas de pastoreio ser\u00e3o avaliadas, sob intensidades semelhantes de pastejo da pastagem natural, visando \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o de sua biodiversidade. Os tratamentos testados ser\u00e3o duas alternativas de pastoreio \u2013 rotativo e cont\u00ednuo. O delineamento experimental utilizado ser\u00e1 em blocos completamente casualizados, com dois tratamentos (pastoreio rotativo e continuo) em 2 dois blocos(repeti\u00e7\u00f5es) com as medidas repetidas no tempo. O fator de bloqueamento ser\u00e1 a posi\u00e7\u00e3o do relevo em cada \u00e1rea experimental (Pinheiro Machado e Bag\u00e9). Essas ser\u00e3o analisadas separadamente e, posteriormente, como um conjunto de experimentos. Ser\u00e3o utilizadas como animais-teste 48 f\u00eameas Brangus, provenientes do rebanho da EMBRAPA, com idade inicial de 12 meses. Ser\u00e1 avaliado o ganho m\u00e9dio di\u00e1rio, escore de condi\u00e7\u00e3o corporal, ganho de peso vivo por hectare, carga animal, ganho de per\u00edmetro tor\u00e1cico, ganho de altura da garupa, incremento na rela\u00e7\u00e3o peso-altura, escore do trato reprodutivo, espessura do \u00fatero, ganho de \u00e1rea p\u00e9lvica e n\u00edveis s\u00e9ricos de progesterona. Para an\u00e1lise estat\u00edstica ser\u00e1 utilizado o programa estat\u00edstico SAS.<\/p>\n \u00c9merson Mendes Soares (mestrando)<\/p>\n \u00a0<\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t A produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria em pastagens naturais tem grande import\u00e2ncia econ\u00f4mica no sul do Brasil, com a produ\u00e7\u00e3o principalmente de bovinos e ovinos. Al\u00e9m disso, as pastagens naturais constituem um ecossistema de grande import\u00e2ncia, tanto em biodiversidade (BOLDRINI, 2009), como em beleza c\u00eanica al\u00e9m de possuir uma forte liga\u00e7\u00e3o com a cultura do Rio Grande do Sul. Pillar et al.(2006), relatando a influ\u00eancia das pastagens naturais na cultura do estado evidenciam que o \u201cga\u00facho existe pelo pampa\u201d. Outros benef\u00edcios das pastagens naturais tamb\u00e9m podem ser citados, como fixa\u00e7\u00e3o de carbono e manuten\u00e7\u00e3o do ciclo hidrol\u00f3gico. Pela import\u00e2ncia de tal ecossistema, e pelo conhecimento insuficiente sobre a biologia e a din\u00e2mica da flora e da fauna, sua conserva\u00e7\u00e3o \u00e9 de grande import\u00e2ncia (PILLAR et al., 2006).<\/p>\n O uso da pecu\u00e1ria com o manejo adequado dos dist\u00farbios (pastejo e fogo) parece ser uma boa alternativa para a manuten\u00e7\u00e3o dos campos, sendo que sem esses h\u00e1 uma tend\u00eancia de aumento da vegeta\u00e7\u00e3o arbustiva, e talvez florestal (PILLAR et al., 2006). Outros autores tamb\u00e9m concordam que a melhor forma de conserva\u00e7\u00e3o desta ambiente \u00e9 seu uso para a produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria (NABINGER et al., 2009; QUADROS et al., 2009).<\/p>\n As pastagens naturais est\u00e3o sofrendo perdas consider\u00e1veis de \u00e1rea, pelo aumento das \u00e1reas de lavouras (culturas anuais, principalmente a soja), florestamento, substitui\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de pastagem nativa por pastagens cultivadas, al\u00e9m da invas\u00e3o biol\u00f3gica (principalmente capim\u00a0annoni –\u00a0Eragrostis plana<\/i>\u00a0Nees). A regi\u00e3o do Alto Camaqu\u00e3 est\u00e1 situada na regi\u00e3o fision\u00f4mica da Serra do Sudeste. Tal regi\u00e3o por apresentar limita\u00e7\u00f5es edafo-clim\u00e1ticas, entre outros fatores, mant\u00e9m a maior \u00e1rea com vegeta\u00e7\u00e3o natural no Rio Grande do Sul, sendo utilizada para a explora\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria. Essas caracter\u00edsticas tornam necess\u00e1ria a avalia\u00e7\u00e3o de diferentes alternativas de manejo desse ecossistema para uma produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria dur\u00e1vel.<\/p>\n Santos (2007) questiona a baixa capacidade de interfer\u00eancia da pesquisa cient\u00edfica, nas a\u00e7\u00f5es dos produtores, ou pelo menos na maioria destes. Desta forma, o conhecimento das corretas pr\u00e1ticas de manejo e suas intera\u00e7\u00f5es, bem como o envolvimento direto dos \u201cmanejadores\u201d tem grande import\u00e2ncia para o uso de pr\u00e1ticas adequadas, tanto do ponto de vista produtivo como conservacionista.<\/p>\n Executor:<\/b><\/p>\n R\u00e9gis Maximiliano Roos de Carvalho – Zootecnista, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0regism1@hotmail.com<\/a><\/p>\n Orientador:<\/b><\/p>\n Fernando Luiz Ferreira de Quadro –\u00a0Eng\u00ba Agr\u00f4nomo, Dr., Professor Associado do Departamento de Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0flfquadros@yahoo.com.br<\/a><\/p>\n Colaboradores:<\/b><\/p>\n Jos\u00e9 Pedro Pereira Trindade – Engenheiro Agr\u00f4nomo, Doutor em Zootecnia, Pesquisador\u00a0Embrapa Pecu\u00e1ria Sul \u2013 CPPSUL, Bag\u00e9, RS. E-mail:\u00a0jptrindade@cppsul.embrapa.br<\/a><\/p>\n \u00c9merson Mendes Soares – M\u00e9dico veterin\u00e1rio, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0emersoares@gmail.com<\/a><\/p>\n Alessandro Freire Moterle – Zootecnista, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Agrobiologia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail: alessandro\u00a0moterle@hotmail.com<\/a><\/p>\n Cezar Wancura Barbieri – Zootecnista, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0cezarbarbieri@yahoo.com.br<\/a><\/p>\n Bruno Castro Kuinchtner – Zootecnista, mestrando do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0brunobck@hotmail.com<\/a><\/p>\n Augusto Miranda Fernandes – Bolsista, aluno de gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:augusto_mirandafernandes@hotmail.com<\/a><\/p>\n Pedro Trindade Casanova – Bolsista, aluno de gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0ptcasanova@bol.com.br<\/a><\/p>\n Jo\u00e3o Bento Pereira – Aluno de gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. Bolsista de apoio t\u00e9cnico n\u00edvel B. E-mail: joa\u00a0obentopereira@hotmail.com<\/a><\/p>\n Paula de Oliveira Severo – Bolsista, aluna de gradua\u00e7\u00e3o em Zootecnia, UFSM, Santa Maria, RS. E-mail:\u00a0gringa-35@hotmail.com<\/a><\/p><\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t
<\/p>\nEquipe<\/strong><\/span><\/h3>\n
Resumo<\/strong>\u00a0<\/h3>\n
Equipe<\/strong><\/h3>\n
Resumo<\/strong><\/h3>\n
Equipe<\/strong><\/h3>\n