Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos Laboratório de Suinocultura Wed, 28 Jul 2021 13:12:39 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos 32 32 Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2021/07/28/novas-concepcoes-de-instalacoes-para-matrizes-suinas-na-maternidade Wed, 28 Jul 2021 13:02:51 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/?p=154 BOLETIM-TÉCNICO-Anderson-Borba_Baixar ]]> Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2020/08/31/manejo-de-suinos-em-banda Mon, 31 Aug 2020 13:13:36 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/?p=122 BOLETIM TÉCNICO

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Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2020/02/20/setor-de-suinocultura-recebe-novas-matrizes Thu, 20 Feb 2020 15:31:14 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2020/02/20/setor-de-suinocultura-recebe-novas-matrizes/  

O setor de suínos, juntamente com o Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria -UFSM, recebeu ainda no final de 2019, cinco fêmeas MO 25C. A aquisição dos animais, faz parte de uma parceria com o colégio, que envolve ainda a construção de uma nova maternidade destinada ao ensino, pesquisa e extensão.

A fêmea MO 25C, desenvolvida pela Embrapa Suínos e Aves e lançada no mercado em 2014, foi obtida a partir do cruzamento entre as raças/linhas Landrace, Large White e Moura. Concebida para alta produtividade da matriz, desempenho zootécnico dos suínos de abate e melhoria na qualidade da carne. É direcionada para sistemas de produção que abastecem supermercados, churrascarias, restaurantes, mercados de produtos curados (presunto, copa, salame) e sistema que produzem carne para indústria. A principal característica é a maciez e cor avermelhada da carne e sua suculência (marmoreio) percebida principalmente nos produtos curados.

Os animais estão alojados em cama sobreposta e o período de gestação será em baias coletivas. Atualmente o desenvolvimento dos animais está sendo acompanhado, com pesagens periódicas e verificação de sinais de cio.

 

Fêmeas em cama sobreposta no Setor de Suínos.

Foto: Setor de Suínos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2020/01/24/mapa-proibe-o-uso-de-tilosina-lincomicina-e-tiamulina-como-aditivo Fri, 24 Jan 2020 17:33:01 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2020/01/24/mapa-proibe-o-uso-de-tilosina-lincomicina-e-tiamulina-como-aditivo/ A importação, a fabricação, a comercialização e o uso de aditivos melhoradores de desempenho que contenham os antimicrobianos tilosina, lincomicina e tiamulina, classificados como importantes na medicina humana, estão proibidos em todo território nacional. A determinação está na Instrução Normativa (IN) nº 1, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (23).

“A proibição proposta é uma medida de prevenção e controle da resistência aos antimicrobianos, que é um dos maiores desafios para a saúde pública da atualidade, com importante impacto na saúde humana e dos animais, e de aumento da supervisão veterinária para o uso das substâncias, que continuarão autorizadas como produtos de uso veterinário para tratamento, prevenção e controle de enfermidades dos animais”, explica o coordenador-geral de Medicamentos Veterinários, José Ricardo Lôbo.

A medida atende a recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e o posicionamento Tripartite OMS/OIE/FAO, de que há urgência e prioridade para a proibição pelos países do uso de antimicrobianos importantes na medicina humana para a promoção de crescimento.

Desta forma, ficam cancelados os registros destes aditivos destinados à alimentação animal. Os estabelecimentos importadores ou fabricantes detentores deverão recolher os estoques remanescentes no comércio no prazo de 90 dias, contado a partir de hoje (23).

Além disso, as empresas detentoras dos registros devem comunicar ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no prazo de 30 dias, o número e data de fabricação do último lote importado ou fabricado, bem como o quantitativo remanescente em estoque. A comunicação deverá ser feita por e-mail para cpv.dsa@agricultura.gov.br.

O produto em estoque ou aquele proveniente de recolhimento do mercado poderá ser reprocessado para fins de exportação ou adequação como produto veterinário com fins terapêuticos, desde que previamente autorizado pelo Mapa.

Os estabelecimentos interessados na fabricação exclusiva para exportação que contenham as substâncias antimicrobianas tilosina, lincomicina e tiamulina poderão ser autorizados pelo Mapa, mediante prévia solicitação.

 Aditivos melhoradores de desempenho

Os aditivos melhoradores de desempenho são produtos registrados pelo Mapa, adicionados intencionalmente à ração com a finalidade de melhorar o desempenho dos animais sadios.

Tilosina, lincomicina e tiamulina são classificados como antimicrobianos importantes na medicina humana e estavam autorizados no Brasil também com a finalidade de aditivo zootécnico melhorador de desempenho.

O tema está sendo tratado no contexto mundial respeitando-se a abordagem de Saúde Única, trabalhando em conjunto a saúde humana, animal e ambiental. A OMS recomenda a restrição completa de todas as classes de antimicrobianos importantes na medicina humana para uso na promoção de crescimento de animais produtores de alimentos. 

Fonte: Suinocultura Industrial

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Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2020/01/23/muitas-razoes-para-comer-mais-carne-de-porco Thu, 23 Jan 2020 16:31:45 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2020/01/23/muitas-razoes-para-comer-mais-carne-de-porco/ A carne de porco é o tipo de carne mais popular do mundo. Por ser repleta em proteínas, vitaminas e minerais, pode ser uma excelente opção para quem quer seguir uma dieta saudável.Rica em proteínas e com quantidades variáveis de gordura, uma porção de 100 gramas de carne de porco como o lombo fornece, em média:

-Calorias: 176 kcal;

-Proteínas: 22,6 gramas;

-Gorduras: 8,8 gramas.

 

Como toda carne, a carne de porco é composta principalmente de proteínas e contém todos os nove aminoácidos essenciais necessários para o crescimento e a manutenção do seu corpo. Assim, é uma das fontes alimentares mais completas de proteínas que existem.

Esta proteína irá ajudá-lo a construir ossos, músculos, cartilagens e pele fortes. Seu corpo também usa proteína para construir e reparar tecidos, bem como produzir enzimas, hormônios e outros produtos químicos.

Um quilo de carne de porco, citando o exemplo do lombo, produz 226 gramas de proteína, que seu corpo usará para se abastecer e reparar.

É importante ter em mente que o consumo inadequado de proteínas fará com que sua sensação de fome entre as refeições seja maior. Portanto, sem consumir uma boa quantidade de proteína diariamente, você terá uma chance maior de comer o tempo todo e de ficar acima do peso ou até mesmo obeso, especialmente se suas escolhas em termos de saúde envolverem o consumo de carboidratos refinados e excesso de carboidratos na dieta.

Superada a questão da proteína e de sua importância, é necessário mencionar que a carne de porco contém quantidades variáveis de gordura, dependendo do corte, mas antes que surja qualquer preocupação, você precisa saber que as gorduras de origem animal são saudáveis para você.

Uma das melhores atitudes em termos que nutrição que você pode tomar é excluir gorduras vegetais (óleos extraídos de culturas como soja, canola, milho e algodão) e incluir gorduras animais saudáveis em sua dieta diária, pois essas são naturalmente boas fontes de EPA e DHA, componentes do ômega 3.

Tanto o EPA quanto o DHA servem como alicerces dos compostos anti-inflamatórios e pró-cura chamados resolvinas e protectinas, que ajudam a prevenir a inflamação crônica. Eles também estabilizam a atividade elétrica das membranas celulares cardíacas, reduzindo o risco de arritmias.

A gordura é tão importante para todas as células do corpo que podemos produzir gordura a partir de qualquer coisa, mas isso não significa que essas são as maneiras ideais de obter gorduras. Pelo que sabemos, o corpo prefere obter sua gordura diretamente da dieta, para que não precise passar pelo incômodo de transformar outros ingredientes da dieta em gordura.

Como outros tipos de carne vermelha, a carne de porco é composta principalmente de gorduras saturadas e gorduras insaturadas – presentes em quantidades aproximadamente iguais.

Nosso corpo precisa dos dois tipos de gorduras – saturadas e insaturadas. As gorduras saturadas são boas para fins de isolamento (mielina), amortecimento (gordura abdominal ao redor de nossos órgãos) e armazenamento (gordura corporal sob a pele). As gorduras não saturadas são boas para fins de flexibilidade e fluidez, como em membranas e fluidos corporais.

Ou seja, não faz sentido pensar em um tipo como inerentemente saudável e o outro como inerentemente não saudável.

A crença equivocada de que gorduras saturadas causam doenças cardíacas está enraizada em um famoso estudo publicado em 1970, chamado “The Seven Countries Study”, no qual o cientista Ancel Keys afirmou que pessoas em países onde mais gordura animal era consumida tinham mais doenças cardíacas do que as pessoas em países onde foi consumida menos gordura animal.

Não apenas este estudo foi um estudo epidemiológico e, portanto, incapaz de provar um nexo de causalidade entre qualquer fator alimentar e qualquer doença, mas houve inúmeros estudos que mostram que não há nenhuma conexão entre a gordura saturada e a doenças cardíacas, incluindo um estudo de 22 países publicado por Yerushalmy e Hilleboe em 1957.

Ao contrário da visão aceita, que não tem base científica, as gorduras saturadas não obstruem as artérias nem causam doenças cardíacas. Na verdade, o alimento preferido para o coração é a gordura saturada; e as gorduras saturadas diminuem uma substância chamada Lp(a), que é um marcador muito preciso da propensão a doenças cardíacas.

As gorduras saturadas desempenham muitos papéis importantes na química do corpo. Fortalecem o sistema imunológico e estão envolvidos na comunicação intercelular, o que significa que nos protegem contra o câncer.

Ajudam os receptores em nossas membranas celulares a funcionarem adequadamente, incluindo receptores de insulina, protegendo-nos contra o diabetes.

Os pulmões não podem funcionar sem gorduras saturadas, razão pela qual as crianças que recebem manteiga e leite com gorduras sofrem menos frequentemente de asma do que as crianças que recebem leite e margarina com baixo teor de gordura. As gorduras saturadas também estão envolvidas na função renal e na produção de hormônios.

As gorduras saturadas são necessárias para o sistema nervoso funcionar corretamente e mais da metade da gordura no cérebro é saturada.

As gorduras saturadas também ajudam a suprimir a inflamação. Finalmente, as gorduras animais saturadas carregam as vitaminas vitais solúveis em gordura A, D e K2, que precisamos em grandes quantidades para sermos saudáveis.

Os seres humanos consomem gorduras saturadas de produtos de origem animal há milhares de anos; e foi principalmente o advento do óleo vegetal processado moderno que causou a epidemia de doenças degenerativas modernas – e não o consumo de gorduras saturadas.

Avançando na análise da carne de porco, sabemos que ela é uma das melhores fontes de vitaminas B do planeta. Este grupo de vitaminas é vital para a saúde do corpo humano por várias razões.

As vitaminas do complexo B criam glóbulos vermelhos, mantêm a função cognitiva saudável, previnem o declínio cognitivo, sintetizam ácidos graxos, regulam o sistema nervoso central e produzem energia a partir dos alimentos que ingerimos, regulando nosso metabolismo.

A carne em geral é uma ótima fonte de vitaminas do complexo B e a carne de porco em particular é uma fonte rica de muitas vitaminas e minerais, incluindo:

1)Tiamina: Ao contrário de outros tipos de carne vermelha, como carne bovina e cordeiro, a carne de porco é particularmente rica em tiamina – uma das vitaminas B que desempenha um papel essencial em várias funções corporais. Sem essa vitamina chave, o metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras seria significativamente comprometido. A proteína animal é uma das melhores fontes desse nutriente e, entre as opções, a carne de porco é a principal.

 

2)Selênio: As melhores fontes desse mineral essencial são os alimentos de origem animal, como carne, frutos do mar, ovos e laticínios. O selênio é um dos minerais encontrados na carne de porco e é de extrema importância para o seu corpo. A carne de porco contém uma quantidade significativa desse mineral, crucial para manter o funcionamento adequado da tireoide.

O selênio age como um micronutriente que protege o organismo do envelhecimento precoce. Por isso, seu consumo contribui também com benefícios a longo prazo, como uma terceira idade mais ativa. 

 

3)Zinco: Um mineral importante, abundante na carne de porco, o zinco é essencial para um cérebro e sistema imunológico saudáveis. Um componente de mais de 70 enzimas, o zinco é um participante fundamental no metabolismo energético e no sistema imunológico.

 

4)Vitamina B12:Exclusivamente encontrada em alimentos de origem animal, a vitamina B12 é importante para a formação do sangue e a função cerebral. A deficiência dessa vitamina pode causar anemia e danos aos neurônios. Ela também ajuda a construir glóbulos vermelhos e metabolizar carboidratos e gorduras.

 

5)Vitamina B6: É essencial para a formação de glóbulos vermelhos e importante para o funcionamento normal de enzimas e coenzimas, necessárias para metabolizar proteínas, carboidratos e gorduras. Além disso, desempenha um papel crítico na regulação do metabolismo do glicogênio.

 

6)Niacina: Uma das vitaminas B, niacina – ou vitamina B3 – serve uma variedade de funções em seu corpo e é importante para o crescimento e metabolismo. Também é imprescindível para o funcionamento normal de muitas enzimas no organismo e está envolvida no metabolismo de açúcares e ácidos graxos.

 

7)Glicina: A carne de porco contém uma quantidade significativa de glicina. Na carne de porco, a glicina é encontrada principalmente na pele. A pele de porco contém basicamente 11.919 mg de glicina para cada 100 gramas de carne. Além da pele de porco, a glicina também pode ser encontrada na barriga. Embora a glicina não seja essencial ao corpo humano, ela oferece muitos benefícios à saúde.

 

8)Fósforo: Abundante e comum na maioria dos alimentos, o fósforo é geralmente um grande componente da dieta das pessoas. É essencial para o crescimento e manutenção do corpo.

 

9)Ferro: A carne de porco contém menos ferro que o cordeiro ou a carne. No entanto, a absorção de ferro da carne (ferro-heme) no trato digestivo é muito eficiente e a carne de porco pode ser considerada uma excelente fonte de ferro.

 

10)Magnésio: Importante para o funcionamento normal de muitas enzimas (catalisadores dos reatores químicos do corpo), glicose e ação muscular.

 

11)Potássio: Este mineral, também conhecido como eletrólito, desempenha um papel importante no equilíbrio da água e ajuda a manter a pressão sanguínea normal.

 

12)Riboflavina: Existem poucos alimentos com tanta riboflavina por porção quanto a carne de porco. A riboflavina tem um papel importante na liberação de energia dos alimentos.

 

A carne de porco contém boas quantidades de muitas outras vitaminas e minerais, sendo uma excelente fonte de tiamina, zinco, vitamina B12, vitamina B6, niacina, fósforo e ferro.

Conseguir ferro suficiente é um problema para algumas mulheres, especialmente mulheres em idade fértil. O ferro heme (encontrado na carne) é absorvido mais facilmente do que o ferro não-heme (encontrado em alimentos à base de plantas). Assim, quem evita carne sem a ajuda de um profissional de saúde pode aumentar o risco de anemia por deficiência de ferro.

Ainda, os alimentos de origem animal contêm várias substâncias bioativas – além de vitaminas e minerais – que podem afetar positivamente a saúde:

 

1)Creatina: Abundante na carne, funciona como uma fonte de energia para os músculos. É fundamental para melhorar o crescimento e a manutenção muscular.

 

2)Taurina: Encontrada em peixes e carnes, a taurina é um aminoácido antioxidante formado pelo corpo. A ingestão dietética de taurina pode ser benéfica para a função cardíaca e muscular.

 

3)Glutationa: Este é um antioxidante, presente em grandes quantidades na carne, mas também produzido pelo seu corpo.

 

4)Colesterol: Um esterol encontrado na carne e outros alimentos derivados de animais, como laticínios e ovos.

 

5)Colágeno: Cortes gordurosos de carne de porco têm níveis muito altos de colágeno pré-formado. Não são apenas os melhores cortes de carne de porco para comer, mas o colágeno ajuda a fortalecer o cabelo, a pele e as articulações. Essencialmente, o colágeno dá força e resistência ao tecido conjuntivo do corpo e ainda fornece estrutura para muitas outras partes do corpo, incluindo dentes e vasos sanguíneos.

 

Com um conteúdo nutricional extraordinário, só resta reforçar os benefícios para a saúde do consumo da carne de porco:

É útil para a manutenção da massa muscular. Como a maioria dos alimentos de origem animal, a carne de porco é uma excelente fonte de proteína de alta qualidade. Com a idade, a manutenção da massa muscular é uma consideração importante para a saúde.

Sem exercícios e dieta adequada, a massa muscular naturalmente degenera à medida que você envelhece – uma mudança adversa que está associada a muitos problemas de saúde relacionados à idade.

Nos casos mais graves, a perda de massa muscular leva a uma condição chamada sarcopenia, caracterizada por níveis muito baixos de massa muscular e diminuição da qualidade de vida, e é mais comum entre adultos mais velhos.

A ingestão inadequada de proteínas de alta qualidade pode acelerar a degeneração muscular relacionada à idade, aumentando o risco de sarcopenia.

Comer carne de porco, e/ou outros alimentos ricos em proteínas, é uma excelente maneira de garantir a ingestão alimentar suficiente de proteínas de alta qualidade que podem ajudar a preservar a massa muscular.

Todos os animais devem comer proteínas regularmente para sobreviver, porque não podemos produzir proteínas a partir de gorduras, carboidratos ou colesterol. As proteínas formam enzimas, músculos, hormônios e outros componentes vitais do corpo.

O consumo de carne não é apenas benéfico para a manutenção da massa muscular, mas também pode melhorar a função muscular e o desempenho físico.

A carne suína é muito importante também no desenvolvimento infantil, já que vitaminas A e B, selênio, zinco e ferro são cruciais no desenvolvimento infantil em diversos âmbitos: cognitivo, psicomotor, estrutural e até do sistema imunológico.

Embora algumas religiões proíbam o consumo de carne suína, a maioria das pessoas ainda a evita por acreditarem que a carne de porco faz mal à saúde, o que é totalmente equivocado. Comer carne de porco não faz mal para a saúde, pelo contrário, faz muito bem, sendo uma fonte acessível de proteína de alto valor biológico e muito saborosa.

 

Fonte:Suinocultura industrial

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Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2019/12/03/preco-pago-pelo-quilo-do-suino-vivo-inicia-dezembro-a-r-5-49-no-rs Tue, 03 Dec 2019 19:03:43 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2019/12/03/preco-pago-pelo-quilo-do-suino-vivo-inicia-dezembro-a-r-5-49-no-rs/ Dezembro iniciou com o preço pago pelo quilo do suíno vivo a R$ 5,49 no Rio Grande do Sul. A cotação foi apontada pela pesquisa realizada semanalmente pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul – ACSURS com apoio da MSD Saúde Animal, Construrohr, Minitube e Choice Genetics.

A saca de 60 quilos do milho está custando em média de R$ 42,00. Já o preço da tonelada do farelo de soja (preço da indústria – FOB) é de R$ 1.322,50 para compras à vista e no prazo (30 dias) é de R$ 1.340,00.

Agroindústrias e cooperativas – O preço médio na integração apontado pela pesquisa é de R$ 4,20. As cooperativas e agroindústrias apresentaram as seguintes cotações: Cooperalfa/Aurora: R$ 4,20 (base suíno gordo) e R$ 4,20 (base leitão de 6 a 23 quilos); Cosuel/Dália Alimentos R$4,10; Alimentos Estrela R$ 4,10; Cooperativa Languiru R$ 4,02; Majestade R$ 4,10; Ouro do Sul R$ 4,80; Alibem R$ 4,10; Adelle Foods R$ 4,20; JBS R$ 4,10 e Pamplona R$ 4,20.

Fonte: ACSURS

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Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2019/10/23/bom-outubro-para-as-exportacoes-de-carne-suina Wed, 23 Oct 2019 18:53:20 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2019/10/23/bom-outubro-para-as-exportacoes-de-carne-suina/ As exportações brasileiras de carne suína em outubro tiveram bom desempenho e cresceram 56,3% até a terceira semana de outubro. Os embarques somaram US$ 97,3 milhões no período, o que quase supera o número de outubro de 2018 – naquele período, a soma foi de US$ 97,8 milhões. Com isso, a média diária deste mês ficou em US$ 6,9 milhões, contra US$ 4,4 milhões de outubro do ano passado. Os números são da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia.

Os dados se tornam mais positivos quando se observa a quantidade de carne suína embarcada. Isso porque, apesar do crescimento de 56,3% nas exportações – em valores –, o volume cresceu bem menos, a 19,1%. A explicação está no preço bem maior pago pela tonelada de carne suína em outubro deste ano, na comparação com 2018.

De acordo com os dados da Secex, a tonelada de carne suína brasileira custou US$ 1,801 em outubro de 2018. Agora, o valor está em US$ 2,364,4. O aumento foi de 31,3%.

FONTE: Suinocultura Industrial




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Notícias – Suínos-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2019/10/04/consumo-de-carne-suina Fri, 04 Oct 2019 22:35:28 +0000 http://www.55bet-pro.com/laboratorios/suinos/2019/10/04/consumo-de-carne-suina/ O levantamento com foco nas tendências do comportamento do brasileiro e o consumo da carne suína no país, intitulado “Carne suína: atual visão do consumidor” e divulgado em setembro pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), em parceria com o Sebrae e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS) identificou que o brasileiro passou a consumir mais carne suína neste ano.

A pesquisa quantitativa com 1,3 mil entrevistados apresentou os aspectos de compra da proteína, trazendo informações de qualidade à cadeia de suínos nacional (produtor, indústria e varejo) e identificando possíveis estratégias mercadológicas para o desenvolvimento na suinocultura e os incentivos ao consumo da carne suína no Brasil. Os dados permitem compreender a evolução ao longo das décadas e assim promover o debate diante das oportunidades e desafios apresentados.

“A proposta de um trabalho inovador junto aos frigoríficos, varejo, formadores de opinião, profissionais de saúde, gastronomia e parceiros institucionais vem nos permitindo transformar a visão do consumidor brasileiro em relação à carne suína”, destaca o presidente da ABCS, Marcelo Lopes. “Deixamos para trás os 13 kg per capita e celebramos o alcance dos 15,9 kg devido a oferta maior, qualidade, preços competitivos e cortes variados e mais adaptados ao cotidiano dos consumidores”, destaca.

Para Cesar Rissete, gerente da Unidade de Competitividade do Sebrae, o estudo trouxe pontos positivos, principalmente em relação à saudabilidade da carne suína. “Estamos em um momento em que o consumidor está cada vez mais procurando produtos que favoreçam a sua saúde. Nesse sentido, a pesquisa mostra que a carne suína se apresenta como melhor posicionada do ponto de vista da saudabilidade e da escala necessária do processo produtivo para atender à maior demanda de alimento, especificamente de proteína. Outro ponto importante, foi o aumento do consumo per capita de carne suína e a quantidade de vezes que o consumidor tem adquirido a carne. Isso se reflete em toda a campanha e nas iniciativas em parceria com o Sebrae de valorização da carne suína e do aumento desse consumo no Brasil”.

O estudo mostrou que a percepção de consumo e indicação pelos profissionais de saúde mudou, já considerando positiva a inserção da proteína suína numa alimentação saudável. Na visão dos consumidores o produto também entra como opção no cotidiano, já que 76% dos entrevistados consomem carne suína e 55% tem o hábito de comprar carne suína – aumento de 30% se comparado a 2015. Para a ABCS, o desafio é inserir a carne suína da lista de compras da população, instituindo o hábito do consumo.

Outro dado que apresenta a mudança de percepção de consumo é no quesito compra. O estudo informou que a cada 8,8 dias o consumidor coloca carne suína no carrinho, ou seja, enquanto as opções bovinas e de aves permanecem nos mesmos patamares, a carne suína aumentou a frequência na escolha dos brasileiros.

Já a frequência de consumo nos lares também cresceu desde a última pesquisa realizada. Em 2019, a cada 7,5 dias o consumidor consome carne suína, enquanto em 2004 consumia três vezes ao mês. E a proteína é mais presente nas principais refeições. Segundo o estudo, 77% dos entrevistados consomem a carne suína no almoço/jantar, uma opção que se apresenta com bom custo-benefício para essas refeições.

Na visão do pesquisador Francisco Rojo, responsável pelo estudo, é uma transformação da realidade da carne suína. “Com o levantamento dos últimos 15 anos foi possível compreender o posicionamento das proteínas ao longo das décadas e, assim, dar início a um novo debate diante das mudanças e desafios apresentados”, afirma.

Os resultados reforçam um consumidor atento às mudanças, que busca conveniência e praticidade. Entretanto, ainda há a necessidade da indústria e do varejo focar em adequações, como por exemplo, o desenvolvimento de cortes sem tempero e com maior shelf life, aponta o estudo.

“Ainda que haja um grau de conhecimento e imagem da carne suína, ainda não está suficientemente disseminado em todos os segmentos: profissionais de saúde, varejo e, principalmente, consumidores” explica Rojo. “O processo de transformação precisa ser mais amplo e direto para mudar o hábito da população em relação à carne suína”, esclarece.

Conquistas e oportunidades

Assim, o cenário desenhado pelo estudo é positivo e abre inúmeras oportunidades para a carne suína, mas é preciso saber aproveitá-las, conclui o estudo. Entre os desafios identificados está o esforço conjunto da cadeia para mudança de hábito dos consumidores, entre eles esclarecer ao consumidor benefícios do consumo de proteína em campanhas amplas e disseminar massivamente orientações para preparo e dicas em diversos canais de comunicação, bem como promover estudos técnicos sobre informações nutricionais para profissionais de saúde. No levantamento, os trabalhos realizados pelo setor também estimulam conclusões técnicas a respeito do tema e influenciam profissionais de saúde e a cadeia de distribuição.

Também é abordado a necessidade da indústria e varejo investirem de forma contínua e com maior intensidade na proteína e também a oportunidade de aplicar novas tecnologias – como a embalagem com atmosfera protegida –, para ampliar a variedade de cortes e conservação na gôndola.

Entre as oportunidades, a saudabilidade está em destaque, reforçando a imagem da carne suína como uma alternativa saudável, a proteína suína entra no âmbito positivo do equilíbrio entre os alimentos e entrará de forma mais contundente na recomendação dos profissionais de saúde. No varejo, o estudo destaca também bons caminhos ao incentivo do consumo por meio de campanha no varejo como a “Semana Nacional da Carne Suína”, ação que amplia a presença da carne suína porcionada e com boa apresentação, buscando padronização e agregando valor a carne suína.

A ABCS visualiza um grande potencial na proteína para os próximos anos, com visão positiva de negócios para toda a cadeia, segundo o presidente da entidade. “Conhecemos o caminho e agora é tempo de nos unir para trilhar juntos e agir para potencializar e aumentar ainda mais os resultados”, encerra.


Fonte:Suinocultura Industrial 

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