{"id":396,"date":"2016-10-27T16:47:13","date_gmt":"2016-10-27T18:47:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/comunicacao\/arco\/2016\/10\/27\/post396\/"},"modified":"2021-05-26T23:06:58","modified_gmt":"2021-05-27T02:06:58","slug":"post396","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/post396","title":{"rendered":"Lentes e corpos"},"content":{"rendered":"
Noites <\/span>porte\u00f1as<\/span><\/em> com a venezuelana Ver\u00f4nica. Grupos que buscam prazer sexual pela troca er\u00f3tica de poder. Uma fam\u00edlia circense paraguaia. Rede de amigos nus. O que liga todas essas situa\u00e7\u00f5es, aparentemente desconexas? Ale Ruaro, com sua c\u00e2mera e lentes viradas para o ser humano, seus medos, caretices e pervers\u00f5es.<\/span><\/p>\n Ale diz que foi o destino que o colocou na fotografia, em 1996. Dos pr\u00eamios que ganhou, o mais valioso \u00e9 o respeito de algumas pessoas. A escolha por fotografias em preto e branco ou em cor \u00e9, para ele, s\u00f3 uma quest\u00e3o de linguagem. Dos trabalhos que j\u00e1 fez, todos lhe comovem. O ser humano, ele diz, lhe emociona. Sobre ser o fot\u00f3grafo invis\u00edvel atr\u00e1s de suas lentes, acredita que \u00e9 a sua fotografia que deve intrigar, incomodar e acalmar. <\/span><\/p>\n Do submundo at\u00e9 a alta sociedade, Ale diz que fotografa o que o fascina: o corpo humano, seus espa\u00e7os, fetiches e preconceitos. A profundeza do fot\u00f3grafo ga\u00facho \u00a0j\u00e1 se mostra nas poucas palavras que trocamos. Mas, \u00e9 diante da suas fotografias que ela se desnuda. Ent\u00e3o, vamos a ela. <\/span><\/p>\n Naked Friends:<\/strong><\/p>\n Desnudo meus amigos, depois de um tempo vieram amigos de amigos, \u00e9 uma rede, que est\u00e1 se tornando uma grande rede. O objetivo \u00e9 desmistificar o nu, quebrar paradigmas. Retratos de nu, o corpo e os espa\u00e7os.<\/span><\/p>\n Ver\u00f4nica:<\/strong><\/p>\n Buenos Aires – Argentina 2011 <\/span><\/p>\n Acompanho durante uma semana essa travesti venezuelana para sentir na pele o preconceito de uma travesti prostituta estrangeira.<\/span><\/span><\/p>\n El Circo:<\/strong><\/p>\n Ciudad Del Este – Paraguai 2016 <\/span><\/p>\n
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