{"id":420,"date":"2017-02-02T11:17:00","date_gmt":"2017-02-02T13:17:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/comunicacao\/arco\/2017\/02\/02\/post420\/"},"modified":"2017-02-02T11:17:00","modified_gmt":"2017-02-02T13:17:00","slug":"post420","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/post420","title":{"rendered":"Desmatamento da Mata Atl\u00e2ntica"},"content":{"rendered":"
Desde o descobrimento do Brasil, a Mata Atl\u00e2ntica teve 87,5% de sua \u00e1rea original desmatada, tendo hoje somente 12,5% de \u00e1rea remanescente, considerando as \u00e1reas de floresta nativa acima de tr\u00eas\u00a0hectares, segundo dados da ONG <\/span>SOS Mata Atl\u00e2ntica<\/span><\/em>. Mesmo com a lei que regulamenta a utiliza\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa do Bioma Mata Atl\u00e2ntica, o atlas dos remanescentes florestais elaborado pela ONG em parceria com o Inpe aponta que o desmatamento na Mata Atl\u00e2ntica no per\u00edodo de 2014-2015 aumentou em 1%, no Brasil, com rela\u00e7\u00e3o ao bi\u00eanio anterior.<\/span><\/p>\n <\/p>\n Apesar do desmatamento, pesquisas apontam um equil\u00edbrio de \u00e1reas desmatadas.<\/span> O \u00faltimo relat\u00f3rio de monitoramento do desmatamento da Mata Atl\u00e2ntica em \u00e1reas de plantio de tabaco no Rio Grande do Sul foi divulgado no final de 2016. O estudo, coordenado pelo professor Rudiney Soares Pereira, do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), demonstra que o equil\u00edbrio na din\u00e2mica da cobertura florestal se mant\u00e9m, j\u00e1 que os percentuais de desmatamento e expans\u00e3o florestal s\u00e3o menores do que 1% . <\/span><\/p>\n <\/p>\n \u201cPercebe-se abandono de \u00e1reas no Bloco 2 que remetem para o maior \u00edndice de expans\u00e3o das florestas nativas em compara\u00e7\u00e3o ao Bloco 1. O Bloco 1 evidencia 41,88% de cobertura com floresta nativa e 1,49% de floresta plantada, ao passo que no Bloco 2 esses \u00edndices s\u00e3o de 37,49% e 0,58%, respectivamente. Quanto \u00e0\u00a0din\u00e2mica da cobertura florestal nos dois blocos entre os anos de 2013 a 2016, os resultados indicam desmatamento de 0,75% e expans\u00e3o florestal de 0,59% no Bloco 1, enquanto no Bloco 2 estes \u00edndices s\u00e3o de 0,18% e 0,32%, respectivamente\u201d, conclui Pereira.<\/span><\/p>\n <\/p>\n Dessa forma, segundo os pesquisadores, \u00e9 poss\u00edvel inferir que as \u00e1reas anteriormente usadas para a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e pecu\u00e1ria est\u00e3o sendo abandonadas para que a vegeta\u00e7\u00e3o nativa se regenere, enquanto novas \u00e1reas s\u00e3o desmatadas. O mapeamento foi realizado usando dados coletados pelos sat\u00e9lites RapidEye. Para ver quais cidades pertencem a cada bloco,\u00a0clique no \u00edcone localizado no canto superior \u00e0 esquerda do mapa abaixo. <\/span><\/p>\n <\/p>\n
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