{"id":469,"date":"2017-05-27T12:07:56","date_gmt":"2017-05-27T15:07:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/comunicacao\/arco\/2017\/05\/27\/post469\/"},"modified":"2017-05-27T12:07:56","modified_gmt":"2017-05-27T15:07:56","slug":"post469","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/post469","title":{"rendered":"\u201cVou pra longe mas eu sempre volto\u201d"},"content":{"rendered":"
A tarde de outono tinha uma miss\u00e3o: desvendar como era poss\u00edvel 129 pessoas comporem m\u00fasica. A mesma m\u00fasica. Em uma \u00fanica tarde! Logo na chegada foi poss\u00edvel perceber que muitos dos oficineiros se conheciam. Alguns at\u00e9 j\u00e1 trabalhavam juntos na m\u00fasica, como os meninos da banda Guant\u00e1namo Groove. Outros denotavam apenas amizade, e um gosto em comum pela m\u00fasica. Havia gente premiada e reconhecida no universo da m\u00fasica, como o Pirisca Greco. E nenhum constrangimento para ladear com a pequena Ana Clara, de apenas 11 anos – tiara no cabelo, t\u00eanis com luzinhas e que me surpreendeu logo ao revelar que n\u00e3o tocava nada: \u201cJ\u00e1 participei de coral, mas gosto mesmo de compor\u201d, disse a comunicativa menina.<\/p>\n
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