{"id":4888,"date":"2018-11-20T19:37:47","date_gmt":"2018-11-20T21:37:47","guid":{"rendered":"http:\/\/coral.55bet-pro.com\/arco\/sitenovo\/?p=4888"},"modified":"2021-06-17T18:17:26","modified_gmt":"2021-06-17T21:17:26","slug":"igualdade-so-em-2089","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/igualdade-so-em-2089","title":{"rendered":"Igualdade s\u00f3 em 2089?"},"content":{"rendered":"
Em 2018, s\u00e3o celebrados 130 anos da aboli\u00e7\u00e3o da escravatura no Brasil. Apesar disso, os espa\u00e7os ocupados por negros e brancos em escolas, universidades, mercado de trabalho e demais setores sociais est\u00e3o longe de se tornarem iguais.<\/p>\n
Maria Rita Py Dutra, doutora pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o do Centro de Educa\u00e7\u00e3o da UFSM, em sua tese Cotistas negros da UFSM e o mundo do trabalho<\/em>, aponta, com base em dados levantados em 2014 pelo Instituto de Pesquisa Estat\u00edstica Aplicada (Ipea), que houve redu\u00e7\u00e3o da desigualdade racial no acesso a ocupa\u00e7\u00f5es melhores no mercado de trabalho e na distribui\u00e7\u00e3o de renda. No entanto, \u201cos efeitos do racismo e da discrimina\u00e7\u00e3o continuam operando e impedindo avan\u00e7os na ocupa\u00e7\u00e3o e remunera\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o negra\u201d, afirma a professora.<\/p>\n