{"id":6381,"date":"2021-02-03T18:39:26","date_gmt":"2021-02-03T21:39:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/?p=6381"},"modified":"2021-02-12T11:57:55","modified_gmt":"2021-02-12T14:57:55","slug":"entrevista-murilo-mello","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/entrevista-murilo-mello","title":{"rendered":"Arco entrevista ec\u00f3logo Murilo de Mello"},"content":{"rendered":"\t\t
\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\u201cQuem planta por cima, protege por baixo\u201d: esse \u00e9 um dos lemas do programa Gigante Guarani<\/a>, que atua nas \u00e1reas das Cuestas Basalticas<\/em> e no interfl\u00favio dos rios Tiet\u00ea e Paranapanema, no estado de S\u00e3o Paulo. A iniciativa – que foi elaborada em 2008 pela Rede de ONGs do Ec\u00f3tono da Cuesta em parceria com a Faculdade de Ci\u00eancias Agr\u00f4nomas\u00a0 e o Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade Estadual de S\u00e3o Paulo – conta com apoio de diversas ONGs e institui\u00e7\u00f5es, de maneira que se integra em <\/span>projetos de reflorestamento, educa\u00e7\u00e3o de agricultores familiares em pr\u00e1ticas agroecol\u00f3gicas e conscientiza\u00e7\u00e3o ambiental<\/b>.<\/span><\/p>\n O projeto atual busca promover a restaura\u00e7\u00e3o de 200 hectares da Mata Atl\u00e2ntica. Entre os espa\u00e7os que o Programa tem recuperado est\u00e3o pontos de recarga do Aqu\u00edfero Guarani, considerado um dos maiores reservat\u00f3rios de \u00e1gua subterr\u00e2nea do planeta, com 1.200.000 km\u00b2 \u2013 equivalente a quase 5 vezes o estado de S\u00e3o Paulo. O manancial, que abrange em maior parte o Brasil – mas tamb\u00e9m a Argentina, o Uruguai e o Paraguai – foi considerado sobre-explorado em 2014 por uma<\/span> publica\u00e7\u00e3o<\/span><\/a> da NASA que media, a partir de sat\u00e9lites, as mudan\u00e7as em rela\u00e7\u00e3o ao tamanho dos aqu\u00edferos.<\/span><\/p>\n Al\u00e9m disso, o reservat\u00f3rio est\u00e1 amea\u00e7ado pela pecu\u00e1ria extensiva e, principalmente, pela agricultura convencional, com a consequente infiltra\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias t\u00f3xicas na \u00e1gua. Assim, associado ao projeto tamb\u00e9m est\u00e1 o desenvolvimento de uma produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica em \u00c1reas de Prote\u00e7\u00e3o Permanente, que s\u00e3o protegidas com a fun\u00e7\u00e3o de preservar os recursos h\u00eddricos, a paisagem, a estabilidade geol\u00f3gica, a biodiversidade, o solo e o bem-estar de popula\u00e7\u00f5es humanas.<\/span><\/p>\n A revista Arco conversou com Murilo Gambato de Mello, graduado pelo curso de Ecologia da UNESP, l\u00edder de projetos da Itapoty e mobilizador no Gigante Guarani para conhecer mais sobre o seu funcionamento e quais as perspectivas para o futuro. A ONG Gigante Guarani foi uma das convidadas do 1\u00b0 F\u00f3rum Primavera da Articula\u00e7\u00e3o Floresta Viva: (In)Formar e Reflorestar,<\/a> organizado pela UFSM.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t ARCO – Ainda que j\u00e1 houvesse um trabalho hist\u00f3rico de entidades ambientalistas na regi\u00e3o, o Programa Gigante Guarani foi elaborado a partir da cria\u00e7\u00e3o da Rede de ONGs do Ec\u00f3tono da Cuesta. Como foi esse processo do surgimento do programa e quais aspectos foram levados em considera\u00e7\u00e3o no seu planejamento?<\/b><\/p> Murilo de Mello<\/b> – O Programa Gigante Guarani surgiu da necessidade de ampliar a sinergia entre as a\u00e7\u00f5es j\u00e1 desenvolvidas pelas ONGs no Ec\u00f3tono da Cuesta, bem como de propiciar e valorizar a parceria com a UNESP e com as prefeituras da regi\u00e3o, possibilitando atrair e captar recursos financeiros em escala maior, recursos estes extremamente necess\u00e1rios para executar os trabalhos de campo. Os principais aspectos que fundamentaram a concep\u00e7\u00e3o deste programa foram as linhas de atua\u00e7\u00e3o das ONGs envolvidas; as demandas socioambientais mais relevantes na regi\u00e3o – levantadas atrav\u00e9s de mapeamentos do uso do solo, invent\u00e1rios de biodiversidade e diagn\u00f3sticos participativos- ; pol\u00edticas p\u00fablicas; e interfaces com as linhas de pesquisas dos laborat\u00f3rios da UNESP parceiros do programa.<\/span><\/p> \u00a0<\/span><\/p> ARCO – No seu ponto de vista, qual a import\u00e2ncia da pluralidade de organiza\u00e7\u00f5es na cria\u00e7\u00e3o e no desenvolvimento do projeto?<\/b><\/p> Murilo de Mello – <\/b>A pluralidade de organiza\u00e7\u00f5es garante al\u00e9m de um \u201colhar mais agu\u00e7ado\u201d e sist\u00eamico para o territ\u00f3rio onde o projeto est\u00e1 sendo desenvolvido, uma forma mais eficiente de atua\u00e7\u00e3o, pois cada institui\u00e7\u00e3o possui sua expertise e uma equipe capacitada para tal. Essa pluralidade tamb\u00e9m permite uma articula\u00e7\u00e3o institucional mais fortalecida, o que representa um ganho em termos de sinergia e troca de conhecimentos pr\u00e1ticos.<\/span><\/p> \u00a0<\/span><\/p> ARCO – Um dos objetivos nesta fase \u00e9 promover a restaura\u00e7\u00e3o de 200 hectares da Mata Atl\u00e2ntica, junto com uma produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica. Como essas a\u00e7\u00f5es se relacionam com a preserva\u00e7\u00e3o do Aqu\u00edfero Guarani?<\/b><\/p> Murilo de Mello –<\/b> O programa tem como foco principal desenvolver a\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas sobre \u00e1reas de recarga do Aqu\u00edfero Guarani, essas \u00e1reas de recarga compreendem partes do territ\u00f3rio onde as rochas aren\u00edticas – que cont\u00e9m o referido aqu\u00edfero – est\u00e3o pr\u00f3ximas da superf\u00edcie, possibilitando assim que a \u00e1gua das chuvas infiltre no solo e nas rochas, abastecendo o aqu\u00edfero. Portanto, restaurar o m\u00e1ximo poss\u00edvel das matas nativas, adotar pr\u00e1ticas eficientes de conserva\u00e7\u00e3o do solo que favore\u00e7am a infiltra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e utilizar m\u00e9todos de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola mais ecol\u00f3gicos – que utilizem menos produtos qu\u00edmicos – s\u00e3o fundamentais para a manuten\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o deste gigante aqu\u00edfero.<\/span><\/p> \u00a0<\/span><\/p> ARCO – Entre as metodologias do programa est\u00e3o pr\u00e1ticas agroecol\u00f3gicas, o planejamento de paisagens sustent\u00e1veis, o fortalecimento da cadeia de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e gera\u00e7\u00e3o de tecnologia. Pode explicar um pouco mais sobre como cada uma dessas atividades s\u00e3o aplicadas?<\/b><\/p> Murilo de Mello –<\/b> As atividades citadas s\u00e3o desenvolvidas preferencialmente de forma integrada ao longo dos anos, e tamb\u00e9m atrav\u00e9s de projetos espec\u00edficos. Explicando, cada uma destas atividades depende de financiamento (capta\u00e7\u00e3o de recursos) para que aconte\u00e7am no campo, desta forma, sempre buscamos captar recursos que possibilitem a integra\u00e7\u00e3o destas frentes de atua\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p> Em termos pr\u00e1ticos, para a realiza\u00e7\u00e3o de uma etapa do programa, inicia-se com uma a\u00e7\u00e3o de planejamento da paisagem, que envolve o mapeamento do uso do solo em uma determinada regi\u00e3o concomitante com a mobiliza\u00e7\u00e3o e sensibiliza\u00e7\u00e3o dos\/as propriet\u00e1rios\/as rurais e do poder p\u00fablico local. Nesta fase, define-se as \u00e1reas priorit\u00e1rias a serem restauradas, as metodologias a serem utilizadas, as voca\u00e7\u00f5es e as possibilidades para ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas agroecol\u00f3gicas na produ\u00e7\u00e3o. Nas propriedades rurais que aderem ao projeto, s\u00e3o realizados mapeamentos mais detalhados do uso do solo, e o planejamento para a restaura\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa. Junto a isso, s\u00e3o passadas informa\u00e7\u00f5es sobre pr\u00e1ticas agroecol\u00f3gicas que podem ser implantadas e os benef\u00edcios destas. \u00c1reas demonstrativas de sistemas agroflorestais (SAF) tamb\u00e9m s\u00e3o implantadas em algumas propriedades rurais.<\/span><\/p> Projetos espec\u00edficos para o desenvolvimento da agroecologia na regi\u00e3o s\u00e3o realizados a partir destes mapeamentos e diagn\u00f3sticos de campo, voltados principalmente para a agricultura familiar e assentamentos rurais. Quanto ao fortalecimento da cadeia de restaura\u00e7\u00e3o, as a\u00e7\u00f5es inicialmente desenvolvidas objetivam mapear e identificar matrizes de \u00e1rvores nativas da regi\u00e3o, para a coleta de sementes, apoiar na estrutura\u00e7\u00e3o de viveiros p\u00fablicos (UNESP e CEDEPAR), capacitar m\u00e3o de obra, e aumentar a demanda para os trabalhos de restaura\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa na regi\u00e3o.\u00a0<\/span><\/p> A gera\u00e7\u00e3o de tecnologia acontece atrav\u00e9s de pesquisas cient\u00edficas, visando aprimorar as t\u00e9cnicas de restaura\u00e7\u00e3o utilizadas para cada tipo de solo, e testando o m\u00e9todo de restaura\u00e7\u00e3o a partir de \u201cchuva de sementes\u201d – chamado de \u201cmuvuca\u201d.<\/span><\/p> \u00a0<\/span><\/p> ARCO – Outro objetivo interessante do Gigante Guarani \u00e9 a mobiliza\u00e7\u00e3o social atrav\u00e9s da divulga\u00e7\u00e3o. Como isso \u00e9 desenvolvido atrav\u00e9s das redes sociais e, na sua perspectiva, qual a import\u00e2ncia desse processo para uma sustentabilidade de longo prazo?<\/b><\/p> Murilo de Mello –<\/b> A comunica\u00e7\u00e3o e a mobiliza\u00e7\u00e3o social foram inclu\u00eddas como um dos objetivos desta fase com o intuito de refor\u00e7ar para a sociedade em geral sobre a urgente necessidade do engajamento dos diversos setores na efetiva\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es em larga escala de restaura\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa. Para tal, foi criado um site espec\u00edfico para divulga\u00e7\u00e3o do projeto, e dentro deste site existe um mecanismo para que qualquer pessoa ou empresa possa fazer doa\u00e7\u00f5es para a restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas, bem como, propriet\u00e1rios\/as rurais podem cadastrar suas \u00e1reas a serem restauradas pelo projeto.<\/span><\/p> Cabe ressaltar que o Gigante Guarani foi motivo de reportagem especial<\/a> do Globo Rural no ano de 2020. Todo esse esfor\u00e7o de divulga\u00e7\u00e3o, tem como finalidade, al\u00e9m de sensibilizar a sociedade para a quest\u00e3o ambiental e ajudar a manter a esperan\u00e7a em um mundo melhor, de atrair novos parceiros e financiadores que permitam a continuidade e a amplia\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es no m\u00e9dio e no longo prazo.<\/span><\/p> \u00a0<\/span><\/p> ARCO – Al\u00e9m de contar com o apoio do BNDES para a refloresta\u00e7\u00e3o, o projeto recebeu financiamentos do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente ao longo dos anos. Qual a import\u00e2ncia do poder p\u00fablico para o desenvolvimento do projeto e como voc\u00ea avalia o contexto atual nesse sentido?<\/b><\/p> Murilo de Mello –<\/b> O poder p\u00fablico \u00e9 sempre um parceiro importante e fundamental, pois essa parceria ocorre nas 3 esferas: municipal (prefeituras), estadual (universidades e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e extens\u00e3o rural), e federal (financiador). Facilitando e apoiando o desenvolvimento das a\u00e7\u00f5es em campo, gerando conhecimentos e tamb\u00e9m fomentando di\u00e1logos para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas municipais, regionais e estaduais, ampliando assim os resultados do projeto.<\/span><\/p> Em rela\u00e7\u00e3o ao contexto atual, vemos transtornados o descaso do governo federal em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quest\u00e3o ambiental e \u00e0s institui\u00e7\u00f5es federais envolvidas diretamente com essa agenda, dificultando o desenvolvimento de algumas atividades que dependem da articula\u00e7\u00e3o com institui\u00e7\u00f5es federais e da capta\u00e7\u00e3o de recursos financeiros atrelados a estas. Por outro lado, o apoio proveniente dos munic\u00edpios e das institui\u00e7\u00f5es estaduais se manteve o mesmo, mostrando o que j\u00e1 sabemos h\u00e1 tempos: da import\u00e2ncia do engajamento e do fortalecimento dos munic\u00edpios e de suas pol\u00edticas p\u00fablicas na manuten\u00e7\u00e3o e na amplia\u00e7\u00e3o de uma agenda ambiental positiva.<\/span><\/p> \u00a0<\/span><\/p> ARCO – Quais s\u00e3o os principais desafios atualmente para o Gigante Guarani e qual a perspectiva para o futuro do programa?<\/b><\/p> Murilo de Mello – <\/b>Temos um desafio pr\u00e1tico, que \u00e9 o de garantir a boa manuten\u00e7\u00e3o das \u00e1reas onde foram plantadas mudas das \u00e1rvores nativas, manuten\u00e7\u00e3o esta que requer um monitoramento constante (mensal), e a disponibilidade de recursos financeiros para \u201ccuidar dos plantios\u201d, o que exige tamb\u00e9m o apoio constante dos\/as propriet\u00e1rios\/as rurais.<\/span><\/p> Outro desafio \u00e9 ampliar as fontes de capta\u00e7\u00e3o dos recursos financeiros, recursos esses indispens\u00e1veis para a realiza\u00e7\u00e3o com sucesso das atividades de restaura\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa, conserva\u00e7\u00e3o do solo, mobiliza\u00e7\u00e3o social, transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica e fortalecimento de pol\u00edticas p\u00fablicas. Pelo fato do programa ter como foco as \u00e1reas de recarga do Aqu\u00edfero Guarani, as perspectivas para o futuro s\u00e3o ao mesmo tempo otimistas – por conta da causa envolvida (\u00e1gua pot\u00e1vel para milh\u00f5es de pessoas) – e muito desafiadoras – por conta da extens\u00e3o da \u00e1rea da recarga e da necessidade do engajamento \u201cpra valer\u201d de todos os setores da sociedade, engajamento esse que reflita em a\u00e7\u00f5es duradouras, e estas requerem o investimento constante de recursos financeiros em larga escala.<\/span><\/p> O sonho coletivo \u00e9 que o programa evolua e transforme-se na Ag\u00eancia Guardi\u00e3 da Recarga do Aqu\u00edfero Guarani, composto por uma gest\u00e3o tripartite: poder p\u00fablico, ONGs e setor privado. E que administre um \u201cfundo financeiro abundante\u201d, alimentado anualmente por recursos provenientes do setor privado e de institui\u00e7\u00f5es internacionais.\u00a0<\/span><\/p> *Conhe\u00e7a mais sobre o projeto no site<\/a> ou no Instagram.<\/a><\/p> \u00a0<\/p> \u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t Expediente<\/i><\/b><\/p> Rep\u00f3rter:<\/i><\/b> Esther Klein, acad\u00eamica de Jornalismo e bolsista<\/span><\/i><\/p> Ilustradora:<\/i><\/b> Julia Dutra, acad\u00eamica de Publicidade e Propaganda e bolsista<\/span><\/i><\/p> M\u00eddia Social:<\/i><\/b> Nath\u00e1lia Pitol, acad\u00eamica de Rela\u00e7\u00f5es P\u00fablicas e bolsista<\/span><\/i><\/p> Editor:<\/i><\/b> Maur\u00edcio Dias, jornalista<\/span><\/i><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t L\u00edder de projetos da Itapoty e membro do projeto Gigante Guarani conta mais sobre a iniciativa e quais as perspectivas<\/p>\n","protected":false},"author":32,"featured_media":6382,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4391],"tags":[4389,4183,1484,4387,4390,718,4386,4388,650,406],"class_list":["post-6381","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arco-entrevista","tag-agricultura-2","tag-agricultura-familiar","tag-agroecologia","tag-aquifero-guarani","tag-desmatamento","tag-ecologia","tag-gigante-guarani","tag-mata-atlantica","tag-meio-ambiente","tag-reflorestamento"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6381","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/users\/32"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6381"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6381\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6382"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6381"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6381"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6381"}],"curies":[{"name":"wp","href":"http:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}Leia outras mat\u00e9rias de ambiente na Revista Arco<\/h5>

\n Restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica na UFSM a partir da cosmovis\u00e3o Kayap\u00f3<\/a>\n <\/h5>\n <\/div>\n \n\n

\n Jardins verticais: sustentabilidade dentro e fora de casa<\/a>\n <\/h5>\n <\/div>\n \n\n

\n Jardins privados: a biodiversidade escondida nas moradias<\/a>\n <\/h5>\n <\/div>\n \n\n

\n Pesquisadores da UFSM investigam o fen\u00f4meno do vento norte em Santa Maria<\/a>\n <\/h5>\n <\/div>\n \n\n

\n O impacto da urbaniza\u00e7\u00e3o na diversidade de aves<\/a>\n <\/h5>\n <\/div>\n \n
\n
\n