\n\u201cA minha paix\u00e3o pela m\u00fasica veio da influ\u00eancia do meu av\u00f4 que tocava violino, ele me ensinou algumas coisas no viol\u00e3o, depois meu pai chegou junto com o viol\u00e3o, e meu pai tamb\u00e9m tocava acordeon, a\u00ed a coisa come\u00e7ou a fluir. Mais tarde eu comecei a ouvir rock, valendo, da\u00ed eu queria mesmo era tocar guitarra, mas como j\u00e1 cantava, a coisa prevaleceu mais no sentido vocal.\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n\n \n\n\n <\/td>\n | Juca Dias<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Guitarra base<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Professor e pr\u00f3-reitor UFSM<\/td>\n<\/tr>\n | \n| 67 anos<\/td>\n<\/tr>\n | \n\u201cEu venho de uma casa que sempre teve uma m\u00e9dia de oito viol\u00f5es. Meu pai ensinou todos os filhos a tocar. Tive a experi\u00eancia, desde a d\u00e9cada de 60, de tocar em conjuntos, sempre metido em banda marcial do col\u00e9gio. Ent\u00e3o, eu toco porque gosto, pra mim \u00e9 tudo.\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n\n \n\n\n <\/td>\n | Vitor Hugo Dal Molin<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Guitarra solo<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Economista e empres\u00e1rio<\/td>\n<\/tr>\n | \n| 64 anos<\/td>\n<\/tr>\n | \n\u201cComecei a tocar com 14 anos. Tenho at\u00e9 hoje a primeira guitarra, comprada no dia 31 de mar\u00e7o de 1964, em Porto Alegre, quando estourou a revolu\u00e7\u00e3o: eu estava com meu pai dentro das lojas Mesbla quando come\u00e7aram as sirenes anunciando que o ex\u00e9rcito fechou as ruas.\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n\n \n\n\n <\/td>\n | Adalberto Meller<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Teclado<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Professor UFSM\/FATEC<\/td>\n<\/tr>\n | \n| 67 anos<\/td>\n<\/tr>\n | \n\u201cEu queria unir o \u00fatil ao agrad\u00e1vel. O agrad\u00e1vel \u00e9 a m\u00fasica, tu poder espairecer, desestressar. E o \u00fatil \u00e9 poder ajudar as pessoas, isso \u00e9 fant\u00e1stico. Todo mundo diz que isso \u00e9 a coisa mais linda que temos na banda, poder ajudar quem precisa.\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n\n \n\n\n <\/td>\n | Claudio Lobato<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Baixo<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Engenheiro e empres\u00e1rio<\/td>\n<\/tr>\n | \n| 66 anos<\/td>\n<\/tr>\n | \n\u201cVou usar as palavras do nosso doutor: \u201cA m\u00fasica \u00e9 terapia pra alma\u201d.\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n\n \n\n\n <\/td>\n | Celso Celidonio<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Bateria<\/td>\n<\/tr>\n | \n| Juiz<\/td>\n<\/tr>\n | \n| 63 anos<\/td>\n<\/tr>\n | \n| \u201cEu comecei a tocar por influ\u00eancia das grandes bandas como Beatles, Stones, os anos 60 em geral. Comecei a tocar numa banda no Rio de Janeiro, eu era guitarrista, depois terminou a banda e eu fiquei parado. Voltei a tocar no final dos anos 90 quando comprei uma bateria eletr\u00f4nica.\u201d<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div>\n | | | | | |