{"id":9664,"date":"2023-02-23T10:34:49","date_gmt":"2023-02-23T13:34:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/?p=9664"},"modified":"2023-02-23T10:34:52","modified_gmt":"2023-02-23T13:34:52","slug":"documentario-comunidades-kaingang","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/midias\/arco\/documentario-comunidades-kaingang","title":{"rendered":"Document\u00e1rio produzido na UFSM exibe projetos de arte colaborativa em comunidades Kaing\u00e1ng"},"content":{"rendered":"\t\t
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\"\"DNA afetivo: processos de arte colaborativa em comunidades Kaing\u00e1ng<\/i><\/span><\/span><\/span> \u00e9 o nome de um document\u00e1rio que estreou em setembro de 2022 no Youtube. A iniciativa, desenvolvida no Laborat\u00f3rio Interdisciplinar Interativo (LabInter) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), objetiva exibir as atividades realizadas em comunidades ind\u00edgenas, pelo projeto DNA Afetivo Kam\u00ea e Kanhru (DNA A.K.K). <\/span><\/span><\/span><\/p>\n

O projeto<\/span><\/span><\/span> envolve pr\u00e1ticas art\u00edsticas colaborativas a partir da organiza\u00e7\u00e3o social da cultura ind\u00edgena kaing\u00e1ng, por meio de uma rede de trocas, conectividade e afetos. Entre as a\u00e7\u00f5es desenvolvidas, est\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio que objetiva registrar as atividades realizadas. Sua narrativa \u00e9 contada atrav\u00e9s da comunidade kaing\u00e1ng Terra do Ind\u00edgena do Guarita km10, localizada no noroeste do estado do Rio Grande do Sul e a comunidade kaing\u00e1ng de Santa Maria. A produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m traz o relato de Kalinka Mallmann e Joceli Salles, idealizadores do projeto.<\/span><\/span><\/span><\/p>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t

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Joceli Salles, figura central da narrativa, \u00e9 historiador pela UFSM, educador na escola Ind\u00edgena Augusto Ope da Silva e tamb\u00e9m em aldeias kaing\u00e1ng. Em relato ao document\u00e1rio, Joceli destaca que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel falar ou construir algo sobre os Kaing\u00e1ng sem conhecer a cosmologia e as identidades de cada fam\u00edlia, seja ela Kam\u00ea ou Kanhru. \u201c\u00c9 importante saber como cada indiv\u00edduo pensa, como cada indiv\u00edduo \u00e9 e como se v\u00ea no mundo\u201d, diz. Isso ser\u00e1 poss\u00edvel atrav\u00e9s da circula\u00e7\u00e3o do filme e do debate, um dos objetivos da produ\u00e7\u00e3o audiovisual.<\/span><\/p>\n

Kalinka, doutoranda em Artes Visuais pela UFSM, evidencia a import\u00e2ncia do document\u00e1rio a partir da urg\u00eancia de se compartilhar <\/span>hist\u00f3rias, culturas, <\/span> conhecimento art\u00edstico e tecnol\u00f3gico. \u201cH\u00e1 muitos saberes e conhecimentos oriundos das comunidades e culturas ind\u00edgenas brasileiras. Esse conhecimento necessita ser compreendido e absorvido, para que modifiquemos, pouco a pouco, a hegemonia da ci\u00eancia advinda de culturas dominantes\u201d, salienta a pesquisadora. <\/span><\/p>\n

O document\u00e1rio foi contemplado com a<\/span> Lei Aldir Blanc<\/u><\/span><\/span><\/a>, que disp\u00f5e sobre a\u00e7\u00f5es emergenciais destinadas ao setor cultural. O diretor da obra, Eliseu Balduino, conhecido pelo nome art\u00edstico Vicent Solar, \u00e9 mestrando em Artes Visuais na linha de Arte e Tecnologia com \u00eanfase em fotografia urbana pela UFSM, e conta que a lei auxiliou n\u00e3o s\u00f3 financeiramente, mas tamb\u00e9m no reconhecimento do produto final. \u201c<\/span>P<\/span>\u00f4de-se providenciar as oficinas que foram feitas e tamb\u00e9m investir em equipamentos para produzir o document\u00e1rio\u201d, explica. <\/span><\/p>\n

Espa\u00e7o de pesquisa de cria\u00e7\u00e3o<\/span><\/h3>\n

As atividades propostas no <\/span><\/span>LabInter<\/u><\/span><\/span><\/span><\/a> objetivam o desenvolvimento de pesquisas acad\u00eamicas e art\u00edsticas, cursos e oficinas, interc\u00e2mbio de conhecimentos e propaga\u00e7\u00e3o de metodologias nas \u00e1reas de Arte, Ci\u00eancia e Tecnologia.<\/span><\/span> <\/b>Conforme apresentado no site do laborat\u00f3rio, o LabInter \u00e9 um espa\u00e7o de pesquisa e cria\u00e7\u00e3o em projetos art\u00edsticos interativos e imersivos. As atividades s\u00e3o realizadas de modo interdisciplinar e colaborativo, voltados para a inova\u00e7\u00e3o e desenvolvimento tecnol\u00f3gico. <\/span><\/span><\/p>\n

Andr\u00e9ia Machado Oliveira, professora do Departamento de Artes Visuais e do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Artes Visuais e coordenadora do LabInter, pontua que o document\u00e1rio \u00e9 mais um dos resultados do trabalho feito no laborat\u00f3rio. \u201cO objetivo n\u00e3o \u00e9 fazer uma a\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, mas desenvolver o projeto de forma <\/span>colaborativa <\/span>e interdisciplinar\u201d, ressalta. <\/span><\/p>\n

A partir dessas metodologias \u00e9 que projetos como \u2018DNA Afetivo Kam\u00ea e Kanhru\u2019, o jogo colaborativo sobre os mitos de cria\u00e7\u00e3o da cultura Kaing\u00e1ng e o pr\u00f3prio document\u00e1rio puderam ser conclu\u00eddos.<\/span><\/p>\n

Projetos desenvolvidos<\/span><\/h3>\n

Projetos art\u00edsticos interativos e imersivos, realizados de modo interdisciplinar e colaborativo, voltados para a inova\u00e7\u00e3o e desenvolvimento tecnol\u00f3gico s\u00e3o realizados no LabInter. Algumas dessas iniciativas s\u00e3o exibidas no document\u00e1rio:<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t

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