Notícias – EDUCOM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/educom Programa Educomunicação e Cidadania Comunicativa Fri, 07 Feb 2020 11:22:37 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Notícias – EDUCOM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/educom 32 32 Notícias – EDUCOM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/educom/2020/02/07/livro-infantil-feito-por-criancas-ganha-premio-em-congresso-de-comunicacao Fri, 07 Feb 2020 11:20:19 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/educom/?p=3408

O livro Até onde vai a imaginação organizado por estudantes da UFSM e escrito por crianças de 11 e 12 anos ganhou prêmio no XIV Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul (Intercom Sul). O evento ocorreu no período de 30 de maio a 1º de junho, na cidade de Santa Cruz do Sul.

A proposta do livro nasceu na disciplina de Redação para Produtores Editoriais ministrada pela professora do curso de Comunicação Social da UFSM, Marília Barcellos. A ideia era de trabalhar com os paratextos editoriais estudados. Os acadêmicos integrantes do grupo do trabalho, Maura da Costa, Raquel Scremin e Flávio Teixeira, optaram por desenvolver a ideia com alunos do 5º ano da Escola Estadual de Educação Básica Augusto Ruschi, pois uma das integrantes já atuava como bolsista do programa de Educomunicação e Cidadania Comunicativa da universidade. “Utilizamos os desenhos dos alunos da Raquel como originais. A partir disso, montamos a estrutura do livro, trabalhamos no tratamento das ilustrações, na revisão, na diagramação, acompanhamos o trabalho da gráfica e fizemos contato com algumas livrarias”, conta Maura. O Programa é coordenado pela professora, também do curso de Comunicação Social da UFSM, Rosane Rosa, foi financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) em 2011 e 2012, e neste ano pelo Ministério da Educação (MEC).

A professora Rosane Rosa, em parceria com a professora Marília Barcelos, atuou como orientadora da publicação e destaca o processo de construção do livro como uma nova literatura sob a perspectiva da autoria, de criança para criança. Ela conta que foi possível dar vazão ao protagonismo e deslocar as crianças do papel de leitoras para atuarem também como autoras. “É um produto bem singelo, o que tem de rico é o processo. O processo participativo contempla a autoria infantil. É uma linha de uma nova literatura que repensa a questão da autoria, que é possível, sim, você desencadear esse processo desde a infância”, enfatiza a orientadora. O programa de Educomunicação continua trabalhando nessa linha com projetos como Ciranda Cultural, Sarau Literário e Contação de Histórias.

Maura da Costa, Raquel Scremin e Flávio Teixeira foram os mediadores e organizadores do livro. Os estudantes provocaram a imaginação das crianças, por meio de desenhos, através da pergunta “O que você gostaria de ver a partir da janela do seu quarto?”. O resultado foi desenhos que trouxeram como tema a natureza e o cuidado que se deve ter com ela, acompanhados de frases como: “Este é o laboratório do Doutor Maluco, onde toda a natureza foi criada por ele”, “Mais bonita que a natureza é a menina cuidando das Flores”. A professora Rosane destaca nos desenhos as cores coloridas e vibrantes e a presença de elementos como o sol, onde se encontra implícita a alegria. Rosane enfatiza a importância disto: “São crianças de escola pública, moram em periferia, muitas dessas crianças abrem a janela e veem um lixão, ou veem um cenário que está longe do que eles desejariam […]. Esses elementos são os que eles sentiram a necessidade e gostariam de ter próximos. A natureza, a alegria, o colorido, o ser humano, eles próprios inseridos nesse cenário”, relata.

Até onde vai a imaginação é um produto que integrou ensino e extensão, foi pensado em uma disciplina e executado em um programa que trabalha com escolas da periferia com baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). O programa de Educomunicação e Cidadania Comunicativa iniciou em 2008 e hoje conta com 15 bolsistas acadêmicos das quatro habilitações do curso de Comunicação Social (Jornalismo, Produção Editorial, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas). Trabalha com oficinas multimídias, já inaugurou mais de oito rádios-escolas e está preparando mais onze. Também tem oficinas de desenho em quadrinho, audiovisual, fanzine, dicção oratória e desinibição, além de fotografia e jornal. Neste ano, o programa pretende estender seus projetos a outras escolas além das localizadas na periferia.

Para a professora Rosane Rosa, projetos de Educomunicação como o livro Até onde vai a imaginação contribuem na formação dos acadêmicos, mostrando a eles um outro lado da Comunicação Social, foge do aspecto exclusivamente mercadológico e da espaço à criatividade e iniciativa. “Eles ensinam, mas também aprendem, são educandos e simultaneamente educadores […] Autonomia e criatividade é com eles, o que é difícil ver no mercado”- afirma a professora. “Com certeza foi uma grande realização sabemos da importância desse trabalho para o nosso currículo e nosso curso. Além disso, poder levar uma ideia inovadora com intuito de propagar a leitura é gratificante”, acrescentam as estudantes Raquel Scremin e Maura da Costa. Para as crianças, o livro além de explorar a criatividade e incentivar a leitura também contribui com a auto-estima dos jovens escritores.

A publicação pode ser adquirida na escola Augusto Ruschi ou no Laboratório EDUCOM UFSM no campus da universidade, Prédio 67, sala 1214. O recurso adquirido com a venda dos exemplares será revertido para financiar outras publicações infanto-juvenis. Alguns exemplares do livro também foram doados para as bibliotecas das escolas da 8ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE) de Santa Maria.

  

 

Fotos: Divulgação.

Repórter: Franciele Varaschini – Acadêmica de Jornalismo.

Edição: Lucas Durr Missau.

Fonte: Notícias UFSM

 

 

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Já iniciaram as inscrições para VI Encontro  Brasileiro de Educomunicação e  III Educom Sul, para participar é preciso se inscrever pelo site do evento. Também estão abertas as inscrições para a submisão de trabalhos relato de experiência ou pôster. 

Os eixos temáticos discutidos serão: 

1.   Educomunicação gênero e raça/etnia
2.   Educomunicação e desenvolvimento social e ambiental.
3.   Educomunicação, cidadania em rede e movimentos sociais
4.   Educomunicação,  juventude e direitos humanos
5.   Educomunicação, educação integral nas políticas públicas
6.   Educomunicação na educação midiática e informacional
 
As incrições podem ser feitas até dia 10 de abril! Mais informações  e inscrições acesse: http://www.6educom.blogspot.com.br/
 
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Em texto publicado na última edição da Revista Comunicação e Educação, veiculado pelo Departamento de Comunicações e Artes da ECA-USP, a pós-doutora Ariane Porto faz uma análise da interação entre o público infantil e a mídia, e sobre as “relações, significados e vivências que emergem desta confluência”, como retrata o artigo
 
No contexto atual em que a população se encontra rodeada de informação e novas maneiras de comunicar com rapidez e fluência, é impossível, e também nocivo, pensar em uma infância sem a presença da mídia, de acordo com a autora. Por isso, a mediação de forma consciente por parte da família e da escola é importante, para que as novas tecnologias e mídias digitais se representem como ferramentas para a formação e desenvolvimento saudável da criança.
 
“As tecnologias promoveram muitas e diversas alterações nas relações socioculturais, como por exemplo o aumento da autonomia de consumo, não só pela diversidade e quantidade, mas também pela possibilidade de acesso on demand”, afirma Ariane. De acordo com a autora, isto possibilita o acesso da criança a produções que favorecem o reconhecimento de múltiplos discursos e vozes diferenciadas, que dialogam com sua cultura.
 
Além do consumo de culturas diferentes, uma nova possibilidade que a tecnologia trouxe é a inserção do público infantil como também produtor de cultura. A internet e as plataformas sociais permitem que a criança crie e compartilhe conteúdo com a rede mundial. “As tecnologias digitais proporcionam não apenas a polifonia, mas, fundamentalmente, cria ‘ouvidos’ para essas vozes. As crianças das novas gerações já podem se comunicar com o mundo todo – e isso é uma enorme revolução.”
 
Porém, é importante que escola e a família estejam atentas para a presença da mídia no imaginário da criança, e use esta conscientemente para o fim de educá-la. A mídia não é capaz de substituir um professor ou de resolver problemas da criança, sendo ela apenas um instrumento para estabelecer comunicação, algo que anda de mãos dadas com a educação, de acordo com Ariane.
Como explica a autora, a escola e a mídia são como “pais divorciados”: a escola é antiquada, enquanto a mídia é irresponsável. “A escola ensina conteúdos inúteis, e a mídia promove comportamentos inadequados e violentos. E poderíamos seguir com uma longa lista de acusações.”
 
É aí que entra a importância do estudo da educomunicação, curso inaugurado pela USP e área de especialização de Ariane. Este estudo trata de estabelecer pontes entre os novos formatos da mídia e a sala de aula, de maneira responsável, para oferecer um ensino mais completo e prático para estudantes de todos os níveis.
 
Um exemplo disto é a nocividade da publicidade infantil, algo que apenas recentemente tem sido regulamentado. Para Ariane, se trata de um tipo de mídia extremamente delicado, que não deve ser pensado com base em lógicas de mercado, já que pode causar sérios danos ao público infantil se mal realizado.
 
Porém existem possibilidades proporcionadas pela mídia que podem ser proveitosas para o público infantil, e devem ser valorizadas: com sensatez e comprometimento dos mediadores – como a família, a escola e o Estado – a mídia pode ampliar o conhecimento e capacidade criativa das crianças de maneira muito mais fluída e intensa do que era possível há décadas atrás, além de colocar a criança em contato com questões globais e complexas.

“Temos a questão ambiental como um grande ponto de conflito e gerador de questões estruturantes, que estão alterando sobremaneira os paradigmas de desenvolvimento atual”, adiciona Ariane. “Nesse ponto específico, as tecnologias possibilitam que questões globais como essa passem a fazer parte do cotidiano e das preocupações das crianças, talvez de forma muito mais intensa que na geração dos anos 90.”
 
O artigo completo pode ser lido no Portal de Revistas da USP.
 
 
 
Crédito foto: Telegraph.co.uk
Repórter: Vitor Andrade

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Notícias – EDUCOM-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/educom/2020/02/06/radio-escola-no-ii-educom-sul-em-ijui-rs Thu, 06 Feb 2020 16:03:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/educom/?p=3397 O II Educom Sul – Encontro de Educomunicação da Região Sul – aconteceu nos dias 27 e 28 de junho, na Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. O evento focou em Educomunicação eDireitos Humanos e contou com 400 inscritos de diferentes estados.

Durante os dois dias de evento, entre mesas temáticas, trabalhos científicos e oficinas, os congressistas desenvolveram conhecimento teórico-prático sobre educomunicação e direitos humanos, além de trocar experiências sobre projetos da área.

O evento propiciou a articulação de pesquisas e práticas educomunicacionais da educação básica nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Bahia.

Em entrevista à cobertura colaborativa dos alunos do Programa Educom UFSM, a professora Ademilde Silveira Sartori, membro da diretoria da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação, atribui a importância do evento como espaço de diálogo e trocas de ideias entre os profissionais e pesquisadores tanto da educação quanto da comunicação.

II Educom Sul teve cobertura colaborativa

O Programa Educomunicação e Cidadania Comunicativa da Universidade Federal de Santa Maria (Educom UFSM), coordenado pelos professores Rosane Rosa e Luciano Mattana, proporcionou aos alunos de Ensino Fundamental e Médio da Escola Estadual de Educação Básica Augusto Ruschi, do Instituto Estadual Padre Caetano e da Escola Estadual de Ensino Médio Itaara, a experiência de trabalhar em uma cobertura colaborativa online por meio de publicações na fanpage do Programa, com fotos e entrevistas em áudio.

O Educom UFSM democratiza a comunicação como um direito humano. Para tanto, desenvolve cursos e oficinas por meio de diferentes linguagens e dispositivos midiáticos aplicados a serviço da educação.

Acadêmicos de Comunicação Social – Produção Editorial da UFSM, que são bolsistas do Programa, trabalharam com os alunos na preparação da cobertura do evento, utilizando a programação oficial para delinear o que seria feito no dia do evento. Para firmar os conhecimentos, os alunos das escolas tiveram breves oficinas sobre os canais de comunicação definidos para a cobertura.

Em depoimento, a aluna Kátia Moreira, participante da cobertura do evento, publicou na fanpage a relação entre a educomunicação e a realidade social brasileira. Para a aluna: “O conceito da Educomunicação visa tornar os alunos cidadãos mais reflexivos e críticos dentro das escolas, traz os estudantes para esse mundo mais politizado, influenciando na mobilização do povo brasileiro e colaborando para uma melhor percepção do real sentido dessas manifestações, uma vez que os vários pontos de vista são expostos e a possibilidade de discussão das diferentes opiniões é concretizada”.

Texto: Eveline Ugalde, Jaiane Ventorini e Raquel Scremin
Foto: Daniel Ribeiro | Edição de Imagem: Carolina Xavier

Entrevista: Paola Escobar e Pâmela Medeiros

Fonte: Rádio Ruschi

Disponível emhttp://radioruschi.wix.com/radioruschi#!n2/cvo6

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