O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi Revista Experimental do Curso de Produção Editorial Mon, 01 Dec 2025 18:10:00 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi 32 32 O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/12/01/revista-o-qi-celebra-sua-15a-edicao-reafirmando-a-forca-da-experimentacao-editorial Mon, 01 Dec 2025 18:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=936
A revista O QI, produzida pelos estudantes do curso de Produção Editorial da UFSM, chega à 15a edição reafirmando sua essência, ser um espaço de experimentação, criação e construção coletiva. Desde que surgiu junto aos primeiros anos do curso, a publicação se consolidou como um laboratório prático em que os alunos vivenciam todas as etapas do fazer editorial, desde o princípio até chegar na circulação. À frente desse processo está a professora Cláudia Regina Ziliotto Bomfá, que acompanha a revista desde a primeira edição. Para ela, o nome O QI sempre carregou a ideia de movimento e incerteza, o “o que vem por aí”, “o que faremos”, a constante adaptação que marca a formação do produtor editorial. A cada edição, um novo conceito, uma nova identidade e uma nova forma de apresentar as produções científicas.

Na edição comemorativa, a docente destaca que o desafio permanece o mesmo, unir uma turma inteira em torno de um único produto editorial. Para ela, o caráter coletivo não é um obstáculo, mas parte essencial do aprendizado. Diálogo, negociação e colaboração fazem parte da rotina das equipes e refletem situações reais do mercado. A proposta dos estudantes foi dar maior visibilidade ao que é produzido dentro do curso, enfatizando a experimentação e o olhar criativo que marcam a graduação. Segundo a professora, a equipe conseguiu traduzir essa ideia em uma revista que funciona quase como um portfólio do curso, reunindo diferentes perspectivas e possibilidades do trabalho editorial. Ao longo dos anos, Bomfá viu a revista crescer junto com o curso. E embora reconheça os desafios, como a falta de recursos para impressão em algumas edições, ela reforça que a força da revista está no envolvimento dos estudantes. São eles que constroem, renovam e projetam a identidade da publicação a cada ano.

Para o futuro, a professora acredita que a Revista O QI continuará se transformando. Ela incentiva que cada nova turma proponha estéticas, formatos e caminhos diferentes, mantendo o caráter experimental que sempre definiu a revista. Acima de tudo, deseja que os estudantes sigam vendo a revista como uma oportunidade de colocar em prática o que aprendem em sala de aula e como um espaço que pertence a eles. 

Confira abaixo a íntegra da entrevista:

Entrevistadora: Por que a revista se chama O QI?

Bomfá: Então, o nome da revista O QI é bem curioso, porque quando pensamos na criação
da revista, o curso de Produção Editorial estava começando na UFSM e ainda não havia uma
revista acadêmica do curso. Era algo novo. Então, “O QI” veio muito dessa perspectiva de
representar inovação, de pensar no que vem por aí, no que vamos fazer. Traz também um
pouco das incertezas presentes na inserção do profissional do curso na área e no mercado de
trabalho. O nome perpassa por essas questões, o que vem por aí, o que vamos fazer, a
adaptação, essa característica camaleônica do profissional que está sempre se reinventando. A
cada edição, há uma nova proposta, uma nova identidade. Por isso, O QI, “o que vem por aí”,
“o que faremos”. Tanto é que a primeira edição tem um ovo na capa, simbolizando a origem,
o novo e o incerto. Esse é o conceito.

Entrevistadora: E agora, com o lançamento da 15a edição junto com o EditaSul, o que isso
significou para você?

Bomfá: Foi um momento importante, já que celebramos os 15 anos do curso de Produção
Editorial. Perceber que a revista caminha lado a lado com o curso, que alunos desde o
primeiro semestre até hoje participam da produção, é muito gratificante. A revista ocupa um
lugar de importância no curso, um lugar de fala, já que os alunos podem publicar nela e
também são protagonistas do processo editorial. É muito recompensador perceber essa
visibilidade que a revista adquiriu, inclusive no EditaSul.

Entrevistadora: A senhora está desde o início do projeto, então deve ser especial ter
vivenciado tudo isso.

Bomfá: Sim, estou desde o início. A revista surge em 2011, junto com a criação do curso, e
também acompanha a criação das disciplinas do eixo de revistas experimentais. Ela faz parte
do Laboratório Pública, destinado às práticas de ensino e pesquisa na área de produção
editorial em revistas. Venho construindo essa trajetória desde então, junto com o curso e com
a revista.

Entrevistadora: Para você, como se inicia o processo de construção da revista? E
especificamente neste ano, quais foram os desafios para produzir a edição 15?

Bomfá: O processo de criação de uma revista começa pelo olhar para o mercado, para
revistas concorrentes e para os interesses do nosso público-alvo. A revista existe pelo
interesse dos leitores. Sobre dificuldades, eu não diria exatamente dificuldades, mas
especificidades da disciplina: é um projeto coletivo. Envolve a participação de todos os
alunos em prol de um mesmo objetivo, lançar a edição do ano. Isso gera desafios, mas
também é muito gratificante, porque os acadêmicos se colocam em prática, experimentam,
dialogam com as equipes. Conflitos surgem, claro, mas isso é natural e faz parte do que vão
enfrentar no mercado de trabalho.

Entrevistadora: A O QI é reconhecida pelo caráter camaleônico. Na 15a edição, qual foi a
principal novidade ou marca da identidade visual?

Bomfá: O caráter do volume 14/2025 foi pensar a edição como um portfólio que dá
visibilidade ao que é produzido no curso. O foco foi trazer a experimentação como
protagonista. Essa foi a grande novidade: colocar o curso em evidência por meio dessa
proposta. Os “camaleõezinhos” que produziram a edição se desdobraram para entregar isso, e
conseguiram com sucesso.

Entrevistadora: Quais foram os desafios mais significativos para a equipe?

Bomfá: O maior desafio é o fato de ser um projeto coletivo. As equipes editoriais precisam
dialogar constantemente para que o processo editorial flua. Uma depende da outra para que as
tarefas sejam bem-sucedidas. Esse é o ponto principal.

Entrevistadora: Como você percebe a evolução da revista ao longo dos anos?

Bomfá: A revista cresceu muito, especialmente em visibilidade. Hoje é reconhecida não só
dentro da Produção Editorial, mas também na UFSM e em outras universidades de
Comunicação Social. Recebemos submissões de autores de diversos lugares e estados, o que comprova essa capilaridade. O engajamento dos alunos aumentou. Eles têm carinho e orgulho
da revista, como algo que pertence ao curso. No início, nos inspiramos na revista produzida
pelos alunos da ECA-USP. Fomos até lá conhecer o trabalho deles, que já era consolidado, e
decidimos criar nossa própria revista. Hoje, 14 anos depois, mostramos que conseguimos.
Nunca tivemos atraso nas publicações, mesmo com apenas um semestre para produzir cada
edição. Uma dificuldade recorrente é a impressão, porque nem sempre temos recursos
disponíveis para imprimir todos os números.

Entrevistadora: Para a senhora, qual é sua missão dentro da revista?

Bomfá: A minha missão é trazer a participação ativa do produtor editorial no campo das
revistas científicas. Tenho buscado inserir esse eixo dentro da formação, pois é uma área
pouco explorada em alguns cursos, mas que tem grande potencial no mercado. Existem
editoras especializadas em publicações científicas, nacionais e internacionais,: que
demandam profissionais qualificados.

Entrevistadora: Isso se conecta com as atividades da disciplina, certo?

Bomfá: Sim. Todas as atividades editoriais da disciplina de Projeto Experimental em
Revistas são desenvolvidas ali, desde o recebimento dos originais, tratamento, revisão,
avaliação, até a publicação e divulgação. A disciplina é o espaço onde aplicamos a
experimentação.

Entrevistadora: De que forma o envolvimento dos estudantes contribui para a sua atuação
como diretora e professora?

Bomfá: Eu, como educadora e editora, não sou nada sem a participação dos alunos. É um
trabalho conjunto, coletivo e colaborativo. Cada equipe e cada integrante sabe sua função e
seu compromisso com o projeto. Sempre reforço que não é uma revista feita apenas para a
sala de aula: ela será publicada e é aguardada por autores e leitores. Esse envolvimento é
fundamental, e os alunos sempre abraçam o projeto.

Entrevistadora: O que você espera para o futuro da revista? Há ideias de novos formatos?

Bomfá: Como é uma revista experimental, sempre espero desafiar os alunos a algo diferente.
Mas nunca imponho, são sugestões. Quero que os alunos tragam suas ideias, experimentem,
imprimam sua identidade. A revista é construída coletivamente. Muitos alunos até estranham
quando acaba a disciplina, porque vinham todos os dias prontíssimos para trabalhar, com
prazos e cronogramas. Isso mostra o quanto o processo é intenso e prazeroso.

Entrevistadora: Pensando no EditaSul, há ideias de novas parcerias para as próximas
edições?

Bomfá: Sim. Podemos avançar e pensar em parcerias com cursos de editoração de outras
universidades, como UFRJ ou USP. Participações conjuntas em mesas de discussão ou
grupos de trabalho seriam muito ricas. A tecnologia facilita isso, podemos fazer tudo
remotamente. Também quero fortalecer a relação entre academia e mercado, trazendo
profissionais que atuam no setor para compartilhar suas experiências.

Entrevistadora: Para finalizar, que mensagem você deixa para os alunos que no futuro vão
continuar o projeto?

Bomfá: Eu sempre penso nisso, quando eu não estiver mais aqui, quem vai segurar O QI? A
revista é como um filho. Acredito que ela vai se manter e espero que os alunos e professores
que vierem depois deem continuidade e percebam a importância que ela tem no curso. A
revista pertence aos alunos.

Entrevistadora: E para os semestres que estão chegando agora?

Bomfá: Para os calouros, eu diria para participarem desde cedo. Sempre divulgamos a revista
na recepção dos ingressantes, justamente para que entendam sua importância. Eles já podem
submeter trabalhos simples, resumos, resenhas, trabalhos de disciplinas. E mais adiante,
podem se engajar na produção científica e na experimentação editorial no sétimo semestre.
Fazemos questão de que eles conheçam as edições desde o início.

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O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/11/26/entrevista-com-jean-rossi-resulta-na-comic-memorias-alem-do-papel Wed, 26 Nov 2025 18:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=931
Durante o Editasul 2025, evento que marcou o lançamento da 14ª edição da revista O QI, o egresso Jean Rossi, formado em Produção Editorial pela UFSM, voltou ao palco da universidade para compartilhar sua experiência e amor pela profissão. O encontro tocou o público, especialmente por simbolizar um reencontro entre passado e presente da revista, da qual Jean participou da produção há sete anos como responsável pelo projeto gráfico e diagramação da 7ª edição.

“Memórias Além do Papel” por: Rafael Rodrigues e Naira Prado

Hoje, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (POSCOM/UFSM), Jean Rossi pesquisa a formação em Produção Editorial no Brasil, tema que também se entrelaça com sua história com a O QI. Durante a fala, destacou como o colecionismo das edições da revista representa uma forma de registrar a memória e o afeto pelo curso, valorizando o percurso de quem constrói a profissão de editor.

Inspirados pela fala do egresso, dois estudantes do curso, Rafael Rodrigues e Naira Prado, produziram a comic “Memórias Além do Papel”, que retrata o elo entre gerações editoriais por meio de, uma narrativa visual que revisita o momento em que Jean participou da revista e celebra o retorno dele ao evento, agora como palestrante. A obra, criada a partir de uma entrevista com o egresso, sintetiza o sentimento de pertencimento e continuidade que marca a comunidade editorial da UFSM.

 

O lançamento da O QI e a presença de egressos como o Jean reforçam o papel do curso de Produção Editorial na formação de profissionais comprometidos com a memória, a estética e a inovação na área editorial. Mais do que um evento, o Editasul 2025 reafirmou o vínculo afetivo e criativo que une editores de diferentes gerações.

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O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/11/17/revista-o-qi-abre-edital-para-submissao-de-artigos-livres-a-sua-15a-edicao Mon, 17 Nov 2025 18:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=921

Já imaginou ver sua pesquisa publicada em uma revista científica? A equipe da Revista O QI, publicação experimental do curso de Produção Editorial da UFSM, convida estudantes, pesquisadores e profissionais de Produção Editorial, Desenho Industrial, Letras, Artes, Editoração e áreas afins para submeter trabalhos à sua 15a edição que será lançada no segundo semestre de 2026.

O periódico tem como objetivo disseminar novos conhecimentos e dar visibilidade às pesquisas científicas produzidas na área da Comunicação Social, além de valorizar as produções acadêmicas. O projeto é desenvolvido pelos alunos do sétimo semestre do curso de Comunicação Social – Produção Editorial da UFSM, na disciplina Projeto Experimental em Revistas Científicas, sob orientação da professora Dra. Cláudia Regina Ziliotto Bomfá. As submissões podem ser feitas de 10 de novembro de 2025 a 10 de março de 2026. Serão aceitos artigos de tema livre, resenhas críticas, ensaios, relatos ou memoriais de produções profissionais ou experimentais, resumos de monografias e entrevistas, sendo eles em português, espanhol ou inglês.

Podem ser enviados originais inéditos e/ou trabalhos publicados em anais de eventos científicos, desde que a fonte original seja devidamente citada. Cada autor poderá submeter apenas um trabalho como autor principal, e o acompanhamento do processo será feito por e-mail durante o período de vigência do edital.

Se interessou? Acesse o edital completo:

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O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/07/08/soupe-15-anos Tue, 08 Jul 2025 13:00:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=896

Celebrar quinze anos do Curso de Produção Editorial da UFSM é revistar trajetórias e reformas, entender como um sonho de 1973 se converteu num laboratório de inovações. Para aprofundar essa história, convidamos um de nossos egressos, Mauricio Fanfa — hoje professor do curso — a refletir sobre o papel do editor na era digital, a urgência de pensar a comunicação como produto e a potência do experimento acadêmico. O que se segue é um recorte de sua entrevista, traduzido em um texto que pulsa o passado e o porvir.


Desde a origem de qualquer objeto editorial, segundo nosso entrevistado, paira a ideia de produto: “as coisas existem em certo sentido para sem finalizadas, construídas como algo que vai encontrar um público leitor”. Mas o alcance desse raciocínio vai longe nas páginas impressas. “É quase como se todos os fenômenos comunicacionais tivessem essa ideia de serem pensados como um objeto editorial”, ele explica, lembrando que o algoritmo de indicação de conteúdo nas redes sociais cumpre a função de um editor: “ele escolhe o que a gente vai ler, ele tem mais ou menos cuidado com aquilo que vai circular num determinado grupo de pessoas”.
Na visão de Maurício Fanfa, a comunicação digital simplesmente expande o campo editorial. Selecionar, pautar, editar: essas não são práticas restritas a livros ou revistas, “são elementos da produção editorial automatizáveis de maneira até fácil”. E fica o alerta: “precisamos estar presentes nesses processos, não só construindo essas tecnologias, mas decidindo como e quando vamos usá-las”. Este é um convite para que profissionais e estudantes assumam o protagonismo no design de algoritmos e plataformas, garantindo que a curadoria (ora humana, ora híbrida) preserve sentido, ética e qualidade.
O setor editorial, ele recorda, está em transformação contínua, “antes de entrar na graduação, eu percebi que esse era um dos setores mais antigos de comunicação em massa, mas também um dos que mais passava por mudanças profundas.” Formato .epub, redes de distribuição online, impressões sob demanda, tudo reflete um momento de oportunidade: “há 10, 15 anos, sabíamos que o .epub seria relevante; hoje, entendemos sua importância”. E o que faz do #SouPE um espaço singular? “Fazer uma revista de maneira experimental envolve investigar novas formas, maneiras ousadas e criativas de construir objetos editoriais. No mercado, costuma-se repetir a mesma fórmula; na OQI, testamos o inédito.”
Esse ethos camaleônico, ou seja, a liberdade de reinventar processos, experimentar tipografias não convencionais, integrar textos, imagens e audiovisual, forma a essência de quinze anos de curso. A experimentação, ele conclui, não é adorno acadêmico, mas alicerce de um conhecimento vivo: “Participar dessa transformação, não apenas como profissional, mas como cidadão, é sempre muito interessante.” 

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O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/06/12/equipe-editorial Thu, 12 Jun 2025 13:00:02 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=884
Imagem com fundo de papel reciclado, nas bordas recortadas que imitam papel rasgado em verde, branco e cinza claro. No canto superior direito, há um retalho amarelo com o texto “O QI Volume 14” em letras maiúsculas. No centro, há o título "Equipe Editorial" escrita com letras coloridas, cada uma em um estilo e cor diferentes, como se fossem recortes de revistas ou colagens. Abaixo, lê-se a frase: “Saiba o que estamos fazendo”.

Entre planilhas, ideias e protocolos, cinco equipes constroem a edição atual, nos ensinando que produzir uma revista é um ato que vai além da publicação: é encenar um processo vivo,  colaborativo e orgânico. O cenário tem como tema a “Experimentação no Campo Editorial”, criando uma estrutura que se fragmenta em cinco células, a saber: a Gestão Editorial, o Planejamento Gráfico, a Divulgação, a Acessibilidade e a Revisão, que operam de forma interdependente.

 

Respectivamente: Carlos Eduardo Schraiber, Cláudia Bomfá e Henrique Bourscheid.

A Gestão Editorial é o coração da engrenagem, centralizando as atividades das demais equipes editoriais e sendo responsável por organizar o cronograma, distribuir as tarefas e fazer o conteúdo circular entre os integrantes do projeto. Desde o início, atua como mediadora entre intenção e execução, assim organizando os Drives, sistematizando os prazos, orientando sobre as normas e acompanhando o ciclo completo de cada original, garantindo que tudo seja encaminhado com clareza e coerência, organizando os arquivos e definindo os prazos. Além disso, conduz reuniões, faz o alinhamento do trabalho das equipes e assegura que o projeto editorial permaneça fiel à sua proposta.
Cabe ainda à Gestão Editorial o alinhamento com a produção gráfica da revista, a revisão dos conteúdos e a responsabilidade pelas aprovações finais, mantendo sequência ao fluxo de trabalho, além do acompanhamento do processo de divulgação e produção de materiais promocionais.

Outra atribuição importante é a organização da lista de avaliadores. A Gestão é responsável pela escolha dos nomes atribuídos às avaliações, pela análise dos pareceres de cada original e pela elaboração de um manual com orientações claras, incluindo checklists que auxiliam a avaliação sem comprometer a sensibilidade criativa. Por fim, a equipe também participa da escolha das ilustrações, da aprovação das artes e da definição do cronograma de diagramação, sendo os seus representantes a Professora Cláudia Bomfá, Carlos Eduardo Schraiber e Henrique Bourscheid.

Transformar ideias em materialidade é o trabalho da equipe de Produção Gráfica, que tem como missão pensar em cada detalhe gráfico: paleta de cores, banners, templates e até o manual da marca O QI. Garantindo que o conteúdo editorial seja apresentado de forma clara, atrativa e coerente com a identidade da publicação, de modo a valorizar o conteúdo textual e direcionar uma recepção visual para os leitores. Na revista v.14, 2025, buscam reforçar a identidade da publicação e da experimentação no campo editorial, inovando em aspectos como diagramação, tipografia e hierarquia de informações, sempre priorizando o diálogo com o público leitor e com os temas da edição. A equipe Gráfica participa da gestão editorial em diversas atividades, como na definição do projeto gráfico, criação de grid/layout, hierarquia visual, escolha tipográfica e paleta de cores, elaboração do modelo gráfico de página, diagramação dos textos aprovados, produção de elementos gráficos, como ícones e ilustrações, e revisão final do arquivo diagramado em conjunto com as equipes de Gestão e Revisão, para garantir uma consistência e correção antes da publicação.
A equipe prioriza uma participação colaborativa com as demais equipes da O QI v.14 (Gestão, Revisão, Acessibilidade e Divulgação), de modo a manter, sempre que possível, uma integração alinhada entre forma e conteúdo. A organização interna da equipe do Projeto Gráfico ocorre por meio da distribuição de atividades conforme as habilidades de cada integrante e as etapas do projeto. Além disso, sempre que necessário são realizadas reuniões de alinhamento e de trocas, para manter o mesmo conceito gráfico até o encerramento da produção da edição, sendo a equipe composta pelas acadêmicas Clarissa Pereira, Isabella Matos, Maria Minussi, Vitória Aires e Vitória Skalla.

Respectivamente: Vitória Skalla, Clarissa Jaureguy, Isabella dos Santos, Vitória Aires e Maria Minussi.
Respectivamente: Pedro Porto, Brenda Amorim e Julia Felipeto.

Nada da O QI chega ao mundo sem passar pelas mãos da equipe de Divulgação: redes sociais, matérias para o site, conteúdo audiovisual e cartazes físicos são sua responsabilidade. Não apenas publicam, mas constroem estratégias, captam autores, roteirizam entrevistas e garantem, acima de tudo, que a edição atinja o público dentro e fora da universidade. É com a ajuda do Planejamento Gráfico e a Gestão Editorial que são capazes de construir uma identidade visual e textual para as chamadas, posts e matérias para o site, garantindo que o tema da edição (“Experimentação no Campo Editorial”), seja traduzido com coerência e de forma interessante. Por isso, foi preciso criar textos e notícias que representassem o dossiê, com matérias sendo elaboradas não apenas para informar datas, mas para apresentar as características e necessidades da revista. Além disso, participam da construção de estratégias de divulgação e captação de autores (em especial, de antigos alunos do curso e ex-integrantes da Revista O QI), mantendo viva a interação nas redes por meio de enquetes e chamadas planejadas. Essa equipe é integrada pelos seguintes nomes: Bárbara Rodrigues, Brenda Amorim, Julia Felipeto e Pedro Porto.

O objetivo da equipe de Acessibilidade é claro: garantir que qualquer pessoa possa navegar pela Revista O QI. No começo de tudo, quando as primeiras artes e textos começaram a tomar forma, iniciou-se o processo de testar contrastes, aumentar fontes, navegar a partir de leitores de tela e ajustar links para ter certeza de que ninguém ficaria perdido ou sem entender o propósito da publicação. Foi então que Bene e Julia Capeleti adotaram para si ferramentas como o Adobe Color e ColorADD, pensando em cada título e botão de ação, e trabalhando para que, ao navegar pelo menu, uma pessoa usando um leitor de tela sinta confiança e fluidez. Por estarem em menor número, a equipe trabalha em conjunto com as outras equipes editoriais, se colocando em uma posição de olhar além e se atentar a detalhes para que a revista alcance o maior número possível de pessoas de maneira confortável.

Respectivamente: Bene e Julia Capeleti
Respectivamente: Geilyan Mohnschmidt, Nicole Mezadri, Micaela Furlan e Elisangela Bedin.

A equipe de Revisão e Captação de Conteúdo tem a missão de garantir clareza, coesão e qualidade textual para tudo o que foi produzido durante o processo de elaboração do periódico. O trabalho inclui a verificação e correção gramatical de documentos e conteúdos digitais para o site e redes sociais, além da leitura de artigos acadêmicos, com foco na ortografia, gramática, estilo e coerência, de acordo com as normas ABNT.

As atividades são distribuídas entre os membros da equipe, constituída por Elisângela Bedin, Geilyan Martins, Micaela Palma e Nicole Mezadri. Para manter a organização, duas frentes foram criadas, nas quais uma dupla fica responsável pela revisão das mídias e internet, enquanto a outra atua na revisão dos artigos e originais. Assim, possibilitou-se que todos participassem de forma a ter as mesmas experiências, com uma rotatividade sendo exercida entre as duplas, adaptando-se aos desafios do cronograma e contribuindo para a entrega final da revista.

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O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/05/15/comunidade-facos Thu, 15 May 2025 13:00:30 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=871
Imagem com fundo de papel reciclado, nas bordas recortadas que imitam papel rasgado em verde, branco e cinza claro. No canto superior direito, há um retalho amarelo com o texto “O QI Volume 14” em letras maiúsculas. No centro, há o título "Comunidade Facos" escrito com letras coloridas, cada uma em um estilo e cor diferentes, como se fossem recortes de revistas ou colagens. Abaixo, lê-se a frase: “Revistas acadêmicas e periódicos científicos”.

Muito mais do que textos em páginas estáticas, somos uma comunidade conectada pelo desafio de repensar o que significa “publicar” no universo da FACOS. O Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM conta com publicações seriadas em periódicos científicos, revistas experimentais, revistas acadêmicas-jornalísticas, entre outras publicações. Seguem as recomendações!

Animus. Revista Interamericana de Comunicação Midiática
Fundada em 2002, a Animus se propõe a desbravar as fronteiras da mídia e da comunicação, reunindo estudos teóricos e empíricos sobre jornalismo, publicidade, audiovisual e mais. Sua periodicidade é semestral e open-access, convocando pesquisadores de todo o mundo a debaterem temas como convergência digital, identidades midiáticas e cultura pop. Descubra mais sobre em @revista.animus!

Cadernos de Comunicação
Em circulação desde 1996, com retomada no modelo e fluxo contínuo em 2011, os Cadernos se consolidaram como um cenário para dossiês temáticos, artigos livres, relatos de prática e resenhas. O periódico é voltado a iniciantes e veteranos da pesquisa em comunicação, e publica  em português, inglês e espanhol. Assim se tornou um espaço interessante para divulgar teses de mestrado, doutorado e trabalhos de conclusão de curso. Saiba mais aqui!

Gutenberg: Revista de Produção Editorial

Lançada em 2018, com sua primeira edição em 2021, a Gutenberg foca nos processos de criação e circulação de produções editoriais: do design gráfico à gestão de mercado, passando pela história do livro e pelas novas mediações digitais. Por ser aberta e contínua, a revista reúne estudos de caso, revisões de literatura e artigos teóricos. Está presente no @gutenberg!

.TXT: Revista Laboratório de Jornalismo
Você já se perguntou como nasce uma reportagem inovadora? Desde 2007, a disciplina de Jornalismo Impresso da UFSM entrega aos alunos essa resposta na forma da .TXT: um fanzine digital (e, às vezes, impresso em tiragem limitada) que reúne reportagens, entrevistas, ensaios fotográficos e narrativas interativas. Explore o primeiro laboratório de práticas jornalísticas seguindo @revistatxt!

Revista O QI: Quociente de Informação
Se “revista” fosse um problema a ser redesenhado, a O QI seria a solução. Desde 2012, esse projeto experimental do Curso de Produção Editorial  desafia as categorias tradicionais ao unir texto, áudio, vídeo e interatividade. Com chamada anual (a edição de 2025 recebeu submissões até 12/05/2025), a O QI prioriza, acima de tudo, a ousadia de experimentar, sempre misturando teoria e prática. Conheça nossas edições anteriores aqui!

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O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/05/06/manifesto-camaleonico Tue, 06 May 2025 13:00:56 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=861
Imagem com fundo de papel reciclado, nas bordas recortadas que imitam papel rasgado em verde, branco e cinza claro. No canto superior direito, há um retalho amarelo com o texto “O QI Volume 14” em letras maiúsculas. No centro, há as palavras “manifesto camaleônico" escritas com letras coloridas, cada uma em um estilo e cor diferentes, como se fossem recortes de revistas ou colagens. Abaixo, lê-se a frase: “Edital Prorrogado!”.

Imagine uma revista.
Agora, apague a imagem que veio à sua cabeça.

Porque, sim — ela pode ser uma sequência de stories no Instagram.
Pode ser um áudio de cinco minutos no seu fone de ouvido.
Pode ser uma dobra de papel, um cartaz colado no muro, um cartum que deu as caras através da impressora da faculdade.
Pode ser tudo isso ao mesmo tempo.
E ainda assim… ser revista.

O volume 14 da Revista O QI nasce com esse espírito: olhar para o fazer editorial não como algo fixo, mas como um campo em expansão, desde o rascunho à reinvenção.

 

Desde o surgimento do curso de Produção Editorial da UFSM, há 15 anos, muita coisa mudou. O papel, que antes era território absoluto, agora divide espaço com telas, sons, interações e toques. O designer virou narrador. O editor virou curador. O leitor virou criador.

Talvez soe exageradamente poético, mas, hoje, publicar não é só diagramar. É desenhar experiências. E editar é, cada vez mais, um verbo inquieto.
Publicações surgem em lugares improváveis: em um feed, em um QR Code, em uma parede da cidade. Projetos que antes seriam “revistas” agora são híbridos – misto de vídeo, texto e música. Mas não pense que o papel morreu. Muito pelo contrário. Ele se transformou, renascendo com mais presença, mais textura, mais alma. Uma revista impressa, hoje, é quase um artefato: exige tempo, toque e apreciação.
O que nos leva a destacar, no meio desse cenário camaleônico, uma certeza: experimentar é o que nos move. E o futuro da edição, esse que muitos tentam prever com réguas e vetores, talvez seja só isso: um rascunho aberto à ousadia de quem tem algo a dizer.

Por isso, reiteramos que o convite permanece:
Com o edital prorrogado até o dia 12/05/2025 às 23:59 – se você escreve, diagrama, ilustra, entrevista, pesquisa, grava ou simplesmente pensa jeitos novos de contar uma história — essa edição é pra você.
Queremos trabalhos que borrem as bordas, que desconstruam os formatos, que abracem a dúvida e o improviso. Porque o fazer editorial não precisa ser absoluto, basta estar vivo.

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O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/04/24/resgatando-a-memoria-da-revista-o-qi Thu, 24 Apr 2025 13:00:14 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=847
Imagem com fundo de papel reciclado, nas bordas recortadas que imitam papel rasgado em verde, branco e cinza claro. No canto superior direito, há um retalho amarelo com o texto “O QI Volume 14” em letras maiúsculas. No centro, há a palavra "memórias" escrita com letras coloridas, cada uma em um estilo e cor diferentes, como se fossem recortes de revistas ou colagens. Abaixo, lê-se a frase: “Conheça um pouco mais da nossa história”.

Desde seu nascimento, a revista O QI – Revista Científica do Curso de Produção Editorial da UFSM tem como objetivo ser um produto informativo, atual e de construção conjunta, onde os leitores também são autores. Ao longo dos mais de dez anos de publicação, diversos artigos, entrevistas, poemas, resenhas e obras do gênero foram publicadas de acordo com a temática vigente no momento.

Em 2010, o curso de Produção Editorial estava nascendo na FACOS e os então graduandos careciam de laboratórios para praticar o que aprendiam em sala de aula. Assim surgiu o Laboratório de Pesquisa e Produção de Publicações Científicas (PUBLICA), um espaço para a experimentação de projetos editoriais atrelado à disciplina de Projeto Experimental em Revistas Científicas, ministrada pela Profª Drª Cláudia Bomfá.

Após a capacitação dos alunos nas práticas editoriais e desenvolvimento do projeto editorial e gráfico, surgiu, em 2011, a revista O QI, com a participação da primeira turma do curso de Produção Editorial, da qual fizeram parte os alunos Vinícius de Souza Rodrigues, Andrei Lopes, Angela Madalozzo, Alessandra Noal, Henrique Denis Luca e Vivian Jorge, hoje produtores editoriais, sob orientação da Profª Drª Cláudia Bomfá.

Primeira Edição

Sua primeira edição foi lançada em 2012, no Gabinete de Leitura da FACOS, intitulada “O nascimento da Produção Editorial: o autor, o editor e as novas” e focada no mercado editorial, uma temática relativamente nova na época, quando o curso de Produção Editorial ainda era novo na Universidade e muitos estudantes estavam envoltos em questionamentos a respeito da área, suas plataformas e suportes, eventos e diversidade de leitores.

Segunda Edição

Um ano depois, no segundo semestre de 2013, a segunda edição da O QI foi lançada. A linha editorial deste número apresentava convergência com as práticas de gestão e concepção de produtos editoriais, tratando de questões pertinentes a autoria, ilustração, suportes, diversidade de leitores e eventos da área editorial. Nesse mesmo ano, a O QI apresentou a versão online de sua primeira edição para os leitores.

Terceira Edição

A terceira edição da revista, de 2014, começou a contar com assuntos de outras áreas, com a temática “Bibliodiversidade e a Produção Editorial no Brasil”, abordando temas como Fanfic, Comunicação da Feira do Livro de Santa Maria, matéria sobre a primeira edição do Editasul e mais.

Quarta Edição

A quarta edição da revista foi lançada em 9 de novembro de 2015, no Dia de PE, e a temática abordada foi “Mídias e práticas de consumo do universo GEEK”, que, além de explorar a cultura geek em diversos meios (como jogos, cinema, livros e séries de TV), também abriu espaço para artigos livres, relacionados ao campo da Produção Editorial. A edição ainda conta com as ilustrações de Polin Moreira e Bárbara Toniolo.

Quinta Edição

Já em outubro de 2016, a equipe da O QI preparou uma quinta edição repleta de novidades, lançada no Editasul – II Fórum de Produção Editorial: Conexões e Experiências, realizado pelo curso de Produção Editorial. Com artigos escritos por acadêmicos e docentes da Comunicação, reportagens e entrevistas especiais, a temática escolhida foi “Diversidade em seus aspectos sob o olhar cultural, étnico, sexual, gênero; acessibilidade e inclusão social”. Como a edição anterior, contou com artigos livres de áreas afins.

Seis meses antes do lançamento da quinta edição, em abril, a revista cobriu o evento “1º ciclo de estudos – O profissional do livro e o mercado editorial”, em uma parceria entre os cursos de Produção Editorial e Letras. Além disso, no dia 28 do mesmo mês, a equipe acompanhou a Aula Inaugural do Curso de Produção Editorial, marcada pela participação especial de Waldemar Garcia Carvalho Jr., presidente do Clube de Editores do Rio Grande do Sul e gerente comercial da Editora Concórdia, que apresentou um panorama do cenário do mercado gaúcho na época.

Sexta Edição

Em 24 de outubro de 2017, com uma nova equipe à sua frente, a O QI desenvolveu em sua sexta edição a temática “Produção Cultural Independente”, com a proposta de reflexão sobre o potencial do mercado e os desafios enfrentados por ele em seus diversos formatos e vertentes. Nos artigos publicados, o tema explora os âmbitos cultural e artístico e o campo editorial, abordando-se elementos como feiras, eventos, cinema, teatro, música, dança, livros, revistas e demais publicações.

Vale destacar que em maio do mesmo ano a revista mais uma vez marcou presença na Feira do Livro de Santa Maria. A coordenadora da O QI, Cláudia Bomfá, concedeu ao programa Universo da Leitura, transmitido ao vivo, uma entrevista para divulgar todo o trabalho por trás da revista.

Sétima Edição

Resgatando a trajetória das edições anteriores, a O QI,  em 2018, contemplou o tema “Mix cultural”, que englobou trabalhos sobre a diversidade relacionada a gênero, identidade, política, cultura, ciência, saúde e educação.

Nesse ano, a revista também esteve presente na Feira do Livro de Santa Maria,  onde perguntou ao público o que este entendia por Cultura, e a conclusão à qual se chegou foi de que “a cultura é muito mais abrangente do que pensamos”.

Além disso, o lançamento da sétima edição ocorreu durante o 3º Editasul. Vale ressaltar que, nesta edição, o artigo “Anastácia: etapas de produção do curta-metragem”, dos autores João Vitor S. Bitencourt e Marcos Amaral de Oliveira, foi classificado para a etapa Regional Sul da XXV Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação.

Equipe editorial da sétima edição da revista O QI.

Oitava Edição

Com o dossiê temático “Brasileiríssimo: identidade em forma e cores”, a oitava edição da O QI nasceu no ano de 2019 e apresentou trabalhos que contemplassem a diversidade da identidade brasileira nos diversos meios: do cinema à música, da TV ao rádio, da literatura à ciência. Ainda, esta edição contou com a participação de Lucas Pereira Elias, ilustrador de todas as artes presentes.

Cabe relembrar que na Feira do Livro do mesmo ano, a revista promoveu uma ação de Cartoon Coletivo no estande da UFSM, com tema “Brasilidade”. Ainda nesse período, a O QI obteve reconhecimento pelo Comitê Editorial (PRPGP) para ingressar no Portal de Periódicos da UFSM. A partir de então, todos os exemplares de 2011 a 2018 migraram para o Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER), o que possibilitou maior visibilidade às publicações e projetou o periódico tanto nacional quanto internacionalmente. Portanto, o oitavo volume, de 2019, foi lançado online, na plataforma SEER, e em publicação impressa.

Equipe editorial da oitava edição da O QI.

Nona Edição

Em clima de festa, surgiu a nona edição da revista O QI, com o tema “Estudos em Comunicação e Produção Multimidiática”, como edição comemorativa dos 10 anos do curso de Produção Editorial e os diversos rumos tomados pela área. A chamada de trabalhos deste ano recebeu relatos que contemplavam a área da Produção Editorial e a sua diversidade em diferentes meios, com o dossiê temático “Produção Editorial em um contexto de inovação”. Nesse volume, destacou-se o artigo “Omens: A velha e infinita questão da moralidade”, com autoria de  Renata Santos Costa, Linda Messias Guzman e Elisângela Cardoso Machado Mortari, cujo resumo expandido foi apresentado na 34ª Jornada Acadêmica Integrada da UFSM.

Ainda nesse ano, a oitava edição da O QI Revista Experimental do Curso de Produção Editorial da UFSM obteve premiação no Expocom 2020 – Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação da Intercom, com o audiovisual institucional intitulado “Brasileiríssimo”. O audiovisual, que apresenta o dossiê temático da edição de 2019, foi produzido pelos egressos do curso de Produção Editorial Isabela Balduino, Julia Gomes, Marcos Oliveira, Marcos Marin e Camila Veloso, como iniciativa para a promoção da visibilidade da revista.

Equipe editorial da nona edição da revista O QI.

Décima Edição

No ano de 2021, a revista comemorou seus dez anos de existência, período durante o qual pôde abordar diversos temas, mostrando suas possibilidades e multidisciplinariedade, posicionando-se como um periódico diverso e reforçando o caráter camaleônico do curso, que permeia os vários âmbitos da Comunicação.

Com isso em mente, nasceu “UNIVERSARTE”, edição que se propôs a apresentar a arte a partir do olhar da Produção Editorial, consagrando originais convergentes com os dois mundos. Ela foi prestigiada com originais dos seguintes autores convidados: André Cordenonsi, Claudio Gil, Enéias Tavares, Gabriela Irigoyen, Laura Sena e Nikelen Witter. A edição retratou uma viagem pela arte baseada nas seções do dossiê temático “Arte Escrita”, “Arte Audiovisual” e “Arte Visual”, finalizando com os “Artigos Livres”. 

 

Décima Primeira Edição

No ano de 2022, a décima primeira edição da revista buscou a perspectiva de todo o contexto vivenciado na pandemia de Covid-19, pensando nas produções elaboradas pelos estudantes do curso nesse período. Com isso em mente, foi apresentado o dossiê temático “Produção e Edição – Imagem e Movimento”, explorando as interseções entre a estética e o audiovisual, partes essenciais para a Produção Editorial. Este dossiê temático abordou produções experimentais, fotografias, cinema, ilustrações, animações, videoclipes, séries, flipboards, curta-metragens, quadrinhos, design, entre outros. 

 

Décima Segunda Edição

A décima segunda edição trouxe o dossiê temático “Design e cidadania: criatividade como instrumento social”, com a proposta “para quem você faz design?”, em que foram apreciados originais que aplicam o design em diversas áreas de conhecimento, como instrumento social facilitador das vivências em sociedade. 

O volume contou com o original produzido por Clara Guedes Pinto, profissional integrante do projeto ColorADD, apresentando um panorama geral sobre o Sistema de Identificação de Cores para Daltônicos. Este foi o projeto de mestrado de Miguel Neiva e foi aplicado pela primeira vez na O QI.

 

Décima Terceira Edição

Em sua décima terceira edição, no ano de 2024, a revista teve como dossiê temático “Comunicação e Processos Criativos”, buscando destacar a pluralidade e importância do pensamento criativo através de originais que relatavam produções voltadas à criação e ao desenvolvimento de projetos na Comunicação e áreas afins.

Nesta edição, foi possível encontrar ensaios, relatos de produção, resumos de monografia, entrevistas e artigos, com o objetivo de inspirar a saída das ideias do papel e de compreender as diversas possibilidades de criação. A revista discorreu sobre assuntos como processos criativos nas artes, produções de jogos e livros educativos, práticas de criação editorial e cultura visual, entrevistas que abordaram o mercado de trabalho e análises críticas sociais. 

 

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O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/04/22/modalidades-aceitas-no-edital-2025 Tue, 22 Apr 2025 13:00:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=851
Imagem com fundo de papel reciclado, nas bordas recortadas que imitam papel rasgado em verde, branco e cinza claro. No canto superior direito, há um retalho amarelo com o texto “O QI Volume 14” em letras maiúsculas. No centro, há a palavra "modalidade" escrita com letras coloridas, cada uma em um estilo e cor diferentes, como se fossem recortes de revistas ou colagens. Abaixo, lê-se a frase: “O seu espaço para expressar ciência, arte e experimentação!”.

Você tem uma ideia inovadora, um olhar crítico ou um talento visual que merece ser compartilhado? O edital para o envio de trabalhos a serem publicados no v.14 da Revista O QI já está aberto e, nesta edição, o destaque é “Experimentação no Campo Editorial”. É a sua chance de ter seu trabalho em um dos mais criativos espaços experimentais da UFSM!

Mas afinal, quem pode participar? 

  • Acadêmicos de graduação e pós-graduação
  • Professores e pesquisadores
  • Egressos e profissionais de Comunicação, Letras, Design, Artes Visuais, Audiovisual e áreas afins


E por que você deveria participar? 

  • Visibilidade: Se aceito, seu trabalho será publicado em um espaço reconhecido da UFSM.
  • Conexão: Compartilhe ideias com uma comunidade diversa e apaixonada por experimentação editorial.

 

Conheça melhor as modalidades acadêmicas que serão aceitas, para saber se seu trabalho poderá ser submetido:

Artigos
O artigo é um texto de autoria individual ou coletiva, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas mais diversas áreas do conhecimento, destinando-se à divulgação e abrigando submodalidades como pesquisas originais, estudos de caso e análises aprofundadas. Observa-se que esses originais não estão necessariamente relacionados ao dossiê temático.

Ensaios
Refere-se a um texto relatando um estudo sobre determinado tópico, porém menos aprofundado e extenso se comparado a um artigo, expondo ideias e opiniões sem base empírica, como textos reflexivos, que misturam teoria e experiência pessoal para provocar novas leituras.

Resenhas Críticas
É um texto de pequeno porte, que relata resultados de avaliações sobre uma determinada publicação, como textos opinativos, que abordem temas críticos relacionados à Comunicação Social e áreas afins do dossiê, apoiados em uma argumentação sólida, que aponte pontos fracos e fortes com embasamento teórico.

Relatos de Produção (Profissional ou Experimental)
Depoimento a respeito das etapas percorridas ao longo de uma produção, levando em consideração algumas perguntas norteadoras: “Como a ideia surgiu?”, “Quais são as etapas do processo?”, “Quais as dificuldades encontradas?” e “Quais os resultados?”.

Resumos de Monografias ou Projetos Experimentais
O resumo expandido de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), trabalho acadêmico de caráter obrigatório para a avaliação final do discente no ensino superior, que pode ser artigo científico, monografia, relatório de pesquisa, artigo de revisão de literatura ou projeto experimental. Sua estrutura padrão geralmente segue os tópicos:  objetivo, metodologia, resultados e conclusões.

Editoriais Fotográficos
Fotografias acompanhadas de relatos de produção ou imagens das diferentes etapas do processo criativo, dentre elas: pré-produção e pós-produção, pesquisa, backstage, edição, lançamento e arte final.

Entrevistas
Pronunciamentos, opiniões e declarações de profissionais da Comunicação Social e/ou áreas afins, que abordem o tema do dossiê temático, com discussões pertinentes ao ramo.

Ilustrações
Ilustrações, peças gráficas, vetores e pinturas de diferentes estilos, acompanhados de relatos de produção ou imagens das diferentes etapas do processo criativo, como: pré-produção e pós-produção, pesquisa, backstage, edição, lançamento e arte final.

Prepare seu material, solte a criatividade e participe do Edital 2025 da Revista O QI – o seu espaço para expressar ciência, arte e experimentação!

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O QI-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2025/04/15/conceito-do-dossie-tematico-2025 Tue, 15 Apr 2025 13:00:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=839
Imagem com fundo de papel reciclado, nas bordas recortadas que imitam papel rasgado em verde, branco e cinza claro. No canto superior direito, há um retalho amarelo com o texto “O QI Volume 14” em letras maiusculas. No centro, há a palavra "conceito" escrita com letras coloridas, cada uma em um estilo e cor diferentes, como se fossem recortes de revistas ou colagens. Abaixo, lê-se a frase: “Conheça o conceito editorial da revista”.

Eles mudam de cor, de forma, de mídia — e se reinventam a cada projeto. Há 15 anos, os “camaleões” de Produção Editorial da UFSM vêm tecendo uma história de inovação, criatividade e resistência no campo da Comunicação. E para celebrar essa trajetória, a Revista O QI lança a sua 14ª edição com um convite especial: “Experimentação no Campo Editorial”, o tema do novo dossiê temático de 2025.
Fruto de um sonho em 1973 e resgatado em 2010, o curso de Comunicação Social — Produção Editorial foi uma conquista da luta por uma universidade mais ampla e criativa. Mas o que significa, afinal, experimentar no campo editorial? Significa desbravar novos formatos, linguagens e narrativas. Significa repensar o fazer editorial em tempos de hiperconexão. Significa desafiar padrões – seja no design de uma capa, na curadoria de um conteúdo, na produção de um podcast, na escrita de um artigo ou na criação de uma revista inteira.
A edição especial da O QI quer reunir esse espírito camaleônico: queremos textos, imagens e ideias que reflitam a potência da experimentação. Se você já criou, pesquisou, escreveu ou viveu uma experiência editorial — na graduação, na pós ou no mercado — essa chamada é pra você.
O dossiê aceita artigos, ensaios, relatos, resenhas críticas, entrevistas, projetos gráficos, editoriais fotográficos, ilustrações e muito mais. Trabalhos inéditos ou já apresentados em eventos científicos (com a devida referência) são bem-vindos. O importante é que expressem o ato criativo de experimentar.
Se reconheceu nesse convite? Então mergulhe nessa edição comemorativa e compartilhe sua experiência com a gente. Confira o edital completo da O QI 2025 – v.14 e acompanhe as novidades pelo Instagram @revistaoqi. Vamos juntos celebrar 15 anos com camaleões – e o que ainda está por vir.

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