Sala de Imprensa-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/sala-de-imprensa Mon, 25 Aug 2025 20:08:54 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Sala de Imprensa-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/sala-de-imprensa 32 32 Sala de Imprensa-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/sala-de-imprensa/2025/08/25/curso-de-relacoes-publicas-da-ufsm-campus-frederico-westphalen-conta-agora-com-banco-de-fontes-e-de-imagens Mon, 25 Aug 2025 18:21:24 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/sala-de-imprensa/?p=66

Como parte das comemorações pelos 15 anos do Curso de Relações Públicas da UFSM, 55BET Pro Frederico Westphalen, a Disciplina de Relacionamento com a Mídia propôs aos estudantes a produção de um Banco de Fontes e um Banco de Imagens, sob orientação da professora Patrícia Pérsigo.

Em dezembro de 2024, os estudantes Franchesco de Oliveira Y Castro, Raquel Teixeira Pereira e Thayssa Kruger Almansa, produziram o Banco de Imagens Institucional do Curso de RP. A iniciativa, conduzida como atividade prática da disciplina Relacionamento com a Mídia, visa melhorar a comunicação do curso com a imprensa e apoiar a criação de materiais gráficos da universidade e do curso. Participaram do projeto nove professores e quinze estudantes. Inicialmente, o banco de imagens estará disponível para uso interno da instituição, sendo acessível à coordenação do curso para aplicações institucionais. 

Para Daiane Scheid, coordenadora do Curso de Relações Públicas da UFSM/FW, “esta iniciativa, além de um espaço de prática estudantil, tem potencial para qualificar a visibilidade do Curso perante a comunidade”. Além disso, o banco de imagens pode contribuir para a preservação da história do curso. O banco de imagens está dividido em categorias, são elas: alunos, professores e  apresentação de trabalhos, além de retratar alguns conceitos como a amizade, o bem-estar no 55BET Pro, a alegria e a interação. 

O segundo grupo formado pelos estudantes Eduardo Figueira, Isadora Rodrigues Vaz e Raissa Bueno, trabalhou na organização do Banco de Fontes. Contataram os professores e compilaram informações sobre suas áreas de estudo. A atividade mapeia os temas de pesquisa dos docentes e organiza-os de tal forma a facilitar o compartilhamento do conhecimento em entrevistas, palestras ou outras atividades públicas. 

A proposta possibilita a formação de redes de pesquisa e contato entre docentes de diferentes instituições, além de facilitar também o contato com os estudantes e a imprensa. Cria um repositório útil para quem busca aprofundar seus conhecimentos nas diversas áreas da Comunicação e das Relações Públicas. 

O acesso ao Banco de Imagens pode ser solicitado no e-mail: rpfw@55bet-pro.com 

Franchesco de Oliveira Y Castro

franchesco.castro@acad.55bet-pro.com 

Raquel Teixeira Pereira

raquel.teixeira@acad.55bet-pro.com 

Thayssa Kruger Almansa

thayssa.kruger@acad.55bet-pro.com 

Eduardo Alves Figueira 

eduardo.figueira@acad.55bet-pro.com

Isadora Rodrigues Vaz

isadora.vaz@acad.55bet-pro.com

Raissa Bueno 

 raissa.bueno@acad.55bet-pro.com

Dezembro de 2024

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Nos últimos 20 anos, o relações-públicas tem ocupado novos espaços de atuação em outras esferas profissionais, como na indústria criativa e no audiovisual. Em entrevista, o professor do curso de Relações Públicas da Universidade Federal de Santa Maria,  campus Frederico Westphalen (UFSM/FW), Joel Felipe Guindani, destaca que, com isso, as possibilidades de trabalho desse profissional se ampliam, tanto em relação às atividades gerais da profissão, quanto dentro dessa nova área. Isso ocorre, principalmente, por conta do aumento da compreensão sobre o que é indústria criativa, um conceito acadêmico e uma nomenclatura usada por setores do mercado para definir as atividades relacionadas à cultura, à arte, à inovação e ao desenvolvimento.

O curso de Relações Públicas da UFSM/FW oferece disciplinas que preparam os(as) alunos(as) para atuar nesse ramo, como Laboratório de Produção Audiovisual, Laboratório de Projetos Sociais e Culturais e Linguagem Audiovisual. As mudanças na profissão, segundo o professor Joel Guindani, ocorrem, principalmente, devido às transformações tecnológicas e ao contexto atual, no qual prevalece o uso da imagem, o que faz com que o relações públicas se insira, cada vez mais, no âmbito da indústria criativa e do audiovisual. Com isso, esse profissional tem a oportunidade de se desprender da esfera administrativa, e passar a atuar, de uma forma mais significativa, no universo cultural, artístico e social. “Então, o relações-públicas pode ser um sujeito criativo atuando nesse universo profissional, na demanda de assessoria, de comunicação, de planejamento e de produção de conteúdo”, destaca Joel.

De acordo com o professor, na indústria criativa e no audiovisual, o relações públicas pode atuar em vários âmbitos, como na produção de eventos de lançamento de produtos audiovisuais, na realização da comunicação interna e/ou na participação de uma equipe de produção, e até mesmo na gestão de um grupo. Assim, esse profissional dispõe de uma vasta possibilidade de atuação nesse meio, desde a pré-produção até a pós-produção de materiais audiovisuais, como filmes, documentários e vídeos institucionais.

Para realizar suas atividades na indústria cultural e no audiovisual, o professor defende que o profissional de Relações Públicas deve possuir um domínio técnico do uso de câmeras e de programas de edição e de produção de imagens. Porém, ele deve ir além dessas competências e compreender como a sociedade se movimenta culturalmente e socialmente. Para isso, é preciso que ele desenvolva e use suas habilidades criativas para se voltar a um lado mais sociocultural e artístico do profissional. Dessa forma, para que os relações-públicas atuem de forma adequada e satisfatória nesse âmbito, Joel reforça que é essencial manter a reflexão e o consumo sobre o universo cultural e artístico.

Data: 17.12.2024

O release também está disponível em áudio. Ouça abaixo:


Aline Eduarda Iora
Acadêmica de Relações Públicas

UFSM/FW
aline.iora@acad.55bet-pro.com
Djenabu Sila Sané
Acadêmica de Relações Públicas

UFSM/FW
djenabu.sane@acad.55bet-pro.com
Marina Monteiro dos Santos
Acadêmica de Relações Públicas

UFSM/FW

marina.monteiro@acad.55bet-pro.com
Sabrina Santana Lins
Acadêmica de Relações Públicas

UFSM/FW
sabrina.lins@acad.55bet-pro.com

 

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“Trabalhar com questões de gênero não é confortável para ninguém, pois exige questionar estruturas de poder enraizadas e desafiar privilégios estabelecidos”, afirma a professora Vera Martins, relações-públicas que tem se dedicado ao desenvolvimento de propostas pedagógicas e políticas voltadas para a equidade de gênero na Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen (UFSM FW). Sempre houve uma recepção positiva às ações propostas, o que evidencia um avanço importante dentro da instituição.

Vera Martins também destaca a necessidade de o profissional de relações-públicas questionar a materialização do discurso de inclusão em campanhas da empresa. “É o teu olhar que precisa ir apontando. Olha, a gente está dizendo lá na missão, na visão e nos valores que nós temos diversidade e inclusão. Olha esse anúncio aqui. Corresponde ou não com o discurso?”, refletiu.

Nesse contexto, é crucial que as organizações adotem políticas de inclusão de gênero e também as implementem de maneira efetiva e contínua. Para a professora, o profissional de Relações Públicas é um dos elementos responsáveis pela prática da inclusão somando-se a outros profissionais da organização. Ainda segundo Vera Martins, “eu preciso compreender o limite da minha atuação profissional, encontrar as brechas, ver a margem e aproveitar todas as oportunidades”, concluiu ao refletir sobre o papel dos profissionais na implementação de políticas de equidade de gênero.

Durante a entrevista, Vera ressalta que , além de uma questão ética e de responsabilidade social, as políticas de inclusão de gênero têm um impacto direto na qualidade de vida no trabalho e, por consequência, no sucesso das empresas. “O assédio e a violência no ambiente corporativo afetam diretamente a saúde dos colaboradores. Quando uma pessoa sofre assédio, todos ao seu redor também são
afetados”, alertou.

A docente destaca que as políticas devem ser vistas como parte integrante do processo que leva ao sucesso da empresa no mercado. “Você precisa mostrar para os gestores que a implementação da inclusão impacta positivamente a performance da empresa, seja diretamente, por meio de produtividade, ou de maneira simbólica, como na construção de uma boa imagem e reputação no mercado”. A professora Vera Martins finalizou a entrevista destacando que é preciso estar capacitado, saber onde buscar informações e ser capaz de elaborar bons projetos que comprovem os benefícios dessas ações para a saúde organizacional e os resultados da empresa.

O release também está disponível em áudio. Ouça abaixo:

Contato para mais informações:
Assessoria de Comunicação – UFSM-FW
Millena Nery, Ana Valentina e Luane Alvarenga
E-mail: assessoria@gmail.com
Telefone: (11) 99999-4321

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A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) destaca a relevância da assessoria de imprensa para a visibilidade e comunicação estratégica das instituições de ensino superior. Em entrevista, a professora pós-doutora Daiane Scheid compartilha seus insights sobre o tema. Segundo Daiane, “a assessoria de imprensa tem o papel de estabelecer e manter o bom relacionamento com os veículos de imprensa, o que é determinante para a comunicação da universidade com a sociedade e para gerar visibilidade para essas instituições”. Ela explica
que a principal diferença entre a assessoria de uma instituição acadêmica e de empresas privadas está no conteúdo: “As instituições acadêmicas também precisam da assessoria para divulgar a sua produção científica.”

A boa comunicação institucional é fundamental para a imagem das universidades. “A comunicação é essencial para que essas instituições sejam socialmente reconhecidas pelo seu papel, muitas vezes questionado nos dias de hoje”, observa Daiane. Ela ainda ressalta que, a partir de uma boa comunicação, se cria uma gestão de relacionamentos estratégicos com os públicos. E, para uma assessoria de imprensa eficaz no contexto universitário, a professora aponta a importância de “equipes profissionalizadas, atuação constante, pesquisa e
monitoramento, uso estratégico das mídias sociais e inovação.”

Ao aproximar a universidade da comunidade externa, a assessoria de imprensa contribui significativamente para ações que exploram a visibilidade das universidades em diferentes mídias, aumentam o alcance de ações institucionais, e colaboram para que pessoas e organizações entendam a missão das instituições de ensino superior. De acordo com Scheid, os desafios variam de acordo com o contexto da instituição, “mas em geral, acredito que um desafio constante é conseguir espaço nas mídias nacionais, saindo do âmbito local/regional”,
aponta.

A adaptação às mudanças nas plataformas digitais e nas redes sociais é uma necessidade atual: “As equipes têm utilizado esses canais para veicular conteúdos que muitas vezes servem de fonte para os veículos de imprensa. Por outro lado, alguns estudos indicam que ainda são pouco exploradas as estratégias de assessoria de imprensa nas mídias digitais.” Por fim, Daiane pontua que, diante do cenário atual, em um “contexto de notícias falsas e questionamentos que recaem sobre as universidades, acredito no fortalecimento da assessoria de imprensa como uma estratégia para a legitimação dessas instituições.”

O release também está disponível em áudio. Ouça abaixo:

 

gabriel.henrique@acad.55bet-pro.com
mariana.saldanha@acad.55bet-pro.com

oliveira.camila@50366915800

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No dia 4 de dezembro, como parte da disciplina de Relacionamento com a Mídia, as estudantes do curso de Relações Públicas da Universidade Federal de Santa Maria, 55BET Pro Frederico Westphalen, realizam uma entrevista com o professor Rafael Foletto, do Departamento de Ciências da Comunicação. Com uma trajetória acadêmica que inclui doutorado pela Universidade Autônoma de Barcelona
e pós-doutorado na UFRN, Foletto destaca a comunicação na transformação da realidade de migrantes e refugiados, promovendo acesso à saúde por meio de estratégias inclusivas, dialogadas e culturalmente adaptadas.
Durante a conversa, o professor Rafael Foletto comenta os desafios enfrentados por comunidades de migrantes e refugiados no acesso à saúde pública no Brasil. Barreiras linguísticas e culturais muitas vezes dificultam o entendimento
do sistema de saúde e limitam o acesso a serviços essenciais. Foletto menciona que, em algumas situações, migrantes chegam ao país sem sequer falar o idioma oficial de suas nações de origem, o que exige campanhas de comunicação em idiomas como línguas indígenas, além de espanhol e francês, comumente utilizados.
O docente aponta a importância de adaptar a comunicação às necessidades
específicas desse público, considerando não apenas aspectos técnicos, mas também as demandas culturais e emocionais dos migrantes. Ele cita como exemplo a relevância de abordar a saúde mental em campanhas voltadas para esses grupos. “O impacto psicológico de deixar o país de origem em condições adversas é significativo. Além de questões sanitárias, como vacinação e atenção primária, é fundamental pensar em estratégias que considerem a saúde mental dessas
pessoas”, afirma.

Além disso, há a necessidade de envolver os próprios refugiados no planejamento das campanhas de saúde. O protagonismo dos migrantes na construção das mensagens é essencial para garantir que as iniciativas atendam às demandas reais e sejam mais efetivas. O professor enfatiza que estratégias como oficinas e treinamentos para lideranças dentro das comunidades de refugiados têm se mostrado mais eficientes do que métodos tradicionais, como a distribuição de folders ou panfletos.

Assim, destaca o papel estratégico da comunicação organizacional e das Relações Públicas na mediação entre organizações públicas, instituições internacionais e comunidades vulneráveis. Ele explica que campanhas bem-sucedidas dependem de um planejamento estratégico sólido, baseado em diagnósticos que identifiquem as demandas e peculiaridades do público-alvo. Para ele, a comunicação intercultural é uma ferramenta indispensável nesse contexto, permitindo a criação de vínculos mais próximos entre os profissionais de saúde e os migrantes.

Para os futuros profissionais, Foletto deixa uma mensagem sobre a importância de uma comunicação que vá além das organizações e contribua diretamente para a sociedade, valorizando práticas cidadãs e próximas dos sujeitos, em alinhamento com o propósito social da área. Para o professor, ações como o
desenvolvimento de políticas públicas inclusivas e o fortalecimento da comunicação
comunitária são passos fundamentais para ampliar o acesso à saúde e melhorar a
qualidade de vida de migrantes e refugiados. Ao promover iniciativas que priorizem o diálogo, a adaptação cultural e a participação ativa desses públicos, a comunicação contribui para a construção de uma sociedade mais acolhedora e justa.

O release também está disponível em áudio. Ouça abaixo:

Júlia Gonsalo
julia.gonsalo@acad.55bet-pro.com
(11) 95058-1859
Júlia Weber
weber.julia@acad.55bet-pro.com
(55) 99650-7087 

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