{"id":756,"date":"2021-03-11T13:55:59","date_gmt":"2021-03-11T16:55:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/outros-orgaos\/cc\/?page_id=756"},"modified":"2021-08-25T14:37:31","modified_gmt":"2021-08-25T17:37:31","slug":"artes-visuais","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/outros-orgaos\/cc\/artes-visuais","title":{"rendered":"Presen\u00e7a Feminina nas Artes Visuais"},"content":{"rendered":"\t\t
No M\u00eas da Mulher, a Coordenadoria de Cultura e Arte levar\u00e1 ao p\u00fablico informa\u00e7\u00f5es sobre muitas mulheres de destaque na cultura e na arte. Nesta se\u00e7\u00e3o, voc\u00ea conhecer\u00e1 um pouco mais da presen\u00e7a feminina nas Artes Visuais, conhecendo algumas artistas de destaque e suas obras. Agradecemos a colabora\u00e7\u00e3o dos bolsistas da CCA: Aline Zanelatto Dal Pon, Gabriela de Oliveira Novaczinski, Fl\u00e1via Queiroz Pereira de Jesus e Rafael Lesses da Silva.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t Lygia Clark foi uma artista brasileira\u00a0nascida em Belo Horizonte em 1920, mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1947, iniciou\u00a0seu aprendizado art\u00edstico com Burle Marx\u00a0(1909-1994). Entre 1950 e 1952 passou a\u00a0viver em Paris, onde estudou\u00a0com Fernand L\u00e9ger (1881-1955), Arpad Szenes\u00a0(1897-1985) e Isaac Dobrinsky (1891-1973). De volta para o Brasil, integrou\u00a0o Grupo Frente, liderado por Ivan Serpa\u00a0(1923-1973), sendo uma das fundadoras do Grupo Neoconcreto. Gradualmente\u00a0trocou a pintura pela experi\u00eancia com objetos tridimensionais, realizando\u00a0proposi\u00e7\u00f5es participacionais como a s\u00e9rie Bichos, de 1960.\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t Dedicou-se \u00e0 explora\u00e7\u00e3o sensorial em trabalhos como A Casa \u00c9 o Corpo, de 1968 e participou das exposi\u00e7\u00f5es Opini\u00e3o 66 e Nova Objetividade Brasileira, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\u00a0<\/span>(MAM\/RJ).<\/span>\u00a0Residiu em Paris entre 1970 e 1976, per\u00edodo em que lecionou na Facult\u00e9 d\u00b4Arts Plastiques St. Charles, na Sorbonne. Nesse per\u00edodo sua atividade se afastou da produ\u00e7\u00e3o de objetos est\u00e9ticos e voltou-se sobretudo para experi\u00eancias corporais em que materiais quaisquer estabelecem rela\u00e7\u00e3o entre os participantes. Retornando para o Brasil em 1976 Lygia se dedicou\u00a0ao estudo das possibilidades terap\u00eauticas da arte sensorial e dos objetos relacionais. A partir dos anos 1980 sua obra ganhou reconhecimento internacional com retrospectivas em v\u00e1rias capitais internacionais e em mostras antol\u00f3gicas da arte internacional do p\u00f3s-guerra.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t Doutora em Artes Visuais pela Escola de Comunica\u00e7\u00f5es e Artes da Universidade de S\u00e3o Paulo \u2013 ECA\/USP, \u00e9 Especialista em Gravura pela London Print Studio e Bacharel em Gravura pela ECA\/USP. Foi bolsista do programa Bolsa da Funda\u00e7\u00e3o Ford de 2006 a 2088 e da CAPES de 2008 a 2011. Em 2014 foi agraciada com a bolsa para resid\u00eancia no Bellagio Center, da Funda\u00e7\u00e3o Rockefeller, em Bellagio, It\u00e1lia. Como artista vem se destacando por sua produ\u00e7\u00e3o ligada a quest\u00f5es sociais, \u00e9tnicas e de g\u00eanero.\u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t Seus trabalhos t\u00eam como foco principal a posi\u00e7\u00e3o da mulher negra na sociedade brasileira e os diversos tipos de viol\u00eancia sofridos por esta popula\u00e7\u00e3o decorrente do racismo e das marcas deixadas pela escravid\u00e3o. Possui obras em importantes museus tais como o Museu de Arte Moderna de S\u00e3o Paulo; University of New Mexico Art Museum, New Mexico, USA e Museu Afro-Brasil \u2013 S\u00e3o Paulo. Tem participado ativamente de diversas exposi\u00e7\u00f5es, tanto no Brasil como no exterior, das quais se destacam as individuais na Galeria Superf\u00edcie (Atlantico Vermelho, 2016); Mulheres Negras \u2013 Obscure Beuat\u00e9 du Br\u00e9sil. Espace Cultural Fort Grifoon \u00e0 Besan\u00e7on, Fran\u00e7a (2014); Assentamento. Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Americana, S\u00e3o Paulo, (2013) tecido social \u2013 Galeria Virg\u00edlio, S\u00e3o Paulo, (2010); Rosana Paulino: obra gr\u00e1fica. Galeria Nello Nuno, Funda\u00e7\u00e3o de Arte de Ouro Preto (2007) e Centro Cultural S\u00e3o Paulo (2000).<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t Doutoranda em Artes Visuais pela UFRGS, Mestre em Artes Visuais (2016); Bacharel em Desenho e Pl\u00e1stica (2006) e Licenciada em Artes Visuais (2009) pela Universidade Federal de Santa Maria. A escultora brasileira, nascida em 1983, tem uma trajet\u00f3ria art\u00edstica que permeando diversos pa\u00edses da America Latina. Sua investiga\u00e7\u00e3o po\u00e9tica permeia um feminino, que, ao longo do tempo, vai se constituindo a partir da desconstru\u00e7\u00e3o formal e da reconstru\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica, em uma busca de certa simbiose com a natureza, fruto de encantamento e observa\u00e7\u00e3o.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t A brasileira Sabrina Barrios concluiu seu Bacharelado em Design Gr\u00e1fico (UFSM, 2004), antes de se mudar para Londres, S\u00e3o Paulo e Berlim. Em 2009, ela se mudou para Nova York para concluir seu MFA no Brooklyn’s Pratt Institute (2012). Segundo a pr\u00f3pria artista, ao realizar seus trabalhos \u2212 que abrangem pintura, instala\u00e7\u00e3o, v\u00eddeo, escultura e desenho \u2212 , ela concentra-se \u201cna rela\u00e7\u00e3o entre o eu e a consci\u00eancia coletiva, e em nossa percep\u00e7\u00e3o da realidade – que pode n\u00e3o ser real. Busco entender o que nos vincula e o que nos controla; o poder da f\u00e9; o universo interno; o multiverso; e como essas coisas est\u00e3o interligadas.\u201d<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t Elle de Bernardini (Itaqui, 1991) vive e trabalha em S\u00e3o Paulo. Ela \u00e9 formada em ballet cl\u00e1ssico pela Royal Academy of Dance de Londres. Ela \u00e9 uma mulher transexual. Sua produ\u00e7\u00e3o \u00e9 permeada por sua biografia. Seu trabalho tem como interesse a intersec\u00e7\u00e3o de g\u00eanero, sexualidade, pol\u00edtica e identidade com a hist\u00f3ria da humanidade e da arte.<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\tLygia Clark<\/h5>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t
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\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\tRosana Paulino<\/h5>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t
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\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\tCatiuscia Dotto <\/h5>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t
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\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\tSabrina Barrios <\/h5>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t
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\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\tElle de Bernardini <\/h5>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t
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