Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia Programa de Educação Tutorial Sun, 24 Aug 2025 21:00:21 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia 32 32 Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2025/08/24/resultado-final-da-selecao-dos-novos-integrantes Sun, 24 Aug 2025 20:59:45 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1388 👏🏻 Parabéns a todos, em especial aos aprovados! Sejam bem vindos!

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Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2024/11/22/resultado-final-processo-seletivo-pet-agronomia Fri, 22 Nov 2024 23:38:18 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1330 Conforme edital, publicamos a relação dos candidatos e sua respectiva situação. Agradecemos todos os alunos pela participação e pelo desempenho em nosso processo seletivo. Em especial, parabenizamos os aprovados. Sejam bem vindos!

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Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2024/11/14/%f0%9f%8c%b1-lista-de-inscricoes-do-processo-seletivo-2024-2-%f0%9f%8c%b1 Thu, 14 Nov 2024 12:24:45 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1327 O grupo PET-Agronomia divulga a relação dos inscritos do processo seletivo e a respectiva situação.

Desejamos boa sorte aos inscritos! ✅

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Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2024/10/16/esta-no-ar-mais-um-episodio-pra-la-de-especial-do-hora-do-mate%f0%9f%a7%89-3 Wed, 16 Oct 2024 15:30:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1322 No Ep. 21 o petiano Gustavo Luft e a ex-petiana Menikey Wendt entrevistaram o Dr. Pedro Arthur de Albuquerque Nunes, que é Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), mestre em Zootecnia e doutor em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pós-doutor pelo Departamento de Plantas Forrageiras e Agrometeorologia pela mesma instituição. Atualmente, Pedro é professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Ouça o episódio com a temática: “Influências da Integração Lavoura Pecuária na Saúde do Solo”.

🎧 Ouça agora esse baita episódio que está imperdível! Pegue teu mate e escute o Ep.21 do Hora do Mate!

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Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2023/03/06/percevejo-marrom-em-soja-identificacao-e-controle Mon, 06 Mar 2023 03:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1083

A soja (Glycine max) é a cultura de maior interesse econômico do Brasil. No entanto, alguns insetos-praga causam grande preocupação aos produtores devido aos danos causados na lavoura e que interferem na produtividade. Nesse sentido, o Euschistus heros — conhecido popularmente por percevejo-marrom — é um inseto de aparelho bucal sugador que pertence à família Pentatomidae, sendo uma preocupante espécie de percevejo. Essa espécie, presente em todas as regiões produtoras do país, possui elevado potencial de dano, podendo atingir até 30% do potencial produtivo, prejudicando a qualidade das sementes.

O ciclo de desenvolvimento do Euschistus heros de ovo a adulto varia de 25 a 30 dias. A postura desses insetos possui coloração amarela/alaranjada no fim do período embrionário, depositados em pequenas massas de 5 a 8 ovos em folhas e vagens de soja. Quando adultos, medem de 11 a 15mm de comprimento, apresentam coloração marrom, dando a denominação vulgar de percevejo-marrom, e sua longevidade média é de 116 dias, depositando cerca de 130 ovos durante sua vida.

Imagem 1: Ciclo de desenvolvimento do percevejo-marrom, Euschistus heros

Fonte: Cividanes, 1992

O percevejo-marrom inicia a colonização da planta durante ou após a floração, no seu reprodutivo (R1 ou R2), e os danos do inseto ocorrem após a fase de formação das vagens até o final do desenvolvimento das sementes (R3 a R7). Durante esse período, atacam ramos, hastes e vagens. Quando há danos nas vagens ocorre maior perda de produtividade, pois há má formação de grãos, ocorrendo casos de inviabilização da semente por abortamento, redução do vigor e do potencial germinativo, além da entrada de fungos e bactérias devido às lesões nas sementes.

Para o manejo do percevejo na cultura é necessário o monitoramento da praga, que deve ser iniciado no período de floração e mantido semanalmente. A contagem dos percevejos é realizada por meio do pano de batida, técnica que utiliza um tecido de dois cabos fixados de largura variável de 1 a 1,5 m por 1 m de comprimento. Ela consiste em colocar o pano de batida na entrelinha, realizar a batida e, em seguida, iniciar a contagem. Para haver maior precisão no monitoramento, é ideal de 15 a 30 pontos de amostragem por área, a partir da periferia da lavoura para o interior, nos quais serão contabilizados a quantidade de ninfas e adultos.

Imagem 2: Amostragem com pano-de-batida

Fonte: Embrapa

A aplicação do inseticida deve ser feita quando forem encontrados dois insetos por metro linear nas fileiras de soja destinados à produção de grãos e um percevejo por metro de fileira de plantas em lavouras de sementes, para que haja efetiva eficiência de controle e otimização do produto utilizado.

O principal defensivo utilizado no manejo dessa praga é a mistura de neonicotinoides, piretroides e organofosforado, porém, há uma preocupação com o controle químico do percevejo, pois há somente três grupos químicos com modo de ação distintos, sendo suscetível a evolução de resistência ou gradativamente perda da eficiência. Outra alternativa seria o controle biológico, com Trissolcus basalis e Telenomus podisi que atacam os ovos do percevejo, podendo chegar a taxas de parasitismo de 60% a 80%, respectivamente.

O controle do percevejo-marrom ainda é um desafio, porém com o adequado monitoramento do inseto para realizar a aplicação somado a medidas biológicas garantem a minimização do ataque da praga, mantendo a produtividade.

Autora:

Maria Luiza Biacchi Vione, acadêmica do 3º semestre de Agronomia e integrante do grupo PET Agronomia — Universidade Federal de Santa Maria

Referências:

AVILA, C. J.; FERNANDES, P. H. R.; SILVA, I. F. da. Ações de controle do percevejo-marrom na soja, 2020.

IRAC-BR. Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas. Manejo da Resistência do Percevejo-marrom a Inseticidas.

PANIZZI, A. R.; BUENO, A. de F.; SILVA, F. da. Insetos que atacam vagens e grãos. Soja: manejo integrado de insetos e outros artrópodes-praga. Brasília: Embrapa, 2012.

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Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2023/03/02/trigo-duplo-proposito-uma-alternativa-para-o-inverno Thu, 02 Mar 2023 03:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1075

O trigo (Triticum) é um dos cereais mais cultivados do mundo, no Rio Grande do Sul pode ser cultivado no inverno, isso se deve ao fato de suportar baixas temperaturas. A Integração Lavoura-Pecuária (ILP) é outra opção para o inverno, a qual ocorre de forma intensiva em várias regiões do estado. Nesse sistema no verão as áreas são cultivadas com culturas de grãos como a soja e no inverno são utilizados como pastagem, normalmente para bovinos. De modo geral essas pastagens são formadas por aveia e/ou azevém. Assim o trigo duplo propósito se destaca como uma boa opção de cultivo, possibilitando o pastoreio do gado e produção de grãos em um mesmo período.

As cultivares de trigo duplo propósito possuem um ciclo tardio, com uma fase vegetativa mais longa e uma reprodutiva precoce. A cultivar BRS Tarumã possui um espigamento em 110 dias, maturação em 162 dias e proporciona alta produção de forragem, a qual produz cerca de 2442 kg/ha de Massa seca na soma de dois cortes (EMBRAPA). Outras cultivares que foram desenvolvidas ao longo desses anos de estudo da Embrapa foram: BRS Figueira, seguindo-se BRS Umbu, BRS Guatambu e BRS Pastoreio a última lançada até o momento.

A cultivar BRS Pastoreio — que é a cultivar mais recente — possui destaque, pois além do duplo propósito pode ser utilizada para a produção de silagem, tornando-se mais uma alternativa para o produtor. Visto que ela atinge valores de até 30 t/ha de Massa seca com propósito único, com o uso do pastejo, pode render cerca de 2 ciclos e possibilitar uma colheita de cerca de 3000 kg/ha de grãos (EMBRAPA).

A época de semeadura das cultivares é variável dependendo da região, clima e objetivos da lavoura. Geralmente no maior ciclo, a semeadura é feita de 20 a 40 dias antes da época indicada para o cultivo apenas para grãos. Com o início do cultivo mais cedo, é possível chegar ao ponto de pastejo mais rapidamente, obtendo assim o um melhor aproveitamento.

A adubação é um fator de extrema importância para essas cultivares. O recomendado é seguir as doses típicas indicadas pelo Manual de Adubação e Calagem RS/SC. Supondo que haja também o pastejo, a instrução é de uma aplicação de 30kg/ha de N após cada pastejo, desse modo, ocorrerá uma recuperação da planta para uma boa produção de grãos. A densidade de semeadura é cerca de 350 a 400 sementes por m², um espaçamento entre linhas de 14 até 20 cm, de acordo com os implementos disponíveis.

O pastejo dos animais deve ser bem manejado para evitar problemas na produção de grãos posteriormente. Quando as plantas estiverem com cerca de 25 a 40 cm no período de elongação do colmo, os animais iniciam o pastejo, o que ocorre de 40 a 70 dias após a implantação da lavoura. A massa seca nessa fase se encontra em torno de 900g a 1,5 kg/ha. A retirada dos animais ocorre quando a cultura está com cerca de 10 a 5 cm de altura. Após 30 dias da retirada dos animais já é viável realizar o segundo pastejo. Nunca deve-se deixar pastejar abaixo desse limite inferior (5 cm). Caso os animais pastem demasiadamente haverá danos aos primórdios foliares o que prejudica o desenvolvimento das plantas, afetando severamente a produtividade de grãos. Uma possibilidade é: ao invés de pastejo nesses mesmos períodos, realizar cortes para fornecimento ao cocho de corte verde ou para a fabricação de pré-secado.

Caso o intuito do produtor seja priorizar o pastejo, uma opção viável é aumentar o número de cortes para até 5 e utilizar a cultura para a fabricação de silagem de planta inteira, diminuindo a exigência da planta. Como o trigo possui um bom valor de proteína (entre 8 e 11%), essa se torna uma alternativa interessante, principalmente para produtores de bovinos de leite.

De modo geral, o trigo duplo propósito é uma excelente opção para os produtores, possibilitando que — por meio da colheita de grãos — seja possível pagar os custos da pastagem; além de ser uma opção para diversificar a produção, deixando o produtor tomar a decisão do que gostaria de priorizar (o pastejo ou o grão) de acordo com o cenário econômico, podendo inclusive ser utilizado para a produção de silagem. Para ocorrer o sucesso desse sistema é essencial um bom manejo de cortes, garantindo um sucesso das duas produções e maximizando a utilização da integração lavoura-pecuária.

Autor:

Augusto Monteiro Leal, acadêmico do 8º semestre de Agronomia e bolsista do grupo PET Agronomia — Universidade Federal de Santa Maria

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Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2023/01/08/qual-pulverizador-e-o-mais-indicado-para-a-sua-lavoura Sun, 08 Jan 2023 16:24:23 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1037 A pulverização agrícola é uma operação que busca proteger as lavouras de insetos-praga, doenças, plantas daninhas e aplicar fertilizantes via foliar. Cabe ao responsável técnico pela aplicação avaliar qual produto aplicar, como aplicá-lo, qual a dosagem e como distribuí-lo de forma eficiente, visando otimizar a operação.

Os pulverizadores são implementos utilizados na maioria das culturas. Eles podem ser classificados quanto ao seu tipo de ativação, ou seja, qual a fonte de energia que o equipamento utiliza. O pulverizador manual é acionado pelo operador a cada jato; o elétrico possui uma bateria para o seu acionamento; o movido a combustível, utiliza um motor a combustão para possibilitar a aplicação.

Podem ser classificados também quanto a sua tecnificação, característica que proporcionou o aumento de sua eficiência e precisão. O pulverizador manual é o menos tecnificado e por isso é utilizado em pequena escala. Existem aqueles que são acoplados ao trator no sistema hidráulico de engate de três pontos. Com maior capacidade há o pulverizador de arrasto, que fica conectado na barra de tração do trator, como pode ser observado na Figura 1.

Fonte: Daniel Bisognin Santini, 2021.

Outro tipo de pulverizador são os autopropelidos, considerados os mais tecnificados entre todos os modelos comercializados, apresentando alta aptidão para a agricultura de precisão e uso em grandes áreas. Não são implementos acoplados, mas a máquina em si, que tem como única função a aplicação.

Fonte: Daniel Bisognin Santini, 2021.

Por último, há a pulverização aérea que pode ser feita utilizando aviões, drones e helicópteros sem que ocorra o amassamento das culturas. Nesses casos deve-se tomar cuidado com a velocidade do vento, pois pode ocorrer deriva. Observa-se o uso de aviões na aplicação de agrotóxicos na Figura 3.

Fonte: Daniel Bisognin Santini, 2021.

Em razão dessa divisão por níveis de tecnificação, as aplicações tratorizadas, com autopropelidos e com aeronaves têm cada uma as suas especificidades. Quando avaliada a acurácia dos sistemas de navegação na agricultura de precisão, todos eles apresentam uma média padronizada de precisão em seu sistema de navegação. No entanto, o pulverizador autopropelido é mais eficiente, seguido pelo tratorizado e depois o aéreo, como pode ser observado no Gráfico 1. Quando se trata de deposição de gotas, quanto maior a chegada no alvo menor a deriva, o autopropelido também é o mais eficiente. Entretanto, quando o foco é o tempo de trabalho, o sistema de aplicação mais eficiente é o aéreo, seguido pelo autopropelido e depois o tratorizado (JOBIM, 2017).

O custo para a aquisição do equipamento é maior na aeronave agrícola, seguido pelo do pulverizador automotriz e o menor é o do sistema tratorizado. Quando a aplicação é terceirizada o sistema tratorizado é o que sai mais caro, seguido pelo autopropelido e o mais barato é o aéreo, conforme observa-se no Gráfico 1, considerando como 0 o menor e 3 o maior custo (JOBIM, 2017).

Fonte: JOBIM, 2017.

Portanto, para a escolha do melhor sistema de pulverização, o agricultor deve avaliar as condições de sua lavoura e o seu capital de investimento financeiro disponível. Escolhendo assim, o modelo que melhor se adapte às suas necessidades e que traga bons resultados no manejo das culturas implantadas.

Autora:

Alissa Frigotto, acadêmica do 4º semestre de Agronomia e bolsista do grupo PET Agronomia na Universidade Federal de Santa Maria — UFSM.

Texto publicado em:

Qual pulverizador é o mais indicado para a sua lavoura?

A pulverização agrícola é uma operação que busca proteger as lavouras de insetos-praga, doenças, plantas daninhas e…

maissoja.com.br

Referências:

DORNELLES, Marçal Elizandro et al. Inspeção técnica de pulverizadores agrícolas: histórico e importância. 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/j/cr/a/DGnY7VsvvDpwJ5RrWyFrBWv/?lang=pt>. Acesso em: 07 nov. 2021.

JOBIM, Lucas dos Santos. Avaliação de diferentes técnicas de pulverização com base em agricultura de precisão. 2017. Disponível em: <http://repositorio.55bet-pro.com/bitstream/handle/1/12994/DIS_PPGAP_2017_JOBIM_LUCAS.pdf?sequence=1&isAllowed=y>. Acesso em: 07 nov. 2021.

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Sem categoria – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2022/08/23/o-uso-da-agua-na-agricultura Tue, 23 Aug 2022 16:09:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1021

 

Imagem de uma lavoura de soja irrigada com pivô. — Fonte: Mariana Wruck

Um valor importante para ser analisado em uma propriedade é a produtividade de água — dada pela razão entre o rendimento real da cultura e a água utilizada na produção. O resultado é expresso em kg.m-3 ou em kg.mm-1. A água utilizada no processo é quantificada pode ser a proveniente das chuvas e da irrigação ou apenas da irrigação. Para uma melhor eficiência produtiva devemos obter maiores rendimentos utilizando menores volumes de água. No caso da cultura da soja, por exemplo, um ótimo valor de referência para a produtividade de água é de 6 kg.mm-³ de água utilizada.

Nesse sentido, é importante identificar algumas práticas que possam ser importantes para reduzir o consumo de água na agricultura em geral:

  • construir terraços e reservatórios, favorecendo a infiltração de água no solo e seu armazenamento;
  • manter a palhada no solo de modo a diminuir a evaporação de água do solo;
  • preservar matar ciliares de nascentes de água;
  • utilizar variedades que sejam mais resistentes ao déficit hídrico;
  • se possível utilizar sistemas de irrigação mais localizados, tornando o uso
    da água mais eficiente;
  • reduzir as perdas de água por percolação e escoamento;
  • monitoramento correto das perdas de água;
  • momento correto da irrigação.

A Embrapa desenvolveu uma técnica de irrigação deficitária em que se fornece deliberadamente lâminas de irrigação inferiores a necessidade da cultura. Nesse caso a produção da cultura é menor, mas a produtividade de água é maior, portanto, em locais que se prioriza a economia de água essa técnica torna-se uma opção.

Cada propriedade rural possui uma realidade, por isso, é importante cada local buscar o melhor aproveitamento possível da água, um exemplo é do produtor rural Fábio Eckert, de Tapes/RS, que atingiu uma produtividade de água de 22 kg/mm de água no campeonato Soybean Money Maker, organizado pelo grupo Field Crops.

Como uma das metas dentro da COP 26 é uma agricultura mais sustentável, cabe ao sistema melhorar sua eficiência no uso da água. As práticas para esse processo são conhecidas e há espaço para desenvolvimento de tecnologia, e adaptá-las para cada propriedade, tornando-a mais produtiva e sustentável.

Autor:

Augusto Monteiro Leal, acadêmico do 7º semestre de Agronomia e bolsista grupo PET Agronomia na Universidade Federal de Santa Maria — UFSM

Texto publicado em: http://maissoja.com.br/o-uso-da-agua-na-agricultura/

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