Textos – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia Programa de Educação Tutorial Mon, 14 Jul 2025 13:28:19 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Textos – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia 32 32 Textos – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2025/07/18/como-amenizar-perdas-de-solo-em-grandes-eventos-de-precipitacao Fri, 18 Jul 2025 13:26:49 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1379

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Textos – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2023/09/15/couve-de-bruxelas-voce-conhece-essa-hortalica-2 Fri, 15 Sep 2023 16:23:43 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1128

No Brasil, a couve-de-bruxelas é uma cultura que é pouco conhecida, há poucos cultivos comerciais e poucos profissionais que trabalham com essa hortaliça. Ela possui afinidade com o frio, resistindo às geadas e suportando temperaturas inferiores a 0ºC. Na maioria das regiões do país, ela é semeada no outono-inverno e em regiões de altitude, que são mais frias no início da primavera.

A couve-de-bruxelas é uma brassicaceae que tem por parte comestível as gemas, as quais formam pequenos repolhos com diâmetro entre 2,5 cm e 4 cm. Tem por centro de origem uma região perto de Bruxelas, capital da Bélgica, da qual vem derivado seu nome. Essa hortaliça é rica em fibras, vitaminas C, K, B9 e A, com pequenas quantidades de potássio, manganês, vitaminas B6 e B1.

Além disso, ela possui um alto valor nutricional, com elevadas concentrações de glucosinolatos, os quais dão origem aos isotiocianatos e ao indol 3-carbinol. Estes compostos fitoquímicos apresentam efeitos inibidores sobre o crescimento de diversos tipos de células cancerígenas, como na leucemia, no cancro da próstata, da mama, do pulmão e do ovário.

Para comprar, o indicado é escolher as mais firmes, de cor verde brilhante e compactas. Para armazenar, preferencialmente deve-se deixar em câmara fria ou geladeira para evitar o murchamento e amarelecimento das folhas, prolongando o seu tempo de vida. Para o consumo, é indicado cozinhar as cabeças do mesmo tamanho juntas, para obter um cozimento uniforme.

Desse modo, o ideal é fazer uma pré-limpeza antes de guardá-las, removendo as folhas externas danificadas, de preferência sem molhá-las. Também pode-se fazer o congelamento após o cozimento, podendo ficar congelada por até seis meses. Geralmente, a couve-de-bruxelas não é consumida crua por causa do seu sabor e odor fortes e textura emborrachada, especialmente quando já se passou muito tempo entre a colheita e o consumo. No entanto, o cozimento excessivo pode torná-la flácida, emborrachada e de cheiro desagradável.

Fonte: Alissa Frigotto

Autora:

Alissa Frigotto, acadêmica do 6º semestre de Agronomia, bolsista do grupo PET Agronomia — Universidade Federal de Santa Maria e Técnica em Agropecuária — IFC campus Concórdia

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Textos – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2023/07/04/area-de-refugio-e-a-resistencia-de-insetos-em-milho-bt Tue, 04 Jul 2023 16:26:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1116

 

A tecnologia do milho Bt se baseia na transferência e expressão de genes de resistência a insetos-praga, isolados da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt) (CARNEIRO et al., 2009). A ação contínua das proteínas ao longo de todo o ciclo das plantas Bt e a sua rápida disseminação representaram ameaças a durabilidade dessa tecnologia devido à forte pressão de seleção nos insetos-praga (HUANG et al., 2011; TABASHNIK et al., 2008).

Pode-se perceber que as plantas transgênicas — como é o caso do milho Bt — têm alta relevância e são uma alternativa no Manejo Integrado de Pragas (MIP) ao suprimir a população de alguns insetos-praga e consequentemente minimizar os danos causados à cultura. Contudo, o produtor que utiliza dessa tecnologia deve cumprir duas recomendações que foram feitas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio): a coexistência ou distância de isolamento e a regra do Manejo da Resistência de Inseto (MRI) com a utilização da área de refúgio para manter a tecnologia viável por mais tempo, a fim de que a resistência não evolua (Figura 1).

Fonte: Autora, 2022.

A coexistência ou distância de isolamento exige o uso de uma bordadura de
100 m isolando as lavouras de milho transgênico das lavouras de milho que se deseja manter sem transgênico. Também pode-se usar uma bordadura de 20 m, desde que sejam semeadas 10 fileiras de milho não transgênico (de porte e ciclo igual do milho transgênico), isolando a área que contém milho Bt (EMBRAPA, 2014).

A área de refúgio é aquela em que a praga-alvo irá sobreviver e se reproduzir sem a exposição à toxina Bt. Os insetos vindos dessa área acasalarão com os insetos sobreviventes das áreas plantadas com milho Bt, possibilitando a manutenção da suscetibilidade, ou seja, insetos suscetíveis irão acasalar com insetos resistentes, formando uma geração F1 heterozigota, que diminuirá a probabilidade de insetos resistentes em grande população, devido ao cruzamento com organismos que não apresentam os genes de resistência em seu DNA (Figura 2). O tamanho indicado é de 10% da área total e vale ressaltar que a área de coexistência pode ser contabilizada como refúgio desde que obedeça os 800 m de distância (EMBRAPA, 2014).

Fonte: Autora, 2022.

Conclui-se que as áreas de refúgio são indispensáveis para a manutenção da suscetibilidade dos insetos-praga à toxina, permitindo que as cultivares que contém esse gene de resistência permaneçam viáveis por mais tempo no mercado exercendo seu papel com excelência, assim, auxiliando o produtor rural no controle e diminuindo os danos causados nas culturas.

Autora:

Helen Maciel dos Santos, acadêmica do 6º semestre de Agronomia
e bolsista grupo PET Agronomia — Universidade Federal de Santa Maria

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Textos – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2023/07/03/adubacao-foliar-nitrogenada-na-cultura-do-milho Mon, 03 Jul 2023 16:24:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1115

O milho é uma das culturas mais produzidas na atualidade e, juntamente com a soja, contribui com aproximadamente 80% da produção nacional de grãos. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), a estimativa da produção de grãos em 2022 é de 269,3 milhões de toneladas. Logo, para haver uma boa produtividade é necessário que todos os elementos estejam disponíveis e possam ser absorvidos na quantidade certa para suprir as exigências da planta, seja por fontes naturais ou não.

O Nitrogênio (N) é um nutriente muito importante, pois juntamente com o Fósforo (P), o Potássio (K) e demais elementos essenciais desempenham diversas funções nos vegetais. O N é um macro nutriente devido a sua importância e por ser um dos elementos mais requeridos pelas plantas, sendo seu principal meio de entrada na planta as proteínas transportadoras.

Com o avanço da tecnologia, foi descoberta a adubação foliar nitrogenada, que é uma das técnicas utilizadas para oferecer nutrientes às plantas quando não há como fazer adubação no solo.

Em estudos de Mortate et al. (2017), foi avaliada a resposta de plantas de milho à adubação foliar de N em comparação com a tradicional, onde foi comprovada que a fertilização de cobertura na dose de 200 kg ha-1 de ureia foi a mais eficaz entre as demais testadas. Já na aplicação foliar observou-se um pequeno acréscimo na produtividade, porém não supriu as necessidades de N da planta, precisando complementar a fertilização de modo tradicional no solo.

Nesse sentido, podemos observar que a adubação foliar funciona, mas em nível inferior quando comparado a com a tradicional. Isto ocorre porque os índices de absorção pela folha e pela raiz são diferentes, sendo maiores pelo sistema radicular. Além disso, a adubação foliar é geralmente para aproveitamento a curto prazo, já a tradicional, possui um período maior para assimilação dos nutrientes.

Portanto, a adubação foliar nitrogenada na cultura do milho não pode descartar a aplicação via solo para oferecer todo o N que a planta precisa.

Autor:

Cauan Guerra Martins, acadêmico do 5º semestre do curso de Agronomia, bolsista do grupo PET Agronomia — Universidade Federal de Santa Maria e integrante do Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos — GEPACES

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Textos – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2023/07/02/teosinto-alternativa-de-forragem-a-producao-animal Sun, 02 Jul 2023 16:22:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1114

A oferta de pastagens para o gado leiteiro e de corte visa atingir as exigências nutricionais dos animais para assegurar sua produtividade e sanidade e não gerar nenhum déficit de forrageiras dentro da propriedade. Com esse objetivo, se faz necessário o uso de variadas espécies com boa condição nutricional e atratividade aos animais. Nesse contexto, o Teosinto (Zea ssp.) é uma espécie forrageira com grande potencial de uso.

Popularmente conhecido como “dente de burro” por sua semente ser parda e muito dura, o teosinto pertence à família Poaceae (gramíneas), sendo uma espécie anual de verão, considerada ancestral do Milho (Zea mays). Morfologicamente apresenta lâminas foliares largas dispostas em colmos eretos, se desenvolvendo em conjuntos e formando touceiras. A planta pode atingir a altura de 1,5 metros, sendo utilizada tanto na pastagem, silagem ou fornecida triturada aos animais por possuir grande palatabilidade.

                                                          Fonte: Renato Serena Fontaneli

Essa espécie forrageira apresenta fácil estabelecimento em solos argilosos, já que não possui grandes exigências nutricionais quando comparada ao sorgo, por exemplo, mas exige uma boa estruturação de solo.

Sendo tolerante a geadas e sua época de semeadura variando de setembro a
fevereiro, configura-se como uma forragem de boa alternativa para preencher o vazio outonal.

Em pastejo, a entrada dos animais na área deve ocorrer quando as plantas atingem alturas médias de 70cm, com saída a 15cm para preservar seu rebrote, além de respeitar a carga animal de acordo com a oferta de forragem.

Por ser uma cultura bastante semelhante ao milho, a sua qualidade nutricional é bem próxima. Segundo Nogueira (2018) o teosinto sem a adição de nenhum concentrado pode atingir teores de proteína bruta por volta de 11% quando bem manejado.

Portanto, o produtor deve se atentar ao escalonamento de forragens em sua propriedade, diversificando o uso de suas terras para propiciar sustentabilidade. Ademais, culturas com a grande versatilidade e rusticidade da espécie forrageira do teosinto podem ser uma ótima maneira de alavancar a produtividade das propriedades e assegurar o lucro ao fim dos ciclos.

Autor:

Yuri Rafael Rissi, acadêmico do 7º semestre de Agronomia e bolsista do grupo PET Agronomia — Universidade Federal de Santa Maria

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Textos – PET Agronomia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2023/07/01/o-impacto-da-estiagem-sobre-a-producao-de-milho-no-estado-do-rio-grande-do-sul Sat, 01 Jul 2023 16:19:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1113

As necessidades hídricas da cultura do milho e a sensibilidade ao déficit hídrico variam ao longo do ciclo, afetando praticamente todos os aspectos relacionados ao desenvolvimento das plantas, como por exemplo, redução da área foliar, diminuição da taxa fotossintética, comprometendo assim vários outros processos.

Segundo Bergamaschi (2006), durante o período vegetativo, o déficit hídrico reduz o crescimento do milho, em função de decréscimos da área foliar e da biomassa, porém, nesse período não estão sendo formados os componentes do rendimento. Já no período crítico, ou seja, da pré-floração ao início do enchimento dos grãos, o milho é extremamente sensível ao déficit hídrico, em decorrência dos processos fisiológicos ligados à formação do zigoto.

O Rio Grande do Sul é o sexto maior produtor de milho grão do Brasil, na safra 2021/2022 a área semeada no estado alcançou mais de 830 mil hectares. Com os baixos volumes de precipitação no RS, áreas principalmente no norte e noroeste gaúcho, onde o plantio do milho começa em meados de agosto, foram as mais afetadas pelo tempo seco e pelas altas temperaturas de novembro e dezembro, isto porque a cultura se encontrava em fases de pré-pendoamento, polinização e enchimento de grãos.

Segundo levantamento da Emater/RS-Ascar a cultura do milho foi a mais afetada pelo déficit hídrico entre as culturas de verão, atingindo mais de 90 mil produtores rurais gaúchos. As perdas financeiras do Valor Bruto da Produção (VBP) na cultura do milho já ultrapassam o valor de R$5,41 bilhões. A estimativa é do levantamento realizado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS), além disso, a Rede Técnica Cooperativa (RTC) divulgou dados mostrando que a quebra do milho sequeiro é de aproximadamente 59%, enquanto no irrigado é de 13%.

Portanto, frente ao atual cenário encontrado pela cultura do milho no estado e reconhecendo sua relevância no sistema produtivo e econômico, buscar suporte para a produção do mesmo torna-se indispensável. Alternativas como o zoneamento agrícola e práticas como a rotação de culturas e o escalonamento da semeadura, tornam-se medidas de redução de riscos, além disso, outra alternativa é o incentivo à utilização da irrigação, principalmente no período crítico da cultura, possibilitando assim reduzir danos e prejuízos frente a adversidades climáticas e visando a rentabilidade do produtor rural.

Autora:

Renata Vitória Roveda Willrich, acadêmica do 2º semestre de Agronomia e integrante do grupo PET Agronomia — Universidade Federal de Santa Maria

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