A Exposição “Sinfonia de Diamante: 60 anos da Orquestra Sinfônica de Santa Maria” é composta por 60 fotografias de concertos e maestros da orquestra com recorte temporal de 1970 até 2025, além de programas de concertos de 1973 em diante que contam como há seis décadas, a música sinfônica encontrou em Santa Maria um espaço de formação e encontro. Lapidada ao longo desses 60 anos, a trajetória da Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM), que em 2026 comemora suas Bodas de Diamante, consolidou-se como uma das mais importantes experiências de formação e difusão da música de concerto no sul do Brasil, unindo arte, educação e memória cultural.
Criada em 1966 por iniciativa do professor Frederico Richter, ela nasceu como uma orquestra-escola vinculada ao Curso de Música da Universidade Federal de Santa Maria, passou a órgão suplementar da Reitoria e a partir de 2020 passou a integrar a Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. Desde o início, tornou-se um espaço de desenvolvimento artístico e humano, formando gerações de músicos e possibilitando a integração entre estudantes, egressos e profissionais em uma experiência coletiva de criação e aprendizado.
A memória da orquestra vem sendo preservada por ações de arquivistas do Departamento de Arquivo Geral desde a década de 90, sendo o processo intensificado na gestão do maestro Marco Antônio Penna. Atualmente mais de 8 mil fotografias de concertos, além de programas de concertos e reportagens na imprensa e o acervo audiovisual estão preservados e disponíveis para pesquisas sobre a segunda orquestra sinfônica formada no Rio Grande do Sul e uma das mais antigas orquestras acadêmico universitárias do Brasil.
Curadoria: Cristina Strohschoen, arquivista do DAG, mestre em Patrimônio Cultural.
Diagramação: Giovanna A. Lisboa Dai-Prá, acadêmica de Arquivologia.
Produção: Suzete Gassen – OSSM