Saúde e bem-estar – PRE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre Pró-Reitoria de Extensão Tue, 02 Dec 2025 18:33:11 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Saúde e bem-estar – PRE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre 32 32 Saúde e bem-estar – PRE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2025/12/02/sabores-e-saberes-conheca-o-projeto-da-ufsm-que-impulsiona-culinaria-com-frutas-nativas-2 Tue, 02 Dec 2025 18:26:15 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=14470

No interior da Quarta Colônia, em Restinga Seca, no Quilombo São Miguel dos Carvalhos, um movimento silencioso, mas profundamente transformador, tem brotado de frutos nativos da Pampa e da Mata Atlântica e histórias ancestrais. O projeto Sabores e Saberes, coordenado pela professora Suzane Bevilacqua Marcuzzo, do curso de Gestão Ambiental da UFSM e Pós-Graduação em Geografia, está ressignificando o valor cultural, econômico e ambiental das frutas tradicionais dos biomas, transformando conhecimento em renda, alimento em identidade e floresta em futuro.

Criado em 2017, o projeto tem como propósito incentivar a preservação de frutas nativas da Mata Atlântica e do Pampa — derrubando estigmas de que espécies menos conhecidas seriam incomestíveis ou até venenosas — e transformá-las em uma oportunidade de geração de renda. A iniciativa nasceu da inquietação da professora Suzane diante do desconhecimento generalizado sobre as frutas nativas do Sul do Brasil, abundantes na região, mas ainda pouco presentes no cotidiano.

Entre essas espécies estão o butiá, a jabuticaba, o guabiju, a cereja-do-mato, a uvaia, o araçá e a pitanga, frutos com alto valor nutricional, mas frequentemente tratados apenas como algo que “serve para os bichos”, como relatam muitos moradores do interior. “Ninguém preserva aquilo que não conhece. Se as pessoas não experimentam, não consomem e não criam vínculo com a floresta, nunca vão entender por que ela precisa ser protegida”, comenta a professora.

Idealizadora e coordenadora do projeto, professora Suzane Marcuzzo.

Como tudo começou

A professora,  Engenheira Florestal de formação, lembra que, no início do projeto, chegaram a surgir propostas para trabalhar com sistemas agroflorestais da região. A ideia, porém, despertou uma inquietação: no Sul, boa parte da população ainda tem pouco contato com as frutas nativas, e praticamente não existe uma cadeia de valor consolidada para esses produtos. “Eu ficava pensando: quando chegasse a época da colheita, o que aconteceria com o agricultor? Ele teria uma grande quantidade de frutas, mas não teria para quem vender”, explica.

Além de serem desconhecidas, essas frutas precisam de um certo cuidado. “Frutas nativas são altamente perecíveis. “Você colhe pela manhã e, se não preparar ou congelar no mesmo dia, o fruto já começa a perecer. Não é como a banana, que pode durar até uma semana. No caso dessas espécies, muitas vezes, no fim da tarde ou à noite, já é possível perceber sinais de deterioração”, explica.

Foi então que a professora, também coordenadora do NEAP – Núcleo de Estudos em Áreas Protegidas, tomou uma decisão: testar receitas com frutas nativas, pois, para preservar, as pessoas precisam primeiro conhecer. Ela deu início aos experimentos em Vale Vêneto, em 2017, na Quarta Colônia, com a ajuda da nutricionista irmã Rosa, da Casa de Retiros. “Pensei: as pessoas primeiro precisam conhecer para ter demanda. Para aquele agricultor que está desmatando passar a ver que ele pode manter ou até aumentar sua área de floresta por meio de pomares de espécies nativas ou agrofloresta. Então ele vai enxergar com outro olhar e pensar: ‘Mas se eu produzir aqui, eu vendo lá na feira, na agroindústria, ou eu abro a minha agroindústria’”, relata a professora.

Depois de desenvolver algumas receitas, a professora decidiu organizar um café aberto à comunidade, no qual todos pudessem experimentar pratos preparados com frutas pouco conhecidas na região. Entre eles estavam o queijo com aroeira-vermelha, a geleia de jerivá e o docinho de jaracatiá. São nomes diferentes, mas que despertaram memórias afetivas. Segundo ela, o encontro teve resultados positivos, marcado por comentários como: “Nossa! A minha avó fazia isso!”. Muitos também demonstraram surpresa, dizendo que não imaginavam que aquela fruta, ou até mesmo aquele pedaço da árvore, pudesse ser aproveitado na cozinha.

Primeiro banner expositivo do projeto, com receitas desenvolvidas para degustação no café.

Para Suzane, esse era justamente o objetivo do experimento: recuperar saberes que foram se perdendo com o tempo, já que muitas dessas preparações fazem parte da história local. O jaracatiá, por exemplo, conhecido como “mamãozinho do mato”, tem uma tradição antiga. Ela explica: “Esse docinho não é feito do fruto que você come, mas do galho ralado. Ele fica parecido com coco e tem um sabor entre coco e abacaxi. Essa receita tem forte ligação com a imigração italiana. Quando os colonos chegaram na região, provavelmente aprenderam com os indígenas. A partir disso, começaram a fazer uma espécie de cocada, chamada de ‘pau-doce’, usando os galhos dessa árvore nativa da Mata Atlântica”.

Alguns anos após o primeiro experimento, a professora foi convidada pela PRE para participar do edital dos Geoparques e ministrar um curso no Projeto Progredir — realizado nos geoparques Quarta Colônia e Caçapava —, já que o trabalho de Suzane dialogava diretamente com o desenvolvimento territorial. Nesse contexto, ela desenvolveu duas edições do Progredir, uma com 52 horas e outra com 72 horas. Assim como no primeiro experimento, os resultados foram extremamente positivos: o público adorou.

Segundo Suzane, no último curso ela ofertou 15 receitas, uma para cada fruta utilizada. No entanto, o engajamento das participantes foi tão grande que elas criaram mais de 50 novas receitas a partir dos mesmos ingredientes. As criações foram diversas e inventivas, como bala de bergamota com aroeira, bala de jaboticaba, geleia de laranja com aroeira vermelha, além de várias outras combinações que incorporavam aroeira de diferentes formas.

Feira com os produtos desenvolvidos pelas participantes do Progredir Caçapava.

Como o projeto acontece 

A partir de oficinas participativas que iniciam com a apresentação da professora Suzane, é introduzido o tema com falas de abertura, exibição de materiais e vídeos sobre a espécie trabalhada, sobre a floresta e sobre a proposta de desenvolvimento sustentável baseada na manutenção da mata como fonte de geração de renda. Para contextualizar, Suzane também apresenta vídeos de outras regiões do país, onde chefs de cozinha já atuam com iniciativas semelhantes, demonstrando que a prática é uma realidade consolidada em vários lugares do Brasil.

Uma grande característica do projeto é a participação ativa apenas de mulheres, pois, embora os encontros sejam abertos a todos os públicos, a presença masculina é mínima. “Os homens até participam, mas são poucos, não chega a 1%. Quem realmente comparece e leva as ideias adiante são as mulheres”, explica.

Após a introdução, a oficina segue para a parte prática, “quando partimos para as panelas”, como descreve a professora. Todos os participantes trabalham juntos na preparação das receitas. Suzane leva as frutas que guarda em sua casa e no Politécnico– armazenadas em diversos freezers —, colhidas com apoio de amigas, familiares e moradoras das comunidades, sempre com o cuidado de preservar as espécies e incentivar seu plantio. Em algumas edições, ao final do curso, as agricultoras recebem um kit de mudas, reforçando o compromisso com a conservação e a ampliação das áreas cultivadas.

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Suzane e participantes no momento de preparação dos alimentos.

A professora Suzane trabalha com uma fruta específica em cada encontro, como a uvaia, por exemplo. A fruta, já descongelada, é distribuída entre os participantes, que aprendem o processo de despolpa e manejo: retirada do caroço, separação da polpa e identificação das particularidades de cada espécie. “Cada fruta exige um tipo de cuidado. Algumas têm a semente aderida à polpa, outras não. Nada é tão simples, e cada uma precisa ser apresentada do jeito certo”, explica.

Na sequência, o grupo parte para a elaboração da receita do dia, que pode ser uma geleia, cuca, bolacha ou broa. Após o preparo, vem o momento da degustação, seguido da análise sensorial. Ao final de cada oficina, os participantes preenchem uma ficha avaliando sabor, textura e aroma do produto, utilizando uma escala Likert.

Onde encontrar o projeto 

O curso é realizado onde houver demanda. Segundo a professora Suzane, a iniciativa conta com o apoio da Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) e das prefeituras da região. Sempre que surge a oportunidade de ministrar oficinas financiadas por algum município, ela segue para a comunidade, levando suas frutas e seu livro de receitas.

A divulgação dos encontros fica a cargo das prefeituras e da Emater, responsáveis por mobilizar os participantes. “Eles nos trazem as pessoas. Chegamos até a Emater, que é nossa parceira, e à prefeitura, conversamos sobre a proposta e, a partir daí, eles iniciam a chamada. A divulgação é feita principalmente pelos grupos de WhatsApp que eles mantêm”, explica Suzane.

Mulheres que viram protagonistas

Nas últimas edições do curso, a professora Suzane percebeu que estava fortalecendo o empreendedorismo feminino, pois ajudava as mulheres a encontrar nas receitas uma forma de sustento. Segundo ela, nessa edição participaram 30 mulheres, e quatro delas decidiram empreender, entre elas dona Celi, que hoje integra a Polifeira. “Nas quintas-feiras, ali na Polifeira, tem a banca Mata Atlântica, e esse é um dos resultados do projeto: a Celi vende geleias de pitanga, cereja, jacarandá, butiá, uvaia, guabiroba e guabiju. Ela já está ali há dois anos, desde que participou do curso”, ressalta.

Banca “Mata Atlântica” na Polifeira da UFSM.

Suzane iniciou uma nova etapa de trabalho ao levar suas receitas para as mulheres do Quilombo de São Miguel dos Carvalhos, em Restinga Sêca, na região da Quarta Colônia, onde atua atualmente. Diferente das oficinas pontuais, o curso oferecido no quilombo segue o formato do Progredir (sem ser do Progredir), com encontros semanais e conteúdo continuado. As participantes também ganharam uma apostila com dicas e receitas. Sem grandes financiamentos, a professora viaja aos fins de semana levando seu acervo de frutas para as atividades práticas. Durante a semana, mantém contato constante com as participantes por meio de um grupo de WhatsApp, no qual circulam fotos de novos pratos, ideias de receitas e até novidades da comunidade.

Participantes durante preparação dos alimentos na cozinha do Quilombo.

Hoje, o projeto também se estrutura como curso de formação, com apostilas, oficinas práticas e articulação para futuros financiamentos. Segundo a professora, “experimentar uma fruta nativa é um ato político. É conhecer para preservar”. As oficinas se tornam um espaço não apenas de aprendizado técnico, mas também de fortalecimento comunitário, troca de memórias e construção de autoestima. “Elas descobrem que aquilo que estava ali do lado de casa, caindo no chão, pode virar renda. E, quando percebem isso, olham para a floresta com outros olhos”, ressalta.

No evento “Caminhada da Natureza” , que reúne de 100 a 200 pessoas, a professora conta que o grupo produziu diversos produtos e vendeu tudo, arrecadando cerca de 800 reais em um único dia. As participantes ficaram surpresas e relataram a Suzane que essa é uma  oportunidade real de autonomia financeira. “A caminhada deu uma injeção de entusiasmo. Elas voltaram dizendo: ‘Professora, dá certo! Nós conseguimos!’”, comentou Suzane.

Uma semente que continua crescendo

Os resultados confirmam que o esforço vale a pena: mulheres que antes duvidavam de suas próprias habilidades agora desenvolvem receitas autorais, formam coletivos e comercializam seus produtos por toda a região. No quilombo, a cozinha tornou-se um espaço de protagonismo e resistência.

A professora conduz praticamente todo o trabalho sozinha, contando apenas com o apoio de uma bolsista na parte administrativa. Quando surgem oportunidades, ela busca financiamentos por meio de editais e, no momento, aprovou o projeto no edital Fapergs (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul). “É um projeto pessoal, um sonho. Às vezes a gente precisa apostar no que acredita, mesmo sem recursos”, afirma Suzane.

Segundo Suzane, “a cereja do bolo é a restauração ecológica. É quando as próprias participantes pedem árvores para plantar. É recuperar a Mata Atlântica e o Pampa com sentido e com pertencimento”. 

Alguns dos produtos desenvolvidos no projeto: 

Texto: Maria Lúcia Homrich Gotuzzo, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

Revisão: Valéria Luzardo, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

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Integrando ensino, pesquisa e extensão, o Programa de Educação Tutorial (PET) de Biologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realiza, no próximo sábado, 13 de setembro, mais uma edição do projeto “Bio na Rua”. A atividade acontece na Praça Saldanha Marinho, das 10h às 17h, e contará com a participação de 18 laboratórios vinculados ao curso de Ciências Biológicas da instituição.

 

A iniciativa busca divulgar e popularizar o conhecimento científico, além de promover a valorização da profissão do biólogo. Por meio de atividades interativas, o projeto incentiva a curiosidade, estimula a reflexão crítica e fortalece os laços entre sociedade e universidade, tornando o espaço público um ambiente de aprendizado acessível e inclusivo.

Mais de quatro anos de história

O “Bio na Rua” é realizado de forma contínua há mais de quatro anos, sempre em período letivo e tradicionalmente aos sábados, favorecendo a presença da comunidade universitária e do público em geral. Nas edições anteriores, o evento já reuniu entre 400 e 800 pessoas em um único dia, números estimados a partir da distribuição de materiais de divulgação e do registro fotográfico das atividades.

 

Grupo PETBio

Laboratórios participantes em 2025

Na edição deste ano, estarão presentes: Jardim Botânico LESEL, LAPAVET, MARINE, Ciência em Flor, Fisioplant, Fotobio, LabDros, LEP, Laboratório de Genética e Evolução Vegetal, Laboratório de Bioquímica e Toxicologia Experimental, LABEEM, Lab Masto, Lab Herpeto, Laboratório de Neurotoxicologia e Neuroproteção, CAPPA, Olha o Passarinho, Laboratório de Taxonomia Vegetal e Herbário SMDB.

Com ações como o “Bio na Rua”, o PET Biologia reafirma o compromisso da UFSM em formar profissionais qualificados, aproximar a ciência da sociedade e promover o desenvolvimento regional por meio da extensão universitária.

Acesse o instagram do PET para mais informações: http://www.instagram.com/p/DNl4viByfGw/?igsh=MTM3dTkzdGlxMzFqbw=

Texto: Maria Lúcia Homrich Gotuzzo, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

 


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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou nesta terça-feira (2) a abertura da Chamada nº 17/2025, que vai destinar R$ 44,1 milhões para projetos de extensão universitária voltados ao fortalecimento da participação social nas políticas públicas do Governo Federal.

A iniciativa é fruto de parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), a Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR) e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS).

Quem pode participar

O público-alvo é amplo: estudantes (com prioridade para egressos da rede pública e beneficiários de políticas afirmativas), movimentos sociais, organizações comunitárias e populações em situação de vulnerabilidade, incluindo povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e demais comunidades tradicionais.

Quatro linhas de apoio

As propostas podem ser submetidas em quatro linhas temáticas, cada uma voltada a uma dimensão estratégica da participação social:

Linha 1 – Participação social nos territórios: projetos para apoiar fóruns, conselhos e instâncias de participação social vinculadas às políticas públicas federais.

Linha 2 – Alimentação saudável (PAS Nordeste): iniciativas em territórios rurais para promover produção e consumo de alimentos saudáveis, com ênfase no fortalecimento da agricultura familiar.

Linha 3 – Assistência social (Aprimora Rede+): projetos destinados a apoiar organizações da sociedade civil, conselhos e gestores municipais e estaduais na gestão e no controle social da política de assistência social, incluindo programas como o Bolsa Família e o Cadastro Único.

Linha 4 – Articulação nacional: uma proposta de alcance nacional será selecionada para integrar em rede todas as experiências apoiadas, sistematizando metodologias, produzindo conhecimento e articulando a extensão com as políticas de participação social do Governo Federal.

Submissão das propostas

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela Plataforma Carlos Chagas (http://carloschagas.cnpq.br) até o dia 17 de outubro de 2025, às 23h59 (horário de Brasília).

O formulário online precisa ser preenchido integralmente e acompanhado de um arquivo em PDF com a proposta detalhada, seguindo o modelo disponibilizado pelo CNPq. O documento não pode ultrapassar 2 MB e deve incluir:

    • A proposta completa;

    • Três cartas de recomendação assinadas por organizações da sociedade civil e/ou movimentos sociais;

    • Carta de anuência da Pró-Reitoria de Extensão (ou equivalente) da instituição executora.

Cada proponente poderá submeter apenas uma proposta, vinculada a apenas uma linha de apoio. Além disso, o(a) coordenador(a) do projeto deve ter currículo atualizado na Plataforma Lattes, título mínimo de mestre e vínculo formal com a instituição executora.

Critérios de julgamento

As propostas serão avaliadas em quatro dimensões principais, com pesos diferentes:

    • Participação social na elaboração da proposta (peso 2): será avaliado o envolvimento de organizações e movimentos sociais na construção do projeto, além das cartas de anuência e do plano de acompanhamento participativo.

    • Mérito técnico-científico (peso 4): inclui a análise do currículo da equipe, a coerência entre objetivos, metodologias e resultados esperados, e a contribuição científica e tecnológica do projeto.

    • Relevância social (peso 3): mede a adequação da proposta às necessidades dos territórios e o impacto esperado no fortalecimento da participação social em políticas públicas.

    • Articulação institucional e perspectiva de continuidade (peso 1): avalia a inserção da proposta na instituição executora, sua relação com outros programas existentes e as estratégias de sustentabilidade após o fim do financiamento.

A nota final será calculada pela média ponderada dessas dimensões. Em caso de empate, terão prioridade os projetos com maior pontuação em mérito técnico-científico, seguidos daqueles com melhores notas em relevância social e participação social.

Prazos e valores

As propostas podem solicitar até R$ 1 milhão, dependendo da linha escolhida. 

    • Submissão de propostas: até 17 de outubro de 2025, pela Plataforma Carlos Chagas.

    • Resultado preliminar: 14 de novembro de 2025.

    • Resultado final: 5 de dezembro de 2025.

Veja o cronograma:

Fonte: Edital oficial

Impacto esperado

Com a chamada, o Governo Federal espera não apenas financiar projetos, mas criar uma rede nacional de participação social, capaz de articular universidades, comunidades e poder público em torno da democracia participativa.

A expectativa é ampliar a presença da população em fóruns e instâncias de deliberação, qualificar os mecanismos de controle social e estimular a produção de conhecimento científico sobre participação social. Também se busca fortalecer a inserção da extensão nos currículos acadêmicos, aproximando ainda mais a formação universitária das realidades locais.

Acesse a cartilha “Tira dúvidas” sobre o edital!

Mais informações e o edital completo estão disponíveis através do link: www.cnpq.br

Texto: Maria Lúcia Homrich Gotuzzo, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

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No dia 7 de setembro de 2025, o município de Faxinal do Soturno, integrante do Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO, será palco de mais uma edição da Caminhada Internacional na Natureza, com a realização da tradicional Caminhada da Geringonça. O evento é promovido pela Prefeitura Municipal, em parceria com a Emater/RS-Ascar e a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no âmbito das ações de Extensão Rural.

A programação inicia às 7h30, com café da manhã por adesão no valor de R$ 15,00 seguido da abertura oficial às 8h, aquecimento às 8h15 e saída às 8h30. Durante o percurso, os participantes poderão apreciar paisagens naturais, capitéis e propriedades rurais familiares. O trajeto terá 8,5 km, passando por estradas rurais até a chegada no Museu Histórico da Geringonça e para participar foram disponibilizadas 200 vagas, com idade mínima de 12 anos.


Ao final, os caminhantes serão recepcionados no museu, o almoço será por adesão, na Festa de Santa Terezinha, na Comunidade de Novo Treviso, servido a partir das 13h no salão paroquial. O cardápio típico italiano inclui sopa de agnoline, risoto, churrasco, bife à milanesa, maionese, pão e saladas, ao valor de R$ 55,00. No mesmo espaço, haverá feira com produtos coloniais e artesanato.


A proposta da caminhada é promover saúde, integração comunitária e valorização do meio rural, alinhando-se ainda aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, como o incentivo ao bem-estar, ao turismo sustentável e à preservação do patrimônio cultural e natural. O percurso é classificado como de esforço físico significativo, em piso irregular, com dois pontos de apoio, banheiros disponíveis, carro de apoio e ambulância no local. Recomenda-se levar garrafa de água.

As inscrições para participar já estão abertas e podem ser feitas de forma antecipada através do link: http://www.ecobooking.com.br/site3/destinoEventoSimples.php?Xeven=il6cajy3dyqrdv0jojs2. Até o momento, já são 138 inscritos de 200 vagas e caso não estejam esgotadas haverá inscrições também no local.


Para mais informações, os interessados podem acessar as redes sociais do projeto
@caminhadasufsm ou na comunidade de avisos do WhatsApp.

Texto: Maria Lúcia Homrich Gotuzzo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

 

 

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A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Extensão UFSM, através da Coordenadoria de Cultura e Arte, promove, neste domingo, 24 de Agosto, o Viva o 55BET Pro  do Patrimônio Cultural. O evento integra as ações da universidade em alusão ao Dia Estadual do Patrimônio Cultural, as atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 15h às 19h.

O Viva o 55BET Pro busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus da Instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.

A edição de 2025 contará com a presença dos parceiros do VC: da Polifeira do Agricultor; Sessões no Planetário abertas ao público; e do mais novo parceiro o LabCuni que oferece uma experiência única realizando o piquenique com os coelhos, da Mostra de Morfologia, do Projeto Hangar e de atividades no Jardim Botânico.

Confira a programação:

Atividades Parceiros VC:
Jardim Botânico 

15h às 18h

Visita livre ao telhado verde

Reinauguração do novo jardim sensorial com visitas livres

Exposição de animais taxidermizados

Horta mandala

Planetário

Sessões de Cúpula

15h – Da Terra ao Universo
16h – O Mundo Virtual de Arthur + As Aventuras de Zito
17h – Estrelas dos Faraós

Piquenique com o Coelho

15h às 18h

Local: Largo do Planetário

Interação com os coelhos do LabCuni

Mostra Morfo

Exposição da Morfologia
15h às 18h
Prédio 19

Projeto Hangar Aeroespacial
15h-18h: 

* Apresentações gerais

* Simulador de voo

* ⁠15:30 – Oficina de minifoguetes

Local: Prédio H (Em frente ao INRI e do lado do GPMOT, final da rua do INPE)

Presença da Polifeira do Agricultor 

Local: Largo do Planetário

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Combinando natureza, cultura e espiritualidade, a Caminhada Internacional na Natureza, da Arte e da Fé reuniu 160 participantes no domingo, (13), em Silveira Martins. Ultrapassando a edição de Maio, em Itaara, que contou com 138 participantes. A atividade, que integra o circuito mundial de caminhadas rurais, superou as expectativas dos organizadores e movimentou o município com ações voltadas ao turismo, à extensão rural e ao desenvolvimento sustentável.

Participantes da caminhada

Organizado pelo Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER) da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, Emater/RS-Ascar e Prefeitura Municipal de Silveira Martins, o evento integrou natureza, cultura e espiritualidade ao longo de um percurso de 10 quilômetros por trilhas e estradas rurais que valorizam a história e a identidade da imigração italiana na Quarta Colônia.

A abertura oficial foi conduzida por Katiule Pereira Morais, extensionista da Emater/RS-Ascar, que deu as boas-vindas aos participantes e repassou as orientações da caminhada. Em seguida, Monique Chaves, supervisora regional da Emater/RS-Ascar de Santa Maria, apresentou a proposta do circuito e destacou o papel da Emater e da UFSM na mobilização regional e as condições para que outros municípios realizem caminhadas similares.

A professora Cadidja Coutinho, coordenadora do Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins (EMSM), destacou o papel da Universidade no desenvolvimento regional e convidou os caminhantes a conhecerem os projetos que funcionam no campus. Já o prefeito Sadi Tolfo agradeceu a presença do público e reforçou a importância da cooperação entre diferentes instituições para o êxito do evento.

Percurso valorizou paisagens naturais e heranças culturais


A largada ocorreu às 14h no 55BET Pro da UFSM em Silveira Martins. Os caminhantes passaram por pontos simbólicos do município, como a Igreja Matriz Santo Antônio de Pádua, o Museu do Imigrante, a figueira centenária da Capela Santa Inês e os parreirais da Família Avozani, encerrando o trajeto na Capela Nossa Senhora da Saúde.

Ana Paula Pesarico, professora da Unipampa em Uruguaiana, destacou que “a caminhada foi muito boa”. Outro participante, Samuel Diniz, natural de João Pessoa, destacou que “participa do projeto caminhadas há algum tempo e tem sido muito proveitoso porque além de conhecer o solo gaúcho, conhece também a cultura gaúcha”. 

No total, 17 pessoas da comunidade estiveram diretamente envolvidas com a trilha e o atendimento no café e almoço, enquanto 11 representantes regionais e locais integraram a organização do evento. A movimentação financeira direta estimada foi de R$ 4.900, evidenciando o potencial da atividade para fortalecer a economia local de forma sustentável. Em termos de impacto indireto, envolveu a movimentação no comércio, na área logística,  de alimentação, além do potencial de mobilização social em prol da conscientização ambiental. 

O público saindo do ponto de partida.

Caminhadas como estratégia de extensão transformadora

A Caminhada da Natureza, da Arte e da Fé em Silveira Martins foi mais do que uma trilha. Foi uma experiência educativa, afetiva e cidadã. Integrando extensão rural, turismo sustentável e mobilização social, o evento reforça o papel da UFSM, da Emater/RS-Ascar e da prefeitura na promoção do desenvolvimento regional com base nos princípios da Agenda 2030.

Com forte adesão do público e relatos positivos, a edição de 2025 em Silveira Martins deixa um legado de inspiração para outras comunidades do Rio Grande do Sul e do Brasil.

Texto: Maria Lúcia Homrich Gotuzzo, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

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No próximo domingo (13), Silveira Martins será palco de mais uma edição da Caminhada Internacional na Natureza, da Arte e da Fé. A atividade, que integra o circuito mundial de caminhadas rurais, é organizada pelo Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (Progeater), da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, e pela Emater/RS-Ascar, em parceria com a Prefeitura de Silveira Martins.

Com início às 13h30, na UFSM Silveira Martins, a caminhada percorrerá 10 quilômetros por trilhas e estradas rurais, atravessando cenários históricos e naturais que resgatam a cultura e as tradições da imigração italiana na região. No trajeto, os participantes visitarão a Igreja Matriz Paróquia Santo Antônio de Pádua, o Museu do Imigrante, a figueira centenária da Capela Santa Inês e os tradicionais parreirais da Família
Avozani, finalizando na Capela Nossa Senhora da Saúde.

A caminhada contará com três pontos de apoio, carro de suporte, ambulância no local e estrutura básica para os participantes. A expectativa é de reunir caminhantes que conheçam as belezas do rural.

As inscrições seguem abertas até as 23h59 do sábado (12), exclusivamente pelo site oficial do Ecobooking. A inscrição no dia do evento não será
permitida.

Para quem quiser fechar o dia com sabores típicos da região, a Pousada e Ristorante Pinton oferecerá, a partir das 16h30, um café colonial por adesão, com valor de R$ 55,00, reunindo pratos típicos da culinária local.

Mais do que uma atividade esportiva, a Caminhada Internacional na Natureza em Silveira Martins representa um importante movimento de valorização do meio rural, das famílias agricultoras e do patrimônio cultural herdado da imigração italiana na região. A iniciativa fortalece os vínculos entre universidade, comunidade local e instituições públicas, reafirmando o compromisso da extensão universitária e rural com o desenvolvimento social, cultural e ambiental.

Mais informações no Instagram do projeto: @caminhadasufsm.

Foto colorida de paisagem em Silveira Martins
Evento integra as ações da Agenda 2030 da ONU (Foto: Divulgação)
Foto colorida de figueira centenária em Silveira Martins
Figueira centenária em Silveira Martins (Foto: Divulgação)
Agenda 2030 na UFSM

A ação de extensão apresentada neste texto se alinha aos seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

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Saúde e bem-estar – PRE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2025/07/08/projeto-de-extensao-sobre-disfagia-promove-prevencao-e-socializacao Tue, 08 Jul 2025 12:42:59 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=13034
Foto colorida de diversas pessoas durante festa junina do Laboratório de Disfagia da UFSM
Iniciativa promove cuidado com foco na socialização (Foto: Divulgação/Laboratório de Disfagia da UFSM)

Você conhece a disfagia? Esse é o nome de uma condição caracterizada pela dificuldade de engolir alimentos – ou seja, relacionada à deglutição. A disfagia pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, mas é mais comum em idosos e pessoas com doenças neuromusculares. Criado em 2022, o projeto de extensão “Disfagia em idosos: prevenção, promoção e educação em saúde” oferece atendimentos fonoaudiológicos especializados e realiza atividades para promover a conscientização sobre o tema.

Em 2024, a ação extensionista da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) acompanhou cerca de 15 pacientes com disfagia ao longo do ano, em sua maioria de Santa Maria e de outras localidades próximas. Em 2023 e 2024, o projeto recebeu recursos do Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX). A iniciativa é realizada pela equipe do Laboratório de Disfagia da UFSM, vinculado ao curso de Fonoaudiologia e coordenado pela professora Gabriele Rodrigues Bastilha.

Em alguns casos, a disfagia pode levar a outros problemas, como aspiração laríngea, problemas pulmonares, broncopneumonia aspirativa, desnutrição e desidratação, além de limitações funcionais. Por ser uma condição ainda pouco conhecida por parte considerável da população, um dos focos do projeto de extensão é promover a educação sobre a disfagia, por meio de materiais educativos, capacitações e publicações nas redes sociais.

Os atendimentos ao público acontecem em grupos de idosos, todas as sextas-feiras à tarde, no prédio 26E do 55BET Pro Sede da UFSM. O projeto também conta com a parceria do Programa de Residência Multiprofissional do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM), tanto na indicação de pacientes quanto na realização de capacitações e discussões sobre o tema. 

Socialização

“Além da disfagia em si, trabalhamos muito mais temas, como cognição, memória, linguagem, tudo que pode estar defasado para prevenir a disfagia nos idosos”, explica Gabriele Bastilha. A professora da UFSM pontua que um dos aspectos centrais da ação extensionista é a interação e socialização entre os participantes.

“Tem pessoas do grupo que são amigos e se conheceram aqui. Não é só cuidar da patologia, mas tem toda essa questão de humanização e socialização, tirar a pessoa da solidão do diagnóstico”, descreve Giovana Saraiva Abbadie, estudante de Fonoaudiologia e bolsista do projeto em 2025, via edital do Observatório dos Direitos Humanos (ODH).

Para determinados pacientes, como aqueles com quadros de Alzheimer, o projeto oferece um acompanhamento individual semanal. Atualmente, cerca de 13 pessoas participam dos diferentes grupos e modalidades de atendimento oferecidas pelo “Disfagia em idosos”. Além de prestar um serviço direto à comunidade, a iniciativa também ajuda a reduzir filas de espera por atendimento especializado na área.

Extensão e formação

Uma das marcas do projeto de extensão “Disfagia em idosos” é a integração entre estudantes de graduação, pós-graduação e colaboradores externos. No total, 26 pessoas participam ou já participaram da equipe do laboratório. As bolsistas FIEX do projeto, Aline de Baco Pereira (2023) e Glenda Guerra Thomas (2024), fazem residência multiprofissional no HUSM.

Segundo Gabriele Bastilha, a extensão proporciona uma experiência diferenciada para os estudantes, além de suprir uma lacuna com relação à carga horária sobre disfagia no curso. “É uma oportunidade muito boa para conseguir se desenvolver e também para retribuir à sociedade, com os atendimentos”, comenta Patricia Bianca Raddatz, graduanda e bolsista FIPE (Fundo de Incentivo à Pesquisa).

Também integram a equipe do Laboratório de Disfagia da UFSM Camila de Oliveira Nunes, Mayara da Rosa Cardoso, Luan Pes dos Santos, Eduarda Rosa da Silva, Amanda Michelin Cerezer, Amanda Ferraz da Silva Gehrcke e Cintia Pedroso Marafiga Dias, também discentes do curso de Fonoaudiologia, além de Magali Scheuer e Carolina Kober, alunas do Programa de Pós-Graduação em Distúrbios da Comunicação Humana (PPGDCH).

Dia Nacional de Atenção à Disfagia

Anualmente, o projeto de extensão promove atividades alusivas ao Dia Nacional de Atenção à Disfagia, celebrado em 20 de março. O objetivo das ações é levar conhecimentos e informações sobre a condição para diferentes públicos, em locais como o HUSM, o shopping Praça Nova e outros espaços.

Em 2024, foi lançada a cartilha “Disfagia: orientações para equipe multiprofissional”, publicada pela Editora PRE. O conteúdo, elaborado pelo Laboratório de Disfagia da UFSM, tem como objetivo responder às principais perguntas relacionadas a essa temática.

O projeto atende à comunidade externa, que pode entrar em contato por meio do Instagram @disfagia.ufsm ou pelo e-mail labortdisfagiaufsm@gmail.com.

Foto colorida de consultório do Laboratório de Disfagia da UFSM
Atendimentos acontecem em grupos ou de forma individual (Foto: Divulgação/Laboratório de Disfagia da UFSM)
Foto colorida de membros do projeto durante apresentação sobre disfagia no shopping Praça Nova, em Santa Maria
Apresentação sobre disfagia no shopping Praça Nova, em Santa Maria (Foto: DIvulgação/Laboratório de Disfagia da UFSM)

Texto: Micael dos Santos Olegário, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE/PRE). 

Revisão: Valéria Luzardo, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE/PRE).

Agenda 2030 na UFSM

A ação de extensão apresentada neste texto se alinha aos seguintes Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

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Saúde e bem-estar – PRE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2025/06/23/viva-o-campus-do-orgulho-acontece-no-proximo-domingo-29 Mon, 23 Jun 2025 10:55:03 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=12852

A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte (CCA), em parceria com a Casa Verônica, promove neste domingo, 29 de Junho, o Viva o 55BET Pro do Orgulho. O evento integra as ações da universidade em alusão ao mês do orgulho LGBTQIAPN+, reforçando o compromisso institucional com a promoção da diversidade, do respeito e dos direitos humanos. As atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 15h às 19h.

A edição de 2025 contará com uma ampla programação cultural, artística e educativa, gratuita e aberta à comunidade acadêmica e externa. Entre os destaques está a Feira LGBTQIAPN+ da Casa Verônica que, neste ano, reúne 19 expositores. A feira é um espaço dedicado a empreendedores LGBTQIAPN+ da UFSM, promovendo geração de renda, visibilidade e permanência estudantil. A atração artística acontece no largo do Planetário e conta com apresentação musical de Luíse de Bem da Silva – voz e violão; apresentação artística com Country Cunt; Batalha da Ousadia com “rimadasminas”; apresentação de dança com Two Steps – Pp Urban (Coletivo de Danças Urbanas); Drag cu-in performance e DJ Set.

Além de todas essas atrações contamos com a presença dos parceiros do VC, como a Polifeira do Agricultor; o Jardim Botânico, com a realização de exposição de animais taxidermizados, visitação ao telhado verde e jardim sensorial; as sessões no planetário abertas ao público; o projeto  Hangar Aeroespacial que oferece como atividades de simulação de vento, túnel de vento e explicação do AMX-A1 e motores e o mais novo parceiro o LabCuni que oferece uma experiência única realizando o piquenique com os coelhos.

O Viva o 55BET Pro busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus da Instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.

Programação completa:

Atrações Artísticas e musicais (Palco – largo planetário):

15h

  • Luíse de Bem da Silva – Apresentação Musical – voz e violão (instagram marcar @luisedebem)
  • Country Cunt – Apresentação artística – (@feem.ily)

16h

  • Batalha da Ousadia – com @rimadasminas
  • TWO STEPS – PPURBAN (Coletivo de Danças Urbanas) – Apresentação artística (@lipe_danc e @estelagdp)
  • Drag cu-in performance – Apresentação artística

17h

  • DJ Set: Resistir, viver, brilhar e arrasar! (@xheisart)


Atividades propostas pela CV:

  • Feira LGBTQIAPN+ da Casa Verônica – 19 expositores
  • Atividades com PET diversifica no bosque em frente ao planetário
  • Pintura de rosto no largo do planetário 


Atividades Parceiros VC:

Jardim Botânico 

15h às 18h

Visita livre ao telhado verde

Visita livre ao jardim sensorial

Exposição de animais taxidermizados
Visita guiada na horta mandala com alunos do curso de agronomia.
Mostra dos trabalhos de extensão da disciplina Introdução à Biologia Vegetal “As plantas e o homem: um olhar sobre o uso e conhecimento popular das plantas”

Planetário

Exposição: As estrelas foram apenas o começo

Sessões de Cúpula
15h – Kira

16h – Da Terra ao Universo

17h – A Questão da Vida

Projeto Hangar Aeroespacial
15h às 18h
– Apresentação do AMX e motores

– Túnel de vento 

– Simulador de Voo

Piquenique com Coelho

15h às 18h

Local: Largo do Planetário

Interação com os coelhos do LabCuni

Presença da Polifeira do Agricultor 

Local: Largo do Planetário

Texto: Coordenadoria de Cultura e Arte (PRE/UFSM).

Edição: Micael dos Santos Olegário, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE/PRE).

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Saúde e bem-estar – PRE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2025/06/18/1-corrida-da-causa-animal-reune-mais-de-600-participantes-na-ufsm Wed, 18 Jun 2025 18:49:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=12847
Foto colorida de equipe responsável pela organização da Corrida da Causa Animal
Equipe responsável pela 1° Corrida da Causa Animal (Foto: Rone Maria Rachelle/PRE)

 

A 1° Corrida da Causa Animal reuniu 648 participantes neste domingo, 15 de junho, na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A iniciativa foi idealizada pelo Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS), em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e diferentes entidades locais. 

 

O objetivo do evento foi estimular a prática de atividades físicas e contribuir com a manutenção das atividades do Projeto Zelo, iniciativa de extensão que acolhe e cuida de animais do 55BET Pro Sede da UFSM, entre eles, o Silveira Podrão

 

O evento ofereceu duas modalidades: uma corrida de 5 km e uma caminhada de 2 km — esta última com a possibilidade de participação de pets junto aos seus tutores. Ao final do evento, o valor arrecadado com inscrições e patrocínios permitiu a destinação de R$ 9 mil para o Projeto Zelo.

 

Professor da UFSM e coordenador do NIEEMS, Luiz Fernando Cuozzo Lemos destaca que a corrida serviu para conectar diferentes pautas e estimular a integração da Universidade com a comunidade. “Trabalhamos a conscientização da causa animal junto ao esporte e isso fez com que os participantes saíssem melhor do que chegaram”, destacou o docente. 

 

A expectativa é que novas edições sejam realizadas em breve.

 

Sobre o Projeto Zelo: a iniciativa atua com o propósito de conscientizar a comunidade acadêmica e local sobre os cuidados necessários com os animais.

 

Foto colorida de entrega de cheque de doação para projeto Zelo
Entrega de cheque de doação para projeto Zelo (Foto: Rone Maria Rachelle/PRE)

 

Texto: Micael dos Santos Olegário, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE/PRE).

Revisão: Catharina Viegas de Carvalho, bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (SDE/PRE).

 
Agenda 2030 na UFSM

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