Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos Tue, 03 Mar 2026 15:14:42 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos 32 32 Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2026/02/27/a-ufsm-recebeu-cartas-convite-da-secadi-mec-para-submissao-de-propostas-de-cursos-de-formacao-inicial-continuada-e-de-eventos Fri, 27 Feb 2026 12:58:48 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4207

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebeu cartas-convite da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI) para submissão de propostas de cursos de formação continuada. O financiamento está voltado a projetos que atendam às modalidades educacionais e temáticas prioritárias do Ministério da Educação.

Cada carta apresenta especificidades próprias, com destaque para os Anexos I, II e III cuja leitura é obrigatória. A submissão das propostas é de responsabilidade do proponente, que deve encaminhar também uma cópia para o e-mail: observatoriodh@55bet-pro.com.
O prazo final para envio é 5 de março de 2026 (quinta-feira). Podem participar docentes e técnico-administrativos em educação.

As propostas devem observar as contrapartidas e indicadores previstos na Portaria SECADI nº 10, de 18 de fevereiro de 2026, sob risco de eliminação. O pagamento das bolsas seguirá a Resolução nº 45, calculada conforme número de estudantes e disponibilidade orçamentária.

Links: Documentos SECADI

Perfis e bolsas

  • Cada projeto contará com 1 coordenador.
  • Coordenador, supervisor e formador recebem bolsas adicionais de três meses para gestão e finalização.
  • Tutor e professor pesquisador recebem bolsas apenas durante a execução das aulas.
  • A memória de cálculo considera 30h = 1 mês.
  • Conforme a Lei nº 11.273, não é permitida acumulação de bolsas.

Na gestão do ministro Camilo Santana, o orçamento da SECADI para formações descentralizadas em Instituições Federais de Ensino aumentou 340% entre 2023 e 2025, alcançando R$ 135 milhões (sem incluir bolsas). Esse investimento resultou em um crescimento de 408% no número de vagas ofertadas em cursos de formação. Apesar dos avanços, a SECADI aponta que ainda existem lacunas e urgências nas propostas recebidas, especialmente em áreas como educação do campo, escolar indígena, quilombola, especial, bilíngue de surdos, EJA, além de temáticas como educação ambiental, Direitos Humanos e ERER.

A UFSM reforça a importância de mobilizar equipes para ampliar o potencial formativo da instituição e fortalecer parcerias com entidades do território, contribuindo para a qualificação de professores e servidores da educação.

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O projeto “Novos Capítulos para Remição pela Leitura”, promovido pelo Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, em parceria com a Superintendência dos Serviços Penitenciários do Rio Grande do Sul (SUSEPE), inicia suas atividades no dia 12 de fevereiro, com a realização da primeira reunião do grupo. Os encontros ocorrerão quinzenalmente, no prédio da Antiga Reitoria, e se estendem até o mês de dezembro.

Resultado de convênio firmado com a SUSEPE, o projeto integra as ações de extensão voltadas ao tratamento penal e aos processos de ressocialização de pessoas em monitoramento eletrônico, fortalecendo a articulação entre universidade e políticas públicas. O planejamento das atividades para 2026 foi construído de forma conjunta pela professora Jane Schumacher, coordenadora do Observatório de Direitos Humanos, e por Patrícia Rosane Py Dutra, analista da Polícia Penal e representante da SUSEPE, reafirmando o compromisso institucional com a continuidade e o fortalecimento da iniciativa.

As ações estão fundamentadas na Ordem de Serviço nº 01/2021 da SUSEPE/RS, que prevê a remição de quatro dias de pena para cada obra lida e avaliada. Para além do benefício legal, o projeto busca incentivar o hábito da leitura, estimular o pensamento crítico e ampliar o repertório cultural dos participantes. Os encontros promovem debates coletivos sobre as obras, possibilitando trocas de experiências e reflexões acerca de diferentes contextos sociais e literários. A Remição pela Leitura reafirma o compromisso do Observatório de Direitos Humanos com o acesso à educação, à cultura e à promoção dos direitos humanos, contribuindo para o fortalecimento de processos de ressocialização por meio da leitura e do diálogo.

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A Casa Verônica realizou o levantamento* semestral das disciplinas que abordam questões de gênero, diversidade, orientação sexual e relações étnico-raciais, ofertadas no 1º semestre de 2026, em cursos de ensino técnico, graduação e pós-graduação da UFSM.

Ao todo, foram mapeadas 16 disciplinas, distribuídas entre os níveis de graduação, pós-graduação, ensino médio e ensino técnico/tecnológico, vinculadas a diferentes centros, unidades e campi da universidade.

A ação visa dar visibilidade a essas ofertas como estratégias de promoção da igualdade de gênero, conforme a Resolução nº 64/2021, que institui a Política de Igualdade de Gênero da UFSM.

Confira as disciplinas que serão ofertadas:

 Centro de Educação

Graduação
- Direitos Humanos e Gênero — Curso de Pedagogia (noturno)
- Diáspora Africana, Cultura e Religiosidade — Curso de Ciências da Religião (EaD)

Pós-graduação
- Gênero, Educação e Trabalho — Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PPGEPT)

- Relações Étnico-raciais: por uma educação antirracista — Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE)

 Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH)

Graduação
- Psicologia e Políticas Públicas I — Curso de Psicologia
- Estudos de Gênero — Curso de Ciências Sociais
- Gênero, Políticas Sociais e Serviço Social — Curso de Serviço Social
- Exclusão Social e Relações Étnico-raciais — Curso de Serviço Social
- Arquivos e Direitos Humanos — Curso de Arquivologia

 Centro de Educação Física e Desportos (CEFD)

Pós-graduação
- Estudos Socioculturais do Corpo e da Saúde — Mestrado em Ciências do Movimento e Reabilitação

 CCS / CCR

Graduação
- Anatomia Animal — Cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia

 UFSM – 55BET Pro Palmeira das Missões

Graduação
- História das Ciências Biológicas e Bases de Sistemática — Curso de Ciências Biológicas (Licenciatura)
- Vulnerabilidade, Gênero e Violência: temas para conversar em Saúde — Curso de Enfermagem

 Colégio Politécnico da UFSM

Ensino Médio
- Temas Sociais e Filosóficos — Ensino Médio

 Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM)

Ensino Técnico / Tecnológico
- Relações Humanas e Diversidade — Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores
- Diversidade e Relações Humanas / Linguagem e Relações Humanas no Mundo do Trabalho — Curso Superior de Tecnologia em Eletrônica Industrial e Curso Técnico

A oferta dessas disciplinas fortalece o compromisso da UFSM com a formação crítica, a promoção dos direitos humanos e o enfrentamento às desigualdades de gênero e raça no espaço universitário.

Ficou com interesse em alguma das disciplinas, confira no link a planilha com informações sobre docente responsável e quais disciplinas aceitam estudantes de outros cursos ou na modalidade aluno especial:

http://docs.google.com/spreadsheets/d/1RudZ1ztXFB8Xy-a-y4ImmqRaCBpdEgswaaLVlNDQUbg/edit?usp=sharing

* consulta às unidades acadêmicas via formulário google forms

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Na segunda-feira, dia 26, o Observatório de Direitos Humanos realizou uma reunião com a Receita Federal de Santa Maria para dialogar sobre a proposta de Cidadania Fiscal no Currículo Escolar. O encontro contou com a presença da assistente técnica administrativa da Receita Federal, Paola Cristine Cogo Pochman, da coordenadora do ODH, Jane Schumacher, da pedagoga TAE, Jovaneli Lara Xavier Siqueira da Rosa, e bolsistas do Observatório. Durante a reunião, foi destacada a atuação da Receita Federal em ações educativas e sua experiência em parcerias com universidades, especialmente por meio de projetos de extensão. Nesse contexto, a extensão universitária aparece como um espaço estratégico para a formação de estudantes, em especial de cursos de licenciatura, que podem atuar como agentes multiplicadores da educação fiscal junto às escolas.

Durante a reunião, foi destacada a atuação da Receita Federal em ações educativas e sua experiência em parcerias com universidades, especialmente por meio de projetos de extensão. Nesse contexto, a extensão universitária aparece como um espaço estratégico para a formação de estudantes, em especial de cursos de licenciatura, que podem atuar como agentes multiplicadores da educação fiscal junto às escolas. A inserção da Cidadania Fiscal no currículo escolar não prevê a criação de uma disciplina específica, mas o trabalho do tema de forma transversal e interdisciplinar, em diálogo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e com áreas como História, Geografia, Artes e Educação Financeira. A iniciativa busca estimular a reflexão crítica sobre direitos sociais, políticas públicas e responsabilidade coletiva, valorizando o protagonismo dos estudantes.

Entre as estratégias apresentadas está o uso de material paradidático desenvolvido pela Receita Federal, voltado ao apoio pedagógico dos professores da educação básica. O livro Os Guardiões da Liga Cidadã e a Casa do Tesouro utiliza uma narrativa lúdica, com personagens e situações do cotidiano, para abordar temas relacionados à cidadania fiscal. Além da história, o material propõe atividades e exemplos práticos que auxiliam os docentes a trabalhar os conteúdos em sala de aula de forma acessível, participativa e integrada ao currículo, especialmente com turmas da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental.

O diálogo estabelecido na reunião reforça a importância da articulação entre as instituições, apontando possibilidades de construção conjunta de ações educativas e extensionistas, a partir de acordos de cooperação técnica, incluindo a discussão e planejamento de projetos a serem desenvolvidos com o ODH. Assim, reafirmando o compromisso com a promoção dos direitos humanos e da cidadania, reconhecendo a educação como eixo fundamental para o fortalecimento da participação social.

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Na última quarta-feira (17), os participantes do Projeto Café com Letras reuniram-se na sede da Associação dos Selecionadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria (ASMAR) para o encerramento das atividades de 2025. O encontro teve como objetivo celebrar o percurso formativo construído ao longo do ano, fortalecendo vínculos, o diálogo e o reconhecimento das aprendizagens coletivas.

O encontro também contou com um momento de troca de presente, no qual os participantes  compartilharam características e pistas que possibilitaram a descoberta dos presenteados, promovendo risadas, curiosidade e entrosamento . Após a revelação e a troca dos presentes, o grupo celebrou os aniversários do mês de dezembro, em um gesto coletivo de carinho e reconhecimento, marcado por votos de felicidades.

Em seguida, os participantes vivenciaram um momento de confraternização em clima de descontração, com bolo, salgados, música e conversas que fortaleceram os vínculos construídos ao longo do ano, celebrando as conquistas, os aprendizados e as experiências compartilhadas em 2025.

O Café com Letras é um projeto de extensão coordenado pela professora Jane Schumacher, vinculado ao Observatório de Direitos Humanos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a ASMAR. Desenvolvido por meio de encontros semanais, a iniciativa busca promover a alfabetização e o fortalecimento da autoestima e da autonomia de trabalhadores associados à ASMAR, proporcionando oportunidades de leitura, escrita e ampliação de saberes em um ambiente acolhedor diretamente no local de trabalho.

Desde o início em 2024, o projeto tem reunido participantes todas as quartas-feiras para atividades educativas que fortalecem não apenas o domínio da leitura e escrita, mas também o protagonismo social e comunitário dos envolvidos, integrando educação, direitos humanos e cultura em um processo contínuo de transformação.

A comemoração de encerramento reflete o espírito colaborativo e a importância do projeto para a comunidade da ASMAR, celebrando as pequenas e grandes conquistas que marcaram o ano.

Confira alguns registros do evento:

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Imagens: Kelly Duarte, Bolsista da Comunicação do ODH/UFSM.

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O Projeto Inspira, iniciativa de extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com a Polícia Federal (PF) e a Superintendência de Serviços Penitenciários (SUSEPE) concluiu com êxito suas três ações previstas para 2025, reafirmando seu compromisso com o fortalecimento dos vínculos familiares entre mulheres encarceradas no Presídio Regional de Santa Maria e seus filhos e filhas. O projeto desenvolve atividades que promovem espaços de convivência afetiva e interação, com participação formativa de estudantes de cursos da UFSM.

As ações do ano ocorreram em agosto e novembro, na sede da Polícia Federal, reunindo mães e crianças em momentos de aproximação, brincadeiras orientadas e vivências que reforçam a importância da presença materna na vida das crianças. A culminância de 2025 aconteceu no dia 5 de dezembro, no Presídio Regional de Santa Maria, em uma tarde marcada pela emoção e pela construção de memórias afetivas. Cerca de 30 crianças, entre 2 e 14 anos, participaram de atividades lúdicas ao lado de suas mães, preenchendo o espaço com alegria, reencontros e demonstrações de carinho, elementos fundamentais para preservar laços familiares muitas vezes fragilizados pela privação de liberdade.

O Projeto Inspira  conta com apoio e participação do Grupo de Pesquisa TRAVESSIAS: Cotidiano, Infância e Docência, vinculada ao Centro de Educação da UFSM que  desenvolve pesquisas e ações voltadas às infâncias, aos cotidianos e à docência, com atenção especial às experiências de crianças em situação de vulnerabilidade e às diferentes travessias que atravessam suas vidas  liderado pela Prof. Dr. Graziela Escandiel de Lima. A edição de dezembro contou também com a participação de Jéssica Righi, mestranda em Educação, que integrou a equipe da ação, Crislaine Vargos  Basso e Carolina Fontana Doutorandas em Educação.

Com iniciativas como o Inspira, o Observatório de Direitos Humanos da UFSM reforça seu compromisso em apoiar projetos que fortalecem vínculos, valorizam trajetórias e aproximam a universidade das necessidades reais da comunidade.

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O Projeto Afronteira: Antirracista e Diversa, desenvolvido pelo NIIJuC/R da UFSM em parceria com a UNIPAMPA, UERGS, UDELAR e organizações da sociedade civil, encerra mais um ano de atividades junto às comunidades negras e tradicionais da fronteira Brasil–Uruguai. As ações são resultado de um trabalho articulado entre extensão e pesquisa, que desde 2020 fomenta o levantamento de políticas públicas para comunidades quilombolas e indígenas em Aceguá, abrangendo áreas como saúde, educação, geração de renda, infraestrutura e transporte. Essas iniciativas contam com o apoio do ODH, NEABI e da Pró-Reitoria de Extensão, que têm garantido suporte ao longo dos últimos anos.

O trabalho começou durante a pandemia e consolidou vínculos com dois quilombos, sendo eles Tamanduá e Vila da Lata, e com a Comunidade Indígena Guarani. A partir das necessidades identificadas pelos próprios moradores, foram realizadas reuniões, oficinas e rodas de conversa que resultaram em um relatório detalhado sobre a realidade territorial e socioeconômica das comunidades. O documento foi entregue à Prefeitura de Aceguá, apresentando sugestões para implementação de direitos e políticas públicas na região. Embora não tenha havido mobilização municipal suficiente para atender às demandas, o relatório subsidiou a abertura de procedimento administrativo pelo Ministério Público Estadual, que atualmente recomenda ações voltadas às áreas identificadas pelo projeto. Ao longo desse processo, novas instituições passaram a integrar a rede de apoio, como a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, por meio da Comissão de Direitos Humanos.

O projeto também deu origem a iniciativas de pesquisa, entre elas o Trabalho de Conclusão de Curso de Gabriel de Oliveira Soares, intitulado “Quilombolas e Double Chapas: uma análise interseccional do direito à autodeterminação quilombola na fronteira Brasil/Uruguai”, desenvolvido no curso de Direito da UFSM. A pesquisa foi orientada pelo Prof. Dr. José Luiz de Moura Filho, que além de acompanhar o estudo desde sua concepção, atua diretamente na coordenação das ações de pesquisa do projeto Afronteira e integra a linha de frente das atividades junto às comunidades. O trabalho analisa como marcadores de raça, gênero, classe e nacionalidade atravessam a vida da comunidade quilombola Vila da Lata e impactam no acesso ao território, às políticas públicas e ao exercício do direito à autodeterminação. Um dos achados centrais do estudo evidencia que, apesar do reconhecimento institucional da identidade quilombola, o Estado ainda não garante as condições necessárias para o exercício pleno desses direitos, especialmente para as mulheres, que enfrentam desigualdades agravadas e assumem a maior carga de manutenção da comunidade. O autor, que participou do projeto desde a graduação, atualmente cursa mestrado em Direito e integra seu novo trabalho sobre “Coalizão Latino-Americana de Cidades Contra o Racismo, a Xenofobia e a Discriminação Racial”.

Com o encerramento das atividades de extensão deste ano e a continuidade do projeto de pesquisa, as equipes parceiras planejam avançar para uma nova etapa, que consiste na criação de um espaço de referência para as comunidades negras e tradicionais da fronteira Brasil–Uruguai. A intenção é fortalecer práticas de combate ao racismo, ampliar a promoção da igualdade racial e consolidar um ambiente binacional de articulação acadêmica e comunitária voltado à defesa de direitos humanos.

As fotografias que acompanham esta edição registram parte do trabalho realizado em Pelotas, na Arquidiocese local, onde a equipe pesquisou certidões de nascimento, casamento e óbito de pessoas escravizadas vinculadas à Diocese de Jaguarão. Como o Uruguai aboliu a escravidão cerca de cinquenta anos antes do Brasil, muitas famílias negras buscaram atravessar a fronteira em busca de liberdade. No entanto, para manter o controle sobre crianças que nasceriam livres em solo uruguaio, proprietários de escravizados as registravam em território brasileiro, burlando a legislação oriental e impedindo sua emancipação. A pesquisa busca identificar localidades, propriedades rurais e famílias envolvidas nesse processo, contribuindo para o resgate da memória negra na região e para a compreensão da formação histórica das comunidades quilombolas da fronteira.

O trabalho do NIIJuC/R apoiado pelo ODH reafirma o compromisso institucional da UFSM em fomentar iniciativas que contribuam para a garantia de direitos e para o enfrentamento das desigualdades que marcam a região de fronteira.

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A recente ação do projeto “Visita das Infâncias na Penitenciária Estadual de Santa Maria”, idealizada pelo Observatório de Direitos Humanos da UFSM, foi realizada no último sábado, 22 de novembro, durante o horário de visita das crianças a familiares privados de liberdade. Assim como nas edições anteriores, o espaço de espera foi transformado em um ambiente acolhedor, pensado para proporcionar momentos de brincadeira, imaginação e cuidado para crianças, bebês e adolescentes.

A proposta segue firme em seu objetivo de ressignificar as experiências das infâncias no sistema prisional, utilizando o brincar como ferramenta de dignidade, expressão e acolhimento. Durante a manhã, as crianças participaram de atividades lúdicas que estimularam criatividade e convivência, explorando brinquedos, jogos e materiais educativos que tornam o tempo de espera mais leve e significativo.

A ação conta com a colaboração de integrantes do Observatório de Direitos Humanos da UFSM e do projeto “Materiais que Transformam Brinquedos na Educação Infantil”, além do apoio da SUSEPE  e demais servidores da instituição.

Com mais esta edição, a UFSM reafirma seu compromisso com a extensão universitária e com a promoção de experiências educativas que reconhecem o direito de brincar em todos os espaços. As atividades seguem acontecendo todos os sábados de visita das infâncias na penitenciária, garantindo que esse momento seja marcado por afeto, cuidado e dignidade.

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A tarde da última quinta-feira (20) foi especial: a celebração do Dia da Consciência Negra contou com a solenidade de premiação do 4º Concurso Literário Antirracista. Com o tema “Vozes plurais: literatura como ato de resistência”, o 4º Concurso Literário premiou as categorias “Discentes da Rede Pública Municipal e Estadual”, “Servidores da Rede Pública Municipal e Estadual” e “Acadêmicos e técnicos(as) administrativos(as) da UFSM”. O evento promoveu a premiação através de Sarau Literário realizado na Praça Saldanha Marinho junto ao Tributo à Zumbi, que contou também com a realização de diversas atividades, entre elas a Feira Preta - uma feira que exalta o trabalho realizado na periferia.

De acordo com Angela Souza, coordenadora do NEABI da UFSM, “a Consciência Negra não deve ser lembrada só no dia 20, é um trabalho do ano todo. Precisamos lutar pela aplicabilidade das leis e pela vontade política, pois se a cidade tem o selo antirracista é preciso validar esse título”. Angela ainda destacou que a data é um dia de reflexão e reconhecimento de todos e todas que vieram antes e que fizeram com que uma mulher preta pudesse estar na praça falando em um microfone.

Sarau Literário e o Concurso Literário Antirracista do NEABI-UFSM

O Sarau Literário e o Concurso Literário Antirracista do NEABI-UFSM é promovido desde 2022 para estimular a leitura, a produção e a difusão de textos literários, para ampliar afirmativamente a construção de relações democráticas e equitativas. O evento fomenta a escrita que estimula práticas de descolonização do conhecimento, a análise crítica da sociedade e reflexões sobre possíveis estratégias para a inclusão qualificada das populações negras, sobre as relações étnico-raciais, lutas e conquistas.

A organização é do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI - UFSM), do Observatório De Direitos Humanos (ODH), Pró-Reitoria de Extensão (PRE), do Movimento Negro Unificado (MNU), do Levante Popular da Juventude (LPJ) e do Coletivo de Mulheres Negras Carolinas.

Comissão Avaliadora Excepcional

O Concurso Literário Antirracistaé composto por uma comissão avaliadora excepcional. São pessoas que vivenciam as ações afirmativas, o movimento antirracista e promovem, por meio de suas vozes, pesquisas, atividades e existências nobres e essenciais, a construção de uma sociedade com mais equidade, justiça e representatividade negra.

Durante a premiação, a comissão organizadora foi representada por Jacilene Aguiar, que é pedagoga e mestra em História Social pelo Programa de Pós-graduação da UFRGS, graduada em Licenciatura Plena pela Universidade do Estado do Pará e Professora da Rede Municipal de Santa Maria, e Beatriz Pontes, pedagoga, educadora especial, mestra em Educação e doutoranda em Ciências Sociais pela UFSM e Professora da Rede Municipal de Santa Maria.

Abaixo, confira a lista dos vencedores e a sessão de fotos.

Vencedores do 4º Concurso Literário do NEABI-UFSM

POEMA:

    1º Nicéia Lopes

    2º Yasmin Moraes Vargas

    3º Celestino Vaz Tomás Jone Joanguete

    CONTO:

    1º Roberto Silva da Silva

    2º Ynae Pereira Barbosa

    3º Júnior Rafael

    CRÔNICA:

    1º Tiago Rosa

    2º Miguel Luiz

    3º Ana Luísa da Silva Chagas

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    Uma delegação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFSM Maria partiu de Santa Maria/RS no dia 22 de novembro rumo à Marcha das Mulheres Negras em Brasília/DF.

    A Marcha foi realizada pela primeira vez em 2015, momento em que mais de 100 mil mulheres negras do Brasil marcharam contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver. O impacto da primeira edição da Marcha definiu os rumos da organização política das mulheres negras no Brasil e na América Latina.

    Dez anos depois, no dia 25 de novembro de 2025, a 2ª Marcha Nacional reforçará o protagonismo negro das mulheres em suas comunidades e promoverá o engajamento coletivo em um projeto que proporcione vida digna, justiça racial e de gênero.

    Conforme dados compartilhados pelo Instituto DaCor, as mulheres negras representam o maior grupo populacional do Brasil (mais de 60 milhões) e recebem a menor fatia da renda nacional (apenas 10,7%). Nesse contexto, a Marcha é uma das estratégias para a construção de um futuro menos desigual.

    Santa Maria/RS presente

    Em razão da dificuldade de entendimento sobre a importância da Marcha para pautar a reparação como política de Estado, a delegação de mulheres negras de Santa Maria/RS recebeu pouco apoio das instituições locais para chegar até Brasília/DF. A presença no evento se dará por meio de articulação com o Ministério da Igualdade Racial, que proporcionou apoio quanto à logística e infraestrutura.

    A participação da delegação na Marcha faz parte das ações do mês da Consciência Negra, uma data que é uma referência histórica de enfrentamento ao racismo presente nas diversas esferas da sociedade e um momento importante para debater os caminhos para a construção de uma sociedade igualitária. Apesar dos desafios, a mobilização prevê reunir 1 milhão de mulheres brasileiras e latino-americanas.

    Acompanhe os canais oficiais da Marcha das Mulheres Negras: 

    marchadasmulheresnegras.com.br

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/11/18/evento-sobre-relacoes-etnico-raciais-reforca-os-desafios-curriculares-na-universidade Tue, 18 Nov 2025 14:28:49 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4036

    A inserção das temáticas que envolvem as relações étnico-raciais nos currículos acadêmicos foi tema do seminário “Relações étnico-raciais e (re)invenção do saber: Desafios curriculares na Universidade”. O evento foi resultado de pesquisa realizada através do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFSM, pela estudante de Serviço Social Edi Cleia da Silva, que propôs um importante debate sobre a construção de saberes na academia. A pesquisa abordou os ementarios das graduações dos 8 centros de ensino da UFSM e em apenas duas graduações foram identificadas disciplinas obrigatórias acerca do tema.

    Conforme afirma Angela Souza, coordenadora do NEABI da UFSM, esse debate é urgente porque as populações negras, quilombolas e indígenas ainda têm vários desafios dentro das universidades, e a discussão sobre os currículos e as disciplinas pode impactar a permanência dos estudantes nas instituições: “temos que nos enxergar nos espaços e a descolonização dos currículos faz parte do processo. É preciso mudar as estruturas para que todos os corpos caibam na universidade e tenham bem viver dentro desse processo”.

    Conforme os dados apontados, a UFSM tem quase 2.500 docentes brancos e brancas, e somente 12 docentes pretos e pretas, dados que revelam a desigualdade de acessos e oportunidades em um país onde mais de 50% da população é preta.

    Palestrantes

    Para compor as palestras da tarde, foram convidados Anderson Luiz Machado dos Santos, professor do Departamento de Geociências e coordenador do NEABI/UFSM, e Fernanda Oliveira, professora do Departamento de História da UFRGS. Durante sua participação, Prof. Fernanda apontou que as questões raciais não são do negro ou do indígena, mas de toda a sociedade brasileira e o letramento racial é apontado como um caminho para superar desigualdades: “Não sabemos fazer leituras sobre como a raça e a etnia operam na sociedade brasileira. É preciso ter acesso a espaços de formação, para pararmos com o medo de falar das relações étnico-raciais. Precisamos entender as questões e romper com a construção do outro como superior”.

    Prof. Anderson abordou as configurações raciais do Brasil, mostrando como são singulares em razão do mito da democracia racial que existe no país: “Para a população negra, há uma morte em vida, porque as formas de pensar, de viver e existir foram condicionadas às condições do branco. [...] A todo momento, os negros e negras são colocados na zona do não-ser. Os currículos perpetuam as lógicas do pensamento eurocêntrico e a nossa gramática não está presente”.

    Mês da Consciência Negra na UFSM

    O evento fez parte do mês da Consciência Negra na UFSM, uma referência às ações históricas de enfrentamento ao racismo presente nas diversas esferas da sociedade e um momento importante para debater os caminhos para a construção de uma sociedade igualitária. Mais informações sobre as ações e atividades do mês podem ser acessadas aqui.

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/11/13/pup-alternativa-e-homenageada-pela-camara-dos-vereadores-pelos-25-anos-de-compromisso-com-a-educacao-popular Thu, 13 Nov 2025 18:31:13 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4035 Na última terça-feira, 11 de novembro, o Pré-Universitário Popular Alternativa (PUPA) recebeu uma Moção de Gratulação na Câmara Municipal de Santa Maria, em reconhecimento aos 25 anos de atuação do programa na democratização do acesso ao ensino superior e na promoção da inclusão social.

    Desde 2000, o PUPA vem transformando vidas por meio de um trabalho coletivo pautado nos princípios da educação popular, inspirada em Paulo Freire, e na perspectiva da complexidade, proposta por Edgar Morin. O programa é uma ação de extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), apoiada institucionalmente pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e pelo Observatório de Direitos Humanos, e orientada politicamente pelo Laboratório de Metodologia de Ensino (LAMEN), vinculado ao Centro de Educação (CE).

    O cursinho oferece, anualmente, cerca de 200 vagas gratuitas para estudantes que buscam preparação para o ingresso no ensino superior, priorizando critérios socioeconômicos. As aulas são ministradas por acadêmicos de graduação e pós-graduação de diferentes cursos da UFSM e de outras instituições de ensino, que atuam de forma voluntária, integrando ensino, extensão e compromisso social.

    A homenagem celebra não apenas os 25 anos de existência do projeto, mas também o empenho de todas as pessoas que fizeram e fazem parte dessa trajetória, como estudantes, educadores, coordenadores e colaboradores que, juntos, constroem diariamente um espaço de cidadania, oportunidades e transformação social.

    O Observatório de Direitos Humanos da UFSM parabeniza o PUP Alternativa pela homenagem e pelo compromisso contínuo com a educação pública, gratuita e popular em Santa Maria.

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/11/11/novembro-mes-da-consciencia-negra-na-ufsm Tue, 11 Nov 2025 13:55:44 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=4013

    Atividades que inspiram luta e resistência marcam o Mês da Consciência Negra na UFSM - uma referência às ações históricas de enfrentamento ao racismo presente nas diversas esferas da sociedade e um momento importante para debater os caminhos para a construção de uma sociedade igualitária.

    O mês é marcado pelo Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, que relembra a morte de Zumbi dos Palmares, o último líder do quilombo dos Palmares, assassinado em 1695.

    Sobre a importância do Mês da Consciência Negra, Angela Souza, técnica-administrativa e coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFSM, destaca que é um momento para “valorizar nossa ancestralidade, dar visibilidade para a história e a cultura, bem como para as práticas realizadas ao longo do ano, buscando a implementação das legislações que são fruto de lutas dos movimentos sociais”.

    Para Anderson Luiz Machado dos Santos, professor do Departamento de Geociências e coordenador do NEABI/UFSM, esse "é um momento para nós, negros e negras, refletirmos sobre a nossa ancestralidade, sobre a formação social do país e, também, é um momento importante para todos aqueles e aquelas que se dizem antirracistas se somarem à nossa luta e compreenderem a nossa condição na sociedade brasileira".

    Programação diversa

    Na UFSM, uma programação intensa apoiada pelo NEABI direciona o olhar da Universidade para o orgulho da identidade negra.

    Destaque para o Sarau Literário e o 4º Concurso Literário Antirracista, que têm como temática “Vozes plurais: literatura como ato de resistência” e objetivam promover e estimular a leitura, a produção e a difusão de textos literários, ampliando, de forma afirmativa, a construção de relações democráticas e equitativas. O Sarau e o Concurso buscam fomentar escritas que estimulem práticas de decolonização do conhecimento, a análise crítica da sociedade do conhecimento e reflexões sobre possíveis estratégias de inclusão qualificada das populações negras, sobre as relações étnico-raciais, lutas e conquistas. O Concurso Literário recebe textos até o dia 14/11 e o Sarau acontecerá dia 20/11 na Praça Saldanha Marinho.

    As celebrações ainda contarão com o lançamento do Filme Negros Laços, dia 19/11, às 19hs, no Centro de Convenções da UFSM e com o Seminário “Relações Étnico Raciais e a (Re) invenção do Saber: Desafios Curriculares na Universidade”, criado a partir do Projeto de Intervenção do Estágio Obrigatório em Serviço Social que objetivava implementar ações na UFSM para ampliar o debate da questão Étnico Racial no processo de formação acadêmica. O Seminário vai acontecer dia 17/11 no auditório do prédio 74C, das 14hs às 17hs.

    Além disso, a “Roda de Conversa Quilombolas” será celebrada no dia no dia 28/11, às 18hs na sede do NEABI/UFSM, para promover um espaço de escuta sobre as experiências de acesso, permanência e titulação no Ensino Superior.

    Programação completa

    10/11 - 9:30 hs - Oficina de Dança Afro-Brasileira, Instituto Estadual Padre Caetano

    12/11 - 17:30 hs - Oficina de Flamenco Negro, Prédio 40C, Sala 3105

    14/11 - Oficina ERER na Escola Municipal de Ensino Fundamental Valentim Bastianello

    14/11 - Roda de conversa com estudantes do Programa Menor Aprendiz, SENAC

    17/11 - 14hs às 17hs - Seminário Relações Étnico Raciais e a (Re) invenção do Saber: Desafios Curriculares na Universidade, Auditório do prédio 74C

    18/11 - 13:30hs - Participação no evento Consciência Negra: Caminhos para uma Educação Transformadora, IFFar e UFSM Frederico Westphalen

    19/11 - 19 hs - Lançamento do Filme Negros Laços, Centro de Convenções da UFSM

    20/11 - Tributo ao Zumbi - Atividades culturais, políticas e Feira Preta, Praça Saldanha Marinho

    20/11 - 16hs -Sarau Literário do 4º Concurso Literário Antirracista, Praça Saldanha Marinho (junto ao Tributo à Zumbi, que inicia 14hs)

    22/11 a 26/11 - Participação da Delegação NEABI na Marcha das Mulheres Negras, Brasília

    28/11 - 18hs - Roda de Conversa Quilombolas: experiências de acesso, permanência e titulação no Ensino Superior, sede do NEABI/UFSM, prédio da Biblioteca Central

    Imersão Ballroom – Data e local a confirmar

    Dúvidas e informações:

    Instagram do NEABI/UFSM: www.instagram.com/neabi.ufsm

    E-mail: neabi@55bet-pro.com

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/11/07/observatorio-de-direitos-humanos-participa-do-iii-seminario-da-unidade-de-educacao-infantil-ipe-amarelo Fri, 07 Nov 2025 19:33:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=3995

    Nos dias 6 e 7 de novembro de 2025, ocorreu o III Seminário da Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo, no Colégio de Aplicação da UFSM, com o tema “Políticas públicas, práticas e internacionalização em diálogo com os processos formativos”. O evento, realizado no Auditório do CTE/UFSM como evento satélite da 40ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI), reuniu docentes, estudantes e pesquisadores em torno de reflexões sobre as infâncias e as políticas públicas voltadas à sua proteção e promoção de direitos.

    O seminário teve como objetivo promover o diálogo teórico-prático sobre as políticas públicas e as práticas pedagógicas na educação infantil, ampliando a discussão sobre a formação docente, os processos de internacionalização e a centralidade da criança como sujeito de direitos. A programação destacou experiências de ensino, pesquisa e extensão que reafirmam a importância de compreender as infâncias em suas múltiplas dimensões, a partir de uma perspectiva inclusiva e cidadã.

    Entre as participações, a professora Dra. Jane Schumacher, coordenadora do Observatório de Direitos Humanos da UFSM (ODH), apresentou a palestra intitulada “Atuação do Observatório de Direitos Humanos da UFSM na efetivação de políticas públicas para as infâncias”, em que compartilhou dados, experiências e ações extensionistas desenvolvidas pelo ODH.

    Durante sua fala, a professora abordou a relevância da prioridade absoluta e da proteção integral como princípios ético-jurídicos fundamentais na formulação de políticas públicas, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Marco Legal da Primeira Infância. Também apresentou o conjunto de projetos e eixos de atuação do ODH voltados às infâncias, que articulam ações em áreas como saúde, educação, cultura, proteção social e cidadania.

    Entre as iniciativas destacadas estão projetos como Brincando e Aprendendo com os Direitos da Criança e do Adolescente, Esperançando, Viva Criança, Materiais que se Transformam em Brinquedos na Educação Infantil, Oficinas de Teatro e Dança Inclusivas e Programa Estamira de Saúde Mental Comunitária. Essas ações evidenciam o compromisso do Observatório com a transformação social, a intersetorialidade e a defesa dos direitos das crianças em contextos de vulnerabilidade.

    A participação do ODH no seminário reforça o papel da extensão universitária como espaço de diálogo e de construção de políticas públicas comprometidas com a infância, fortalecendo o vínculo entre universidade e sociedade na promoção de uma cultura de direitos humanos.

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/11/07/edital-12-2025-agentes-de-promocao-da-igualdade-racial-ufrb-ufsm Fri, 07 Nov 2025 14:00:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=3994

    O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal de Santa Maria (NEABI-UFSM) participa de acordo de cooperação técnica junto a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e o Ministério da Igualdade Racial (MIR) para a execução do Programa Nacional de Agentes Territoriais de Promoção da Igualdade Racial.

    Os/as Agentes de Promoção da Igualdade Racial atuarão como mediadores/as e produtores/as de confluências, com efetiva atuação no enfrentamento ao racismo, na disseminação de experiências antirracistas em um território de abrangência e na mobilização em torno da melhoria das condições de vida das populações negras que vivenciam estes Territórios, em consonância com o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SINAPIR).

    Nesta etapa de implementação do Programa Nacional de Agentes Territoriais de Promoção da Igualdade Racial são oferecidas vagas para as seguintes Unidades da Federação: Bahia; Distrito Federal; Goiás; Minas Gerais; Rio Grande do Sul e Tocantins.
    No Rio Grande do Sul estão sendo ofertadas 6 vagas em diferentes regiões do estado, territórios e cidades de atuação.
    As bolsas oferecidas neste Edital serão no valor de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) durante 12 (doze) meses. As inscrições estão abertas até o dia 21/11/2025.

    Confira o edital na integra e venha participar conosco!
    EDITAL COMPLETO http://www2.ufrb.edu.br/diversifica/editais/53-edital-12-2025

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/11/07/projeto-da-ueiia-leva-brincadeiras-criativas-as-aldeias-sos-de-santa-maria Fri, 07 Nov 2025 12:59:49 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=3989 No dia 1º deste mês, o projeto de extensão “Materiais que se transformam em brinquedos na Educação Infantil”, da Unidade de Educação Infantil Ipê Amarelo (UEIIA) – Colégio de Aplicação, com apoio do Observatório de Direitos Humanos (ODH), realizou uma ação com bebês, crianças e adolescentes das Aldeias SOS de Santa Maria.

    Recebidos com carinho pela mãe social Ana Regina Campos, os integrantes do projeto foram acolhidos com afeto e tiveram a oportunidade de conhecer a rotina e as vivências das crianças na instituição. A atividade teve como foco promover experiências de brincadeira e criação de brinquedos a partir de materiais naturais e de largo alcance e baixo custo, como canos de PVC, pedaços de MDF e troncos, que ganharam novos significados nas mãos das crianças.

    Durante a visita, os cenários lúdicos foram ampliados com histórias infantis e propostas organizadas por acadêmicas, professoras e técnicos administrativos em educação (TAEs). A ação proporcionou momentos de alegria e descoberta para crianças em situação de acolhimento e transição para reintegração familiar. Além disso, buscou refletir sobre o brincar como direito fundamental e sobre a reutilização de materiais na construção de uma infância mais criativa e consciente.

    O projeto da UEIIA desenvolve ações voltadas às infâncias em diversos espaços, como instituições educativas, a Penitenciária Estadual de Santa Maria, eventos públicos como o Viva ao 55BET Pro e a Feira do Livro, além das Aldeias SOS. Essas iniciativas fortalecem o vínculo entre universidade e sociedade por meio do ensino, da pesquisa e, principalmente, da extensão.

    Vozes que transformam: 

    Para Karine Weber, bolsista de pós-graduação e integrante do projeto, participar das ações nas Aldeias é um exercício de presença e sensibilidade:

    “Cada encontro é um convite a desacelerar, a ouvir com o corpo inteiro, a sentir o outro e a nós mesmos com mais leveza e compaixão. É como se cada sorriso trocado reacendesse a esperança e lembrasse que somos feitos de vínculo, de cuidado e de afeto. Assim, floresce o desejo de ser uma pessoa e uma profissional melhor — alguém capaz de tocar corações com pequenos gestos e transformar o cotidiano em poesia viva.”

    A acadêmica Jordanny de Bastos Ramires, do curso de Educação Especial, destaca o impacto da ação na expressão criativa das crianças:

    “Foi lindo ver como, mesmo em situações de vulnerabilidade, elas se entregavam ao brincar com tanta criatividade e liberdade. Os canos viraram pistas de corrida, aviões, túneis secretos e instrumentos musicais. Era como se, naquele espaço, o mundo se abrisse para novas possibilidades.”

    Jullia Garcia dos Santos, também acadêmica de Educação Especial, compartilha como a experiência contribuiu para sua formação docente:

    “Essas reflexões continuarão comigo ao longo da minha jornada. O projeto não só cria vivências para os acadêmicos, mas também experiências memoráveis para as crianças e outros membros da comunidade.”

    Lavinia Da Rosa Ramos, outra participante da ação, resume com emoção o impacto do encontro:

    “Tive a oportunidade de ver a felicidade estampada no rosto das crianças com os brinquedos e com a nossa presença. Foi notável o quanto aprendemos com elas e o quanto elas aprenderam conosco. Juntos, percebemos que a felicidade está nas pequenas coisas.”

    Para encerrar a manhã, foi realizado um piquenique com guloseimas — um pedido feito pelas crianças na ação anterior, que reforçou ainda mais os laços de afeto e partilha construídos ao longo da visita.

     

    Texto: Jucemara Antunes 

    Edição: Fabiane Gomes

    Fotos: Jucemara Antunes

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/10/31/manha-de-brincadeiras-e-acolhimento-para-criancas-na-penitenciaria-estadual-de-santa-maria Fri, 31 Oct 2025 14:28:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=3958 A iniciativa, idealizada pelo Observatório de Direitos Humanos da UFSM, busca ressignificar as experiências das infâncias no sistema prisional por meio do brincar e do afeto.

    A segunda ação do projeto “Infâncias na Penitenciária Estadual de Santa Maria” foi realizada no dia 25 de outubro, data em que as crianças visitam os pais em regime fechado. O clima já era de expectativa pelo espaço de brincadeira, interação, afeto e acolhimento preparado para crianças, bebês e adolescentes que aguardavam o momento do encontro.

    Mais de 60 participantes estiveram presentes em uma manhã marcada pela ludicidade, o afeto e a convivência familiar. O propósito central do projeto é ressignificar a experiência das infâncias no sistema prisional, utilizando o brincar como uma ferramenta potente de dignidade, acolhimento e expressão.

    Durante a manhã, o espaço de espera foi transformado em um ambiente colorido e cheio de imaginação. As crianças puderam participar de diversas atividades, como montagem com canos e peças geométricas de madeira, pintura com pincéis coloridos em papéis e cartolinas, quebra-cabeças, dominós de personagens e brincadeiras com dinossauros. Também houve um cantinho especial de contação de histórias e leitura, além de um espaço reservado para os bebês, com brinquedos sensoriais e almofadas que incentivam a exploração e o cuidado.

    A ação contou com a colaboração da chefe do Observatório de Direitos Humanos, professora Jane Schumacher, da coordenadora do projeto “Materiais que Transformam Brinquedos na Educação Infantil”, professora Jucemara Antunes, das doutorandas em Educação e integrantes do projeto, Karine Weber e Angelita Machado, e da professora Graziela Escandiel, do projeto Inspira. Também participaram Maria Maristela Jordani, da Academia da Educação Especial, e Luana da Silva, pós-graduanda em Educação. O trabalho teve ainda o apoio da Superintendência dos Serviços Penitenciários (SUSEPE), com os psicólogos Cristian Colovini e Luciana Dimpério, e demais servidores.

    Com essa ação, a UFSM reafirma seu compromisso com a extensão universitária e com a promoção de experiências educativas que reconhecem o direito de brincar em todos os espaços. A atividade seguirá acontecendo em todos os sábados de visita das infâncias na penitenciária, garantindo que o tempo de espera se torne, de fato, um momento de afeto, cuidado e dignidade.

    Imagens: Comunicação do ODH/UFSM.

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/10/31/odh-celebra-o-viva-o-campus-especial-dia-das-criancas-com-arte-brincadeiras-e-integracao-na-ufsm Fri, 31 Oct 2025 13:36:45 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=3938 O evento reuniu famílias, crianças e projetos de extensão em uma tarde de atividades culturais, educativas e recreativas no campus de Santa Maria.

    O Viva o 55BET Pro Especial Dia das Crianças levou alegria, cor e imaginação aos espaços da UFSM no dia 11 de outubro, em uma tarde dedicada ao brincar, à convivência e à arte. A programação foi promovida pelo Programa Viva o 55BET Pro e pelo Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), com o apoio dos projetos Criançando Potencializando Infâncias e cobertura da Revista enFoco, além da participação de parcerias externas e internas da UFSM.

    As instituições externas da UFSM e parceiros na ação marcaram presença com uma programação diversificada. A Clínica Miguel Meirelles levou o grupo Esquadrão da Alegria, promovendo interação e acolhimento com o público. A OCA Odontologia realizou brincadeiras educativas sobre saúde bucal e trouxe brinquedos infláveis que fizeram sucesso entre as crianças. O Criamigos encantou o público com a presença do mascote Pedro Pudim e desenhos para colorir, enquanto a Baby Gym Academia para Bebês desenvolveu atividades lúdicas voltadas a crianças de até três anos, com estímulos cognitivos, de comunicação e multissensoriais.

    O Multivacin trouxe uma proposta divertida e educativa com a “vacinação de brinquedos”, aproximando as crianças da temática do cuidado com a saúde. O Ninho Hospital Veterinário orientou o público sobre prevenção, cuidados e vacinação de cães e gatos, e o Servet Care distribuiu brindes, pipocas e informações sobre bem-estar animal.

    O Projeto Bombeiros Mirim, coordenado pelo instrutor Quadros, apresentou oficinas de primeiros socorros e uma animada tirolesa. O Corpo de Bombeiros Militar também esteve presente, oferecendo passeios no caminhão de bombeiros para crianças e familiares. O evento contou ainda com a participação da Musicomania, que trouxe histórias, músicas e brincadeiras; da Associação Bem Viver, que apresentou suas ações comunitárias; e do programa educacional Ensina Mais, com oficinas de robótica, origami e pintura facial. A Associação Universo Atípico de Santa Maria apresentou iniciativas voltadas à inclusão de famílias com pessoas com autismo e outras deficiências, reforçando o caráter acessível do evento.

    Entre as ações criativas, o Self Service Lavanda Lavanderia encantou o público com a atividade “Varal Divertido da Lavanda”, na qual as crianças brincaram de lavar, torcer e pendurar roupas. O Faufau Brinquedos promoveu oficinas manuais com brinquedos da marca, enquanto a consultoria Lisiane Seixas, especializada em bem-estar e óleos essenciais DōTerra, desenvolveu atividades sensoriais voltadas ao desenvolvimento do olfato e das memórias olfativas.

    O Viva o 55BET Pro integra as ações permanentes do ODH e Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promovendo o uso dos espaços da UFSM de forma sustentável, cultural e comunitária. O evento especial reafirmou esse compromisso, transformando o campus em um ambiente de aprendizado, alegria e participação coletiva.

    Imagens: Comunicação ODH/UFSM.

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/10/30/o-observatorio-de-direitos-humanos-participa-de-acao-comunitaria-na-escola-estadual-lidovino-fanton Thu, 30 Oct 2025 18:00:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=3892 O Observatório de Direitos Humanos da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, esteve presente no dia 4 de outubro durante o evento “Comunidade Lidovino Fanton: Vem pra escola!”, no bairro Caturrita, colaborando e registrando de perto essa iniciativa que aproximou a universidade da comunidade.

    A Escola de Ensino Fundamental Lidovino Fanton se encheu de cores, música e encontros especiais, com um dia inteiro dedicado à integração entre estudantes, famílias e o bairro, mostrando a força da arte, da cultura e do trabalho coletivo.

    A programação contou com uma pintura de grafite coletiva para renovar os muros da escola, reunindo mais de 20 grafiteiros em uma intervenção vibrante e colaborativa. A feira de empreendedorismo também marcou presença, com produtos artesanais como panos de prato, chaveiros floridos e peças de roupa, valorizando o talento e a economia local.

    O som ficou por conta do DJ GD Antônio, em parceria com o projeto Som nas Periferias, garantindo uma trilha animada para o evento, e ainda teve chimarrão com pacotes de chá mate distribuídos gratuitamente. Durante a manhã, ações de saúde levaram informação e cuidado ao público, com acadêmicos e residentes de Odontologia promovendo brincadeiras lúdicas sobre higiene bucal às crianças.

    Confira alguns dos grafites realizados no dia do evento:

    Um dia inspirador que reforça o papel da escola como espaço vivo de convivência, aprendizado e expressão.

    Imagens: Comunicação do ODH/UFSM.

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    O Observatório de Direitos Humanos da UFSM (ODH-UFSM), integrante da Rede Nacional de Evidências em Direitos Humanos (RENE DH), incentiva pesquisadores, pesquisadoras e projetos a participarem do 1º Prêmio de Incentivo à Pesquisa em Direitos Humanos (Prêmio Pesquisa-DH), promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).
    O edital está com inscrições abertas de 29 de setembro a 3 de novembro de 2025, por meio do site do CNPq.
    O prêmio tem como objetivo reconhecer iniciativas científicas e tecnológicas que contribuam para a promoção e defesa dos direitos humanos no Brasil, premiando trabalhos em três categorias:

    • Pesquisa em Direitos Humanos
    • Tradução do Conhecimento em Direitos Humanos
    • Políticas de Direitos Humanos Informadas por Evidências

    A Rede Nacional de Evidências em Direitos Humanos (RENE ODH) é uma instância de articulação, produção e disseminação de informações estratégicas e evidências destinadas a subsidiar a tomada de decisão em direitos humanos e cidadania. Trata-se de uma ação do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) voltada ao fortalecimento da agenda nacional de políticas informadas por evidências, apoiando gestores, pesquisadores e instituições comprometidas com a promoção dos direitos humanos.
    A iniciativa representa uma oportunidade importante para ampliar a visibilidade das ações desenvolvidas na UFSM e fortalecer o compromisso institucional com a produção de conhecimento voltada à transformação social.
    O ODH já confirmou sua inscrição no prêmio, reforçando o protagonismo da Universidade em temáticas de direitos humanos e cidadania. O edital completo e as instruções para inscrição estão disponíveis no portal do CNPq:


    Confira o edital completo e as orientações para inscrição no site do CNPq:
    Edital do Prêmio Pesquisa-DH – CNPq/MDHC
    Saiba mais sobre a RENE ODH:
    Portal da Rede Nacional de Evidências em Direitos Humanos (RENE ODH)

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    O VII Congresso de Pesquisadores Negros e Negras da Região Sul (COPENE) chegou ao fim neste sábado (18), com intensa programação e mais de 600 participantes.

    O evento teve como temática "Resistências ao Sul do Sul: Tecendo as Cosmospercepções para o Bem Viver" e foi realizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFSM, pela Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN) e contou com o apoio do Ministério da Igualdade Racial e da Fundação Cultural Palmares.

    Terceiro dia do evento (17)

    No terceiro dia do COPENE, os participantes puderam desfrutar do Momento Cultural, Ateliê Griot, do Simpósio BORI: Ori, Ancestralidade, Corpo na Arte da Cena e na Educação e do Nzila da Educação Básica.

    Durante o Nzila da Educação Básica, o professor Alan Alves Brito (UFRGS) trouxe o debate sobre a importância da educação para as relações étnico-raciais nos espaços de aprendizagem, sejam eles integrados por estudantes afro-brasileiros e indígenas, ou não. Além disso, ressaltou a importância de a educação abordar a diversidade de culturas e saberes para se tornar verdadeiramente emancipatória.

    O Nzila da Educação Básica teve como temática “Caminhos Ancestrais: Diálogos e Reflexões com as Cosmopercepções Africanas, Indígenas e Quilombolas na Educação Básica” e abordou o lugar das cosmopercepções Indígena, Quilombola e Africana na práxis da Educação Básica, além de temáticas referentes aos níveis da Educação Infantil, Anos Iniciais, Anos Finais e Ensino Médio.

    Durante a tarde, foram realizados simpósios temáticos, oficinas, minicursos, lançamentos de livros, exposições, além da Mesa Redonda V: Raça e Racismo(s) - Desafios da educação antirracista e o Painel Afrocientista. A programação do dia 17 encerrou com o Jantar Baile na Sede ASSUFSM, em que os convidados puderam desfrutar de uma noite inesquecível de celebração da cultura afro-brasileira e da ancestralidade.

    Projeto Afrocientista

    O Painel Afrocientista aconteceu no Salão Imembuí da UFSM e foi um espaço de diálogo sobre o Projeto Afrocientista, uma iniciativa da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), em parceria com o Instituto Unibanco e o Ministério da Educação (SECADI/MEC), para promover a iniciação científica de estudantes negros do ensino médio na rede pública de ensino, fortalecendo sua trajetória acadêmica e seu engajamento cívico.

    A abordagem pedagógica é baseada na formação teórica e metodológica sobre o processo de construção do conhecimento científico com ênfase nas epistemologias negra e indígena, na introdução às práticas científicas através do desenvolvimento de projetos com o apoio de pesquisadores e professores colaboradores, e na promoção da consciência crítica, do impulso à ação social e à valorização das identidades negras em escolas e comunidades.

    Sábado (18) – Encerramento

    O quarto dia do evento contou com apresentações culturais do Grupo Zumbi dos Palmares - Quilombo Miguel dos Carvalhos e do Grupo Clara Nunes - Caçapava do Sul/RS, além da Mesa VI - Epistemologias Africanas e internacionalização.

    A Conferência de Encerramento teve como tema “Exu, O Comunicador: Tecendo Saberes do Sul ao Sul”, foi conduzida por Iyá Silvia e contou com a participação de Rodrigo Penichie, Carolina Rocha e  Nina Fola. As integrantes da conferência convidaram os participantes a sair do lugar comum dos estereótipos que reforçam o racismo, o machismo e a intolerância religiosa.

     O coletivo Afoxé às Yabás encerrou o 7º COPENE Sulcom a força coletiva das mulheres negras e da tradição afro-brasileira. O coletivo difunde o Afoxé como “Candomblé de rua”, manifestação política e revolucionária da cultura negra.

    7º Copene Sul na Rádio UFSM

    Confira a reportagem de Mariane Machado, repórter da Rádio UniFM, sobre o 7º Copene Sul na UFSM. A reportagem conta com as falas de Isadora Bispo (Ministério da Igualdade Racial), Maria Conceição Fontoura (Fundação Cultural Palmares), Deputada Federal Denise Pessôa e professor Anderson Luiz Machado (NEABI/UFSM), além do relato da estudante Giovana Carvalho (UDESC).

    Reportagem disponível aqui.

    http://open.spotify.com/episode/0jN8gVpglNRIM9giTZLKlt?si=6oDp_gPjRTS2AUeqPxGYfA

    Notícia sobre o primeiro dia do COPENE pode ser acessada aqui e sobre o segundo dia pode ser acessada aqui.

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    Hoje (16), a UFSM deu continuidade ao VII Congresso de Pesquisadores Negros e Negras da Região Sul (COPENE), com debates sobre os atravessamentos do Bem Viver nas diversas áreas - no enfrentamento à crise climática, na igualdade de gênero, na educação antirracista, entre outros.

    O VII COPENE Sul tem como temática “Resistências ao Sul do Sul: Tecendo as Cosmospercepções para o Bem Viver” e é realizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFSM, pela Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN) e conta com o apoio do Ministério da Igualdade Racial e da Fundação Cultural Palmares.

    Debates contemporâneos sobre o Bem Viver

    Durante a manhã, a Mesa Redonda Emergência climática: Racismo ambiental e luta pelo Bem Viver contou com a participação da professora Miriam Alves (UFRGS), que convidou os participantes a refletirem sobre o desastre sócio político ambiental vivido no Estado no último ano, colocando em evidência as desigualdades no desastre, advindas da lógica do habitar colonial da terra. Na mesma mesa, a ativista Rayane Xipaia deu ênfase à necessidade de se ouvir as diversas narrativas: “Devemos nos propor a ouvir. De onde vem o mate? Qual é a história do povo Guarani? E do povo Charrua? Essas pontes são o caminho para lidarmos com a crise climática”.

    Na Mesa Redonda Entrelaçando Identidades: Juventude, Raça, Gênero e Inclusão na Educação, Jean Morales destacou a necessidade de ampliar o movimento de ressignificação dos corpos pretos e LGBTQIA+ no espaço acadêmico, para fortalecer a existência dos diversos corpos e subjetividades.

    Na mesma linha, Majo Rockenbach de Farias e Moracos Manicongo destacaram a presença do racismo em espaços universitários do Rio Grande do Sul e provocaram reflexões sobre o reconhecimento e a validação da ancestralidade e espiritualidade negra nos diversos ambientes, como o universitário. Por fim, Ísis Labet deu ênfase à importância em se otimizar a diversidade e a interseccionalidade no discurso acadêmico, como forma de amenizar os ataques sofridos nesse ambiente: “Sempre estamos vivenciando violências, constituídas perante o movimento dos nossos corpos”.

    Dando continuidade às atividades, a tarde contou com a Mesa Redonda Entre a Festa e a Luta - Clubes Sociais Negros como Território de Resistência, lançamento de livros, o Encontro das Ruas - Movimento HIPHOP, reunião do Consórcio de NEABs e Grupos Correlatos, Assembleia do Fórum da Educação Básica, Mesa Redonda Encruzilhadas de Saberes e Práticas Populares Antirracistas, a Feira Afro-Indígena: Saberes, sabores e resistência, oficinas e minicursos.

    Destaque para a Exposição Lélia Gonzalez, que celebra a cultura amefricana inspirada na produção intelectual de Lélia Gonzalez através da curadoria de sua neta, a historiadora Melina Lima. A Exposição acontece até amanhã (17) no prédio 74A.

    As atividades da quinta-feira encerram com o Espetáculo Bayle da Obra, no Ílé Àṣẹ Ìyá Omin Òrun.

    Programação da sexta-feira (17)

    Manhã

    8:00 - Credenciamento (Hall do Centro de Convenções)

    8:30 - Espaço Erê (Colégio Politécnico – Bloco D)

    8:30 - Exposição Lélia Gonzales (Hall Prédio 74C)

    8:30 - Momento Cultural, Ateliê Griot (Tenda Ilê Oca dos Saberes Ancestrais e Africanos - planetário)

    8:30 - Nzila da Educação Básica Caminhos Ancestrais: Diálogos e Reflexões com as Cosmopercepções Africanas, Indígenas e Quilombolas na Educação Básica (Auditório Politécnico)

    8:30 - Simpósio BORI: Ori, Ancestralidade, Corpo na Arte da Cena e na Educação (Auditório Imembuí)

    Tarde

    14:00 - 16:00 - ST 01 A gestão escolar e a mobilização social no desenvolvimento da educação das relações étnico-raciais na educação básica, Coordenador(a): Valesca dos Santos Gomes (PUCRS), Sara da Silva Pereira (Prefeitura), Tânia Mara Pacifico Hreisemnou (UFPR) (Prédio 16CE, sala 215)

    14:00 - 16:00 - ST 02 Branquitude, Branquidade, Brancura, Branco, Coordenador(a): Cintia Cardoso (PMF), Lourenço da Conceição Cardoso (UNILAB) (Prédio 40, sala 2119)

    14:00 - 16:00 - ST 04 Debates e possibilidades para uma Sociologia Negra, Coordenador(a): Carla Silva de Avila (UCPEL), Cassiane de Freitas Paixão (FURG) (Prédio 40, sala 2222)

    14:00 - 16:00 - ST 06 Entre o afropessimismo e o afro-otimismo: no Sul do Sul, Coordenador(a): Micaela Severo da Fonseca Jessof (ufrgs), José Carlos Gomes dos Anjos (UFRGS), Eduardo Guedes Pacheco (UERGS) (Prédio 40, sala 2317)

    14:00 - 16:00 - ST 07 Epistemologias escreviventes do sul e seus diálogos com as afrodiásporas, Coordenador(a): Paula Campos Andrade (UFSC), Rebeca Araújo Barreto (UFSC), Jandira Francisco Domingos (UFSC) (Prédio 74C, sala 4226)

    14:00 - 16:00 - ST 08 Estratégias Artísticas Para Pretagonizar a Presença Negra nas Artes da Cena: Resistência e Contracolonialidade, Coordenador(a): Jesse da Cruz (UFSM) (Prédio 74C, sala 4230)

    14:00 - 16:00 - ST 09 Estratégias de resistência e permanência na pós-graduação: diálogos entre cotistas de ações afirmativas no sul do Brasil, Coordenador(a): Edilson de Jesus Sá (UFSC) (Prédio 40C, sala 3213)

    14:00 - 16:00 - ST 10 Geografias Negras ao Sul, Coordenador(a): Gabriela Rodrigues Gois (Secretaria Municipal de Educação Porto Alegre), Simone da Silva Flores (Prefeitura Municipal de Porto Alegre), Bruno Xavier Silveira (Prefeitura de Porto Alegre) (Prédio 74C, sala 4232)

    14:00 - 16:00 - ST 11 Intelectualidades e Produções Acadêmicas de Africanos(as) continentais no Sul do Brasil, Coordenador(a): Israel Mawete Ngola Manuel (UFRGS), Natália Ernesto Cá (UFPR), Ayolsé Andrade Pires dos Santos (UNESP) (Prédio 16CE, sala 314)

    14:00 - 16 :00 - ST 13 Memória, Patrimônio Cultural, Associativismo Negro e ERER no Sul do Brasil. Coordenador(a): Eráclito Pereira (UFRGS), Catarina Messias Alves (UEM), Maria Helena Tomaz (UDESC) (Prédio 74C, sala 42324)

    14:00 - 16:00 - ST 14 Por contra-arquivo epistêmico: histórias e memórias de pesquisadoras/es negras/os do Sul do Brasil, Coordenador(a): Bruna Moraes Battistelli (UFPR), Luciana Rodrigues (UFRGS), Pedro Henrique Machado (UFRGS) (Prédio 74C, sala 4425)

    14:00 - 16:00 - ST 15 Práxis Pedagógica: a educação das relações étnico-raciais na educação básica, Coordenador(a): Valesca dos Santos Gomes (PUCRS), Sara da Silva Pereira (Prefeitura), Edna Aparecida Coqueiro (SEED) (Prédio 40, sala 1217)

    14:00 - 16:00 - ST 16 Psicologia, Subjetividade e Relações Étnico-Raciais, Coordenador(a): Maylla Monnik Rodrigues de Sousa Chaveiro (Autônoma) (Prédio 74B, sala 3122)

    14:00 - 16:00 - ST17 Sessão temática Comunicação, raça e pensamento afrodiaspórico, Coordenador(a): Deivison Moacir Cezar de Campos (PUCRS) (Prédio 74B, sala 3126)

    Noite

    18:00 - Mesa Redonda VIII, Raça e Racismo(s) - desafios da educação antirracista (Auditório Politécnico)

    21:00 - Confraternização Jantar Baile / Programa de extensão Mojuba Danças Populares Brasileiras - UFSM / CTG Ronda Crioula - São Sepé / Banda Pagode das Pretas (Sede campestre ASSUFSM)

    Jantar Baile

    O Jantar Baile do VII COPENE Sul vai acontecer na sexta-feira (17/10). O cardápio será afro-brasileiro, com acarajé tradicional/vegano, feijoada tradicional/vegana e uma mostra gastronômica dos estudantes do continente africano. O Jantar Baile será na sede Campestre ASSUFSM, às 21h. Haverá transporte saindo da UFSM. Ingressos: R$20 estudantes e R$50 inteira. Ingressos disponíveis aqui. O evento vai disponibilizar transporte saindo da UFSM.

    Mais informações:

    Site do evento: www.copenesul2025.abpn.org.br

    Instagram do evento: www.instagram.com/copenesul.abpn

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    O campus da UFSM recebe desta quarta-feira, 15 de outubro, até sábado (18) o VII Congresso de Pesquisadores Negros e Negras da Região Sul (COPENE). No primeiro dia de evento, o público participou de uma programação diversificada.

    O VII COPENE Sul tem como temática "Resistências ao Sul do Sul: Tecendo as Cosmospercepções para o Bem Viver" e é realizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFSM, pela Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN) e conta com o apoio do Ministério da Igualdade Racial e da Fundação Cultural Palmares.

    Abertura do evento

    Na mesa de abertura, Angela Souza, coordenadora do NEABI da UFSM, reafirmou a presença de pesquisadores negros, negras, indígenas e quilombolas na Universidade e pontuou que o Núcleo trabalha para que os estudantes tenham sucesso em sua formação e saiam da Universidade graduados.

    Adilson Pereira dos Santos, presidente da ABPN, parabenizou a organização do evento e convidou todos para a COPENE Nacional que vai acontecer em julho de 2026, na UnB em Brasília.

    Representando os estudantes indígenas da UFSM, Lindalva Pinheiro Queiroz, do povo Xakriabá, afirma que a existência indígena é presença viva pulsando. Para além do academicismo, apontou para a necessidade de integrar outras formas de aprender e ensinar, capazes de abrir espaço para uma educação universitária plural, inclusiva e diversa.

    O destaque da manhã foi a presença da professora Doutora Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, renomada educadora, pesquisadora e ativista brasileira, cuja carreira é marcada pela luta contra o racismo e pela promoção de uma educação inclusiva. A professora afirmou que, na busca do Bem Viver, precisamos colocar em diálogo as distintas propostas de sociedade e de nação, advindas de pessoas de diferentes pertencimentos étnico raciais, para que seja possível chegar a um comum - essa é a principal contribuição da educação das relações étnico raciais. Para complementar, Isadora Bispo, representado o Ministério da Igualdade Racial, destacou que, ao refletirmos sobre a temática do evento - o Bem Viver - é preciso pensar em várias camadas: "começando no ponto sobre termos o direito de existir, de termos acesso à alimentação três vezes ao dia, no mínimo. É um tema muito mais amplo e mais profundo do que imaginamos".

    A abertura oficial do evento aconteceu com o cortejo guiado pelo Ílé Àṣẹ Ìyá Omin Òrune e com a apresentação artística do Programa de Extensão MOJUBÁ: Danças Populares Brasileiras, coordenado pelo Prof. Dr. Jesse da Cruz, que dissemina as diversas danças e manifestações de cunho popular brasileiro, com foco nas danças afro-brasileiras e indígenas.

    Tarde de diálogos

    A tarde foi intensa, com diversos simpósios temáticos, mesas-redondas, comunicação de pesquisas, painéis, feiras e lançamento de livros, além de uma intensa agenda cultural com repertório das mais variadas expressões e linguagens culturais de matriz afro-brasileira, indígena e africana.

    O diálogo “Territorialidades quilombolas para o Bem Viver” reuniu representantes do Movimento Negro Unificado, da Fundação Cultural Palmares, da Coordenação Nacional de Entidades Negras, da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as, lideranças quilombolas, movimentos antirracistas do Brasil, ativistas dos movimentos sociais, membros de comunidades tradicionais, pesquisadores e educadores antirracistas.

    Na ocasião, o professor Doutor Anderson Luiz Machado dos Santos, coordenador do NEABI da UFSM, falou sobre a importância do território para o bem viver e para as comunidades tradicionais, para quem a propriedade da terra tem outro sentido: “ela não é só terra, ela é território, faz parte da busca por uma vida que seja digna. As comunidades tradicionais detêm os saberes que são fundamentais para o tipo de sociedade que nós queremos”.

    Para complementar, a liderança quilombola Ivonete Carvalho afirmou que “bem viver é terra, é título da terra, é lavoura orgânica. Quando falamos de bem viver, é preciso falar disso. Bem viver é alimento saudável, é água saudável e moradia digna”.

    Programação do segundo dia do evento – quinta-feira (16/10)

    Manhã

    8:00 - Credenciamento (Auditório Prédio 18)

    8:30 - Espaço Erê (Colégio Politécnico – Bloco D)

    8:30 - Exposição Lélia Gonzalez (Hall Prédio 74C)

    8:30 - Coral Guarani (Auditório do Prédio 18)

    8:30 - Mesa Redonda IV, Emergência climática: Racismo ambiental e luta pelo Bem Viver (Auditório do Prédio 18)

    10:00 - Grupo de Dança Kaigang (Auditório do Prédio 18)

    10:00 - Mesa Redonda V, Caminhos Plureancestrais: resignícando corpos pretes na ciência, para construção da afrodiasporienidade e humanização para as diversidades na academia do Sul ao Sul (Tenda Ilê Oca dos Saberes Ancestrais e Africanos - planetário)

    Tarde

    14:00 - Mesa Redonda VI, Entre a Festa e a Luta - Clubes Sociais Negros como Território de Resistência (Auditório do Prédio 18)

    14:00 - 16:00 - Sessões Temáticas (Prédios 16CE /40 / 40C / 74A / 74B / 74C)

    15:00 - 17:00 - Painel OBERERI (Auditório Imembuí)

    17:00 - 18:00 - Exposições e Espaço para lançamentos de livros (Hall do Prédio 74C)

    17:30 - Encontro das Ruas, Movimento HIPHOP (Tenda Ilê Oca dos Saberes Ancestrais e Africanos - planetário)

    14:00 - 16:00 - ST 01 A gestão escolar e a mobilização social no desenvolvimento da educação das relações étnico-raciais na educação básica, Coordenador(a): Valesca dos Santos Gomes (PUCRS), Sara da Silva Pereira (Prefeitura), Tânia Mara Pacifico Hreisemnou (UFPR) (Prédio 16CE, sala 215)

    14:00 - 16:00 - ST 11 Intelectualidades e Produções Acadêmicas de Africanos(as) continentais no Sul do Brasil, Coordenador(a): Israel Mawete Ngola Manuel (UFRGS), Natália Ernesto Cá (UFPR), Ayolsé Andrade Pires dos Santos (UNESP) (Prédio 16CE, sala 314)

    15:30 - 19:00 - ST 12 Literatura na ponta da lança e do lápis: narrativas contemporâneas de autorias negras do rio grande do sul, Coordenador(a): Andressa Thais Lima dos Santos (PUCRS), Cristina Gamino Gomes Tonial (ULBRA) (Prédio 74A, sala 2165)

    14:00 - 16:00 - ST 15 Práxis Pedagógica: a educação das relações étnico-raciais na educação básica, Coordenador(a): Valesca dos Santos Gomes (PUCRS), Sara da Silva Pereira (Prefeitura), Edna Aparecida Coqueiro (SEED) (Prédio 40, sala 1217)

    14:00 - 16:00 - ST 18 Uma Agenda Interseccional entre Raça e Gênero, Açoes Afirmativas e Arte Educação, Coordenador(a): Ana Lúcia Aguiar Melo (UFSM), Bruna Ribeiro Troitinho (UEPA), Maria Rita Py Dutra (SE) (Prédio 74C, sala 4135)

    15:00 - 17:00 - Painel OBERERI (Auditório Imembuí)

    16:00 - 18:00 - Oficinas e Minicursos

    17:00 - 18:00 - Exposições e Espaço para lançamentos de livros (Hall do Prédio 74C)

    17:30 - Encontro das Ruas, Movimento HIPHOP (Tenda Ilê Oca dos Saberes Ancestrais e Africanos - planetário)

    Noite

    18:00 - Reunião do Consórcio de NEABs e Grupos Correlatos (Auditório Imembuí) / Assembleia do Fórum da Educação Básica

    19:00 - Mesa Redonda VII, Encruzilhadas de Saberes e Práticas Populares Antirracistas (Tenda Ilê Oca dos Saberes Ancestrais e Africanos - planetário)

    20:00 - Espetáculo Bayle da Obra (Ílé Àṣẹ Ìyá Omin Òrun)

    Ao longo do dia:

    Exposições (Hall Prédio 74C)

    Feira Preta (Tenda Ilê Oca dos Saberes Ancestrais e Africanos - planetário)

    Espaços de Acolhimento e Tenda do COPENE SUL

    O largo do planetário da UFSM contará com dois espaços para receber os/as participantes do Congresso: o “Espaço de acolhimento”, que incluirá promoção de práticas integrativas da saúde da população negra, indígena e momentos de reflexão; e a “Tenda do COPENE SUL”, um espaço de partilha de experiências e articulação política.

    Espaço Erê e ERER

    Durante todo o evento, vão ser ofertadas atividades no Espaço Erê e ERER, no Colégio Politécnico – Bloco D, para acolher as crianças entre 2 e 10 anos que vão acompanhar seus responsáveis durante o COPENE Sul.

    Jantar Baile

    O Jantar Baile do VII COPENE Sul vai acontecer na sexta-feira (17/10). O cardápio será afro-brasileiro, com acarajé tradicional/vegano, feijoada tradicional/vegana e uma mostra gastronômica dos estudantes do continente africano. O Jantar Baile será na sede Campestre ASSUFSM, às 21h. Haverá transporte saindo da UFSM. Ingressos: R$20 estudantes e R$50 inteira. Ingressos disponíveis aqui.

    Mais informações:

    Site do evento: www.copenesul2025.abpn.org.br

    Instagram do evento: www.instagram.com/copenesul.abpn

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    Observatório de Direitos Humanos - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/2025/10/14/vii-copene-programacao Tue, 14 Oct 2025 13:53:40 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?p=3713

    O Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi) e a UFSM realizam desde esta quarta-feira, 15 de outubro, até sábado, 18, uma série de atividades que fazem parte do VII Congresso de Pesquisadores Negros e Negras da Região Sul (COPENE). Com o tema "Resistências ao Sul do Sul: Tecendo as Cosmospercepções para o Bem Viver", o evento objetiva fortalecer a pesquisa, a resistência e a valorização das histórias, culturas e trajetórias acadêmicas que constituem múltiplos saberes. 

    O evento é realizado pela UFSM, pelo NEABI, pela Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN) e conta com o apoio e financiamento do Ministério da Igualdade Racial e da Fundação Cultural Palmares.

    Programação do primeiro dia do evento – Quarta-feira (15/10/2025)

    Manhã

    9:00 - Credenciamento (Hall Centro de Convenções)

    9:00 - Espaço Erê (Colégio Politécnico – Bloco D)

    9:00 - Abertura Cultural e Homenagens (Centro de Convenções)

    9:00 - Espetáculo Sopro de Negrura / Programa de Extensão Mojubá: Danças Populares Brasileiras / Grupo de Dança Orgulho da Raça - E.E.E.B. Borges de Medeiros - Encruzilhada do Sul/RS / Associação de Capoeira de Rua - Berimbau - Santa Maria/RS / Grupo de Teatro Dramatugiras - Santa Maria/RS

    10:30 - Conferência de Abertura, Resistências ao Sul do Sul: Tecendo Cosmopercepções para o Bem Viver (Centro de Convenções)

    Tarde

    14:00 - Mesa Redonda I, Atenção à Saúde e Racismo - Invisibilidade e Resistências (Auditório do Prédio 18)

    14:00 -16:00 - ST 01 A gestão escolar e a mobilização social no desenvolvimento da educação das relações étnico-raciais na educação básica, Coordenador(a): Valesca dos Santos Gomes (PUCRS), Sara da Silva Pereira (Prefeitura), Tânia Mara Pacifico Hreisemnou (UFPR) (Prédio 16CE, sala 215)

    14:00 - 16:00 - ST 02 Branquitude, Branquidade, Brancura, Branco, Coordenador(a): Cintia Cardoso (PMF), Lourenço da Conceição Cardoso (UNILAB) (Prédio 40, sala 2119)

    14:00 - 16:00 - ST 04 Debates e possibilidades para uma Sociologia Negra, Coordenador(a): Carla Silva de Avila (UCPEL), Cassiane de Freitas Paixão (FURG) (Prédio 40, sala 2222)

    14:00 - 16:00 - ST 05 Educação Inclusiva nas Encruzilhadas: Raça, Deficiência e Interseccionalidade nas Trajetórias Escolares, Coordenador(a): André Luís de Souza Lima (UNISUL), Carla Karnoppi Vasques (UFRGS), Arthur Miranda do Espírito Santo (UFRGS) (Prédio 40, sala 2320)

    14:00 - 16:00 - ST 07 Epistemologias escreviventes do sul e seus diálogos com as afrodiásporas, Coordenador(a): Paula Campos Andrade (UFSC), Rebeca Araújo Barreto (UFSC), Jandira Francisco Domingos (UFSC) (Prédio 74C, 4230)

    14:00 - 16:00 - ST 08 Estratégias Artísticas para Pretagonizar a Presença Negra nas Artes da Cena: Resistência e Contracolonialidade, Coordenador(a): Jesse da Cruz (UFSM) (Prédio 74B, 3225)

    14:00 - 16:00 - ST 10 Geografias Negras ao Sul, Coordenador(a): Gabriela Rodrigues Gois (Secretaria Municipal de Educação Porto Alegre), Simone da Silva Flores (Prefeitura Municipal de Porto Alegre), Bruno Xavier Silveira (Prefeitura de Porto Alegre) (Prédio 74B, sala 2253)

    14:00 - 16 :00 - ST 13 Memória, Patrimônio Cultural, Associativismo Negro e ERER no Sul do Brasil. Coordenador(a): Eráclito Pereira (UFRGS), Catarina Messias Alves (UEM), Maria Helena Tomaz (UDESC) (Prédio 74B, sala 2275)

    14:00 - 16:00 - ST 14 Por contra-arquivo epistêmico: histórias e memórias de pesquisadoras/es negras/os do Sul do Brasil, Coordenador(a): Bruna Moraes Battistelli (UFPR), Luciana Rodrigues (UFRGS), Pedro Henrique Machado (UFRGS) (74A, sala 2373)

    14:00 - 16:00 - ST 15 Práxis Pedagógica: a educação das relações étnico-raciais na educação básica, Coordenador(a): Valesca dos Santos Gomes (PUCRS), Sara da Silva Pereira (Prefeitura), Edna Aparecida Coqueiro (SEED) (Prédio 40, sala 1217)

    14:00 - 16:00 - ST 16 Psicologia, Subjetividade e Relações Étnico-Raciais, Coordenador(a): Maylla Monnik Rodrigues de Sousa Chaveiro (Autônoma) (Prédio 74A, sala 2364)

    14:00 - 16:00 - ST17 Sessão temática Comunicação, raça e pensamento afrodiaspórico, Coordenador(a): Deivison Moacir Cezar de Campos (PUCRS) (Prédio 74B, sala 3324)

    14:00 - Seminário “Territorialidades quilombolas para o Bem Viver" (Tenda Ilê Oca dos Saberes Ancestrais e Africanos - planetário)

    16:00 - 18:00 - Oficinas e Minicursos

    16:00 - 18:00 - Mesa Redonda II, Vida e Obra de Lélia Gonzalez (Hall Prédio 74C)

    16:00 - 18:00 - Abertura da Exposição Lélia Gonzalez (Hall Prédio 74C)

    17:00 - Associação de Capoeira de Rua - Berimbau - Santa Maria/RS (Tenda Ilê Oca dos Saberes Ancestrais e Africanos - planetário)

    Noite

    19:00 - Momento cultural, Biba Manicongo (Auditório do Prédio 18)

    19:00 - Momento cultural, Amanda Silveira (Auditório do Prédio 18)

    19:00 - Mesa Redonda III, Mulheres negras e indígenas ao Sul do Sul (Auditório do Prédio 18)

    Ao longo do dia:

    Exposições (Hall Prédio 74C)

    Feira Preta (Tenda Ilê Oca dos Saberes Ancestrais e Africanos - planetário)

    Espaços de Acolhimento e Tenda do COPENE SUL

    O largo do planetário da UFSM contará com dois espaços para receber os/as participantes do Congresso: o “Espaço de acolhimento”, que incluirá promoção de práticas integrativas da saúde da população negra, indígena e momentos de reflexão; e a “Tenda do COPENE SUL”, um espaço de partilha de experiências e articulação política.

    Espaço Erê e ERER

    Durante todo o evento, vão ser ofertadas atividades no Espaço Erê e ERER, no Colégio Politécnico – Bloco D, para acolher as crianças entre 2 e 10 anos que vão acompanhar seus responsáveis durante o COPENE Sul.

    Jantar Baile

    O Jantar Baile do VII COPENE Sul vai acontecer na sexta-feira (17/10). O cardápio será afro-brasileiro, com acarajé tradicional/vegano, feijoada tradicional/vegana e uma mostra gastronômica dos estudantes do continente africano. O Jantar Baile será na sede Campestre ASSUFSM, às 21h. Haverá transporte saindo da UFSM. Ingressos: R$20 estudantes e R$50 inteira. Ingressos disponíveis aqui.

    Mais informações:

    Site do evento: www.copenesul2025.abpn.org.br

    Instagram do evento: www.instagram.com/copenesul.abpn

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    O VII Congresso de Pesquisadores Negros e Negras da Região Sul está chegando na UFSM para celebrar a diversidade, enfrentar as adversidades e construir uma sociedade antirracista. O evento começa na próxima semana, entre os dias 15 e 18 de outubro de 2025, com uma programação para todos os públicos. Serão promovidas conferências, simpósios temáticos, mesas-redondas, comunicação de pesquisas, painéis, feiras e lançamento de livros, além de uma intensa agenda cultural com repertório das mais variadas expressões e linguagens culturais de matriz afro-brasileira, indígena e africana.

    Com o tema "Resistências ao Sul do Sul: Tecendo as Cosmospercepções para o Bem Viver", o Congresso se consolida como um espaço essencial para o fortalecimento da pesquisa, da resistência e da valorização das histórias, culturas e trajetórias acadêmicas que constituem múltiplos saberes. 

    Com apoio da UFSM, o evento é realizado pelo Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da UFSM e pela Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN). O financiamento é por parte do Ministério da Igualdade Racial e da Fundação Cultural Palmares.

    Primeiro dia do evento

    A programação do evento inicia na quarta-feira, dia 15 de outubro (9h), momento em que o público poderá curtir, no Centro de Convenções da UFSM, o espetáculo “Sopro de Negrura”, do Programa de Extensão Mojubá: Danças Populares Brasileiras, seguido das apresentações do Grupo de Dança “Orgulho da Raça”, da Associação de Capoeira de Rua–Berimbau e do Grupo de Teatro Dramatugira. Após as apresentações culturais, a conferência de abertura vai iniciar as discussões sobre o tema “Resistências ao Sul do Sul: Tecendo Cosmopercepções para o Bem Viver”.

    Durante a tarde, o seminário “Diálogos: Territorialidades quilombolas para o Bem Viver" (15h, tenda do COPENE SUL) vai proporcionar um ambiente de partilha entre comunidades quilombolas, comprometidas com a luta antirracista e a valorização de saberes tradicionais.

    No mesmo dia (16h, prédio 74C), acontecerá a abertura da Exposição Lélia Gonzalez, que celebra a cultura amefricana inspirada na produção intelectual de Lélia Gonzalez através da curadoria de sua neta, a historiadora Melina Lima.

    As Mesas Redondas do dia 15 de outubro incluem os temas Atenção à Saúde e Racismo - Invisibilidade e Resistências (14h, prédio 18) e Mulheres negras e indígenas ao Sul do Sul (19h, prédio 18). Os momentos culturais do primeiro dia encerram com as apresentações de Biba Manicongo e Amanda Silveira (prédio 18).

    Os três primeiros dias do evento contarão, ainda, com a Feira Afro-Indígena: Saberes, sabores e resistência, oficinas e minicursos disponíveis aqui, além de exposições, simpósios temáticos, painéis e lançamento de livros.

    Recepção e partilha: Espaços de Acolhimento e Tenda do COPENE SUL

    Durante todo o evento, o largo do Planetário da UFSM contará com dois espaços para receber os participantes do Congresso: o “Espaço de acolhimento” será um ambiente com diversas atividades, que incluem a promoção de práticas integrativas da saúde da população negra, indígena e momentos de reflexão; a “Tenda do COPENE SUL” vai promover um espaço de partilha de experiências e articulação política entre comunidades quilombolas, pesquisadores(as), estudantes e militantes comprometidos com a luta antirracista e a valorização de saberes tradicionais.

    Educação antirracista em foco

    Na quinta-feira, dia 16 de outubro/2025 (19:00, Auditório Imembuí da UFSM) vai acontecer a Assembleia do Fórum da Educação Básica. Na sexta-feira, dia 17 de outubro (8h30, Colégio Politécnico) vai acontecer o Nzila da Educação Básica, com a temática “Caminhos Ancestrais: Diálogos e Reflexões com as Cosmopercepções Africanas, Indígenas e Quilombolas na Educação Básica”. “Nzila" pode ser entendido como "o caminho", uma trilha de saberes que conecta passado, presente e futuro dentro das epistemologias africanas e afro-brasileiras.

    A programação abordará o lugar das cosmopercepções Indígena, Quilombola e Africana na práxis da Educação Básica, além de temáticas referentes aos níveis da Educação Infantil, Anos Iniciais, Anos Finais e Ensino Médio.

    Espaço Erê e ERER

    Durante todo o evento, vão ser ofertadas atividades no Espaço Erê e ERER, no Colégio Politécnico – Bloco D, para acolher as crianças entre 2 e 10 anos que vão acompanhar seus responsáveis durante o COPENE Sul.

    Confraternização

    Haverá um Jantar Baile do VII COPENE Sul, uma noite inesquecível de celebração da cultura afro-brasileira, integração e ancestralidade. A abertura cultural será por conta de Mojubá Danças Populares Brasileiras (UFSM) e do CTG Ronda Crioula (São Sepé), em diálogo com as matrizes africanas da região. As atrações musicais serão a Banda Pagode das Pretas, com muito protagonismo feminino negro, além de DJs animando a pista com ritmos diversos. O cardápio será afro-brasileiro, com acarajé tradicional/vegano, feijoada tradicional/vegana e uma mostra gastronômica dos estudantes do continente africano. O Jantar Baile vai acontecer na sexta-feira (17/10), às 21h, na sede Campestre ASSUFSM. Ingressos: R$20 estudantes e R$50 inteira. É possível comprar ingresso aqui.

    Atividades da programação:

    Quarta-feira – 15 de outubro/2025

    9:00 - Credenciamento (Hall Centro de Convenções)

    9:00 - Espaço Erê (Colégio Politécnico – Bloco D)

    9:00 - Abertura Cultural e Homenagens (Centro de Convenções)

    10:30 - Conferência de Abertura (Centro de Convenções). Tema: Resistências ao Sul do Sul: Tecendo Cosmopercepções para o Bem Viver.

    14:00 - Mesa Redonda I. Atenção à Saúde e Racismo - Invisibilidade e Resistências (Prédio 18)

    14:00 - 16:00 - Simpósios Temáticos (STs) (Prédio 74)

    15:00 - Seminário “Territorialidades quilombolas para o Bem Viver" (Tenda do COPENE)

    16:00 - 18:00 Oficinas e Minicursos (Prédio 74)

    16:00 - 18:00 Abertura Exposição Lélia Gonzalez (Hall Prédio 74C)

    18:00 - Momento Cultural - Biba Manicongo (Auditório do Prédio 18)

    18:00 - Momento Cultural - Amanda Silveira (Auditório do Prédio 18)

    19:00 - Mesa Redonda II-Mulheres negras e indígenas ao Sul do Sul (Auditório do Prédio 18)

    Quinta-feira – 16 de outubro/2025

    8:00 – Credenciamento (Auditório do Prédio 18)

    8:30 - Espaço Erê (Colégio Politécnico – Bloco D)

    8:30 - Exposição Lélia Gonzalez (Hall do Prédio 74C)

    8:30 - Momento Cultural - Coral Guarani (local a confirmar)

    8:30 - Mesa Redonda III Emergência climática: Racismo ambiental e luta pelo bem viver (Auditório do Prédio 18)

    10:00 Momento Cultural - Grupo de Dança Kaigang (Auditório do Prédio 18)

    10:00 - Mesa Redonda VII - Entrelaçando Identidades: Juventude, Raça, Gênero e Inclusão na Educação (Tenda do COPENE) – (A confirmar)

    14:00 - Mesa Redonda IV - Entre a Festa e a Luta - Clubes Sociais Negros como Território de Resistência (Auditório do Prédio 18)

    14:00 - 16:00 Simpósios Temáticos (STs) (Prédio 74)

    15:00 - 17:00 Painel OBERERI (Auditório Imembuí)

    16:00 - 18:00 Oficinas e Minicursos (Prédio 74)

    17:00 - 18:00 Exposições e Espaço para lançamentos de livros (Hall do Prédio 74C)

    17:30h Feira Preta - Encontro das Ruas (Movimento HIP HOP)

    19:00 Reunião do Consórcio de Neabs e Grupos Correlatos (Auditório Imembuí)

    19:00 Assembleia do Fórum da Educação Básica - (Auditório Imembuí)

    19:00 -  Mesa Redonda V Encruzilhadas de Saberes e Práticas Populares Antirracistas (Tenda do COPENE)

    20h - Espetáculo "Bayle da Obra" - Ílé Àṣẹ Ìyá Omin Òrun (Mãe Silvia)

    Sexta-feira - 17 de outubro/2025

    8:00 – Credenciamento (Hall Centro de Convenções)

    8:30 - Espaço Erê (Colégio Politécnico – Bloco D)

    8:30 - Exposição Lélia Gonzalez (Hall Prédio 74C)

    8:30 - Momento Cultural - Ateliê Griot

    8:30 - Nzila da Educação Básica - Caminhos Ancestrais: Diálogos e Reflexões com as Cosmopercepções Africanas, Indígenas e Quilombolas na Educação Básica (Auditório Politécnico)

    8:30 - Simpósio “BORI: Ori, Ancestralidade, Corpo na Arte da Cena e na Educação (Auditório Imembuí)

    14:00 - 16:00 Simpósios Temáticos (STs) (Prédio 74)

    16:00 - 18:00 Oficinas, Minicursos e Exposições (Prédio 74)

    15:00 - 17:00 Painel Afrocientista (Auditório Imembuí)

    17:00 - 18:00 Espaço para lançamentos de livros (Prédio 74C - Hall)

    18:00 - Mesa Redonda V: Raça e Racismo(s) - Desafios da educação antirracista

    19:00 Momento Cultural (Auditório Politécnico)

    21:00 - Confraternização (Jantar Baile por adesão) (Sede ASSUFSM)

    Sábado – 18 de outubro/2025

    09:00 Momento Cultural. Grupo Zumbi dos Palmares - Quilombo Miguel dos Carvalhos (Centro de Convenções)

    09:30 Mesa VI - Epistemologias Africanas e internacionalização (Centro de Convenções)

    11:00 Grupo Clara Nunes - Caçapava do Sul/RS (Centro de Convenções)

    11:00 Momento Cultural - Lanceiros Negros - Caxias do Sul/RS (Centro de Convenções)

    14:00 -Conferência de Encerramento. Exu, O Comunicador: Tecendo Saberes do Sul ao Sul (Centro de Convenções)

    16:00 Carta do VII COPENE-Sul (Centro de Convenções)

    17:00 Apresentação Cultural de Encerramento (Centro de Convenções)

    Mais informações:

    Site do evento: www.copenesul2025.abpn.org.br

    Instagram do evento: www.instagram.com/copenesul.abpn

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