UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma Universidade Sustentável - O esforço da UFSM na preservação do meio ambiente Fri, 10 Mar 2023 17:17:54 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma 32 32 UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2023/03/08/obra-da-nova-academia-do-cefd-possui-licenca-ambiental Wed, 08 Mar 2023 12:57:08 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1071

Buscando ampliar seu espaço físico e proporcionar um ensino de qualidade, a Universidade Federal de Santa Maria deu início à construção de uma academia de musculação, no Centro de Educação Física e Desporto (CEFD). Este espaço atenderá a comunidade que participa de projetos desenvolvidos pelos professores e alunos do curso de Educação Física da Universidade. 

Mas você conhece os bastidores de uma nova obra dentro da UFSM? E quais são os setores envolvidos?

Todo novo espaço construído na instituição que vá causar impacto ambiental – como o corte de árvores nativas e/ou aumento na geração de efluentes, necessita do Licenciamento Ambiental, que é obtido através de uma Licença Prévia e de Instalação para Ampliação (LPIA). Esse procedimento é uma exigência que consta na Licença de Operação do campus sede da UFSM e é importante frisar que a obra só pode ser iniciada após a emissão da Licença Ambiental. 

Para a obtenção da Licença Prévia é necessário documentos como a caracterização geotécnica, inventário florestal, plano de controle ambiental das obras civis, laudo do meio biótico e projeto de esgotamento sanitário. Toda documentação é produzida na Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA), envolvendo, principalmente, a Coordenadoria de Obras e Planejamento Ambiental (COPA) e o Setor de Planejamento Ambiental. Além disso, os setores contam com a parceria de professores e laboratórios da Universidade para realização  da documentação necessária. Para a academia, a PROINFRA contou com a ajuda do Professor Dr. Dalvan José Reinert, do Laboratório de Física do Solo, que auxiliou na execução de ensaios para definição da taxa de infiltração do solo, que comprova que o local está apto para receber o efluente que será gerado, garantindo assim seu tratamento. 

Após todas essas etapas estarem concluídas, é aberto um processo na plataforma Sistema Online de Licenciamento Ambiental, que pertence a FEPAM. O órgão analisa a documentação, e estando tudo certo, é emitida a LPIA. 

A obra será fiscalizada por um Engenheiro Civil e pela Engenheira Sanitarista e Ambiental do Setor de Planejamento Ambiental da PROINFRA. A fiscalização é imprescindível para a garantia da execução de maneira correta de tudo que consta na licença. Uma dessas obrigatoriedades é a gestão dos resíduos da construção civil, que devem ser enviados para aterro sanitário licenciado. Essa ação deve ser comprovada através do Comprovante de Destinação Final desses resíduos. 

O licenciamento ambiental das novas obras é um grande passo para sermos uma Universidade cada vez mais sustentável, que respeita e cuida do meio ambiente.

]]>
UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/08/04/colegio-politecnico-em-parceria-com-a-proinfra-oferece-composteira-para-realizacao-de-aulas-praticas Thu, 04 Aug 2022 18:15:51 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1060
Composteira da UFSM após recebimento da coleta pelos pontos do campus.

Após a criação do curso técnico em Meio Ambiente do Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 2011, viu-se a necessidade de um local em que os alunos pudessem colocar em prática o conhecimento adquirido em sala de aula. Inicialmente, essa prática era feita de uma maneira bem simples: com uma lona estendida no chão – para não contaminar o solo – e materiais orgânicos simulando o processo de compostagem. Por conta da alta demanda pelo serviço, foi preciso que houvesse o uso de uma estrutura maior e mais profissional. 

Pensando na expansão da atividade para outros setores da Universidade, o professor Maurício Vicente Motta Tratsch, juntamente a outros profissionais do Politécnico, submeteram o projeto da composteira ao Projeto Ciclo de Vida Sustentável. Essa iniciativa tinha como objetivo dar espaço e visibilidade à ações que buscassem melhorar o meio ambiente. A composteira da UFSM foi contemplada com a máquina revolvedora – que auxilia na mistura dos resíduos orgânicos, favorecendo a entrada de oxigênio no processo de compostagem –  e com as placas solares, para que pudessem gerar energia fotovoltaica e colocar em funcionamento a estrutura.

Atualmente o local é utilizado para as aulas práticas dos cursos de Técnico em Meio Ambiente, Técnico em Alimentos e no curso de Tecnólogo em Gestão Ambiental, nas disciplinas de Resíduos Sólidos e Tecnologias Limpas, Tratamento de Resíduos e Gestão de Resíduos, respectivamente. O húmus gerado pelas técnicas aplicadas na compostagem é utilizado para fomento do solo do próprio Colégio Politécnico. Alguns dos locais em que esse composto orgânico é usado são: o laboratório de fruticultura, laboratório de espécies nativas e práticas ambientais e também nas áreas verdes do colégio. O espaço possibilita aos acadêmicos uma experiência que não seria vivenciada em sala de aula, como o processo de análise de bactérias, utilização do triturador, e separação de resíduos para a compostagem. O projeto conta ainda com a participação de bolsistas, que tem como objetivo o conhecimento da prática e o monitoramento da chegada de resíduos do campus. 

A coleta de resíduos orgânicos no campus sede ocorre através da parceria com o Setor de Planejamento Ambiental da PROINFRA, que gerencia a operacionalização da rota. A iniciativa surgiu com a professora Marta Tocchetto em 2017 com o trabalho de coleta seletiva, e atualmente abrange 24 pontos, entre eles: Restaurante e Lancheria Sabor e Rango (Centro de Educação – CE), Restaurante Pitadella (Centro de Ciências da Saúde – CCS), Cosmopolita CoffeeHouse (Centro de Tecnologia – CT), Incubadora Tecnológica, CPD, COPERVES, CQVS, DERCA, AGITTEC e Reitoria, tendo um montante aproximado de 250 kg de resíduos orgânicos por dia.

A composteira junto com outras iniciativas da Universidade, como os Pontos de Entrega Voluntária (PEV’s) de Resíduos Eletroeletrônicos e a própria Coleta Seletiva Solidária da UFSM, são de extrema importância para a destinação de resíduos no campus, pois propiciam a reciclagem e o reaproveitamento de resíduos que outrora iriam para um aterro sanitário.

Entendendo o funcionamento de uma composteira

A compostagem consiste no conjunto de técnicas que transformam a matéria orgânica em húmus, ou seja, um adubo de boa qualidade. No caso da técnica realizada pela UFSM, a principal fonte vem dos alimentos que são descartados pelos locais em que a coleta passa. Para que esse material possa ser utilizado na composteira, o alimento não pode estar cozido ou temperado e de preferência deve ter dimensão de 1 a 5 cm. Os resíduos utilizados para a criação do húmus são uma mistura balanceada entre fontes de carbono e de nitrogênio que resultam em alimento para as bactérias que realizam a decomposição, além de funcionar como regulador de umidade e temperatura.

Os benefícios da técnica da compostagem são vários, entre eles pode-se destacar: o baixo custo, destinação correta aos resíduos orgânicos, contribuição para melhoria da qualidade do solo e do desenvolvimento de plantas, e redução da utilização de fertilizantes químicos, resultando em uma menor contaminação ambiental. 


Texto e foto: Maria Carolina Dias, estudante de Jornalismo e bolsista de comunicação na PROINFRA

]]>
UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/03/29/comite-ambiental-da-ceu-ii-realiza-terceira-edicao-do-escambo-solidario Tue, 29 Mar 2022 18:31:03 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1046


Na tarde do dia  19 de março (sábado), o Comitê Ambiental da Casa do Estudante (CEU) II da UFSM realizou a terceira edição do Escambo Solidário. Idealizado e desenvolvido pela organização juntamente com a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) da UFSM, o Escambo visa sensibilizar os moradores da CEU II e comunidade acadêmica quanto à necessidade da adoção de práticas sustentáveis no dia a dia. Nessa edição, ele foi realizado no Hall da União Universitária  (Restaurante Universitário 1) do campus sede.

A ação se resume em trocas de embalagens descartáveis por Ecopilas (moeda do projeto). Quem realizasse essas trocas e angariasse a quantidade necessária de Ecopilas, poderia trocar as moedas por plantas de diversos tipos, catalogadas anteriormente pela CEU. As embalagens foram entregues previamente e também no dia do evento, contabilizando até então, cerca de 700 unidades recebidas e “pagas” com Ecopilas. 

A iniciativa casou com a distribuição de marmitex que está sendo feita pelo RU desde fevereiro, dando uma destinação melhor para as embalagens distribuídas. A cada embalagem de marmitex devidamente higienizada, foram entregues 2 Ecopilas. Muitos moradores escolheram aguardar a próxima edição do Escambo para acumularem mais embalagens e conseguirem trocar por mais Ecopilas. 

A 4ª edição do Escambo Solidário ainda não possui uma data definida, mas há previsão que ela ocorra no início de junho. Este intervalo permite aos moradores acumularem Ecopilas para trocar pelas plantas.

O Comitê Ambiental da CEU segue recebendo e trocando as embalagens todos os sábados pela manhã, das 8h30min às 11h, no viveiro localizado em frente ao bloco 23. Além de marmitex, há a oferta de Ecopilas para embalagens de amaciante e, em breve, óleo de cozinha. Todos os materiais adquiridos são reutilizados nos projetos desenvolvidos pelo Comitê. As embalagens marmitex, por exemplo, são utilizadas como camada de drenagem na montagem dos vasos e arranjos de plantas. Para mais informações, acesse as páginas do Comitê Ambiental nas redes sociais. 

]]>
UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/03/29/fala-ai-pet-pet-enfermagem Tue, 29 Mar 2022 18:29:36 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1044 O Programa de Educação Tutorial vinculado ao curso de Enfermagem do campus sede da UFSM conta um pouco da sua história no décimo episódio da série “Fala aí, PET!”. Implantado em 2007, objetivando proporcionar uma formação integral aos acadêmicos, o programa conta hoje com um time completamente feminino de 12 bolsistas que desenvolvem uma série de ações baseadas na tríade ensino, pesquisa e extensão dentro da Universidade e ao seu redor. 

Dentre as ações desenvolvidas, está “O Lamparim”, um informativo produzido semestralmente com conteúdos científicos da área da saúde e Enfermagem, veiculado nas redes sociais do PET Enfermagem. Há também o “Educa PET”, que promove espaços de educação em saúde nas áreas de maior circulação de pessoas da UFSM, e online atualmente, por meio de materiais e palestras nas redes sociais do projeto. Já “O Adolescer” oferece oficinas conforme interesse do público alvo, formado por adolescentes. Por fim, o “Circulação” é uma das atividades de maior destaque, porque engloba vários grupos PET da UFSM na mobilização pela doação de sangue e conscientização da população geral sobre a importância do ato.

A organização das funções e tarefas se dá logo no início de cada semestre, de acordo com a carga horária e as demandas de cada projeto. Para isso, há a realização de uma reunião com o intuito de montar equipes que serão administradoras do projeto no decorrer do ano; nessas se escolhe duas “mães” para cada projeto (mães são as responsáveis, quem responde pelo projeto) e mais três ou quatro bolsistas para comporem a equipe. Todos os anos acontece a troca de projetos para que as bolsistas consigam vivenciar  todos os projetos em seu tempo enquanto PETianas.

No quesito sustentabilidade, o assunto é pautado em conversas entre as integrantes do grupo. Assuntos como a separação de resíduos e a importância da conscientização do consumo são debatidos pelas bolsistas. Além disso, o grupo produziu para um projeto, bonecos feitos de garrafas pet para que fossem utilizados em ações presenciais, uma forma criativa e sustentável encontrada pelos integrantes responsáveis de ter o material necessário para o desenvolvimento do projeto. Recentemente, em um INTERPET que teve como temática a sustentabilidade, as bolsistas, professoras tutoras e colaboradoras puderam participar, entender diversas questões emergenciais existentes em relação ao estilo de vida e meio ambiente, bem como refletir e pensar ações futuras e como o PET pode impactar de forma positiva para o olhar acerca da sustentabilidade.

Quando questionadas sobre como é fazer parte do PET Enfermagem, as integrantes disseram: “Uma frase bastante comum de ser dita por um PETian@ é que somos ‘uma pessoa antes do PET e outra totalmente diferente depois do PET’ e essa é uma frase que define muito bem tudo que este programa nos possibilita.”.. “É surreal a forma como desde o primeiro dia como PETian@ somos instigados a melhorar, evoluir, desafiar, aprimorar […] realmente, não é fácil, porém, vale muito a pena.”, finalizam as integrantes.

]]>
UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/02/17/restaurante-universitario-da-ufsm-campus-sede-disponibilizara-marmitex-para-alunos-moradores-das-casas-do-estudante Thu, 17 Feb 2022 16:16:19 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1041 A partir do dia 21 de fevereiro (segunda-feira), o Restaurante Universitário (RU) da UFSM campus sede disponibilizará marmitex (almoço e jantar) para estudantes moradores das Casas do Estudante. Nesta primeira etapa, haverá a produção e distribuição de aproximadamente 1500 marmitex por dia, que serão direcionados para os alunos com Benefício Socioeconômico (BSE) moradores das Casas do Estudante devidamente cadastrados na primeira etapa do censo da Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE)

Agendamento e retirada do marmitex: 

Para retirar o marmitex, os interessados e cadastrados no Censo da PRAE devem realizar o agendamento no aplicativo da UFSM Digital ou no Portal de agendamentos do RU, entrar no Restaurante usando máscara facial, apresentar a carteirinha de identificação (titulares e responsáveis pelos titulares), carteirinha de vacinação e retirar a refeição.  O consumo dentro do refeitório ainda não é permitido devido à pandemia. 

  • Horários de agendamento da retirada do marmitex: 

Almoço: Até às 20h do dia anterior;

Jantar: Até às 11h30min.

  • Horário para a retirada do marmitex:

Almoço: 11h30min – 13h.

Jantar: 18h – 19h15min.

Em caso de desistência, o interessado deve cancelar o agendamento ou disponibilizar, as duas opções podem ser realizadas no APP UFSM Digital ou no Portal do Restaurante Universitário. 

Consumo e descarte

O marmitex é entregue em embalagem de isopor para garantir o melhor acondicionamento e manutenção da temperatura dos alimentos. Sugere-se o consumo imediato da refeição no apartamento de cada estudante, evitando aglomerações. Apesar do isopor ser um material reciclável, em Santa Maria não há empresas que façam o selecionamento e reciclagem de embalagens de isopor. Por isso, as embalagens devem ser higienizadas e descartadas nos contêineres cinzas – para rejeitos – espalhados no entorno das Casas do Estudante pelo campus da UFSM.  

Por que o Isopor? 

Mesmo sendo um material sem destinação reciclável no município, ele continua sendo o mais adequado para armazenamento e conservação dos alimentos disponibilizados nos marmitex. Pensando na redução de danos ambientais, o Projeto Janela Verde, desenvolvido pelo Comitê Ambiental da Casa do Estudante II da UFSM, realiza o chamado “Escambo Solidário”. Nele, há a troca de materiais de isopor higienizados por mudas de plantas, seguindo as devidas orientações. A cada 10 embalagens serão pagos 2 EcoPilas (moeda do projeto) que poderão ser utilizados na compra de mudas e plantas ornamentais, condimentares, aromáticas, medicinais e PANC’s produzidas no viveiro, como hortelã, peixinho-da-horta e guaco. Para acessar o catálogo completo de plantas, clique aqui! Além disso, o Comitê Ambiental da CEU continuará publicando novidades acerca do escambo solidário em seu perfil no Instagram (@ca.ufsm).

]]>
UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/01/28/fala-ai-pet-pet-engenharia-eletrica Fri, 28 Jan 2022 20:08:08 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1033

No 9° episódio da série “Fala aí, PET!”, o Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Elétrica da UFSM é destaque. Fundado em agosto de 1995 pelo professor Alexandre Campos, ele surgiu com o intuito de oficializar os grupos de alunos que estavam procurando trabalhar com tutoria, projetos de pesquisa, melhoria do curso, entre outros projetos.

No momento, o PET-EE possui 18 projetos em andamento distribuídos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão. Na extensão, o programa se destaca desenvolvendo seis destes projetos em que os estudantes interagem com a comunidade, sendo eles: Atividade de Voluntariado, Circulação, Curso de Eletricidade Básica voltado para Mulheres, Eletrônica Fundamental, Olimpíada de Robótica e Bandeiras Tarifárias de Energia Elétrica. O Curso de Eletricidade Básica voltado para mulheres, colabora diretamente com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 6 da Agenda 2030, que prevê a Igualdade de Gênero.  Nele, as integrantes mulheres do PET ensinam alunas de escolas da região sobre eletricidade básica, ensinando como instalar uma lâmpada ou montar um circuito de tomada.

Atualmente, o PET Engenharia Elétrica possui 15 integrantes, sendo 12 bolsistas e 3 não-bolsistas. Cada membro deve escolher, no mínimo, um projeto de cada área (pesquisa, ensino e extensão) para fazer parte. Normalmente, o integrante escolhe mais de três projetos e auxilia na realização deles. Cada projeto possui um líder que organiza seu grupo e responde por ele. 

Dentre as atividades protagonizadas pelo grupo, está a produção de minicursos que, devido à pandemia, foi idealizada no formato online. Neles, o  PET se preocupa em estudar e divulgar dados sobre a utilização da energia sustentável, como a energia solar e eólica, buscando conscientizar as pessoas sobre a sua importância.

A discussão sobre o uso de energia de fontes renováveis é essencial para a construção de um futuro mais sustentável. A matriz energética brasileira apresenta boas porcentagens de fontes renováveis, somando lenha e carvão vegetal, hidráulica, derivados de cana e outras. Nossas fontes renováveis de energia totalizam 46,2%. Apesar disso, o petróleo, o gás natural e o carvão mineral, fontes não renováveis, continuam como a maioria. Fontes não renováveis são aquelas que possuem finitude na natureza e geralmente causam danos ao meio ambiente, como a liberação de Gases de Efeito Estufa (GEE), que interferem diretamente na temperatura terrestre. 

“O PET está sempre nos desafiando e nos ensinando, compartilhamos várias experiências e crescemos como pessoas e profissionais da área. O PET é um programa único que nos proporciona vivências que complementam a nossa graduação”, conta Laira Milena Moraes Tomé, integrante do PET Engenharia Elétrica por dois anos.

]]>
UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2022/01/04/fala-ai-pet-pet-comunicacao-social Tue, 04 Jan 2022 21:12:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1028
Grupo PET durante palestra

No nono episódio da série “Fala aí, PET!”, o grupo Programa de Educação Tutorial de Comunicação Social da UFSM (PETCom) é destaque. Integrado atualmente por 14 alunos dos cursos de graduação de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, o PETCom trabalha com a tríade de indissociabilidade universitária: ensino, pesquisa e extensão. Com orientação da docente tutora Jaqueline Quincozes Kegler, o grupo oferece aos estudantes da graduação e à comunidade externa a oportunidade de realizar atividades complementares ao currículo, transformando ideias e conhecimentos através da pesquisa, do ensino e da extensão. 

Dentro do PET, há grupos que realizam atividades voltadas para cada eixo universitário. O Educonexão é um dos projetos de extensão desenvolvidos pelo PET da Comunicação Social. Por meio de parcerias com escolas públicas da cidade de Santa Maria/RS, são realizadas oficinas e rodas de conversa com os estudantes de Ensino Médio ministradas por integrantes do PETCom, com temáticas anteriormente decididas junto à escola e que busquem construir um saber interdisciplinar e transformador, agregando conhecimento tanto para os petianos e petianas quanto para os estudantes, compreendendo o papel social da mídia e da comunicação, estimulando suas capacidades críticas e de criação de conteúdo, também incentivando o interesse sobre o ingresso em uma universidade pública. 

Grupo PETCom na Mateada #SouUFSM em 2019

Ainda na extensão, existe o Ecolândia, que há mais de treze anos promove cidadania e qualidade de vida para a população. Por meio de um programa semanal veiculado na Rádio Caraí 106.3 FM, o projeto busca produzir informações de cunho socioambiental que atendam às demandas da zona sul/oeste de Santa Maria/RS, gerando a aproximação entre os acadêmicos envolvidos no projeto e os moradores da região. 

Convidando especialistas para conversarem com os ouvintes, o projeto Ecolândia contribui com a educação ambiental dos moradores de Santa Maria e região. Nele, já foram debatidos diversos assuntos relacionados à sustentabilidade, como coleta seletiva e reciclagem, além de estímulo a ações solidárias, como a doação de sangue.

Na pesquisa, o grupo realiza tanto trabalhos coletivos quanto individuais. A pesquisa coletiva é resultado do desejo de melhoria do grupo, em relação às atuações exercidas pelo coletivo, como as atividades de ensino, eventos e projetos de extensão. Atualmente, o PETCom desenvolve pesquisas sobre acessibilidade,  tornando as atividades de ensino e extensão espaços mais acessíveis. Já no campo individual,  o PET – Comunicação Social planeja, com orientação da tutora em todos os estágios, as pesquisas individuais. 

“Acreditamos que para os membros seja de muita satisfação fazer parte do PETCOM por estarmos sempre inovando e buscando conhecimento dentro de tudo o que nos propomos a fazer”, afirmam os membros. “O PETCOM trabalha com a acessibilidade, diversidade e de forma horizontal, o que agrega muito dentro da vida de cada um dos membros, tanto pessoal quanto acadêmica. Por outro lado, também estudamos e aprendemos muito atrás das pesquisas e leituras que realizamos, o que podemos dizer é que o PETCOM tem uma ótima influência para preparar os petianos para o mercado de trabalho”, finalizam os petianos.

]]>
UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/12/17/fala-ai-pet-pet-engenharia-florestal-frederico-westphalen Fri, 17 Dec 2021 22:01:30 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1024

Petianos no Conecta Florestal em parceria com o supermercado Bertoletti. Ação foi realizada no Dia das Crianças, onde mudas foram distribuídas e as crianças concorriam à uma bicicleta. Foto: Facebook PET Engenharia Florestal – UFSM FW. Outubro de 2021

Dando sequência à série “Fala aí, PET!”, a aluna Janaíne Jachi do curso de Engenharia Florestal, integrante do Programa de Educação Tutorial (PET) Engenharia Florestal da UFSM campus Frederico Westphalen, conta mais sobre o programa do qual faz parte. Atualmente formado por 12 bolsistas, incluindo uma bolsista de Relações Públicas que auxilia na comunicação do grupo, três voluntários e um professor tutor, o grupo tem desempenhado importantes atividades no meio acadêmico e socioambiental.

Desenvolvendo atividades desde janeiro de 2013, o PET Florestal FW coleciona uma série de ações com impactos positivos na comunidade. Hoje, a iniciativa conta com nove grandes projetos, divididos em ensino, pesquisa e extensão, mas que se desdobram em projetos menores. Dentro da área da pesquisa, o grupo realiza uma série de trabalhos. Na 36º Jornada Acadêmica Integrada da UFSM de 2021, o grupo teve seis trabalhos aprovados.

Parceria com Suco Prats com sementes peletizadas. Facebook, setembro de 2021.

Eles desenvolvem também o podcast “Horizontes Florestais”, que traz professores convidados para discutirem assuntos relevantes para a área florestal, como Economia Florestal e Inovações na área da tecnologia da madeira. Nessa perspectiva de promoção dos conhecimentos do curso para os estudantes de diferentes semestres, o PET possui uma agenda de publicações ativa em suas redes sociais (Instagram: @petflorestalufsm), onde eles postam conteúdos relevantes para os estudantes de Engenharia Florestal.

Jachi diz que, apesar de todas as atividades apresentarem grande relevância para os membros e pessoas impactadas, a ação desenvolvida  pelo PET que ganha maior relevância entre os estudantes é o Conecta Florestal, que não só atende os alunos do curso de Engenharia Florestal, mas leva conhecimentos interdisciplinares para todos os estudantes interessados, como informações sobre intercâmbios e dicas sobre o mercado de trabalho. 

Petianos fazendo inventário de Huvenia Dulcis (uva do Japão), espécie invasora, em Área de Preservação Permanente. Lageado Pardo. Facebook, agosto de 2021.

Na sustentabilidade, o próprio curso de origem do PET já desempenha ações em prol do meio ambiente. Dentro do grupo, isso não seria diferente. O PET atua com a produção de mudas, levantamento de espécies florestais em Frederico Westphalen e também com a educação ambiental. Os membros também se mobilizam durante o mês de setembro em prol da campanha Setembro Amarelo, que visa à prevenção ao suícidio. 

Jachi diz que o momento mais marcante do PET para ela foi a pandemia. “O PET conseguiu transformar a pandemia em uma força, o grupo ficou mais unido, houve atividades de imersão, e, por mais ruim que foi e ainda é esse período, ele auxiliou o fortalecimento das nossas relações interpessoais”, diz a jovem. 

Mesmo com o distanciamento social, o grupo permaneceu unido de forma remota, realizando encontros, capacitações e workshops, mantendo a rotina de projetos ativa mesmo diante de uma crise sanitária jamais vivenciada por eles. 

A estudante ainda ressalta que a rotatividade dos membros auxilia na melhoria dos processos dentro do programa. “Quando entram novos alunos, entram novas pessoas com pensamentos diferentes”, diz  ela. 

Por fim, Jachi diz que fazer parte do PET Engenharia Florestal é uma experiência enriquecedora, tanto na parte acadêmica e profissional, quanto pessoalmente. “Como trabalhamos em grupo, acabamos desenvolvendo nossa comunicação, empatia […] Aprendemos a escutar a ideia do outro e, além disso, conhecemos várias pessoas de outros PET’s e de outras Universidades, o que gera um Network bem legal”, finaliza a petiana. 

]]>
UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/12/10/fala-ai-pet-pet-biologia Fri, 10 Dec 2021 19:59:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1023 O Programa de Educação Tutorial vinculado ao curso de Ciências Biológicas do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) da UFSM conta um pouco da sua história no sexto episódio da série “Fala aí, PET!”. Implantado em abril de 1992,  período em que a proposta era regida dentro das normas do Programa Especial de Treinamento, pertencente à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação. 

Como colaboradores diretos do PET, à época de sua criação, foram indicados, em documento, os professores Elgion Lúcio da Silva Loreto e João Fernando Prado e as professoras Maria Joanete da Silveira, Sonia Terezinha Zanini Cechin e Thais Scott Do Canto-Dorow. De acordo com os temas da proposta e especialidades de seus colaboradores diretos, o grupo deveria ocupar-se de assuntos em Educação em Ciências, Zoologia e Botânica. Assim, em seu início, o grupo PET Biologia desenvolveu atividades voltadas à História da Ciência e da Biologia, Educação e Ciência, Estudos de Ofidiofauna, Micropropagação in vitro, Conservação de Espécies Vegetais em Herbário, Estudos em Taxonomia e Ambiente Ficológico, Meio Ambiente e Desenvolvimento.

“Atualmente, o PET Biologia possui bases para desenvolver atividades com excelentes resultados aos acadêmicos e demais cidadãos de Santa Maria, do Rio Grande do Sul, no Brasil e no exterior”, afirma o atual professor tutor do grupo, João Marcelo Santos de Oliveira, docente no Departamento de Biologia da Universidade Federal de Santa Maria.

Segundo a petiana Natália Bolson da Silva, 23 anos, o  PET Biologia desenvolve diversas atividades como palestras, minicursos, saídas de campo, rodas de conversa bem como atividades educacionais nas escolas de Santa Maria. Entretanto, uma das ações realizadas pelo grupo que mais se destaca é o “Bio na Rua”. Nesta atividade, laboratórios das áreas das ciências biológicas se unem para uma exposição na Praça Saldanha Marinho, em Santa Maria, oportunizando o conhecimento e aproximação entre a população santamariense e a Universidade acerca dos estudos realizados na universidade.

Transformando os conhecimentos em biologia de forma lúdica e acessível às pessoas que por ali passam, os membros do PETBIO colaboram com a educação socioambiental e, consequentemente, com a sustentabilidade. 

“Com a necessidade e urgência de falar sobre sustentabilidade, principalmente na perspectiva de refletir sobre a responsabilidade social, o PET Biologia vem desenvolvendo projetos e atividades que visam criar um elo entre meio ambiente, sustentabilidade e educação. Nesse sentido, buscamos mostrar que é possível, por meio de práticas cotidianas, conscientizar crianças e jovens sobre educação ambiental, de forma que as futuras gerações estejam integradas ao meio ambiente.”, diz o petiano Marcos Jeremias Lopes, de 22 anos.

Hoje, o grupo PET Biologia apresenta 10 membros. A divisão de tarefas ocorre de maneira voluntária e de acordo com a disponibilidade do petiano, tentando sempre manter a mesma quantidade de funções entre os integrantes do grupo.

Segundo Tamara Rossato Piovesan, 22 anos, estudante do curso de Ciências Biológicas da UFSM  e participante do PET, fazer parte do PETBIO é uma das melhores experiências para os acadêmicos, uma vez que nenhum laboratório ou nenhuma outra atividade de extensão consegue proporcionar protagonismo aos estudantes. “Dentro do grupo, conhecemos e criamos laços com pessoas em estágios diferentes da graduação e com uma história de vida geralmente muito diferente da nossa. Fazendo com que cada encontro seja repleto de aprendizado”, conta a estudante e também participante do PETBIO Sofia Bertoli, de 21 anos.

]]>
UMA-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/2021/12/03/fala-ai-pet-pet-zootecnia Fri, 03 Dec 2021 21:09:15 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/proinfra/uma/?p=1003

Petianos visitando propriedade em decorrência do projeto Dia do Desafio, realizado em outubro de 2021

A Zootecnia é a ciência da produção, criação, trato, domesticação e manejo de animais. O profissional zootecnista preconiza pelo bem-estar dos animais e do meio ambiente, auxiliando o manejo da sustentabilidade. Exemplificando essa relação de compromisso socioambiental que os zootecnistas e os futuros profissionais da área desempenham, surge o Programa de Educação Tutorial do curso de Zootecnia da UFSM, destaque do quinto episódio da série “Fala aí, PET!”

O grupo foi criado no dia 15 de setembro de 2009, sendo o décimo PET a ser estruturado na UFSM e o único aprovado pela Universidade em 2009, compondo os trinta grupos efetivados em nível nacional de 400 propostas apresentadas ao Ministério da Educação e Cultura. Seu objetivo, além de servir de suporte ao curso de Zootecnia, propondo atividades de ensino, pesquisa e extensão, é também formar futuros líderes em nível acadêmico e no âmbito político, social e técnico, conforme os anseios observados em cada participante. 

O PET Zootecnia, desde a sua criação em 2009 até julho de 2016, teve como tutor o Prof. Julio Viégas, Doutor em Zootecnia e professor na UFSM desde o ano de 1995. Em setembro de 2016, a Prof. Luciana Pötter, Doutora em Zootecnia e professora na UFSM desde 2007, assumiu a tutoria do PET. Atualmente, o grupo conta com a presença de quinze petianos (doze bolsistas), todos estudantes do curso de Zootecnia.

No PET Zootecnia, atualmente, estão sendo desenvolvidos 15 projetos no total, como palestras, minicursos e simpósios. Dentre as ações, duas se destacam: O “Zoot Teens”, no o qual realiza  a divulgação do curso para estudantes do Ensino Médio de escolas de Santa Maria e o “Dia do Desafio”, em que os petianos visitam propriedades rurais e sugerem melhorias nos processos, como a diminuição de resíduos e a reutilização dos produtos, prolongando a vida útil destes, colaborando diretamente com a sustentabilidade.

Alunos Maria Eduada Salvador, Marcelo Böck, Anderson Borba e Andreia Kaspary no Projeto Faça Sorrir.

O grupo ainda conta com o projeto “Zoot Kids”, onde há o contato dos estudantes universitários com as crianças dos anos iniciais escolares. Nesses encontros, realizados antes da pandemia, os petianos explanam sobre conteúdos da área de forma simples, como ensinar que o leite que eles tomam vem da vaca, não da caixinha. “Ver a felicidade deles em descobrir e aprender isso é gratificante”, contam os membros. O mesmo acontece na iniciativa “Faça Sorrir”, em que o grupo se reúne para ajudar alguma instituição beneficente. Por exemplo, visita de Natal ao Lar das Vovozinhas, realizada este ano.

“O PET é uma oportunidade única e extremamente valiosa. Além dos acadêmicos trabalharem com a tríade ensino, pesquisa e extensão, eles desenvolvem um crescimento social e pessoal em cada integrante. Fazendo com que  a coletividade, responsabilidade e, acima de tudo, respeito entre os participantes cresça e prospere”, finalizam os participantes.

]]>