Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia Projeto de Desenvolvimento Institucional/Pesquisa/Ensino/Extensão Tue, 28 Oct 2025 14:43:08 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia 32 32 Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/2025/10/28/mao-na-midia-da-ufsm-fw-promove-oficina-de-documentario-na-3a-semana-brasileira-de-educacao-midiatica Tue, 28 Oct 2025 14:43:08 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/?p=357 O programa de extensão “Mão na Mídia”, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Frederico Westphalen, participa da 3ª Semana Brasileira de Educação Midiática (SBEM). O evento nacional, que ocorre de 28 a 31 de outubro de 2025, tem como foco a mobilização de jovens para a cidadania digital.

Nesta edição, o Mão na Mídia promoverá a oficina “CASA FAMILIAR RURAL – Aprender, viver e transformar”. A atividade será conduzida por estudantes de Jornalismo e de Relações Públicas da UFSM/FW para os alunos da Escola de Ensino Médio Casa Familiar Rural de Frederico Westphalen/RS.

O projeto será dividido em três etapas: Em 28 de outubro começa com a mobilização de conhecimentos com a turma do segundo ano, trabalhando elementos do audiovisual em uma atividade educomunicativa. No dia 30 de outubro acontecem a roteirização e gravação das ideias e vivências dos estudantes na escola. A exibição do documentário coletivo em um evento de integração no campus da UFSM, reunindo todos os participantes, está agendada para novembro.

Esta é a terceira participação consecutiva do “Mão na Mídia” na SBEM, marcando presença em todas as edições do evento. Em 2024, o programa realizou a aula aberta “Educomunicação no enfrentamento à emergência climática”. Em 2023, o tema abordado foi “A base da educomunicação é antirracista”, com ambas as atividades anteriores transmitidas e disponíveis no YouTube.

Por Claudia Moraes | Coordenadora do Mão na Mídia

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Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/2025/10/27/alunos-de-educomunicacao-realizam-oficina-sobre-acessibilidade-na-escola-roncalli Mon, 27 Oct 2025 20:14:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/?p=305 Na tarde da sexta-feira, 24 de outubro, a turma de Educomunicação da UFSM realizou, fazendo parte do Programa Mão na Mídia, uma oficina de comunicação acessível nas redes sociais, na Escola Estadual de Ensino Médio Cardeal Roncalli. O encontro teve como objetivo compartilhar conhecimentos com alunos da turma 104 sobre temáticas de acessibilidade nas redes sociais. O tema foi de grande interesse dos envolvidos, devido à turma ter uma aluna com deficiência visual.

Apoiaram o evento: Fisk Centro de Ensino, Seja UFSM/FW, Milena Foletto Artes, Supermercado Razia, Livaria Gabarito, Vitrola, Mixer Eletrônicos e Comunicare RP.

Na oficina, os alunos da escola aprenderam conceitos sobre acessibilidade e atividades práticas como autodescrição, descrição de imagem e escrita de texto alternativo, especialmente para redes digitais. Os universitários também realizaram sorteios de brindes para os jovens da escola.

A turma de Educomunicação está realizando diversas atividades de extensão durante os meses de outubro e novembro, com diferentes escolas e turmas. Outras atividades estão agendadas nas escolas Casa Familiar Rural e Escola Estadual José Canellas.

 

Por Carlos Bald | Aluno da DCEX Educomunicação 

 

 

Fotos: Bruna Einecke | Aluna da DCEX Educomunicação 

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Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/2025/07/29/planeta-em-mudanca-o-que-contar-as-criancas Tue, 29 Jul 2025 14:12:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/?p=302 Com cuidado e verdade, é possível preparar crianças para entender e agir frente à crise climática.

A crise climática é um assunto urgente, e as crianças também fazem parte dessa conversa. Mesmo que ainda não compreendam todos os dados, elas percebem os extremos de calor, o noticiário cheio de enchentes ou incêndios e o sentimento de preocupação dos adultos. Mas como explicar isso sem causar medo ou desesperança?

A resposta está no equilíbrio entre verdade e acolhimento. E, acima de tudo, convidá-las a fazer parte da solução. Segundo o Instituto Clima e Sociedade, não devemos fingir que nada está acontecendo, mas sim oferecer informação com empatia e mostrar que ainda há esperança.

Conversar com crianças sobre as mudanças no planeta é um ato de respeito e afeto. É possível ser sincero sem assustar. Com palavras simples, podemos explicar que o clima está mudando porque queimamos muitas coisas que soltam fumaça no ar, e isso prejudica a natureza e o nosso jeito de viver. Mas também podemos mostrar que há muita gente trabalhando para cuidar do planeta e que elas podem fazer parte disso.

Além disso, crianças e adolescentes são agentes de transformação. Quando se sentem incluídas, podem levar ideias para suas escolas, famílias e comunidades. Plantar essa semente é preparar uma geração mais consciente e engajada.

Um exemplo disso, é o que fazemos no nosso projeto Mão na Mídia, atuamos  em escolas de ensino fundamental e médio com oficinas, rodas de conversa e atividades educativas sobre a crise climática. A ideia é informar, mas também estimular o pensamento crítico e o protagonismo de crianças e adolescentes. Mais do que entender o problema, o projeto convida os estudantes a pensar em soluções. Ao abrir esse diálogo, mostramos que o futuro pode ser diferente, e que ele começa com o cuidado no presente. 

Algumas dicas para conseguir conduzir esse tipo de conversa em casa ou nas escolas são:

  1. Use o mundo ao redor como ponto de partida. Fale sobre o calor intenso, a falta de chuvas ou a enchente que viram na TV.
  2. Pergunte o que elas sentiram. A escuta ativa é tão importante quanto a fala
  3. Fale a verdade, mas com linguagem adequada
  4. Foque na ação, não no medo. O medo paralisa. A ação empodera. Mostre caminhos:
  • Economizar água e luz
  • Cuidar das plantas
  • Separar o lixo
  • Andar mais a pé ou de bicicleta
  • Participar de mutirões ambientais
  1. Dê bons exemplos. Crianças aprendem mais pelo que veem do que pelo que ouvem. Quando adultos demonstram cuidado com o planeta, elas seguem esse comportamento com naturalidade.

A conversa sobre clima pode ser leve, cheia de perguntas, com espaço para imaginar soluções e até criar histórias. Pode ser feita com livros, vídeos educativos, desenhos e passeios pela natureza.

A verdade é que o mundo precisa do olhar das crianças tanto quanto elas precisam entender o mundo. Ao incluir os pequenos nesse diálogo, mostramos que a mudança começa com o cuidado, e que esse cuidado pode ser aprendido desde cedo.

  1.  

 

Ananda Matias Machado | Bolsista FIEX Mão na Mídia
Fontes consultadas: Texto inspirado no conteúdo do Instituto Clima e Sociedade (@institutoclimaesociedade no Instagram)

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Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/2025/06/05/no-dia-mundial-do-meio-ambiente-mao-na-midia-destaca-ecovozes-podcast-que-conecta-jovens-a-luta-ambiental Thu, 05 Jun 2025 12:36:13 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/?p=301 Nesta quinta-feira, 5 de junho, é celebrado o dia mundial do meio ambiente, uma data fundamental para refletirmos sobre os desafios ambientais que enfrentamos atualmente. O Mão na Mídia, projeto voltado ao protagonismo juvenil por meio de ações educomunicativas, aproveita esse momento para destacar a importância do Ecovozes, podcast produzido por acadêmicos e que traz a pauta ambiental para o centro das discussões.

O Ecovozes é uma iniciativa que convida os jovens a produzirem conteúdo crítico sobre meio ambiente, justiça climática, racismo ambiental, sustentabilidade e os impactos sociais das mudanças climáticas, abordando também os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Em 2025, o podcast foi retomado em maio, com uma nova temporada, reafirmando seu papel como ferramenta de educação ambiental e democratização da comunicação.

Há cinco anos, o projeto de extensão tem participado ativamente na formação de cada acadêmico que passa por ele, sendo um diferencial em suas trajetórias. Para o jornalista Nicolas Felippetti, egresso da UFSM/FW e do Mão na Mídia, foi a principal experiência prática que tive dentro da universidade. “Produzi bastante material e, de fato, aprendi muito. O projeto teve um papel fundamental para que eu entendesse melhor o jornalismo fora da sala de aula. Aprendi técnicas de produção de roteiros, organização, contato com fontes e, principalmente, como conciliar os estudos com a agenda dos entrevistados dos programas que realizamos em 2023”, destaca.

Em tempos de crises climáticas, é de extrema importância relembrar e dar voz às atividades que valorizam a preservação ambiental. O Mão na Mídia, coordenado pela professora Cláudia Herte de Moraes, tem como objetivo promover a cidadania por meio da comunicação. É por meio desse projeto que os estudantes se aproximam da realidade em que nosso planeta se encontra, tendo a oportunidade de aproximar a comunidade local das questões que afetam o meio ambiente, mudanças e impactos do clima.

Para acadêmica de jornalismo e egressa do projeto, Thayssa Kruger, participar do Mão na Mídia foi decisivo em sua formação. “Nunca imaginei seguir para área do jornalismo ambiental. Na real, nem entendia direito o que era. Achava que era algo mais ligado à natureza, turismo… o que, infelizmente, reflete muito como a mídia tradicional ainda trata o tema. Participar do projeto de extensão que tem isso como pauta foi essencial para entender a real importância do jornalismo ambiental e o tamanho do problema que é a crise climática”, afirma.

Neste dia mundial do meio ambiente, o Mão na Mídia reforça a importância de projetos que conectam jovens ativos à luta pela preservação ambiental. Mais do que informar, comunicar é uma forma poderosa de cuidar do planeta. Convidamos todos a acompanharem essas iniciativas que formam acadêmicos responsáveis e comprometidos com a verdade e o meio ambiente, e a ouvirem semanalmente o Ecovozes no Spotify, fortalecendo uma comunidade mais consciente e comprometida.

 

Jéssica Thaís Hemsing l Bolsista FIEX Mão na Mídia / Integrante PET Educom Clima

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Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/2024/06/19/crise-climatica-e-direitos-ambientais-um-desafio-urgente Wed, 19 Jun 2024 21:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/?p=299
Beatriz Vieira, Frederico Westphalen – RS

Fazendo parte da programação do evento “Pensando Verde”, organizado pelo grupo institucional “Agenda 2030”, na manhã de quinta-feira, 06 de junho, os professores Rafael Foletto e Raphael Medeiros ministraram uma roda de conversa que debateu comunicação, saneamento e políticas públicas. A ação contou com a presença de alunos dos cursos de Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Florestal e Jornalismo.

Qual é o papel do jornalismo diante da crise climática?

O Art. 9 do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros prevê que “é dever do jornalista divulgar todos os fatos que sejam de interesse público”. Entretanto, apesar da pauta ambiental ter ganhado destaque nos principais jornais após as fortes chuvas que assolaram o estado do Rio Grande do Sul a partir da última semana de abril, ambientalistas e pesquisadores ainda precisam lutar por um espaço na mídia. O professor do Departamento de Comunicação da UFSM/FW, Rafael Foletto, questiona por que os editores dos principais veículos de comunicação do estado e do país deixam alguns atores de fora do debate público. “Hoje a gente tem seis deputados e deputadas que são ligados ao movimento indígena, e são eles que estão construindo essa pauta (ambiental) no Congresso Nacional. A gente não viu essa discussão aparecer em nenhum principal veículo de comunicação brasileiro”, afirma Foletto.

O jornalismo também tem função de mediar os debates que ocorrem em espaços políticos e comunitários, ou seja, é papel da comunicação produzir e discutir políticas públicas. A mobilização social surge a partir do contato com a informação, portanto, é essencial abordar a questão ambiental com profundidade e seriedade, e não apenas em momentos de desastre. 

Direitos ambientais na prática

Antes de tudo, é importante compreender que as políticas públicas são conjuntos de programas, ações e decisões tomadas pelos governos, cujo objetivo é assegurar os direitos de cidadania garantidos por lei. O Brasil possui diversas leis ambientais, a começar pelo Art. 225 da Constituição Federal, por exemplo, que garante o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado Mas como isso funciona na prática?

Em 2020, o Brasil foi o sexto maior poluidor climático do planeta, segundo relatório do World Resources Institute (WRI). De acordo com o Censo de 2022, há 49 milhões de brasileiros em residências sem descarte adequado de esgoto. Além disso, uma pesquisa desenvolvida pelo Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb) mostra que o país enfrenta um problema sério no descarte de lixo, sendo que mais de 50% dos resíduos são descartados de maneira inadequada em lixões a céu aberto. “Muitas das cidades litorâneas não têm um sistema de esgotamento, e o esgoto vai todo para o mar”, informa o professor do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da UFSM/FW, Raphael Medeiros.

O descarte irregular de resíduos tem como consequência a poluição de reservatórios de água, rios e áreas florestadas, a proliferação de animais e insetos vetores de doenças, o desperdício de materiais potencialmente reutilizáveis, etc. “Saneamento é custoso. Mas quanto custa recuperar, por exemplo, casas, bairros completos, ou as memórias das pessoas?”, reflete a professora de Engenharia Ambiental e Sanitária, Aline Passini,  participante da roda de conversa.

O que pode ser feito?

Para o professor do Departamento de Engenharia Florestal, Oscar Figueiredo, a solução se encontra na educação ambiental. É importante colocar a pauta ambiental no currículo educacional das escolas e universidades, a fim de construir um futuro sustentável e saudável para todos. E para Foletto, essa discussão precisa ser dada de maneira interdisciplinar, pois a questão ambiental afeta a sociedade como um todo. “Se a gente tem os nossos direitos que têm que ser respeitados, a natureza também tem os seus direitos que têm que ser respeitados”, reitera Foletto.

 

Thayssa Kruger, Bolsista FIEX UFSM

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Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/2024/06/14/uma-aula-para-compreender-as-mudancas-climaticas Fri, 14 Jun 2024 21:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/?p=297
Cartazes para conscientização ambiental fizeram parte do Pensando Verde
Foto: Beatriz Vieira, Frederico Westphalen – RS

No Dia Mundial do Meio Ambiente, data comemorada no dia 05 de junho, o grupo institucional “Agenda 2030” promoveu uma roda de conversa sobre as mudanças climáticas e seus impactos na sociedade com as docentes Aline Passini e Gizelli Moiano. A ação fez parte do evento “Pensando Verde”, que organizou aulas abertas acerca das temáticas ambientais durante a primeira semana de junho, na UFSM/FW.

 

Mas afinal, o que é mudança climática?

O primeiro passo a ser dado para entender o tema é saber diferenciar tempo de clima. Tempo é o agora, é se hoje está fazendo sol ou chuva em Frederico Westphalen. O clima, por outro lado, é uma análise das condições de temperatura, precipitação e umidade relativa, ao longo de muitos anos. As mudanças climáticas podem ser observadas a partir desse estoque de dados levantados por pesquisadores, que comprovam o aquecimento do planeta.

As mudanças do clima podem ser causadas por dois fatores: naturais e antrópicos. Os fatores naturais são, por exemplo, vulcões, incidência solar, variação orbital, entre outros. Já os fatores antrópicos, causados pelo homem, são o desmatamento, queimadas, poluição do solo, etc. São essas condições que contribuem significativamente para com o aumento da temperatura global. 

Um relatório realizado pelo Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) aponta que, no Brasil, o setor agropecuário, somado ao desmatamento e outras mudanças de uso da terra, é o principal contribuinte para as emissões de gases de efeito estufa, disparando 75% das emissões. Em seguida, observa-se que a energia (17%) e resíduos (4%) também estão entre os principais responsáveis que asseguram as mudanças climáticas. Para a professora Gizelli Moiano, uma das formas de diminuir os problemas ambientais é apostar na agricultura sustentável. “Se eu estou fazendo uma agricultura sustentável, eu não estou contribuindo para o aumento de temperatura, de mudança climática, do aquecimento global”, afirma Moiano.

 

Qual é o impacto das mudanças climáticas?

Eventos climáticos extremos, como as chuvas fortes que ocorreram a partir da última semana de abril no Rio Grande do Sul, serão cada vez mais recorrentes. Consequentemente, milhares de pessoas terão que abandonar suas casas, cidades natais e memórias de uma vida inteira.

Além das chuvas, problemas como ondas de calor, seca e incêndios florestais associados à seca também se tornarão frequentes. Algumas áreas podem se tornar inabitáveis, à medida que as terras agrícolas se transformam em desertos, e o número de refugiados climáticos aumentará drasticamente.

 

O que pode ser feito?

As transformações mais expressivas devem ser implementadas por grandes empresários, proprietários agrícolas e pelo governo. É importante exigir políticas públicas focadas na mitigação e na adaptação climática, além de fiscalizar projetos de leis que possam flexibilizar a proteção ambiental. A mitigação se refere a todas as ações realizadas para diminuir a emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global, enquanto que a adaptação está mais voltada para a forma que lidamos com as consequências da crise climática já em curso.

No entanto, a professora Aline Passini ressalta que “não deve ser só coisa de governo, existem ações que nós, como cidadãos, podemos fazer”. Entre essas ações estão a separação de resíduos orgânicos e recicláveis, o descarte adequado de pilhas e óleo de cozinha em pontos de coleta e a conscientização de amigos e familiares sobre a importância de cuidar do meio ambiente. “Pessoas pequenas fazendo coisas pequenas podem mudar o mundo, é assim que a gente tem que pensar”, declara Passini.

 

Thayssa Kruger – Bolsista FIEX UFSM

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Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/2023/12/12/e-book-educomunicacao-para-democracia-e-cidadania-esta-disponivel-no-site-da-editora-edebe Tue, 12 Dec 2023 17:47:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/?p=294 O Núcleo Regional Sul da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom) e o Programa de Extensão Mão na Mídia lançaram na segunda-feira, 11 de dezembro, o e-book “Educomunicação para Democracia e Cidadania”. A publicação compila os principais debates realizados durante o IV Educom Sul, evento realizado pelo Núcleo Regional Sul em parceria com a Universidade Federal de Santa Maria e a Rede Salesiana Brasil, em 2022. A organização do livro ficou a cargo das pesquisadoras associadas da ABPEducom, Cláudia Herte de Moraes, Ir. Marcia Koffermann e Vera Raddatz. Na ocasião do lançamento, a coordenadora do Núcleo Regional Sul da ABPEducom, professora Rosane Rosa, também estava presente. 

Na live de lançamento, as pesquisadoras abordaram a relevância, tanto do livro quanto do tema, destacando os desafios enfrentados em nossa sociedade, evidenciando o importante papel da educomunicação. A coordenadora da ABPeducom Sul, Rosane Rosa, salientou a necessidade de uma abordagem plural na comunicação e na educação, visando promover um maior diálogo mais amplo e reconstruir pontes, após o período recente vivenciado no Brasil, época em que o e-book foi concebido. Ela observou que “o contexto do lançamento do livro e nosso clima institucional e político estão mais favoráveis, com a criação da Secretaria de Políticas Digitais e a da Coordenação de Educação Midiática que, recentemente, no final de outubro, viabilizaram a primeira Semana Brasileira de Educação Midiática, representando um marco, a partir do Estado, para fortalecer a política pública nesse setor.” 

Entretanto, de acordo com a pesquisadora, mesmo que o momento seja mais propício, a sociedade enfrenta consideráveis desafios, como a desigualdade no acesso à educação e à comunicação, o que limita a participação efetiva de grupos marginalizados na esfera pública  nos processos democráticos. A educomunicação pode desempenhar um papel importante no enfrentamento à desinformação e às fake news, contribuindo para o debate sobre a liberdade de expressão versus a responsabilidade de expressão. Além disso, ela pode atuar na redução do analfabetismo midiático e digital, no estímulo ao engajamento cívico e na promoção da sensibilidade em relação às diversas identidades culturais. “O lançamento do ebook representa um marco freireano de esperançar, pois o ambiente político atual favorece a superação desses desafios, garantindo que as políticas propostas sejam gradualmente implementadas”, enfatizou a coordenadora da ABPEducom Sul. 

O livro está dividido em duas partes. A primeira parte inclui entrevistas especiais com Alexandre Le Voci Sayad, Gabriel Kaplún e Sátira Machado. Na segunda parte, são apresentados nove capítulos correspondentes aos textos dos palestrantes do IV Educom Sul e pesquisadores convidados. Um capítulo de destaque é do professor Ismar de Oliveira Soares, presidente da ABPEducom e autor convidado, e o prefácio é do professor Claudemir Viana, Secretário Executivo da ABPEducom. Colaboram nos capítulos profissionais e pesquisadores da aŕea, trazendo estudos e experiências educomunicativas: Anderson Vinicius Romanini, Araciele Ketzer, Bruno de Oliveira Ferreira, Claudemir Viana, Cláudia Herte de Moraes, Daniel da Silva Machado Ribeiro, Débora Gallas Steigleder, Décio Forni, Ismar de Oliveira Soares, Janaina Soares Gallo, Marcia Koffermann, Rosane Rosa e Vera Lucia Spacil Raddatz.

Serviço:

 

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Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/2023/11/23/dialogos-mao-na-midia-com-talita-gantus Thu, 23 Nov 2023 23:05:53 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/?p=291 Faltando apenas uma semana para o início da tão aguardada COP 28 – Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023, o Canal do Mão na Mídia reserva um espaço crucial na programação para lançar luz sobre questões prementes. Em uma entrevista exclusiva que estreiou hoje, dia 23, a pesquisadora Talita Gantus explora o tema “Desastres climáticos: entre o papel do Estado e a percepção pública do risco”.

Talita Gantus de Oliveira, Engenheira Geóloga pela UFOP, Mestra em Geologia Ambiental pela UFPR e Doutora em Geociências pela UNICAMP, traz sua experiência ímpar para discutir as complexidades que envolvem a gestão de desastres climáticos. Este conteúdo visa aprofundar a compreensão pública sobre o papel do Estado diante desses desafios cruciais.

Não perca esta oportunidade de se informar e contribuir para o diálogo global sobre as mudanças climáticas. Inscreva-se no Canal do Mão na Mídia e ative as notificações em: http://www.youtube.com/watch?v=PBH1zraHcOI!

 

Juntos, podemos impulsionar a conscientização e promover ações significativas na luta contra as mudanças climáticas.

 

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Eventos – Projeto Mão na Mídia-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/2023/11/21/egresso-da-ufsm-e-indicado-ao-premio-revelacao-de-relacoes-publicas-do-ano Tue, 21 Nov 2023 22:08:56 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/maonamidia/?p=288 O profissional Kawê Veronezi foi indicado e está competindo pelo título de “Revelação” no Prêmio Profissional de Relações Públicas do Ano 2023. Reconhecimento conquistado pelo seu trabalho sólido na agência de afrocomunicação Elo Negro, em São Paulo, Kawê também atua como extensonista no Programa de Extensão Mão na Mídia, projeto que têm deixado sua marca no campo das Relações Públicas.

Graduado em Relações Públicas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), campus Frederico Westphalen, Kawê se destaca por sua abordagem prática e dedicação aos projetos que abraça, sendo especializado em várias áreas da Comunicação e das Relações Públicas, como planejamento estratégico, gestão de programas, produção multimídia, estratégias nas redes e plataformas digitais, entre outras.  

A indicação de Kawê foi feita pelo Coletivo RPNegres, com o objetivo de aumentar a representatividade de profissionais relações-públicas pretos, negros e indígenas no mercado de comunicação.

O Prêmio Profissional de Relações Públicas do Ano, em sua quinta edição, é uma iniciativa do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas da 2ª Região (Conrerp 2ª Região – PR e SP). A premiação visa reconhecer profissionais que se destacam não apenas pela técnica, mas também pelos princípios éticos fundamentais à profissão.

As normas gerais do prêmio detalham o processo de indicação, participação na concorrência, método de votação, etapas e a cerimônia de entrega. Kawê Veronezi se destaca na categoria “Revelação”, figurando ao lado de tantos outros profissionais com forte atuação nos Estados do Paraná e São Paulo.

 

Para participar da votação, acesse: http://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfvOhwgQbQegKrehwZitdJ6yKyY84pUTxM6kRZ0Vn9MlFNhSQ/viewform





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2º ano A, escola Sepé Tiarajú – FW, 2023

Na quarta-feira, 1 de novembro, foram encerradas as oficinas teóricas de educomunicação e direitos humanos destinadas à turma do 2º ano do Ensino Médio da Escola Sepé Tiarajú, em Frederico Westphalen. Realizadas semanalmente ao longo do período letivo, essas oficinas ofereceram aos alunos uma oportunidade única de explorar conceitos fundamentais relacionados à comunicação, antirracismo, justiça de gênero e representatividade LGBTQIAP+ nos meios de comunicação.

O projeto contou com a colaboração de estudantes de comunicação da UFSM/FW, que dedicaram seu tempo para apresentar e discutir sobre o poder de transformação social associado à comunicação. Os participantes foram incentivados a refletir sobre como assuntos como desigualdade racial, violência contra mulher e identidade de gênero são abordados nas produções midiáticas que consomem diariamente.

A atividade final desse projeto educomunicativo será a produção de quatro episódios de um podcast, no qual abordarão temas de cidadania e direitos humanos exemplificados por meio de análises de filmes, séries e músicas. Essa iniciativa visa estimular a expressão criativa dos alunos enquanto promove uma maior compreensão e conscientização sobre questões sociais relevantes.



Thayssa Kruger, bolsista ODH

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