{"id":406,"date":"2026-01-12T20:40:56","date_gmt":"2026-01-12T23:40:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/?p=406"},"modified":"2026-01-12T21:02:53","modified_gmt":"2026-01-13T00:02:53","slug":"projeto-da-ufsm-amplia-atuacao-com-a-comunidade-montanha-russa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/2026\/01\/12\/projeto-da-ufsm-amplia-atuacao-com-a-comunidade-montanha-russa","title":{"rendered":"Projeto da UFSM amplia atua\u00e7\u00e3o com a comunidade Montanha Russa"},"content":{"rendered":"\t\t
Em meados de 2025, Daiane Ribas dos Santos \u2014 moradora da comunidade Montanha Russa e, \u00e0 \u00e9poca, cozinheira da escola da regi\u00e3o \u2014 fez um pedido \u00e0 equipe do Coletivo Fluir: que o trabalho realizado com as crian\u00e7as dentro da escola tamb\u00e9m chegasse aos demais moradores. A associa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria da qual ela fazia parte poderia ser o local para esses encontros. A partir dessa demanda, o projeto de extens\u00e3o da Universidade Federal de Santa Maria passou a ocupar novos espa\u00e7os.<\/span><\/p> Criado em 2024, o Coletivo Fluir \u00e9 um projeto de extens\u00e3o desenvolvido por professores e estudantes da UFSM, voltado \u00e0 defesa das inf\u00e2ncias em contextos de vulnerabilidade social. Inicialmente, a iniciativa atuava em tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es da rede p\u00fablica municipal, com foco na forma\u00e7\u00e3o da comunidade escolar e no cotidiano das crian\u00e7as pequenas.<\/span><\/p> A presen\u00e7a regular dos universit\u00e1rios nesses territ\u00f3rios \u2014 em especial na Escola Municipal de Educa\u00e7\u00e3o Infantil Montanha Russa \u2014 fez com que as a\u00e7\u00f5es desenvolvidas com as crian\u00e7as come\u00e7assem a repercutir para al\u00e9m do ambiente escolar. \u201cA proposta de aproxima\u00e7\u00e3o surgiu da necessidade que a comunidade tem de troca de conhecimento e desenvolvimento\u201d, afirma Daiane.<\/span><\/p> A partir desse pedido, o Coletivo Fluir passou a estruturar o Territ\u00f3rio Andarilho da Comunidade Montanha Russa, um desdobramento do projeto que deslocou parte das a\u00e7\u00f5es para fora da escola e passou a concentrar encontros, oficinas e atividades na sede da associa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria.<\/span><\/p> Na pr\u00e1tica, o Territ\u00f3rio Andarilho se consolidou como uma forma de atua\u00e7\u00e3o baseada na escuta da comunidade e na presen\u00e7a continuada da universidade no bairro. Desde o in\u00edcio, a equipe optou por n\u00e3o chegar ao territ\u00f3rio com propostas fechadas. O primeiro passo foi apresentar o Coletivo e ouvir os moradores.<\/span><\/p> \u201cN\u00f3s fomos dialogar com as pessoas, apresentar o projeto \u2014 como a Dai nos pediu \u2014, mas, ao mesmo tempo, quer\u00edamos ouvir quais eram as demandas e dificuldades da comunidade\u201d, explica Taciana Segat, professora da UFSM e coordenadora do Coletivo Fluir.<\/span><\/p> Segundo ela, o contato inicial com a comunidade tamb\u00e9m foi marcado por incertezas sobre como o projeto poderia contribuir naquele contexto. \u201cA gente foi um tanto sem saber exatamente como poderia ajudar\u201d, afirma.<\/span><\/p> Com o avan\u00e7o dos encontros e das conversas com moradores e lideran\u00e7as locais, novos desafios come\u00e7aram a emergir \u2014 muitos deles n\u00e3o vis\u00edveis a partir da experi\u00eancia restrita ao espa\u00e7o escolar. \u201cExistia mais vulnerabilidades do que a gente imaginava\u201d, relembra Leandra Possa, docente da UFSM e integrante do Fluir.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t O contato direto com a comunidade levou os integrantes do projeto a rever alguns dos seus pressupostos. A equipe percebeu que a atua\u00e7\u00e3o centrada nos beb\u00eas e crian\u00e7as pequenas n\u00e3o seria suficiente para enfrentar situa\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade mais amplas. \u201cTrabalhar com crian\u00e7as envolve trabalhar com adultos\u201d, reconhece Taciana.<\/span><\/p> Ao aprofundar o di\u00e1logo no territ\u00f3rio, o coletivo percebeu que muitos dos adultos que hoje cuidam das crian\u00e7as tamb\u00e9m viveram inf\u00e2ncias marcadas por vulnerabilidade. \u201cS\u00e3o adultos que tiveram inf\u00e2ncias vulner\u00e1veis e que hoje participam da forma\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as que vivem situa\u00e7\u00f5es semelhantes. Isso foi complexificando o projeto\u201d, explica Leandra.<\/span><\/p> A partir dessa compreens\u00e3o, o Fluir reorganizou sua atua\u00e7\u00e3o: as crian\u00e7as seguem no centro do projeto, mas passaram a ser pensadas em rela\u00e7\u00e3o com as fam\u00edlias, os adultos e as condi\u00e7\u00f5es de vida do territ\u00f3rio. Essa leitura ampliada fez com que o projeto passasse a operar em diferentes frentes ao mesmo tempo. Enquanto aprofundava a atua\u00e7\u00e3o no territ\u00f3rio, o Fluir manteve as a\u00e7\u00f5es nas escolas e a disciplina de extens\u00e3o em funcionamento. Para o grupo, o trabalho com as inf\u00e2ncias n\u00e3o se restringe a um \u00fanico espa\u00e7o. \u201cA gente est\u00e1 pensando em como transformar os lugares onde as crian\u00e7as vivem e moram em espa\u00e7os mais seguros para crian\u00e7as e adultos\u201d, afirma a coordenadora do Fluir.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t As a\u00e7\u00f5es do Territ\u00f3rio Andarilho da Comunidade Montanha Russa se estruturam a partir da presen\u00e7a cont\u00ednua do Coletivo Fluir no bairro. Entre as atividades est\u00e3o oficinas coletivas, momentos de conviv\u00eancia e escutas com moradores de diferentes idades, realizadas principalmente no espa\u00e7o da associa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria.<\/span><\/p> Al\u00e9m dos encontros, a aproxima\u00e7\u00e3o com a comunidade incluiu uma caminhada junto com moradores. A proposta era conhecer o territ\u00f3rio a partir de quem vive ali, percorrendo ruas, acessos e trajetos cotidianos que organizam a vida das fam\u00edlias. Segundo Taciana Camera Segat, a parceria com as professoras da escola foi decisiva para que a atividade acontecesse. \u201cSem esse trabalho conjunto, n\u00e3o teria sido poss\u00edvel.\u201d<\/span><\/p> Durante a caminhada pelo bairro, a equipe identificou obst\u00e1culos enfrentados pelas fam\u00edlias que n\u00e3o se evidenciam no ambiente escolar.\u201cQuando a gente subiu o morro, ficou muito mais claro o que uma m\u00e3e precisa enfrentar para levar uma, duas, tr\u00eas crian\u00e7as, mochila, guarda-chuva, para chegar at\u00e9 a escola\u201d, relata M\u00e1rcia Cardona, egressa da UFSM e integrante do Coletivo Fluir. Segundo ela, a experi\u00eancia refor\u00e7ou a necessidade de compreender as inf\u00e2ncias para al\u00e9m da escola. \u201cS\u00f3 dentro da escola, a gente tem uma abrang\u00eancia muito pequena da vida das crian\u00e7as.\u201d<\/span><\/p> Outra a\u00e7\u00e3o de destaque realizada pelo Coletivo Fluir foi uma oficina para a cria\u00e7\u00e3o da marca da comunidade Montanha Russa. Conduzida por Andrei Lopes, doutorando integrante do projeto, a atividade reuniu crian\u00e7as, jovens, adultos e idosos em torno da constru\u00e7\u00e3o coletiva de uma identidade visual para a vila.<\/span><\/p> Ao longo dos encontros, a proposta se ampliou. Entre l\u00e1pis de cor, desenhos e pinturas, os participantes passaram a compartilhar mem\u00f3rias e hist\u00f3rias do bairro, transformando a oficina tamb\u00e9m em um espa\u00e7o de escuta e troca coletiva.<\/span><\/p> A aproxima\u00e7\u00e3o com os moradores tamb\u00e9m revelou entraves burocr\u00e1ticos que dificultavam a organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria. Um deles era a situa\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o de Moradores, que n\u00e3o possu\u00eda CNPJ formalizado. A partir dessa demanda, o projeto articulou o contato com estudantes do curso de Direito da UFSM, que passaram a auxiliar a associa\u00e7\u00e3o na compreens\u00e3o dos tr\u00e2mites legais necess\u00e1rios para a regulariza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p> Segundo Taciana, esse tipo de a\u00e7\u00e3o evidencia um papel assumido pelo projeto ao longo do processo: o de media\u00e7\u00e3o entre as demandas da comunidade e os acessos institucionais que a Universidade possui. \u201cA gente tem oportunidades de forma\u00e7\u00e3o, de tr\u00e2nsito e de acesso que muitas pessoas da comunidade n\u00e3o t\u00eam. Nosso papel \u00e9 construir essa ponte a partir da Universidade com a sociedade\u201d, afirma a coordenadora do Fluir.<\/span><\/p> O semestre de atividades culminou, no in\u00edcio de dezembro, com uma grande festa comunit\u00e1ria realizada na Associa\u00e7\u00e3o de Bairro, reunindo cerca de 300 pessoas. O evento funcionou como momento de encontro, devolutiva das a\u00e7\u00f5es e conviv\u00eancia.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t A experi\u00eancia no Territ\u00f3rio Andarilho tamb\u00e9m produziu efeitos dentro da pr\u00f3pria Universidade, especialmente na forma\u00e7\u00e3o dos estudantes envolvidos no projeto. Ao lidar com demandas que n\u00e3o cabem em respostas prontas, o trabalho no territ\u00f3rio passou a tensionar modos tradicionais de fazer extens\u00e3o e a forma como o conhecimento \u00e9 constru\u00eddo e compartilhado.<\/span><\/p> Para Leandra Possa, o impacto do Territ\u00f3rio Andarilho n\u00e3o se d\u00e1 apenas no sentido da Universidade em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade. \u201cA gente fala muito do impacto da universidade na comunidade. Mas o que esse projeto tem mostrado \u00e9 o impacto da comunidade na Universidade, na nossa forma\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<\/span><\/p> Segundo as integrantes do Coletivo Fluir, esse impacto aparece de forma direta no percurso formativo dos alunos, que passam a confrontar, no territ\u00f3rio, os limites do que aprendem em sala de aula. \u201cUm projeto como esse impacta inclusive nas nossas aulas e na nossa possibilidade de dialogar com os estudantes universit\u00e1rios sobre o que vivemos no bairro\u201d, relata Taciana.\u00a0<\/span><\/p> Nesse processo, a extens\u00e3o deixa de ser entendida como aplica\u00e7\u00e3o de um saber pronto e passa a exigir escuta, negocia\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o conjunta. Para o grupo, assumir esse lugar implica reconhecer limites e aceitar o car\u00e1ter experimental da extens\u00e3o. Para as participantes, esse \u00e9 o papel da universidade p\u00fablica: criar condi\u00e7\u00f5es, sustentar di\u00e1logos e construir junto, mesmo quando os caminhos n\u00e3o est\u00e3o dados de antem\u00e3o.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t Para 2026, o Coletivo Fluir prev\u00ea a continuidade das a\u00e7\u00f5es nas escolas, da disciplina de extens\u00e3o e das atividades no territ\u00f3rio. Ao mesmo tempo, a equipe identificou a necessidade de aprofundar o conhecimento sobre a realidade da Comunidade Montanha Russa a partir da produ\u00e7\u00e3o de dados mais sistematizados.<\/span><\/p> \u201cAgora a gente percebeu a necessidade de construir um instrumento de levantamento de dados, de ir casa a casa, conversar com as pessoas, para entender o que a universidade pode fazer e o que \u00e9 responsabilidade do poder p\u00fablico\u201d, explica Leandra.<\/span><\/p> A proposta \u00e9 que esse levantamento possa subsidiar tanto a\u00e7\u00f5es da Universidade quanto a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, a partir do di\u00e1logo com a prefeitura e a C\u00e2mara de Vereadores.<\/span><\/p> Reportagem: Luciane Treulieb<\/p> Fotografias: Coletivo Fluir<\/p> \u00a0<\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":" A partir do pedido de moradores, Coletivo Fluir passa a atuar tamb\u00e9m fora do espa\u00e7o escolar <\/p>\n","protected":false},"author":88,"featured_media":408,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9,2],"tags":[48,21,110,22,35],"class_list":["post-406","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques","category-noticias","tag-educacao","tag-extensao","tag-montanha-russa","tag-pos-graduacao","tag-proext-pg"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/406","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/users\/88"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=406"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/406\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/media\/408"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=406"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=406"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.55bet-pro.com\/projetos\/extensao\/proext-pg\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=406"}],"curies":[{"name":"wp","href":"http:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}
Territ\u00f3rio Andarilho: escuta antes da a\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t
Cuidar das crian\u00e7as exige olhar para o entorno<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t
A\u00e7\u00f5es no territ\u00f3rio: presen\u00e7a, escuta e constru\u00e7\u00e3o coletiva<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t


Quando o territ\u00f3rio transforma a universidade<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t
Pr\u00f3ximos passos: dados, pol\u00edticas p\u00fablicas e continuidade<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t