Educar e Cuidar – CE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce Centro de Educação Tue, 02 Feb 2021 17:21:24 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico Educar e Cuidar – CE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce 32 32 Educar e Cuidar – CE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/2021/02/02/texto-produzido-na-disciplina-de-educacao-para-jovens-e-adultos-ministrada-pela-profa-helenise-sangoi-7 Tue, 02 Feb 2021 17:21:21 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/?p=4676 Renata Elis Schneider

SURDEZ E MÁSCARAS: DESAFIOS EM TEMPO DE PANDEMIA

Ano de 2020, ficará marcado na história mundial como o ano em que as pessoas tiveram que se reinventar, enquanto ser humano e enquanto profissionais nas mais diversas áreas de atuação, frente à pandemia do COVID-19 (SARS-COV-2). Foi um ano que os cuidados com a saúde foram redobrados, na qual as orientações para a prevenção do COVID foram o uso de álcool gel e uso de máscaras faciais e foi recomendado o distanciamento social para a proteção daqueles que amados por nós. Durante esse ano atípico, as aulas foram substituídas por aulas on-lines, as pessoas foram seguindo com suas vidas para garantia do sustento familiar. Foi um ano de desafios principalmente para os surdos, pois, mostrou o quanto a acessibilidade para eles ainda é fragilizada no âmbito escolar e social. No âmbito escolar, deve-se ao fato da falta de legendas nos vídeos e aulas online tendo que os surdos que fazem leitura labial se esforçarem o dobro para conseguir acompanhar as aulas. No âmbito social, devido ao uso das máscaras faciais, a dificuldade está no entendimento do discurso proferido pelas pessoas. Essa dificuldade foi sentida principalmente, por surdos que são dependentes da leitura labial e pelas pessoas ouvintes, pois, elas perceberam que estavam a fazer leitura labial de forma inconsciente. Segundo um artigo publicado na Revista Interface, escrito pela fonoaudióloga Ilma Alessandra Cabral, o uso da máscara facial simples (tecido) pode atenuar o som da fala entre 3 a 4dB e a máscara N95 atenua em até 12dB. Mesmo tendo essa dificuldade na comunicação entre as pessoas, existem estratégias que visem melhorar essa comunicação como, por exemplo, ter paciência em repetir e elevar um pouco o tom da voz para ser compreendido. Além disso, existem aplicativos que podem ajudar a quebrar essa barreira comunicacional como o app Live Transcribe (Android) e Listen All (IOS). Ambos os aplicativos fazem a mesma função: converter a fala em texto.

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Educar e Cuidar – CE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/2021/01/26/texto-produzido-na-disciplina-de-educacao-para-jovens-e-adultos-ministrada-pela-profa-helenise-sangoi-6 Tue, 26 Jan 2021 17:34:23 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/?p=4663 Stefani Rubenich

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A PANDEMIA: O que realmente importa?

Muitos eram os planos para 2020. Porém, um vírus mortal tomou conta rapidamente de várias partes do mundo inteiro, afetando diversas áreas da sociedade. Assim, com este alerta mundial de incertezas por causa do novo coronavírus ninguém está imune, mas alguns grupos serão mais vulneráveis a ele, podendo levar a
consequências fatais. Desse modo, medidas restritivas foram impostas para amenizar o alto risco de contágio.

Neste período delicado e atípico a pandemia está modificando a maneira como nos relacionamos com os outros, com o mundo e com nós mesmos o que era entendido por “normal” virou inviável enquanto isso, estamos seguindo algumas normas de convívio e higiene, buscando assim minimizar os efeitos e perdas de entes queridos ou de desconhecidos.

Assim sendo, foi necessário permanecer por longos e incansáveis meses em isolamento social, os sorrisos encobertos por máscaras, os apertos de mãos substituídos por muito álcool em gel, os beijos e os abraços por chamadas de vídeo e longas conversas virtuais na intensão de diminuir a saudade, as escolas e universidades passaram-se fechadas e as aulas presenciais substituídas por muitos encontros online, as viagens desmarcadas, as fronteiras fechadas, trabalhos remotos, o desemprego atormentando milhares de famílias, as ruas ficaram vazias e os hospitais lotados, os pequenos ou grandes planos adiados e as rotinas reorganizadas na medida do possível.

Desse modo, é imprescindível desacelerar e refletir não existe ninguém melhor que ninguém, não importa se você é rico milionário ou podre, se é alto ou baixo, gordo ou magro, se tem carro do ano ou uma mansão para morar, o que existe é uma sociedade lutando dia após dia contra um inimigo invisível no qual, está evidenciando, que não importa se você está em um país que impera pobreza ou em um de primeiro mundo, pois está assolando tanto de um, quanto de outro.

Portanto, é evidente que vida é insubstituível e muito valiosa em situações como essa, podemos aproveitar para ampliar nosso olhar e trazer novos significados para a maneira como agimos, pensamos ou sentimos. Talvez, o universo está tentando nos ensinar e nos proporcionar um momento de ressignificações, transformações, questionamentos sobre o sentido da vida e sobre o quanto as pequenas coisas importam.


Além disso, às vezes parece que essa pandemia não vai ter um fim, mas mesmo a mais terrível das tempestades tem um final e este momento em que todos estamos enfrentando irá passar. Desse modo, não podemos perder a fé e a esperança, elas são as nossas aliadas quando o desespero tentar tomar conta da nossa alma.

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Educar e Cuidar – CE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/2021/01/26/texto-produzido-na-disciplina-de-educacao-para-jovens-e-adultos-ministrada-pela-profa-helenise-sangoi-5 Tue, 26 Jan 2021 17:28:41 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/?p=4662 Marilia de Oliveira Aquino Portela

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E COVID-19

Aulas remotas e educação a distância são necessárias para dar continuidade ao ano letivo em meio às restrições impostas pela pandemia de covid-19. Com a suspensão das aulas presenciais, o Ministério da Educação autorizou as aulas online e as atividades remotas. A medida abrange universidades, faculdades e escolas.

Escolhi esse assunto por ser muito importante e atual, e também por abranger muitos desafios. Desafios tanto para os professores como para os alunos em diversos contextos. Não é nada fácil para os professores darem suas aulas de forma online, muitos tem dificuldades com as tecnologias e assim em organizar as suas aulas, e principalmente a questão da internet, que afeta professores e alunos, pelo fato de não ser boa o suficiente, ou não ter.

A educação a distância não se limita somente a tecnologia, mas também está relacionada com a saúde mental, já que a educação foi uma das áreas mais afetadas pelo covid-19. Deveria ter um suporte psicológico ofertado aos professores e alunos, pois só quem está em função da educação a distância, sabe o quanto está sendo difícil e muitas vezes desmotivador, colocando assim em risco a aprendizagem.

Já que o ensino remoto é uma realidade entre nós, acredito e defendo em diferentes maneiras de estímulos para que esse ensino realmente aconteça, como materiais mais lúdicos e diversificados, vídeos animados explicativos, dinâmicas, isso são apenas exemplos de diversos trabalhos que podem serem criados, pois não adianta se falar em aulas online e elas não acontecerem, com alunos desmotivados, cansados, sem vontade de ligarem suas câmeras e participarem, sem vontade de fazerem os trabalhos propostos (não generalizando, mas sabemos que essa é a realidade de muitos).

Também acredito ser importante ressaltar sobre a participação da família, que é uma das peças chave, para que os alunos e professores saibam que tem com quem contar, com quem pedir ajudada quando se sentir abalado, com dificuldades, e principalmente para contar assuntos positivos. O apoio de quem amamos e convivemos é essencial.

A questão é que fomos todos pegos de surpresa e a comunidade teve que se adequar na medida do possível. Sabemos que o ensino nunca mais voltará a ser o que era antes, pois nos libertamos das paredes da sala de aula e descobrimos um mundo de oportunidades. Os professores vivenciaram novas ferramentas de ensinar e os estudantes de aprender dentro de suas possibilidades.

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Educar e Cuidar – CE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/2021/01/19/texto-produzido-na-disciplina-de-educacao-para-jovens-e-adultos-ministrada-pela-profa-helenise-sangoi-4 Tue, 19 Jan 2021 18:00:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/?p=4642 Tahys Aparecida Rodrigues

Dê “frescura” a assunto sério

Com a pandemia do coronavírus e o isolamento social, assuntos como doenças mentais vieram mais a tona. As pessoas como consequência do isolamento começaram a sentir falta do contato humano e de suas rotinas, além da piora diária da pandemia, que cada vez mais causa mortes, que abalam o psicológico de todos.


As doenças mentais que eram vistas como “frescura” até um tempo atrás, estão se tornando cada vez mais comuns nos dias atuais. Com essa quebra de “tabus”, a saúde mental tem se tornado um assunto decorrente em diversos espaços.


De acordo com Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) a um aumento nos sintomas de depressão e ansiedade em diversos países. E com a pandemia houve uma diminuição dos serviços ofertados para a saúde mental, o que prejudicou ainda mais a situação.


Mas como contornar essa situação? O que pode ser feito para melhorar a saúde mental das pessoas, tendo em vista o isolamento social causado pela pandemia do coronavírus, sem que coloque vidas em risco de contagio?


Essas perguntas, entre outras tem sido feitas cada vez com mais frequência e servem para nós refletirmos sobre os cuidados que devemos ter com nós mesmos e com as demais pessoas.


Já que, no contexto atual tem sido cada vez mais difícil conseguir o apoio de profissionais capacitados, devemos tentar nos prevenir dessas doenças, para que assim mantermos nossa saúde mental em dia. Coisas como praticar exercícios físicos e manter hábitos saudáveis, podem ajudar a manter a saúde mental de forma adequada, porém sempre lembrando de tomar todas as precauções e cuidados para não se contaminar com a COVID-19.


Preste atenção nos seus familiares e pessoas que convivem com você, note se ele/a tem estado meio para “baixo” nos últimos dias, se estão mais agitados, ou qualquer outro comportamento que tenha mudado nos últimos tempos, prestem atenção nas pessoas ao seu redor. Saúde mental não é brincadeira, e doenças mentais não são frescura.

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Educar e Cuidar – CE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/2021/01/12/texto-produzido-na-disciplina-de-educacao-para-jovens-e-adultos-ministrada-pela-profa-helenise-sangoi-3 Tue, 12 Jan 2021 19:33:56 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/?p=4624 Natalí Kulzer Barbaro

Desafios da educação no contexto pandêmico.


Atualmente a educação está enfrentando sérias dificuldades, independente de qual for seu nível, seja, infantil, fundamental, médio e/ou graduação. Todos estes, e demais, estão enfrentando uma série de conflitos para readaptar seus processos de ensino e aprendizagens por conta da COVID 19. Essa realidade fez todos reorganizar suas rotinas, aprender a estudar de um modo, que talvez nunca fosse cogitado, ou seja, a educação a distância. O ensino remoto acaba sendo algo muito distante da realidade brasileira, por isso, falar de um ensino remoto no Brasil gera bastante polêmica, uma vez que, parte dos estudantes não possuem os recursos necessários para as aulas online.


É de suma importância citar que, a educação a distância se torna um novo desafio para os estudantes, aprender a modificar sua rotina, estudar sem sair de casa, sem possuir o contato de professores, colegas, amigos e de se deslocar até a instituição, são grandes hábitos que fazem parte do alunado e que de imediato, foram quebrados. Com o tempo, a educação a distância acaba fazendo parte da nova configuração de aprendizagem do estudante, sendo ela positiva ou negativa.


Como já mencionado, são incontáveis fatores que nos fazem dependentes desse novo ensino, como: o contexto sócio cultural que o indivíduo está inserido, o acesso à internet que muitas vezes acaba dificultando a aprendizagem do aluno. De imediato, isso se interliga com a motivação dos estudantes para realizar as atividades escolares em casa, pois em tempos de educação a distância a internet se torna uma aliada para os estudos, e logo pode haver grandes dificuldades de estabelecer uma rotina de aprendizagem em casa, sendo que o aluno precisa de um grande esforço para aprender e gerenciar o tempo dentro de casa.


Enfim, são diversos impactos que a pandemia está proporcionando aos estudantes, no entanto, com algumas ações e planejamentos, é possível possuir uma boa educação regular e profissionalizante. Apesar desses inúmeros desafios do ensino a distância durante a pandemia da Covid-19, aos poucos os professores, alunos e familiares conseguem adaptar-se à realidade, promovendo uma troca de aprendizagens satisfatória.

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Educar e Cuidar – CE-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/2021/01/12/texto-produzido-na-disciplina-de-educacao-para-jovens-e-adultos-ministrada-pela-profa-helenise-sangoi-2 Tue, 12 Jan 2021 19:20:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ce/?p=4623 Rauhana Dalleaste

Ensino Remoto: e agora?

Descaso. Preocupação. Insegurança. Inquietação. Estes são alguns dos efeitos gerados pelo ensino remoto. Infelizmente, a COVID-19 vem impactando diversas áreas da sociedade. Dentre estas áreas atingidas, além da saúde e economia, está a educação, que desde o início da pandemia está enfrentando diversos obstáculos para buscar formas e meios de conduzir o ensino da melhor maneira possível, mesmo diante das dificuldades encontradas neste período.


É perceptível que no momento vivenciado o ensino remoto tem sido um assunto de extrema relevância. Entretanto, nem sempre essa forma de ensinar é vista e valorizada de maneira adequada, considerando que diversos alunos e professores estão tendo dificuldades significativas para ter acesso a esse tipo de ensino e acabam não recebendo nenhum apoio ou assistência que possibilite e/ou facilite este acesso.


O fato de o ensino remoto estar sendo percebido com tão pouca importância e desconsideração desencadeia muitas preocupações, inquietações e inseguranças. Tal fato gera estes desassossegos porque todos foram surpreendidos com essa situação e buscou-se no ensino remoto uma forma rápida de continuar os processos de ensino e aprendizagem.

Entretanto, percebe-se que esse ensino vem se mostrando cada vez mais desafiador para professores e alunos em função de muitos aspectos que o envolvem, como por exemplo, o distanciamento, o acesso a internet, a motivação, o despreparo e o desconhecimento de métodos e estratégias de ensino e aprendizagem a distância,
considerando que o ensino remoto, ao contrário do que muitos pensam, não é apenas ensino através da tela de um computador. Essa forma de ensinar diz respeito a (re)invertar-se e desafiar-se diariamente para tornar esse processo mais leve e tranquilo diante da situação vivenciada.


Destaca-se então, a necessidade de que se tenha um olhar mais específico para estas questões do ensino remoto, buscando meios de proporcionar o acesso e a permanência dos alunos neste tipo de ensino.
Para que isso de fato aconteça, é importante que sejam elaborados programas e ações que contemplem e amparem o ensino remoto. Dessa forma, teremos um processo de ensino e aprendizagem que atenda a
todos e todas, valorizando a equidade.

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Educação e Covid-19: os desafios que encontramos no ensino remoto em meio a uma pandemia.

Você lembra o que estava sendo noticiado no dia 26 de fevereiro de 2020? Não?


No dia 26, estava sendo noticiado o primeiro caso de Corona Vírus no Brasil, quando um senhor de 61 anos residente de São Paulo, recém chegado da Itália. A partir daí os números só aumentaram. Segundo informações da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o Brasil apresenta mais de 8.105. 790 casos confirmados, e 203.100 mortes decorrentes da covid-19 (11 de janeiro de 2021).


Desde o momento que os casos começaram a aumentar em março de 2020 alguns estados iniciaram uma quarentena com o objetivo de não haver uma maior proliferação do vírus, com isso, o início do ano letivo com aulas presenciais foi adiado. O pensamento era “derrotar” o vírus em poucos meses, logo, poderíamos retornar às aulas e trabalho em poucos meses. Contudo, virou uma pandemia, e o que era para ser só uma quarentena virou meses de isolamento social.


O caos que estamos vivenciando atingiu todos os setores de nossas vidas e o que achávamos que seria passageiro, transformou-se em rotina, com isso, muitas escolas e instituições de ensino demoraram para tomar uma iniciativa de um ensino à distância. 


Em março de 2020, o Conselho Nacional de Educação (CNE) orientou escolas e instituições para reorganizar seus calendários. A partir daí surge o ensino remoto, uma nova maneira de ensino e aprendizado para professores e estudantes, utilizando as tecnologias e esse passa a ser mais um desafio a ser enfrentado, visto que o Brasil ocupa a 84º posição no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das Nações Unidas, ou seja, temos uma grande variedade de realidades sociais e educacionais, sendo assim, o acesso à internet de qualidade para participar das aulas on-line, não faz parte da vida de muitos estudantes do Brasil, o que contribuirá mais, ainda para a desigualdade social, visto que, este ensino não leva em consideração as singularidades de cada indivíduo.


Esse ciclo fechará um ano no Brasil em breve, e ainda vivemos incertezas: incertezas no que se refere à saúde e à educação. No âmbito da saúde a vacina será nossa aliada para retomarmos a vida, não como antigamente, porém com mais segurança de poder sair na rua, ver familiares e amigos sem correr o risco de pegar o vírus ou transmitir para outra pessoa. Já no que tange à educação, assim como na saúde teremos grandes desafios: retomar conteúdos, retornar às aulas presenciais e aliar os aprendizados que tivemos até aqui com as tecnologias.

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Educação e Saúde Mental: os dois parâmetros mais afetados na Pandemia?

Em um ano marcado por um vírus que se disseminou pelo mundo fazendo com que as pessoas ficassem isoladas em suas casas e sendo submetidas a realizarem todas as atividades de forma remota, o questionamento que fica é: “a educação e a saúde mental foram os dois parâmetros mais afetados durante a Pandemia?”.


Em março de 2020, quando tudo parou e fomos obrigados a ficar em casa, tivemos que realizar todas as atividades do dia a dia à distância e conseguir lidar com toda a demanda que nos foi ofertada. Na educação não foi diferente. Todas as aulas, trabalhos e cursos que eram presenciais foram oferecidos de forma remota em todo o país. 

Logo no início do ensino remoto, muitos alunos, assim como professores, ficaram perdidos sobre como tudo iria funcionar. Os alunos por não saberem se iriam conseguir suprir a demanda a qual lhes seria dada, e os professores por não possuírem um bom conhecimento sobre as plataformas digitais. Sem muitas explicações,
os docentes tiveram que aprender a lidar com sites e com as demais tecnologias sem nenhum tipo de suporte. Os discentes, por sua vez, começaram a ficar sobrecarregados e não conseguiram enfrentar muito bem as tarefas.


De acordo com experiências de pessoas próximas, pude ver de perto o quanto a pandemia afetou a saúde mental. Todos os dias eram milhares de notícias sobre a Covid e muitas demandas da faculdade, e isso acabou afetando o estado físico e mental dessas pessoas. O físico devido às noites de insônia em como e quando tudo iria acabar, o que afetava o desempenho no dia seguinte. Já o estado mental foi afetado por inúmeras inquietações, o medo de contrair a doença, a pressão das atividades acadêmicas, etc. Devido isso, essas pessoas tiveram que procurar por apoio psicológico, onde puderam entender melhor os seus limites.


Diante do exposto, é possível afirmar que a educação e a saúde mental, tanto de alunos quanto de professores, foram afetadas por esse fenômeno que parou o mundo. Creio que daqui para frente, continuando ou não o ensino de forma remota, as instituições devem preocupar-se cada vez mais com a qualidade de ensino oferecida, e, também, com a saúde mental de alunos e professores, para que no futuro possamos ter pessoas com maior qualidade de vida para lidar com momentos históricos como este.

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Pandemia, Educação e a possibilidade de se (re)construir.

No início do ano de 2020 fomos surpreendidos pela chegada do coronavírus que causa uma doença chamada Covid-19. Cujo, é transmitido através do contato próximo ou de uma pessoa doente para outra, sendo assim, a transmissão ocorre por meio toque do aperto de mãos contaminadas, tosse, espirro e entre outros.


Provocando diferentes sintomas, tais como, tosse, febre, dor de garganta e dificuldade para respirar. Contudo, é importante ressaltar que nem sempre as pessoas infectadas apresentarão sintomas, tendo como denominação “pessoas assintomáticas”. Assim sendo, todas as questões abordadas anteriormente resultaram em uma pandemia, na qual compreende-se que é quando uma nova doença afeta e se espalha por diferentes regiões, causando um descontrole na velocidade em que essa doença se transmite, gerando um grande surto.


Dessa forma, surgiu a necessidade de pensar em estratégias de cuidados em relação a saúde, destacando então, a importância do isolamento e distanciamento social, que tem como objetivo a diminuição de interação entre as pessoas de uma comunidade, visando amenizar a velocidade de transmissão da doença.


Adentrando nesse assunto, é de grande relevância pensar em como os educadores e as instituições de ensino estão (re)adaptando-se para ministrar e planejar metodologias pedagógicas através do ensino remoto. Visto que essa nova realidade exige mais demandas do que no presencial, tanto pela questão de tornar o conhecimento acessível a todos os estudantes, dado que, os alunos estão inseridos em diferentes realidades e contextos sociais.


À vista disso, uma estratégia metodológica interessante de realizar tanto no ensino remoto quanto no ensino presencial, é disponibilizar um objeto de estudo, que pode ser representado em forma de um filme, uma música ou algum objeto que contém na casa dos estudantes e a partir disso, produzir um slide interativo que contenha os conteúdos que a professora tem intuito de trabalhar.


Para que essas dinâmicas se tornem acessíveis e agradáveis durante o processo de ensino e aprendizagem, é interessante planejá-las com base na aula expositiva dialogada, cujo, caracteriza-se pela exposição de conteúdos com a participação ativa dos estudantes, considerando o conhecimento prévio dos alunos, e o professor tendo como função a mediação para que os aprendizes questionem, interpretem por meio do objeto de estudo. Sendo assim, a Pandemia trouxe a possibilidade de se (re)construir enquanto ser professor e ser estudante, pelo fato de sair a zona de conforto e se dispôr (re)inventar ideias, planejamentos e se (re)organizar com o objetivo de propiciar um ensino qualidade e que realmente estimule o estudante a aprender.

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Academica de Educação Especial
Bolsista do projeto Mãos Bilíngues

Com o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e, principalmente, com a publicação do Decreto no 5626/05, a oferta de educação bilíngue passou a ser a diretriz que norteia os direitos dos alunos surdos, por considerar essa educação fundamental para o exercício da cidadania. Logo, viu-se a necessidade urgente de introduzir a prática da Língua de Sinais (LS) no espaço das licenciaturas da comunidade universitária da UFSM e em escola de ouvintes onde surdos estão incluídos.


Até o ano de 2019 o Projeto de Extensão “Grupo: Mãos Bilíngues” era, então, o responsável por introduzir o aprendizado da Língua de Sinais aos alunos/as dos anos iniciais das escolas parceiras. O projeto divide-se em dois momentos.


No primeiro momento utiliza-se a glosa (tradução da língua oral para a estrutura da língua sinalizada) de canções selecionadas com a finalidade de viabilizar a prática da Língua de Sinais para acadêmicos/as ouvintes da UFSM.
As glosas das canções escolhidas são todas preparadas e ensinadas por uma professora surda juntamente com os/as participantes do grupo.


O segundo momento é destinado ao aprendizado da LIBRAS aos alunos ouvintes dos anos iniciais das escolas municipais e/ou estaduais. Porém, em virtude da pandemia do vírus Covid-19 e a necessidade do isolamento social, o projeto necessitou passar por readequações conforme as recomendações da Comissão de Biossegurança da UFSM.


A partir de agosto de 2020, o projeto vem sendo executado semanalmente por meio de encontros virtuais, através da plataforma de videoconferência “Google Meet”. Estes encontros mantém a proposta do primeiro momento, idealizado pelo grupo Mãos Bilíngues, ou seja, a preparação da glosa de músicas infantis e, a continuidade ao aprendizado da Libras pelos acadêmicos/as ouvintes e, também pelos professores/as ouvintes das escolas parceiras do projeto. No entanto, para manter o distanciamento social, as escolas permanecem fechadas garantindo a segurança da comunidade escolar.


O segundo momento do projeto, então, precisou ter outro foco. Visto que o deslocamento do Grupo até a escola é inviável, apenas professores/as participam, de forma remota, do projeto. Sendo assim, o projeto Mãos Bilíngues continua oferecendo subsídios para desenvolver a prática e fluência da LIBRAS no contexto acadêmico da UFSM, assim como o aprendizado da Língua de Sinais aos professores das escolas parceiras.

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